quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Meio Ambiente: "Usinas nucleares na Amazônia? O que está em jogo! " A Roda de Conversa ocorreu ontem, 19, on-line das 18h às 19h30

Fonte: Articulação Antinuclear Brasileira e Associação Poços Sustentável- APS e outras entidades parceiras

"Usinas nucleares na Amazônia? O que está em jogo! 🚨"
"Você sabia que existe um plano para instalar reatores nucleares no coração da Amazônia? Em um dos biomas mais biodiversos do planeta — já castigado por queimadas, enchentes e exploração mineral — projetos como este podem significar mais ameaças à vida, ao meio ambiente e às comunidades tradicionais da região. Na próxima terça-feira (19 de agosto) faremos uma Roda de Conversa para debater os perigos e impactos da expansão da energia nuclear no Brasil. Pesquisadores, ativistas e defensores da Amazônia falarão sobre o programa nuclear brasileiro e o avanço da ideia de importar da Rússia usinas de pequeno porte, trazendo dados, experiências e caminhos para resistir. Temos certeza que a Amazônia e a humanidade não lucrarão com os negócios da indústria bélica!
Mediação: Dr. José Edilberto da Silva Resende da Associação Poços Sustentável -APS 📅 Dia: 19 de agosto (terça-feira) 🕕 Hora: 18h às 19h30, 🎙 Participam: professores Heitor Scalambrini, da UFPE e Célio Bermann, da USP e os ativistas Sérgio Dialetachi (SP), Mayron Regis Brito Borges, do Centro dos Direitos das Populações da Região de Carajás e Sila Apurinã, da Rede de Trabalho Amazônico – GTA e José Edilberto da Silva Resende - APS. 🌱 Promoção: Articulação Antinuclear Brasileira e Associação Poços Sustentável- APS e outras entidades parceiras 💬 Sua voz importa! Entenda, compartilhe e participe dessa luta por um futuro seguro, sustentável, livre de usina atômica!"

terça-feira, 19 de agosto de 2025

Meio Ambiente: "Usinas nucleares na Amazônia? O que está em jogo!" - Roda de Conversa realizada na noite de 19 de agosto (terça-feira) das 18h às 19h30,

Fonte: Articulação Antinuclear Brasileira e Associação Poços Sustentável- APS e outras entidades parceiras

"Usinas nucleares na Amazônia? O que está em jogo! 🚨"
"Você sabia que existe um plano para instalar reatores nucleares no coração da Amazônia? Em um dos biomas mais biodiversos do planeta — já castigado por queimadas, enchentes e exploração mineral — projetos como este podem significar mais ameaças à vida, ao meio ambiente e às comunidades tradicionais da região. Na próxima terça-feira (19 de agosto) faremos uma Roda de Conversa para debater os perigos e impactos da expansão da energia nuclear no Brasil. Pesquisadores, ativistas e defensores da Amazônia falarão sobre o programa nuclear brasileiro e o avanço da ideia de importar da Rússia usinas de pequeno porte, trazendo dados, experiências e caminhos para resistir. Temos certeza que a Amazônia e a humanidade não lucrarão com os negócios da indústria bélica! A Roda de Conversa com a mediação Dr. José Edilberto da Silva Resende -Associação Poços Sustentável.
🎙 Participam: professores Heitor Scalambrini, da UFPE e Célio Bermann, da USP e os ativistas Sérgio Dialetachi (SP), Mayron Regis Brito Borges, do Centro dos Direitos das Populações da Região de Carajás e Sila Apurinã, da Rede de Trabalho Amazônico – GTA e José Edilberto da Silva Resende - APS. 🌱 Promoção: Articulação Antinuclear Brasileira e Associação Poços Sustentável- APS e outras entidades parceiras 💬 Sua voz importa! Entenda, compartilhe e participe dessa luta por um futuro seguro, sustentável, livre de usina atômica!"

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

RODA VIVA | STEVEN LEVITSKY | 18/08/2025. Para ele: "Brasil tem uma democracia mais saudável que os EUA"

Fonte: Roda Viva, TV Cultura, SP

"O Roda Viva entrevista o cientista político Steven Levitsky, professor de Harvard e diretor do Centro David Rockefeller para Estudos Latino-Americanos. Autor e coautor de diversos livros, entre eles o best-seller Como as Democracias Morrem, Levitsky analisa os rumos da política internacional e os desafios da democracia no Brasil e no mundo.
Em declarações ao programa, o pesquisador afirmou que Alexandre de Moraes não é um terrorista e destacou que a democracia brasileira hoje é mais saudável que a dos Estados Unidos. Nesta edição, participam da bancada de entrevistadores: Eduardo Graça, repórter especial do jornal O Globo; Itamar Montalvão, editorialista do jornal O Estado de S.Paulo; Luciana Coelho, secretária-assistente de redação e colunista da Folha de S.Paulo; Robinson Borges, editor-executivo do Valor Econômico; e Sylvia Colombo, jornalista e historiadora. Com apresentação de Vera Magalhães, as ilustrações em tempo real são de Luciano Veronezi."

sábado, 16 de agosto de 2025

Soberania nacional é uma questão que fica cada vez mais séria!

     Foto da década de 1960/70 Há muito tempo! 

O Brasil já enfrenta essa questão da soberania nacional desde muito tempo!

O povo brasileiro é soberano, a nossa soberania é valiosa, até o Congresso Nacional percebeu! Que Milagre!

Vamos ver até quando os Estados Unidos da América desrespeitará nossa Soberania.

Soberania Nacional fica mais séria

Fonte: Bob Fernandes  

Usinas nucleares na Amazônia? Roda de Conversa na próxima terça-feira, 19 de agosto das 18h às 19h30

      Fonte: Instituto Humanitas

"Você sabia que existe um plano para instalar reatores nucleares no coração da Amazônia? 

Em um dos biomas mais biodiversos do planeta — já castigado por queimadas, enchentes e exploração mineral — projetos como este podem significar mais ameaças à vida, ao meio ambiente e às comunidades tradicionais da região.


Na próxima terça-feira (19 de agosto) teremos uma Roda de Conversa para debater os perigos e impactos da expansão da energia nuclear no Brasil. Pesquisadores, ativistas e defensores da Amazônia falarão sobre o programa nuclear brasileiro e o avanço da ideia de importar da Rússia usinas de pequeno porte, trazendo dados, experiências e caminhos para resistir. Temos certeza que a Amazônia e a humanidade não lucrarão com os negócios da indústria bélica!


📅 Dia: 19 de agosto (terça-feira)

🕕 Hora: 18h às 19:30h,

Participam: professores Heitor Scalambrini, da UFPE e Célio Bermann, da USP e os ativistas Sérgio Dialetachi (SP), Mayron Regis Brito Borges, do Centro dos Direitos das Populações da Região de Carajás e Sila Apurinã, da Rede de Trabalho Amazônico – GTA.


🌱 Promoção: Articulação Antinuclear Brasileira e várias entidades parceiras

Assista a Roda de Conversa on-line!

💬 Sua voz importa! Entenda, compartilhe e participe dessa luta por um futuro seguro, sustentável, livre de usina atômica!


Site: brasilantinuclear.ning.com 

Insta: @aabantinuclear

E-mail: brasilantinuclear@gmail.com 

Fonte: Articulação Antinuclear Brasileira e Associação Poços Sustentável

Veja como é caro tirar CNH. Quanto fica em cada Estado?

  Proposta do Ministério dos Transportes quer baratear a CNH retirando a obrigatoriedade das autoescolas (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)© Fornecido por Auto Papo

"No Brasil, para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), é preciso que o candidato cumpra vários passos, como exames médicos, psicológicos e toxicológicos, aulas teóricas e práticas, além das provas teórica e de direção. Mas, afinal de contas, quanto custa tirar a CNH?

O valor final é a soma de todos esses passos e outras despesas, como aluguel do veículo e taxas dos Departamentos Estaduais de Trânsito. O grande problema é que esse preço costuma ser bem elevado, o que torna a carteira de motorista algo inacessível para boa parte da população.

Habilitação pode custar quase R$ 5 mil

Na última quarta-feira (06) a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) divulgou um levantamento médio dos valores que um candidato à CNH paga para obter a habilitação em cada estado do Brasil. Os valores assustam, variando de R$ 2 mil a R$ 5 mil.

Os gaúchos, por exemplo, são os que mais sofrem com os altos preços, já que o Rio Grande do Sul lidera o ranking de carteiras mais caras do país. O custo médio é de R$4.951,35, para a categoria AB (moto e carro).

Enquanto isso, Mato Grosso do Sul ocupa a segunda colocação: lá, tirar a carteira de motorista sai por cerca de R$4.477,95. Já em Santa Catarina, o valor é de R$3. 906,90.

O estado mais barato para tirar a carteira de habilitação é a Paraíba, com valor total de R$1.950,40). Ele está seguido de São Paulo e Alagoas.


UFPreço para a 1ª habilitação
ACR$ 3.906,60
ALR$ 2.069,14
AMR$ 3.418,95
APR$ 3.780,47
BAR$ 4.120,75
CE          R$ 3.020,97
DFR$ 3.005,67
ESR$ 2.338,76
GOR$ 2.600,39
MAR$ 2.858,01
MGR$ 3.968,15
MSR$ 4.477,95
MTR$ 2.964,04
PAR$ 2.802,45
PBR$ 1.950,40
PER$ 3.416,44
PIR$ 2.401,00
PRR$ 3.670,83
RJR$ 2.567,82
RNR$ 2.806,00
ROR$ 2.355,22
RRR$ 3.828,40
RSR$ 4.951,35
SCR$ 3.906,90
SER$ 3.049,97
SPR$ 1.983,90
TOR$ 2.985,33

CNH sem obrigatoriedade da autoescola vai ficar até 80% mais barata

No dia 29 de julho, o ministro dos Transportes, Renan Filho, revelou uma proposta que pretende acabar com a obrigatoriedade da autoescola para obtenção da CNH. O objetivo de forma geral é flexibilizar, reduzir o custo e eliminar as burocracias do processo.

A pasta que elaborou a proposta realizou uma pesquisa para orientar as diretrizes do programa e encontrou “situações alarmantes”. Segundo o relatório, em algumas cidades médias do país, 40% das pessoas dirigem sem ter a habilitação. A conclusão foi que, entre pagar o custo da habilitação e comprar uma moto, por exemplo, a pessoa escolhe a segunda opção.

Apesar disso, o projeto levantou discussões sobre a aplicabilidade da medida, a importância da educação no trânsito e o impacto que terá sobre os Centros de Formação de Condutores (CFCs).

CNH Social é alternativa para obter a habilitação de graça

Já no final de junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o Projeto de Lei 3965/21 que estabelece a CNH Social de forma nacional. Essa iniciativa já existia e consiste em um programa em que cada estado pode ou não adotar.

Mas, agora com o sinal verde do presidente, ele pode adquirir caráter nacional e arcar com todos os custos da habilitação para pessoas de baixa renda. O PL prevê a destinação dos recursos obtidos com as multas de trânsito para garantir a gratuidade da formação."

Fonte: Autopapo

Meio Ambiente: "Usinas nucleares na Amazônia? Aventura atômica em plena floresta"

      Foto: Imagem de Burghard Mohren por Pixabay


 Por Heior Scalambrini Costa e Zoraide Vilasboas

"Entre muitas declarações do ministro, talvez a única positiva foi reconhecer e afirmar que a privatização da Eletrobrás fez muito mal ao Brasil. Foram meras palavras ao vento. Tanto que manteve bolsonaristas em cargos chefes do MME (cavalo de Troia para o governo Lula), recebendo constante oposição e contundente denúncia do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) no manifesto 'Eletricitários permanecem críticos a um Ministério de Minas e Energia, cujos principais cargos são ocupados por homens brancos, notórios tecnocratas dos governos Temer e Bolsonaro'", escrevem Heitor Scalambrini Costa e Zoraide Vilasboas.

Heitor Scalambrini Costa é professor emérito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestre em Ciências e Tecnologias Nucleares pela UFPE e doutor em Energética na Universidade de Marselha/Comissariado de Energia Atômica (CEA), da França. É membro da Articulação Antinuclear Brasileira.

Zoraide Vilasboas é jornalista, ativista no Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania e integrante da Articulação Antinuclear Brasileira."

Sem alongar muito na linha do tempo, tivemos ministros de Minas e Energia conhecidos por “não saber trocar uma lâmpada”. Tivemos ministro tutelado pela iniciativa privada. Tivemos um almirante da Marinha Brasileira (o mesmo do nome ligado ao nebuloso caso das joias na gestão Bolsonaro), que teve como missão tentar expandir usinas nucleares pelo território nacional. E no governo atual? O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) suplente de senador, formado em direito, ex-delegado da Polícia Civil, tem um currículo que mostra total desconhecimento na área de energia, de óleo e gás, do setor elétrico/energético. Características semelhantes a ex-ministros que ocuparam esta pasta estratégica para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Todavia, o fato de ser braço direito do atual presidente do Senado, foi suficiente para ganhar o cargo que controla um orçamento em torno de R$ 9 bilhões, cuidando de assuntos intrincados e extremamente técnicos, como a prometida mudança da política de preços dos combustíveis; a construção/ampliação de refinarias e de estatais, como a Petrobras; as consequências da predatória privatização da Eletrobras; a decisão sobre a renovação das concessões das empresas distribuidoras, com seus contratos de privatização draconianos, por exemplo. Tudo isto no contexto do enfrentamento do aquecimento global, que tem na energia dos combustíveis fósseis e da fonte nuclear as principais ameaças.

Entre muitas declarações do ministro, talvez a única positiva foi reconhecer e afirmar que a privatização da Eletrobrás fez muito mal ao Brasil. Foram meras palavras ao vento. Tanto que manteve bolsonaristas em cargos chefes do MME (cavalo de Troia para o governo Lula), recebendo constante oposição e contundente denúncia do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) no manifesto “Eletricitários permanecem críticos a um Ministério de Minas e Energia, cujos principais cargos são ocupados por homens brancos, notórios tecnocratas dos governos Temer e Bolsonaro”

O ministro, hoje um dos principais lobistas pró-nuclear, que ano passado chegou a ser criticado e questionado publicamente por não dar a devida atenção a esta polêmica fonte de energia - cara, perigosa e suja - acabou de vez de ser enquadrado por este poderoso lobby.

Suas últimas intervenções nesta área foram no mínimo catastróficas, ao propor disseminar usinas nucleares de pequeno porte na região Amazônica, alegando que substituir as usinas térmicas a óleo combustível, economizará na despesa das termelétricas, e contribuirá para a descarbonização.

Sua proposta é utilizar as reservas de urânio existentes no país, o que para ele economizaria em torno de R$ 12 bilhões/ano na operação das termelétricas da região, além da conhecida ladainha de sempre, “vai gerar emprego e renda”. Obviamente diante desta declaração, fica clara a submissão do ministro à ideia da aventura nuclear em plena floresta. Os lobistas soltaram fogos de artifício, e agora o paparicam.

O nobre ministro, troca alhos com bugalhos, confunde fatos e incorre em dois impropérios nestas declarações, diante dos riscos que representa gerar energia elétrica com minerais radioativos, como o urânio. Os lobistas nucleares agem como se a indústria nuclear brasileira não atravessasse uma crise sem precedentes.

Primeiro, usar minérios radioativas para geração elétrica, em qualquer lugar, e particularmente na floresta Amazônica - onde o governo atual propaga a necessidade de preservar a natureza e os povos que lá vivem - é desconhecer os perigos de acidentes que ocorrem em centrais nucleares, com vazamento e contaminação radioativa. Já não basta a indefensável exploração de petróleo na região?

Segundo, apoiar a mineração de minerais radioativos, que afetam o meio ambiente, a saúde e a vida das pessoas, é desconhecer os desastres ocorridos em Chernobyl e Fukushima, que inviabilizaram a vida em grandes territórios, em particular na Ucrânia. Aqui mesmo no Brasil, o ministro se cala diante das trágicas consequências socioambientais

ocorridas com a mineração em Caldas (MG), em Caetité e Lagoa Real (BA), e apoia a mineração de urânio na serra do Machado, no município de Santa Quitéria (CE).

Que devemos acabar com as termoelétricas a combustíveis fosseis, é uma exigência no enfrentamento do aquecimento global, mas esta substituição proposta é pior que o soneto. Termoelétricas são necessárias e bem-vindas! Desde que utilizem fontes renováveis de energia, como a biomassa e a energia solar.

Não é pecado mortal o sr. Ministro ignorar que o maior problema do uso dos materiais radioativos quando ocorre a contaminação do organismo humano por estas substâncias é a alteração do sistema biológico. Para se inteirar do drama vivido por populações, que tiveram contato com a radioatividade, basta ler relatórios de algumas pesquisas como “Riscos de Contaminação Ambiental e Humana Relacionados à Exploração da Unidade de Concentrado de Urânio no Sudoeste da Bahia”, na qual médicos da UFBA recomendam a interdição da mineração de urânio em Caetité (BA), devido aos malefícios causados à natureza e ao ser humano. Deveria verificar o que está ocorrendo em municípios do Planalto de Poços de Caldas (MG), que convivem com o medo e preocupação ante a ameaça de acidentes em barragens que acumulam rejeitos radioativos, herdados do Programa Nuclear Brasileiro. E aqui cabe a ressalva que as críticas proferidas contra uma autoridade detentora de um cargo público, são críticas profissionais, de conduta e de opinião, e não pessoais."

Fonte:  Instituto Humanitas Unisinos - IHU

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

RODA VIVA | CELSO AMORIM | 11/08/2025 - Tarifaço de Trump em cima do Brasil

Fonte: Roda Viva, TV Cultura, SP

"O Roda Viva entrevista Celso Amorim, assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais.
Entraram em vigor as tarifas de importação de até 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Também o governo Trump criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, por determinar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesta edição, participam da bancada de entrevistadores: Patrícia Campos Mello, repórter especial da Folha de S.Paulo; Pedro Doria, editor do Meio; Denilde Holzhacker, professora de Relações Internacionais da ESPM; Humberto Saccomandi, colunista do Valor Econômico e coordenador do Núcleo Celso Pinto de Jornalismo do Insper e a Janaina Figueiredo, repórter especial e colunista do jornal O Globo. Com apresentação de Vera Magalhães, as ilustrações em tempo real são de Luciano Veronezi.

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Embaixada dos EUA no Brasil posta nova nota contra Moraes

Fonte: g1.com

Os Estados Unidos não respeitam a nossa soberania e nem a democracia no Brasil. E parece ignorar que os poderes são independentes em uma democracia 

sexta-feira, 18 de julho de 2025

JORNAL DA CULTURA | 17/07/2025 - Destaque: PL da Devastação foi aprovado pela Câmara dos deputados, pq Lula vetou o PL de aumento de deputados

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP


Por Ana Lúcia Dias, Editora do Jornal OGM

O Congresso ignora o referendo de 1993 — e o presidencialismo segue sendo uma escolha do povo

Há momentos em que o esquecimento é conveniente. O Congresso Nacional, por exemplo, parece ter esquecido — de propósito — que o Brasil já decidiu, nas urnas, qual sistema de governo deseja seguir. Em 21 de abril de 1993, por meio de um referendo nacional, os brasileiros escolheram continuar com o presidencialismo. Você deve lembrar, e para quem não lembra é bom para saber.

As opções eram claras: monarquia ou república, parlamentarismo ou presidencialismo. O resultado também: a maioria escolheu manter o sistema Republicano e presidencialista. E desde então, não houve outro referendo que alterasse essa decisão soberana do povo.

Mesmo assim, volta e meia surgem vozes no Parlamento que sugerem mudanças de rumo, dando a entender que o presidencialismo já não serve — como se o Congresso tivesse autonomia para ignorar a vontade popular expressa nas urnas. O debate sobre o fortalecimento do Legislativo em detrimento do Executivo, por exemplo, tem ganhado espaço, sugerindo um esvaziamento da autoridade presidencial.

No entanto, é preciso lembrar: em um regime presidencialista, a palavra final em decisões do Executivo cabe ao presidente da República. E isso inclui, sim, o presidente Lula, goste-se dele ou não. O sistema é claro quanto a isso — e foi legitimado pelo voto popular.

Se há desejo real de mudança, que se convoque novo referendo. Até lá, cabe ao Congresso respeitar a escolha feita em 1993. Ignorá-la é desprezar a democracia que o próprio Parlamento diz defender. 

E temos de lembrar que somos nós que pagamos os parlamentares que foram eleitos por nós, alguns erradamente, por exemplo, a oposição ao governo Lula, que não deixam os PL serem aprovados e  exige cargos no governo. Partidos como União Brasil, Republicanos, PP. 

Houve uma pesquisa de opinião, realizada pelo Instituto Quest sobre essa questão do aumento dos deputados de 513 para 531, e cerca de 85% dos entrevistados foram contra esse aumento.

Entenda a questão: de acordo com IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica – A população aumentou em alguns estados e, consequentemente diminuiu em outros. Então, 

 

sábado, 12 de julho de 2025

Nos deixou neste sábado, 12 de julho, aos 88 anos ,Jean-Claude Bernardet, amante do cinema e professor da USP

Jean Claude Bernardet
 

                            Fonte: WhatsApp

JORNAL DA CULTURA | 12/07/2025 Destaque: mais de 200 barragens no Brasil colocam vidas em risco

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

"No Jornal da Cultura deste sábado (12), você vê: Trump amplia guerra comercial e aplica tarifa de 30% sobre produtos da União Europeia e México; investimento em saúde no Brasil fica abaixo da média internacional; Agência Nacional de Águas alerta: mais de 200 barragens têm risco de rompimento; morre em São Paulo Jean-Claude Bernardet, um dos nomes mais importantes do cinema nacional.
Para comentar esses e outros assuntos, Rodrigo Piscitelli recebe o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, e o advogado João Santana.

sexta-feira, 11 de julho de 2025

JORNAL DA CULTURA | 11/07/2025 - Destaque: a UFMG diante do tarifaço do Trump, estima um déficit no PIB

Fonte: Jornal da Cultura,TV Cultura, SP

"No #JornaldaCultura desta sexta-feira (11), você vai ver: Trump sinaliza intenção de conversar com Lula e volta a defender Jair Bolsonaro; Lula diz que irá priorizar negociação, mas não descarta reciprocidade; Empregos na indústria e agronegócio devem ser mais impactados com taxação americana; 40% das moradias em áreas de conservação têm alguma precariedade; Estados Unidos fecham acordo com a Otan para envio de armas à Ucrânia."
Para comentar essas e outras notícias, Rodrigo Piscitelli recebe a professora de direito Eloísa Machado, da FGV, e o economista e doutor em ciência política Ricardo Sennes.

quinta-feira, 10 de julho de 2025

JORNAL DA CULTURA | 10/07/2025 Destaque: Lula devolve o texto para o presidente norte-americano. A lei da reciprocidade, disse Lula

Fonte: Jornal da Cultura, SP

"No Jornal da Cultura desta quinta-feira (10), você vai ver: Governo brasileiro deve retaliar com tarifas os Estados Unidos após nova sobretaxa; Congresso afirma estar pronto para proteger economia; Quais os impactos para a economia brasileira com o novo tarifaço; Parecer propõe isenção para quem ganha até R$7300 e 10% de taxa para os mais ricos; Ataques de Israel matam 52 palestinos em meio a discussão de cessar-fogo.
Para comentar essas e outras notícias, Rodrigo Piscitelli recebe os jornalistas Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, e Leonardo Sakamoto, doutor em ciência política."