quarta-feira, 20 de agosto de 2025
Meio Ambiente: "Usinas nucleares na Amazônia? O que está em jogo! " A Roda de Conversa ocorreu ontem, 19, on-line das 18h às 19h30
terça-feira, 19 de agosto de 2025
Meio Ambiente: "Usinas nucleares na Amazônia? O que está em jogo!" - Roda de Conversa realizada na noite de 19 de agosto (terça-feira) das 18h às 19h30,
segunda-feira, 18 de agosto de 2025
RODA VIVA | STEVEN LEVITSKY | 18/08/2025. Para ele: "Brasil tem uma democracia mais saudável que os EUA"
domingo, 17 de agosto de 2025
sábado, 16 de agosto de 2025
Soberania nacional é uma questão que fica cada vez mais séria!
O Brasil já enfrenta essa questão da soberania nacional desde muito tempo!
O povo brasileiro é soberano, a nossa soberania é valiosa, até o Congresso Nacional percebeu! Que Milagre!
Vamos ver até quando os Estados Unidos da América desrespeitará nossa Soberania.
Soberania Nacional fica mais séria
Fonte: Bob Fernandes
Usinas nucleares na Amazônia? Roda de Conversa na próxima terça-feira, 19 de agosto das 18h às 19h30
"Você sabia que existe um plano para instalar reatores nucleares no coração da Amazônia?
Em um dos biomas mais biodiversos do planeta — já castigado por queimadas, enchentes e exploração mineral — projetos como este podem significar mais ameaças à vida, ao meio ambiente e às comunidades tradicionais da região.
Na próxima terça-feira (19 de agosto) teremos uma Roda de Conversa para debater os perigos e impactos da expansão da energia nuclear no Brasil. Pesquisadores, ativistas e defensores da Amazônia falarão sobre o programa nuclear brasileiro e o avanço da ideia de importar da Rússia usinas de pequeno porte, trazendo dados, experiências e caminhos para resistir. Temos certeza que a Amazônia e a humanidade não lucrarão com os negócios da indústria bélica!
📅 Dia: 19 de agosto (terça-feira)
🕕 Hora: 18h às 19:30h,
Participam: professores Heitor Scalambrini, da UFPE e Célio Bermann, da USP e os ativistas Sérgio Dialetachi (SP), Mayron Regis Brito Borges, do Centro dos Direitos das Populações da Região de Carajás e Sila Apurinã, da Rede de Trabalho Amazônico – GTA.
🌱 Promoção: Articulação Antinuclear Brasileira e várias entidades parceiras
Assista a Roda de Conversa on-line!
💬 Sua voz importa! Entenda, compartilhe e participe dessa luta por um futuro seguro, sustentável, livre de usina atômica!
Site: brasilantinuclear.ning.com
Insta: @aabantinuclear
E-mail: brasilantinuclear@gmail.com
Fonte: Articulação Antinuclear Brasileira e Associação Poços Sustentável
Veja como é caro tirar CNH. Quanto fica em cada Estado?
"No Brasil, para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), é preciso que o candidato cumpra vários passos, como exames médicos, psicológicos e toxicológicos, aulas teóricas e práticas, além das provas teórica e de direção. Mas, afinal de contas, quanto custa tirar a CNH?
O valor final é a soma de todos esses passos e outras despesas, como aluguel do veículo e taxas dos Departamentos Estaduais de Trânsito. O grande problema é que esse preço costuma ser bem elevado, o que torna a carteira de motorista algo inacessível para boa parte da população.
Habilitação pode custar quase R$ 5 mil
Na última quarta-feira (06) a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) divulgou um levantamento médio dos valores que um candidato à CNH paga para obter a habilitação em cada estado do Brasil. Os valores assustam, variando de R$ 2 mil a R$ 5 mil.
Os gaúchos, por exemplo, são os que mais sofrem com os altos preços, já que o Rio Grande do Sul lidera o ranking de carteiras mais caras do país. O custo médio é de R$4.951,35, para a categoria AB (moto e carro).
Enquanto isso, Mato Grosso do Sul ocupa a segunda colocação: lá, tirar a carteira de motorista sai por cerca de R$4.477,95. Já em Santa Catarina, o valor é de R$3. 906,90.
O estado mais barato para tirar a carteira de habilitação é a Paraíba, com valor total de R$1.950,40). Ele está seguido de São Paulo e Alagoas.
| UF | Preço para a 1ª habilitação |
|---|---|
| AC | R$ 3.906,60 |
| AL | R$ 2.069,14 |
| AM | R$ 3.418,95 |
| AP | R$ 3.780,47 |
| BA | R$ 4.120,75 |
| CE R$ 3.020,97 | |
| DF | R$ 3.005,67 |
| ES | R$ 2.338,76 |
| GO | R$ 2.600,39 |
| MA | R$ 2.858,01 |
| MG | R$ 3.968,15 |
| MS | R$ 4.477,95 |
| MT | R$ 2.964,04 |
| PA | R$ 2.802,45 |
| PB | R$ 1.950,40 |
| PE | R$ 3.416,44 |
| PI | R$ 2.401,00 |
| PR | R$ 3.670,83 |
| RJ | R$ 2.567,82 |
| RN | R$ 2.806,00 |
| RO | R$ 2.355,22 |
| RR | R$ 3.828,40 |
| RS | R$ 4.951,35 |
| SC | R$ 3.906,90 |
| SE | R$ 3.049,97 |
| SP | R$ 1.983,90 |
| TO | R$ 2.985,33 |
CNH sem obrigatoriedade da autoescola vai ficar até 80% mais barata
No dia 29 de julho, o ministro dos Transportes, Renan Filho, revelou uma proposta que pretende acabar com a obrigatoriedade da autoescola para obtenção da CNH. O objetivo de forma geral é flexibilizar, reduzir o custo e eliminar as burocracias do processo.
A pasta que elaborou a proposta realizou uma pesquisa para orientar as diretrizes do programa e encontrou “situações alarmantes”. Segundo o relatório, em algumas cidades médias do país, 40% das pessoas dirigem sem ter a habilitação. A conclusão foi que, entre pagar o custo da habilitação e comprar uma moto, por exemplo, a pessoa escolhe a segunda opção.
Apesar disso, o projeto levantou discussões sobre a aplicabilidade da medida, a importância da educação no trânsito e o impacto que terá sobre os Centros de Formação de Condutores (CFCs).
CNH Social é alternativa para obter a habilitação de graça
Já no final de junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o Projeto de Lei 3965/21 que estabelece a CNH Social de forma nacional. Essa iniciativa já existia e consiste em um programa em que cada estado pode ou não adotar.
Mas, agora com o sinal verde do presidente, ele pode adquirir caráter nacional e arcar com todos os custos da habilitação para pessoas de baixa renda. O PL prevê a destinação dos recursos obtidos com as multas de trânsito para garantir a gratuidade da formação."
Fonte: Autopapo
Meio Ambiente: "Usinas nucleares na Amazônia? Aventura atômica em plena floresta"
Por Heior Scalambrini Costa e Zoraide Vilasboas
Heitor Scalambrini Costa é professor emérito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestre em Ciências e Tecnologias Nucleares pela UFPE e doutor em Energética na Universidade de Marselha/Comissariado de Energia Atômica (CEA), da França. É membro da Articulação Antinuclear Brasileira.
Zoraide Vilasboas é jornalista, ativista no Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania e integrante da Articulação Antinuclear Brasileira."
Sem alongar muito na linha do tempo, tivemos ministros de Minas e Energia conhecidos por “não saber trocar uma lâmpada”. Tivemos ministro tutelado pela iniciativa privada. Tivemos um almirante da Marinha Brasileira (o mesmo do nome ligado ao nebuloso caso das joias na gestão Bolsonaro), que teve como missão tentar expandir usinas nucleares pelo território nacional. E no governo atual? O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) suplente de senador, formado em direito, ex-delegado da Polícia Civil, tem um currículo que mostra total desconhecimento na área de energia, de óleo e gás, do setor elétrico/energético. Características semelhantes a ex-ministros que ocuparam esta pasta estratégica para o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Todavia, o fato de ser braço direito do atual presidente do Senado, foi suficiente para ganhar o cargo que controla um orçamento em torno de R$ 9 bilhões, cuidando de assuntos intrincados e extremamente técnicos, como a prometida mudança da política de preços dos combustíveis; a construção/ampliação de refinarias e de estatais, como a Petrobras; as consequências da predatória privatização da Eletrobras; a decisão sobre a renovação das concessões das empresas distribuidoras, com seus contratos de privatização draconianos, por exemplo. Tudo isto no contexto do enfrentamento do aquecimento global, que tem na energia dos combustíveis fósseis e da fonte nuclear as principais ameaças.
Entre muitas declarações do ministro, talvez a única positiva foi reconhecer e afirmar que a privatização da Eletrobrás fez muito mal ao Brasil. Foram meras palavras ao vento. Tanto que manteve bolsonaristas em cargos chefes do MME (cavalo de Troia para o governo Lula), recebendo constante oposição e contundente denúncia do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) no manifesto “Eletricitários permanecem críticos a um Ministério de Minas e Energia, cujos principais cargos são ocupados por homens brancos, notórios tecnocratas dos governos Temer e Bolsonaro”
O ministro, hoje um dos principais lobistas pró-nuclear, que ano passado chegou a ser criticado e questionado publicamente por não dar a devida atenção a esta polêmica fonte de energia - cara, perigosa e suja - acabou de vez de ser enquadrado por este poderoso lobby.
Suas últimas intervenções nesta área foram no mínimo catastróficas, ao propor disseminar usinas nucleares de pequeno porte na região Amazônica, alegando que substituir as usinas térmicas a óleo combustível, economizará na despesa das termelétricas, e contribuirá para a descarbonização.
Sua proposta é utilizar as reservas de urânio existentes no país, o que para ele economizaria em torno de R$ 12 bilhões/ano na operação das termelétricas da região, além da conhecida ladainha de sempre, “vai gerar emprego e renda”. Obviamente diante desta declaração, fica clara a submissão do ministro à ideia da aventura nuclear em plena floresta. Os lobistas soltaram fogos de artifício, e agora o paparicam.
O nobre ministro, troca alhos com bugalhos, confunde fatos e incorre em dois impropérios nestas declarações, diante dos riscos que representa gerar energia elétrica com minerais radioativos, como o urânio. Os lobistas nucleares agem como se a indústria nuclear brasileira não atravessasse uma crise sem precedentes.
Primeiro, usar minérios radioativas para geração elétrica, em qualquer lugar, e particularmente na floresta Amazônica - onde o governo atual propaga a necessidade de preservar a natureza e os povos que lá vivem - é desconhecer os perigos de acidentes que ocorrem em centrais nucleares, com vazamento e contaminação radioativa. Já não basta a indefensável exploração de petróleo na região?
Segundo, apoiar a mineração de minerais radioativos, que afetam o meio ambiente, a saúde e a vida das pessoas, é desconhecer os desastres ocorridos em Chernobyl e Fukushima, que inviabilizaram a vida em grandes territórios, em particular na Ucrânia. Aqui mesmo no Brasil, o ministro se cala diante das trágicas consequências socioambientais
ocorridas com a mineração em Caldas (MG), em Caetité e Lagoa Real (BA), e apoia a mineração de urânio na serra do Machado, no município de Santa Quitéria (CE).
Que devemos acabar com as termoelétricas a combustíveis fosseis, é uma exigência no enfrentamento do aquecimento global, mas esta substituição proposta é pior que o soneto. Termoelétricas são necessárias e bem-vindas! Desde que utilizem fontes renováveis de energia, como a biomassa e a energia solar.
Não é pecado mortal o sr. Ministro ignorar que o maior problema do uso dos materiais radioativos quando ocorre a contaminação do organismo humano por estas substâncias é a alteração do sistema biológico. Para se inteirar do drama vivido por populações, que tiveram contato com a radioatividade, basta ler relatórios de algumas pesquisas como “Riscos de Contaminação Ambiental e Humana Relacionados à Exploração da Unidade de Concentrado de Urânio no Sudoeste da Bahia”, na qual médicos da UFBA recomendam a interdição da mineração de urânio em Caetité (BA), devido aos malefícios causados à natureza e ao ser humano. Deveria verificar o que está ocorrendo em municípios do Planalto de Poços de Caldas (MG), que convivem com o medo e preocupação ante a ameaça de acidentes em barragens que acumulam rejeitos radioativos, herdados do Programa Nuclear Brasileiro. E aqui cabe a ressalva que as críticas proferidas contra uma autoridade detentora de um cargo público, são críticas profissionais, de conduta e de opinião, e não pessoais."
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
RODA VIVA | CELSO AMORIM | 11/08/2025 - Tarifaço de Trump em cima do Brasil
quinta-feira, 7 de agosto de 2025
Embaixada dos EUA no Brasil posta nova nota contra Moraes
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
sexta-feira, 18 de julho de 2025
JORNAL DA CULTURA | 17/07/2025 - Destaque: PL da Devastação foi aprovado pela Câmara dos deputados, pq Lula vetou o PL de aumento de deputados
Há momentos em que o esquecimento é conveniente. O Congresso Nacional, por exemplo, parece ter esquecido — de propósito — que o Brasil já decidiu, nas urnas, qual sistema de governo deseja seguir. Em 21 de abril de 1993, por meio de um referendo nacional, os brasileiros escolheram continuar com o presidencialismo. Você deve lembrar, e para quem não lembra é bom para saber.
As opções eram claras: monarquia ou república, parlamentarismo ou presidencialismo. O resultado também: a maioria escolheu manter o sistema Republicano e presidencialista. E desde então, não houve outro referendo que alterasse essa decisão soberana do povo.
Mesmo assim, volta e meia surgem vozes no Parlamento que sugerem mudanças de rumo, dando a entender que o presidencialismo já não serve — como se o Congresso tivesse autonomia para ignorar a vontade popular expressa nas urnas. O debate sobre o fortalecimento do Legislativo em detrimento do Executivo, por exemplo, tem ganhado espaço, sugerindo um esvaziamento da autoridade presidencial.
No entanto, é preciso lembrar: em um regime presidencialista, a palavra final em decisões do Executivo cabe ao presidente da República. E isso inclui, sim, o presidente Lula, goste-se dele ou não. O sistema é claro quanto a isso — e foi legitimado pelo voto popular.
Se há desejo real de mudança, que se convoque novo referendo. Até lá, cabe ao Congresso respeitar a escolha feita em 1993. Ignorá-la é desprezar a democracia que o próprio Parlamento diz defender.
E temos de lembrar que somos nós que pagamos os parlamentares que foram eleitos por nós, alguns erradamente, por exemplo, a oposição ao governo Lula, que não deixam os PL serem aprovados e exige cargos no governo. Partidos como União Brasil, Republicanos, PP.
Houve uma pesquisa de opinião, realizada pelo Instituto Quest sobre essa questão do aumento dos deputados de 513 para 531, e cerca de 85% dos entrevistados foram contra esse aumento.
Entenda a questão: de acordo com IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica – A população aumentou em alguns estados e, consequentemente diminuiu em outros. Então,

