quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Basta de escravidão! Viva as lutas libertárias!










Por Gilvander Moreira[


Dia 20 de novembro, dia de Zumbi dos Palmares, dia da Consciência Negra. É vital recordar a crueldade da escravidão do passado e as lutas libertárias travadas ao longo da história. No estado de Alagoas, o Quilombo dos Palmares, em 1670, contava com mais de 20 mil pessoas e resistiu por mais de 100 anos ao sistema escravista.

Recentemente, 11 Acampamentos do MST, em Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, em homenagem à resistência quilombola no estado de Minas Gerais, batizou o nome da sua luta de “Quilombo Campo Grande”, em que cada Sem Terra é outro Zumbi e outra Dandara.

O Quilombo dos Palmares é considerado um grande símbolo nacional de luta, mas é importante também ressaltar que a antiga Confederação dos Quilombos Campo Grande, em Minas Gerais – um dos estados com escravidão mais cruel -, vem sendo considerada por historiadores ainda muito maior do que foi o Quilombo dos Palmares, tendo sido composta por, pelo menos, 27 núcleos de resistência, espalhados por territórios que abrangem hoje, em Minas Gerais, o Centro-Oeste, o Alto São Francisco, o Sudoeste e o Triângulo Mineiro e , em 1752, segundo o pesquisador Diogo de Vasconcelos, chegou a possuir vinte mil habitantes.

Os líderes quilombolas Ambrósio e Pedro Angola da Confederação do Quilombo Campo Grande devem ser também lembrados por todas as pessoas que lutam por direitos humanos fundamentais e sociais. Na segunda metade do século XVIII, houve várias investidas repressivas que visavam desbaratar os principais núcleos quilombolas em Minas Gerais.

A perseguição e a matança de negros escravizados foi grande, cruel e hedionda. O capitão do mato, Bartolomeu Bueno Prado, fez questão de trazer para mostrar ao governador da capitania de Minas Gerais 3.900 pares de orelhas de negros escravizados assassinados. Apesar da intensa perseguição, muitas pessoas quilombolas conseguiram fugir para as matas, pois a existência de rotas de fuga antes da chegada das milícias saqueadoras e repressivas era uma forte estratégia de resistência negra.

A história oficial divulgou o extermínio total dos quilombolas, da mesma maneira que dizia não haver mais indígenas nas matas e nas vilas! Muitos indígenas e quilombolas se mantiveram na invisibilidade como forma de resistência ao sistema repressor e ao preconceito racial e social. Todavia, atualmente muitas comunidades remanescentes de quilombolas que estão se organizando e lutando por seus direitos em Minas Gerais têm a sua raiz na belíssima história dessa grande Confederação de Quilombos Campo Grande.

Atualmente, em Minas Gerias, há mais de 800 Comunidades Quilombolas já autorreconhecidas e com processo de reconhecimento junto à Fundação Palmares e há outras centenas de Comunidades Quilombolas em processo de autorreconhecimento nas minas e nos gerais.

Temos que recordar também que o coronelismo, em Minas Gerais, devastou matas e escravizou o povo camponês. Os fazendeiros colocavam os empreiteiros para derrubar a mata e transformar em pastagem de capim colonião. Os agregados podiam fazer uma pequena roça para a subsistência – mandioca, banana, milho, abóbora, feijão, batata doce, arroz e alguma verdura -, mas no ano seguinte não podiam replantar.

Esse poder do dono da terra ou do gerente do proprietário da terra vem de longe. “Não era a dívida apenas que prendia o colono ao cafezal, mas o fato de ser um trabalhador livre de meios de produção, sem alternativa senão a de trabalhar nas fazendas da grande lavoura” (MARTINS, 2013, p. 54).

O controle do fazendeiro sobre o colono agregado chegava ao ponto de ser necessária autorização do fazendeiro ou do administrador da fazenda para que o colono pudesse se ausentar da fazenda para ir à cidade mais próxima para visitar um parente ou um conhecido (Cf. MARTINS, 2013, p. 242).

Necessário também recordarmos que dia 20 de novembro de 2004, um sábado chuvoso, dia, por volta das 10h40 da manhã, Adriano Chafic, dono também de muitas outras fazendas na Bahia, chegou ao Acampamento Terra Prometida, em Felisburgo, MG, com um bando de 17 jagunços. Renderam um Sem Terra que estava na guarita do acampamento e, com revólver encostado na sua orelha, o obrigaram a soltar um foguete, que era a senha para reunir todo o povo do acampamento em caso de ameaça ou de necessidade de se reunir com rapidez. O povo começou a se reunir. Visto por muitos no local, Adriano Chafic liderava um massacre, perguntando “Cadê a Eni e o Jorge?” e ordenando “Podem atirar e matar...”.

O bando de jagunços - uns encapuzados, outros não - iniciaram os disparos. Dentro de poucos minutos já tinham assassinado cinco Sem Terra - Francisco Nascimento Rocha (72 anos), Juvenal Jorge da Silva (65 anos) Miguel José dos Santos (56 anos), Joaquim José dos Santos (49 anos) e Iraguiar Ferreira da Silva (23 anos).

Todos os tiros foram à queima roupa.  Feriram mais de 12 pessoas, incendiaram com gasolina dezenas de barracos de lona preta, inclusive a barraca da Escola, a barraca de alimentos, a barraca da biblioteca, barracos da Eni e do Jorge. Uma criança de doze anos levou um tiro próximo ao olho. Puseram gado nas lavouras dos Sem Terra. Muitos trabalhadores do acampamento ficaram, desde então, amedrontados e portadores de alguma doença, física ou mental, como consequência daquele crime.

A escravidão não acabou, infelizmente. O que se vive atualmente no Brasil e na América Afrolatina, com os inúmeros retrocessos e perdas de direitos conquistados pelos povos e a ascensão de fascistas, fundamentalistas religiosos e militares ao poder político é uma forma concreta de reproduzir a escravidão de muitas formas.

Não percamos a memória das lutas de resistência! Sobretudo a memória das nossas ancestralidades, de Dandara, de Zumbi, de Chico Rei, dos povos indígenas, de quem resistiu ontem e resiste bravamente com o povo boliviano, chileno e argentino. O momento dramático de tsunami do capitalismo neoliberal no Brasil e América AfroLatÍndia exigem de nós coragem e perseverança nas lutas de resistência e por conquista de direitos.

Os opressores são poderosos, mas contraditórios e, por isso, têm pés de barro quebradiços. “Todos os que cometem injustiças serão como palha na fornalha acesa. E deles não sobraram nem raízes e nem ramos” (Malaquias, 3,19), diz o profeta Malaquias.

Referência.
MARTINS, José de Souza. O Cativeiro da Terra. 9ª edição. São Paulo: Contexto, 2013.
Obs.: Os filmes e vídeos nos links, abaixo, versam sobre o assunto tratado, acima.

1 - De Galanga no Congo a Chico Rei em Ouro Preto
2 - Massacre de Felisburgo: Mística durante o Encontro de preparação para o Plebiscito Popular em MG


4 - Comunidade Quilombola Braço Forte, em Retomada/Salto da Divisa, MG/A luta pela terra/09/6/2016.

5 - Terras devolutas Salto da Divisa, MG, tem muito. Povo Sem Terra repudia opressão a CPT. 10/06/2016

Belo Horizonte, MG, 20/11/2019.

Abraço terno e eterno. Gilvander Luís Moreira, frei carmelita, Dr. em Educação.
face: Gilvander Moreira III
Twitter: gilvanderluis

[1] Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educação pela FAE/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP/SP; mestre em Ciências Bíblicas; assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupações Urbanas; prof. de “Movimentos Sociais Populares e Direitos Humanos” no IDH, em Belo Horizonte, MG.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

"O Brasil é um país racista?"

 Senac de São João da Boa vista, dia 19 de novembro

O Coletivo Negro de Poços de Caldas – Conep – apresenta uma série de debates e reflexões sobre a atuação dos Negros no país e, especialmente em Poços de Caldas e região, por exemplo, hoje estiveram no SENAC, de São João da Boa Vista, em comemoração ao dia 20 de novembro, dia de Zumbi dos Palmares representando o Coletivo Negro de Poços de Caldas, Jéssica Nuevo, Fabio Junio e Ricardo Senegal falando sobre: “As facetas do racismo e a consciência negra para uma reflexão Anti-racista.”   

Senac de São João da Boa Vista

Hoje, 19 de novembro às 19h no CESEC, na Rua João Pinheiro perto da APAE – Palestrantes: Heloisa Lacerda e Ricardo Senegal – As facetas do racismo e a consciência negra para uma reflexão Anti-racista.”   
   

Em 21 de novembro : "As facetas do racismo e a consciência negra para uma reflexão Anti racista." 
Escola Rui Barbosa, em Campestre, com Ricardo Senegal e Augusta Clementino. 
Em 29 de novembro - Consciência Negra,Arte e Cultura. Escola Afonso Romão de Palmeiral, com Lucia Vera Lima e Ricardo Senegal.
Fonte:  Coletivo Negro de Poços de Caldas – CONEP

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Notícias Locais: 20 de novembro, dia da Consciência Negra

Cenas do Filme Keteke


IMS Poços – Instituto Moreira Sales – Poços de Caldas apresenta: a partir de quarta-feira até domingo


Exibição da cinematografia africana contemporânea que recebeu prêmios importantes



1- Supa Modo
Likarion Wainaina | Quênia, Alemanha | 2018, 74'



20/11, quarta, 19h30
Jo, uma garota de nove anos que tem uma doença terminal, sai do hospital para viver seus últimos dias em casa com a mãe e a irmã. Seu único conforto nesse momento difícil é sonhar em ser uma superheroína. A família de Jo e a comunidade local tentam tornar seu sonho possível.
2 - Keteke
Peter Sedufia | Gana | 2017, 98', cor
21/11, quinta, 19h30
O filme conta uma história focada no sistema de serviço ferroviário dos anos 1980 no Gana. Um casal, Boi e Atswei, que vivem em Puna, está empenhado em dar à luz seu primeiro bebê em Akete, sua cidade natal. Muito perto do parto, o casal perde o trem, único meio de transporte da periferia para a cidade. Na pressa de chegar lá, eles agravam sua situação com uma decisão errada e se encontram no meio do nada. Agora, o casal chegará a tempo para o parto ou corre o risco de perder o bebê e a mãe?
3-O Africano que queria voar
The African Who Wanted to Fly
Samantha Biffot | Gabão, França, Bélgica, China | 2016, 70min, cor

22/11, sexta, 19h30
Gabão, 1979. Luc, um menino de nove anos, vê um filme de Kung Fu pela primeira vez e tem uma revelação: chineses sabem voar. Ele fica obcecado em aprender a voar também. Depois de 31 anos vivendo na China, dominando as artes marciais e atuando em filmes de Kung Fu, ele alcança seu sonho.
4- Bakosó: O Afrobeats de Cuba + Nora
23/11, sábado, 14h30
Bakosó: AfroBeats de Cuba
Eli Jacobs-Fantauzzi |Cuba | 2019, 48min, cor, DCP
O filme segue o DJ Jigüe até sua cidade natal, Santiago de Cuba, para encontrar inspiração em novos sons. Ele acredita que o Afrobeats ajudou a criar um novo gênero, o Bakosó, um belo intercâmbio sonoro e cultural entre Cuba e África.
Nora
Alla Kovgan e David Hinton | Moçambique, Estados Unidos, Reino Unido | 2008, 35min, cor
Nora” é baseado nas memórias de infância da dançarina autoexilada Nora Chipaumire, que nasceu no Zimbábue em 1965. Usando performance e dança, ela conta sua história em um poema de som e imagens que se movem rapidamente. A trilha original foi composta pela lenda zimbabuana Thomas Mapfumo.

5- Kasala
Kasala!
Ema Edosio | Nigéria | 2018, 90', cor


23/11, sábado, 16h
Um jovem de um subúrbio de Lagos leva o carro de seu tio para se divertir com os amigos. As coisas se complicam quando eles têm um acidente e apenas cinco horas para coletar dinheiro e consertar o dano antes que seu tio retorne. Uma comédia em ritmo acelerado que, segundo a própria diretora, é um reflexo de sua vida na Nigéria.
No domingo quatro sessões:
6-Koka, o Açougueiro + Irmandade

24/11, domingo, 14h
Koka, O Açougueiro
Koka - The Butcher
Bence Máté | Alemanha, Egito | 2018, 38', cor
O documentário acompanha a vida de Koka, um respeitado treinador de pombos que mora na conservadora Cidade do Lixo, em Cairo (Egito). Enquanto uma importante corrida de pombos se aproxima, o jovem de 30 anos enfrenta a pressão social para abandonar sua paixão pelos pombos e construir uma família. Uma corrida contra o tempo começa no peculiar mundo onde os pombos são a principal fonte de honra e orgulho. Pela primeira vez, as lendárias corridas de pombos do Cairo são registradas em filme.
Irmandade
Brotherhood
Meryam Joobeur | Canadá, Tunísia, Catar, Suécia | 2018, 25', cor
Mohamed é um rígido pastor que vive na zona rural da Tunísia com sua esposa e dois filhos. Mohamed fica profundamente abalado quando seu filho mais velho, Malik, retorna para casa após uma longa viagem com uma misteriosa nova esposa. A tensão entre pai e filho aumenta ao longo de três dias até atingir o limite.
7-Aya
Yopougon, Marguerite Abouet e Clément Oubrerie | França, Costa do Marfim | 2012, 87', cor


24/11, domingo, 15h30
Aya é uma jovem que quer estudar medicina. Mora em Yopougon, uma comunidade pobre perto de Abidjan, a cidade mais rica da Costa do Marfim. Ela e suas amigas gostam de se divertir e dançar. Sonham com amores e com muita riqueza. Como em muitos lugares pequenos, em Yopougon as notícias correm rapidamente, às vezes, gerando conflitos. O desenho reproduz preciosamente a geografia, os costumes e a vida local. Revela aspectos das relações sociais e familiares de um povo que influenciou em muito a cultura brasileira. Baseado nas histórias em quadrinhos dos mesmos autores do filme.
8-Wallay
Berni Goldblat | França, Burkina Faso, Qatar | 2017, 84’, cor


24/11, domingo, 17h
Ady, um menino de 13 anos, não escuta mais seu pai, que o cria sozinho no sul da França. O pai decide, então, confiar Ady ao seu tio Amadou no período de férias de verão, em uma região rural de Burkina Faso, seu país de origem. Lá, aos 13 anos de idade, ele deve-se tornar um homem, mas convencido de que está só de férias, Ady entende as coisas de maneira diferente.
Entrada franca, por ordem de chegada. Evento sujeito à lotação.


Local: IMS – Instituto Moreira Salles
Onde: Rua Teresópolis, 90 - Poços de Caldas, (Perto do Clube Caldense)

Quando
      De 20 a 24 de novembro de 2019         

Fonte: IMS - Instituto Moreira Salles

Fatos e imagens: mais injustiças na capital mineira, Belo Horizonte


Fonte, imagens e locução: frei Gilvander Moreira

domingo, 17 de novembro de 2019

URGENTE! PM de MG ameaça cortar a energia em Belo Horizonte

Em Izidoro, Região metropolitana de Belo Horizonte
"2.500 famílias não admitem ficar sem energia. Grande tensão na comunidade". 
"Acionada por pessoa que não participa da luta coletiva e comunitária, a Política Militar de Minas Gerais esteve agora pela manhã, domingo, dia 17/11/2019, na Ocupação-Comunidade Esperança, na região da Izidora, em Belo Horizonte e Santa Luzia, MG, e gerou grande tensão, pois os policiais militares foram embora alegando que iam chamar reforço policial para cortar a energia de toda a Ocupação-Comunidade Esperança, que é território ocupado por 2.500 famílias já com quase todas as casas de alvenaria construídas ou em construção. 
Mulheres  sempre na linha de frente, não poderia ser diferente em Izadora
O povo unido e organizado, em mutirão, investiu milhares de reais para organizar as redes provisórias de energia. Gastaram muito para ter acesso a migalhas de energia, via gato. Isso porque a CEMIG e o Governo de MG não fizeram ainda a rede oficial de energia para a comunidade, o que tem sido uma violação continuada de um direito humano fundamental pelo Estado que deveria cuidar do povo. Energia e água são bens comuns, direitos elementares e constitucionais. Inadmissível o Estado continuar negando acesso a redes energia e a água, bens comuns necessários à vida. Entre as 2.500 famílias (cerca de 10 mil pessoas) da Ocupação-Comunidade Esperança estão muitas pessoas diabéticas que precisam tomar insulina diariamente. Como conservar a insulina sem geladeira? O Estado quer matar as pessoas com diabetes? Há centenas de crianças sendo amamentadas em mamadeiras. Há centenas de idosos, muitos cadeirantes e pessoas acamadas, inclusive. Repudiamos a tensão que policiais militares de MG causaram na Ocupação-Comunidade atendendo solicitação não idônea, sem conversar primeiro com a coordenação da Ocupação-Comunidade Esperança e, pior, alarmando tensão e pânico ao se retirarem alegando que voltariam com reforço policial para cortar a energia da Ocupação-Comunidade Esperança com 2.500 famílias. A comunidade já está mobilizada, fazendo Assembleia Geral e não admitirá em hipótese alguma o corte de energia. Ao contrário, as 2.500 famílias da Ocupação-Comunidade Esperança, irmanadas com as 5.000 famílias da Ocupação-Comunidade Vitória (ao lado) e com as 1.500 famílias da Ocupação-Comunidade Rosa Leão, também na Izidora, exigem, sim, do Estado de MG e da Prefeitura de Belo Horizonte a regularização fundiária com urgência e da CEMIG e COPASA exigem a implantação de redes oficiais de energia, de água e de saneamento. Basta de sobreviver com migalhas de energia e água, e jamais ficar sem as redes autoconstruídas com muito trabalho e suor. "   
Assinam esta Nota Pública: 
 Famílias da Ocupação-Comunidade Esperança 
Coordenação da Ocupação-Comunidade Esperança, na Izidora, em BH e Santa Luzia 
Comissão Pastoral da Terra (CPT/MG) 
Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) 
Brigadas Populares (BPs) 
Associação de Arquitetos Sem Fronteira-Brasil 
Assessoria Jurídica da Izidora. 
UP – Unidade Popular pelo Socialismo 
Belo Horizonte, 17 de novembro de 2019. 
Fonte: frei Gilvander

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Notícias locais: Terceiro encontro sobre os Estudos Feministas

No Museu Histórico de Poços de Caldas, começa às 15h30 neste sábado,16 

Dando continuidade aos Encontros sobre os "Estudos Feministas", o terceiro: "Não se nasce mulher", com a mediadora Eliza Quinteiro. 

            Você está convidada!