domingo, 3 de outubro de 2021

Mulher: "Para evitar os 5 tumores ginecológicos: coisas que talvez você nem imagine"

                                      Imagem: iStock
Por Lúcia Helena, Colunista do UOL 

"Setembro acabou e não sei se reparou: neste mês nasceu uma flor. Você vai me dizer que nasceram muitas, já que brotou a primavera. Mas, não, eu me refiro a uma florzinha única e esta tem cinco pétalas, uma de cada cor."     


"A rosa é para nos fazer lembrar do colo do útero. A laranja é para remeter ao endométrio. A verde tem o tom associado aos ovários. A roxa é a da vulva. E a última, azulzinha, a da vagina.

A  flor é o símbolo de uma campanha feita sob medida nos sensibilizar em relação aos tumores ginecológicos. Afinal, a cada ano cerca de 30 mil brasileiras são diagnosticadas com um deles. Setembro já era o mês internacional de conscientização desses cânceres. Daí a época e, melhor, a hashtag da iniciativa nacional, que é #setembroemflor.

Não digo que ela chegou em boa hora. Chegou até que tarde. Não dá para entender por que nada parecido emplacou no passado. "Eu estudei Medicina no Rio Grande do Norte e, já naquele tempo, via mulheres com câncer de colo de útero avançado e me incomodava por ser uma doença prevenível", lembra a oncologista clínica Andréa Gadelha Guimarães, do A. C. Camargo Cancer Center, em São Paulo. "Embora formada há mais de vinte anos, essa realidade não mudou, o que me intriga. Ora, estamos falando do segundo tumor mais frequente em mulheres."

A médica é coordenadora de advocacy do EVA, como é conhecido o Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, criado ainda em 2010 e idealizador da campanha. No início, ele reunia apenas médicos. Depois, se expandiu para outros profissionais de saúde e agora também atrai pacientes com conteúdo sobre esses tumores em seu site e nas redes sociais.

Aviso: nem vou ficar descrevendo muito um por um, mas contar aquilo que pode surpreender a mulherada e nos deixar espertas. Porque, sabe como é, a vida tem seus espinhos. E não queremos nos machucar com eles. 

A vacina do HPV não é um "liberou geral"

Achei a comparação da oncologista Audrey Tsunoda ótima: "Sabe a história que a gente aprendeu com a covid-19, a de que nenhuma vacina é 100% eficaz e que, mesmo vacinada, a pessoa pode pegar a doença? Pois então: é a mesma com o HPV".

Cirurgiã oncológica do Hospital Erasto Gaertner e coordenadora do programa de cirurgia robótica do Pilar Hospital, em Curitiba, no Paraná , a doutora Audrey é também a coordenadora do EVA. Mas prefere se definir como "uma pessoa interessada na saúde das mulheres."

Por isso mesmo, fica desolada quando os pais não levam os adolescentes para o posto de vacinação. Andréa Guimarães compartilha desse sentimento: "A mensagem que precisa ficar clara é a de que essa é uma vacina contra o câncer", diz ela.

Verdade. Se olhamos só para o de colo de útero, 98% dos episódios têm esse vírus por trás. Sem contar que, entre mulheres, o HPV também é responsável por tumores de vagina, de vulva e, saindo do território ginecológico, de orofaringe e de ânus.

No entanto, em 20% a 30% das pessoas, o imunizante contra esse vírus não consegue barrar a infecção. Mas — de novo, lembrando o que acontece após a vacina contra o Sars-CoV 2, quando dificilmente um sujeito que se infectar desenvolverá um quadro grave de covid-19 — o risco de uma lesão por HPV evoluir para um câncer é mínimo se a mulher tomou a vacina. Ainda assim, existe.

"Portanto, a vacinação não dispensa o uso de preservativo nas relações sexuais", alerta a doutora Audrey. Assim como mulheres vacinadas nunca deveriam adiar a consulta periódica no ginecologista, seguras de que estão blindadas.

"Durante dois ou três anos, o câncer de colo de útero não tem qualquer sintoma", ensina a doutora Audrey. "Se não perder a consulta, esse período é uma janela de oportunidade para a mulher detectar a doença cedo." Leia-se: enquanto ela é curável.

Não tolere aquela gotinha vermelha após o sexo

Muita mulher imagina que, se notar um pouco de sangue depois do bem-bom, será sinal de que ela está para menstruar ou que, vá lá, a pegada sob os lençóis foi mais forte. Pode até ser. Mas — aí é que está — pode não ser também. Bote a pulga atrás da orelha.

"Sangrar na relação sexual, mesmo sem sentir qualquer dor, às vezes é o único sintoma de um tumor inicial de colo de útero ou de vagina", conta a doutora Audrey.

Se aconteceu uma única vez, tudo bem. Mas, se volta a acontecer, o papo é outro. "Aí, o certo é buscar o médico, sem ficar um ano inteiro negligenciando a situação", orienta a doutora Andréa Guimarães.

O mesmo vale para sangramentos em outros momentos, que não sejam associados ao sexo. "Não é o período de menstruar? Saiu do padrão? Então, o sangramento merece ser investigado", resume a médica.

A importância da dieta e do peso adequado

A gordura serve de matéria-prima para o estrógeno e esse hormônio, por sua vez, alimenta eventuais células cancerosas no endométrio, como é chamado o revestimento do útero, aquele tecido que descama a cada menstruação.

"Logo, excesso de gordura corporal costuma ser sinônimo de excesso desse hormônio feminino", explica a doutora Andréa. Daí por que combater a obesidade é fundamental para prevenir o tumor de endométrio.

A famosa dieta equilibrada interfere positivamente. Não só porque promove o emagrecimento, mas por conter porções moderadas de alimentos gordurosos que, se fossem consumidos em exagero, também incrementariam a linha de produção do estrógeno.

A atividade física protege pra valer

O resultado de ser fisicamente ativa vai além de controlar a obesidade. "O exercício libera substâncias protetoras no organismo, melhora a oxigenação dos tecidos e aumenta a imunidade", lista Audrey Tsunoda.

Sim, lembre-se que um sistema imunológico fortalecido muitas vezes é capaz de destruir uma célula de câncer que mal surgiu, cortando o mal pela raiz. Mas, para isso, é preciso acertar na intensidade do treino.

Não vale parar de se exercitar antes de sentir o suor escorrer. Por outro lado, o tiro sai pela culatra se alguém pratica uma atividade física extenuante. Ela pode derrubar as defesas. "O exercício é bom quando você sua a camisa e se sente energizada, mas não massacrada", gosta de dizer a doutora Audrey.

Alguém da família teve câncer de mama ou de intestino?

Se a resposta é sim, atenção. Estes não são tumores ginecológicos, mas podem ser resultado de alterações em dois genes — o BRCA1 e o BRCA2 — que estão envolvidos em 25% dos casos de câncer de ovário.

"Essa doença não dói, não dá coceira, nem causa sangramento no início", diz a doutora Audrey. "Ou seja, não tem muito jeito de prevenir nem de detectar precocemente, a não ser observando a história familiar, já que há um forte componente de hereditariedade."

A perda de apetite

A pessoa dá duas garfadas e já se sente satisfeita. As causas disso podem ser diversas e, entre elas, está o câncer de ovário, o qual também costuma estufar a barriga. A explicação é uma só: "Esse tumor leva a um acúmulo de líquido no abdômen, que faz a barriga inchar, e, ao mesmo tempo, pressiona o aparelho digestivo. Desse modo, ele se engana e acha que está pleno", descreve a doutora Audrey.

Fechar a boca com a barriga vazia leva a uma perda considerável de peso. Compensa ir ao médico ver o que está se passando. O câncer de ovário tende a surgir em mulheres jovens ou, em outro extremo, nas mais maduras. Estas, aliás, representam a maioria dos casos.

Coceira na zona íntima

"Se você sente a perna coçar, não vai na mesma hora olhar se não está com uma picada ou uma alergia ali? Então, por que não fazer o mesmo com os órgãos genitais femininos?", provoca a doutora Audrey.

O tumor de vulva, segundo a médica, é perigoso — e, por sorte, raro. Ele pode ser causado pelo HPV, mas também está relacionado a uma alteração da mucosa conhecida como líquen escleroso, que causa bastante prurido.

É outra encrenca que costuma acontecer em mulheres mais velhas e elas geralmente têm vergonha de dizer que vivem sentindo coceira. Diga-se: ela nada tem a ver com falta de higiene.

O certo seria pegar um espelhinho e examinar a região. Manchas mais claras, escuras ou avermelhadas disparam o alerta. Assim como uma feridinha que não se fecha sozinha depois de alguns dias.

No que reparar no gineco

Um dos bons motivos da consulta é de fato fazer o exame de Papanicolau para rastrear o câncer de colo de útero. Ele é recomendado para quem tem entre 25 e 64 anos e uma vida sexual ativa.

Isso não significa, porém, que meninas mais jovens possam esquecer a ida ao médico, muito menos mulheres com 65 anos ou mais, especialmente se há qualquer sangramento após a menopausa ou quando os ovários se exibem aumentados no ultrassom. O normal é que atrofiem com a idade, às vezes até deixando de ser visualizados.

O médico deve aproveitar para examinar todos os órgãos genitais femininos, que está ali diante dele, exposta. Se você notar que ele só colheu a amostra para o exame do útero, antes de sair da posição ginecológica pergunte como está a sua saúde no "lado de fora".

Maligno?

Audrey Tsunoda não gosta do adjetivo. "Dá aquela impressão de uma doença intratável", justifica. De fato, muito câncer ginecológico é prevenível e todos podem ser tratados com sucesso, se flagrados cedo.

No mês de outubro raiou e vestiremos rosa, falando um bocado da saúde das mamas. É necessário. Mas não podemos esquecer que a mulher é um pacote completo. Com vulva, vagina, ovários e útero também. Em setembro nasceu uma flor. E esperamos que ela não morra."

Fonte: Blog da Lucia Helena, colunista do UOL   

Notícias Locais: "Valoriza Minas – Política do Estado de Minas Gerais" pretendia descredenciar o Hospital Santa Lúcia, que faz atendimento pelo SUS de AVC e Cardiopatia, em Poços de Caldas

                                                                                                                                                     Foto: Roni Bispo
 

"Hospital corria o risco de ser descredenciado para atendimentos pelo SUS devido a nova política do Estado; reunião nesta quinta-feira em Belo Horizonte confirmou continuação de atendimentos."


Por EPTV 2 — Poços de Caldas, MG

"O Hospital Santa Lúcia, de Poços de Caldas (MG), vai continuar como referência para atendimentos cardíacos pelo SUS. A diretoria do hospital esteve nesta quinta-feira (30) em uma reunião com o secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, em Belo Horizonte (MG) e conseguiu manter o credenciamento.

O hospital corria o risco de ser descredenciado como referência para atendimento da rede de urgência e emergência para pacientes infartados e vitimados por acidente vascular cerebral da Macrorregião Sul conforme novos critério de elegibilidade da política estadual de atenção hospitalar, o Valora Minas.

O Hospital Santa Lúcia atende pacientes cardíacos de Poços de Caldas e região há 11 anos. Nos últimos seis anos, foram mais de oito mil pacientes atendidos. Na última terça-feira (28), o Estado chegou a confirmar que o hospital não poderia mais fazer esses atendimentos.

“O Santa Lúcia vai continuar prestando serviços da urgência e emergência para o SUS. Isso representa uma vitória muito grande para o Hospital Santa Lúcia, pois temos em nosso DNA uma tarefa desenvolvida durante 15 anos de qualidade extraordinária no atendimento do infarto agudo e do derrame agudo. Nós salvamos vidas em um tempo extremamente perfeito para que o protocolo de atendimento seja feito da melhor maneira possível”, revelou o diretor do Santa Lúcia, Assad Aun Netto.

A Santa Casa de Poços de Caldas também chegou a confirmar que foi procurada pelo Estado para ser a porta de entrada desses pacientes. Várias autoridades de saúde da região se manifestaram contra a decisão estadual e após esta reunião em Belo Horizonte, o diretor do hospital, Assad Aun Netto, informou que o Estado voltou atrás e que o hospital vai continuar atendendo pacientes cardíacos.   


A Santa Casa de Poços de Caldas também chegou a confirmar que foi procurada pelo Estado para ser a porta de entrada desses pacientes. Várias autoridades de saúde da região se manifestaram contra a decisão estadual e após esta reunião em Belo Horizonte, o diretor do hospital, Assad Aun Netto, informou que o Estado voltou atrás e que o hospital vai continuar atendendo pacientes cardíacos.

Conforme o diretor do hospital, na reunião realizada nesta quinta-feira ficou acordado que o hospital presta serviços relevantes para Poços de Caldas e região e portanto, não será descredenciado e o atendimento vai continuar.

A Santa Casa disse que ainda não foi oficialmente informada da nova decisão do estado, mas que pretende prestar os serviços de cardiologia, independente do programa Valora Minas. A produção da EPTV, afiliada Rede Globo, pediu retorno à Secretaria Estadual de Saúde, mas não teve resposta até esta publicação.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o Hospital Santa Lúcia continua habilitado a prestar serviços cardiológicos pelo sistema SUS. O estado ainda afirmou que a unidade não está incluída na lista de instituições contempladas com o incentivo do programa Valora Minas. A secretaria reforça que está trabalhando junto com a gestão do hospital e do município para buscar a melhor solução para a situação."

Fonte: g1/Sul de Minas

sábado, 2 de outubro de 2021

Opinião | Crise Hídrica e Energética | 24/06/2021

Fonte: Opinião, TV Cultura, SP

Protesto contra Bolsonaro ocupa Avenida Paulista

Fonte: UOL

Em São Paulo, na Av. Paulista a maior manifestação do país

                       
Duas amigas  Foto: manifestante anônimo

 

Na maior manifestação, Fora Bolsonaro realizada na capital Paulista, no palco das manifestações, a Av. Paulista.  

Veja quais são os partidos que participam dos protestos contra Bolsonaro 

Manifestantes contra o governo de Bolsonaro superam os de 7 de setembro

"Natuza: 'Rejeição a Bolsonaro é muito maior do que o que se vê'

Fonte: globonews, SP        


Av. Paulista, na capital paulista, o palco das maiores manifestações do Brasil está repleta de gente, bem mais gente do que foi visto na manifestação pró-Bolsonaro em 7 de setembro. A Av. Paulista está cheia de gente. São duas pistas de cada lado, uma que vem outra que vai. Foram cerca de 10 quarteirões ocupados por manifestantes exigindo o Fora Bolsonaro.

 




São Paulo - Protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ocupa Avenida Paulista neste sábado (2) — Foto: Amanda Perobelli/Reuters


São Paulo (SP) - Manifestante queima um boneco de Bolsonaro durante protesto realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, neste sábado (2) — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

São Paulo (SP) - Protesto contra o presidente Jair Bolsonaro realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, neste sábado (2) — Foto: Nelson Almeida/AFP

São Paulo (SP) - Protesto contra o presidente Jair Bolsonaro realizado em São Paulo, neste sábado (2) — Foto: Roberto Casimiro/Fotoarena/Estadão Conteúdo

São Paulo (SP) - Manifestante queima um boneco do presidente Bolsonaro durante protesto realizado na Avenida 
Paulista, em São Paulo, neste sábado (2) — Foto: Amanda Perobelli/Reuters







Rio de Janeiro - Manifestante participa de protesto contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, neste sábado (2) 
— Foto: Ricardo Moraes/Reuters

Brasília - Protesto contra o presidente Jair Bolsonaro realizado em Brasília, neste sábado (2) — Foto: Eraldo Peres/AP  
Atos contra Bolsonaro reuniram 700 mil pessoas em 304 cidades brasileiras.
Fonte: g1.globo.com/Política             

PAULISTA: FORA BOLSONARO AO VIVO

Fonte: Jornalistas Livres

Após 1000 dias de governo Bolsonaro, pasta da Cultura coleciona gafes, p...

Fonte: Jornal da Cultura, SP

TiK Tok paga bem menos do que anuncia

Por  Intercept Brasil
 

"TikTok pagou menos de um salário mínimo para funcionários sem registro trabalharem até 18 horas por dia. Depois tentou nos enrolar.

Publicamos hoje uma reportagem que conta como o TikTok usou trabalhadores brasileiros terceirizados para transcrever vídeos ao custo de menos de um salário mínimo por pessoa. E a rede social, que comemorou a marca de um bilhão de usuários ativos nesta semana, não estava pagando por um trabalho qualquer: era, segundo um dos gerentes, a força humana que ajudava a alimentar a inteligência artificial. 

Adriana Zanotto, uma das pessoas que denunciou o projeto, por exemplo, passou um mês inteiro fazendo transcrições de trechos de vídeos e ainda não recebeu os R$ 700 que lhe haviam prometido em nome da ByteDance, a dona do TikTok. Levou um calote.

A história completa está aqui. Mas, antes, eu quero contar uma parte deste processo de apuração.  

Como sempre, tentamos pegar o “outro lado” do TikTok. No jargão jornalístico, o “outro lado” é o contraponto à história que está sendo contada, a versão dos acusados sobre os fatos narrados. Mas, no caso das grandes empresas de tecnologia, é como falar com um atendente de telemarketing robotizado.

Respostas objetivas praticamente inexistem. Existem notas padrão, produzidas geralmente por assessorias de imprensa terceirizadas, e pouca prestação de contas ao público sobre o que acontece nas plataformas. Isso, é claro, nos melhores casos. Nos piores, o que impera é o silêncio.

Na reportagem que publicamos hoje, o TikTok simplesmente se recusou a responder. Foram várias tentativas por e-mail, WhatsApp e telefone desde julho deste ano. O repórter Paulo Ribeiro teve uma única resposta, em que a assessoria de imprensa terceirizada pediu mais informações sobre o "enfoque" e "de onde a pauta surgiu". Depois que ele explicou que o texto partiu de denúncias de funcionários e que havia documentos e vídeos que corroboravam os relatos, não houve mais resposta. 

Eu mesma liguei para a assessoria de imprensa. Ouvi que seria preciso falar com a ByteDance, dona do TikTok, nos EUA. Tentamos, então, pedir uma resposta deles diretamente para o diretor de comunicação da empresa. Ele também nos ignorou. 

Era um trabalho "terceirizado do terceirizado", como definiu uma das gerentes do projeto, em uma cadeia tão diluída que não apenas o dinheiro se esvaía entre os contratantes – mas, também, a responsabilidade. Zanotto diz que nunca teve nenhuma resposta das recrutadoras brasileiras. O contratante paquistanês afirmou que o valor não foi pago por causa da "baixa qualidade" das transcrições. A ByteDance, avisada por ela em um e-mail formal, também ignorou.

Entre julho e setembro de 2021, o TikTok me enviou 11 e-mails com releases sobre campanhas, parcerias publicitárias e novidades na plataforma. A assessoria de imprensa estava trabalhando duro, mas para controlar a narrativa sobre a companhia. Perguntas incômodas poderiam ser deixadas de lado sem prejuízo para a marca. 

Eu poderia dizer que se trata de um problema, digamos, mais pessoal com o Intercept. Isso porque publicamos, no ano passado, duas reportagens que deram muito trabalho para a equipe de relações públicas da empresa. Em uma, contamos como, diante de um suicídio transmitido ao vivo, a empresa correu para limpar sua imagem antes mesmo de ligar para a polícia. Em outra, detalhamos as absurdas políticas de moderação de conteúdo, que orientavam pela supressão de favelas e pessoas feias. 

Mas não é só com a gente. E não é só o TikTok. Veja, por exemplo, o caso do Google. Nós temos publicado várias reportagens mostrando como funciona a lucrativa rede de blogueiros e youtubers de extrema direita. Recebendo por anúncios direcionados, eles recebem uma ajudinha do YouTube para conseguirem audiência – e, assim, faturarem mais com anúncios, um dinheiro que é dividido com o próprio Google. 

Em junho, enviei a seguinte mensagem à assessoria de imprensa da empresa: 

Calculamos que o Google, por meio dos anúncios do YouTube, pagou US$ 1.174 milhões aos 12 canais investigados no inquérito. Tudo isso por meio de anúncios no YouTube.

Assim, gostaria de saber:

  1. O Google confirma esses pagamentos?
  2. Os canais ainda são monetizados?
  3. Algum deles, com exceção do da Sara Winter, foi suspenso por violação dos termos de uso?

A empresa pediu mais tempo para responder. Afirmei que não seria possível estender o prazo. Recebi como resposta a seguinte nota: “O YouTube é uma plataforma de vídeo aberta e qualquer pessoa pode compartilhar conteúdo, que está sujeito à revisão de acordo com as nossas diretrizes da comunidade. Quando não há violação da política de uso do produto, a decisão final sobre a necessidade de remoção do conteúdo cabe ao Poder Judiciário, de acordo com o que estabelece o Marco Civil da Internet.”

Dois meses depois, pedi novamente informações semelhantes, desta vez relacionadas aos canais que estavam exibindo vídeos monetizados incitando ao ato golpista de 7 de setembro. Perguntei, por exemplo, se o YouTube removeu ou desmonetizou conteúdo relacionado aos atos de 7 de setembro. Recebi como resposta exatamente a mesma frase robótica.

Em outro caso, desta vez sobre o Twitter, levantei que o número de denúncias sobre neonazismo havia explodido entre 2019 e 2020. Enviei quatro perguntas sobre os dados levantados e sobre conteúdos de inspiração neonazi que permaneciam no ar apesar de claramente violarem os termos de uso da plataforma. Mais uma vez, uma recusa em responder objetivamente. "O Twitter está comprometido em proteger a conversa pública e desenvolve um trabalho contínuo nesta frente, como a criação e aplicação de Regras que determinam os conteúdos e comportamentos permitidos na plataforma, incluindo, por exemplo, a política contra propagação de ódio", disse a plataforma.

Mesma coisa com o Facebook. Nessa mesma pauta, perguntei, por exemplo, por que havia diminuído o número de posts neonazistas removidos se o número de denúncias na plataforma estava crescendo. Mais uma vez, uma resposta genérica. "Nos últimos anos, o Facebook triplicou as equipes dedicadas a garantir a segurança e a integridade de suas plataformas, para mais de 35 mil pessoas, das quais 15 mil estão focadas na revisão de conteúdo em mais de 50 idiomas, inclusive o Português. Também continuamos a priorizar a remoção de grupos de ódio nas nossas plataformas em todo o mundo", disse a rede social, sem comentar os números que eu apresentei, compilados pela Safernet.

E, não, não é só um problema do Intercept. Faz parte da cultura dessas empresas não individualizar as questões e não responder com objetividade – é muito mais fácil enviar uma resposta padronizada, que reproduza mensagens padrão e gere pouca dor de cabeça depois. Afinal, poucas crises de relações públicas são capazes de abalar os negócios na escala que essas empresas têm. 

Mas isso não nos impede de fazer o nosso trabalho. Não cobrimos o tema com base nos releases enviados pelas assessorias de imprensa. Partimos quase sempre de outro ponto: denúncias ou análises que mostram justamente o que elas querem esconder. Nesses casos, o “outro lado” no jornalismo de tecnologia se torna, na maioria das vezes, um passo absolutamente protocolar e que só serve para reproduzir notas burocráticas. Ainda assim, o silêncio das empresas em comentar ou clarificar questões incômodas também diz muito sobre elas."

Fonte:  Intercept Brasil

Manifestação no Rio pede o impeachment de Bolsonaro, em 2 de outubro

Fonte: UOL   

"Com faixas atacando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), críticas à condução do combate à pandemia pelo Ministério da Saúde e o reforço de vacinados que foram pela primeira vez às ruas, os atos contra o governo federal e pelo impeachment do presidente da República começaram na manhã deste sábado no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas participam do ato —ainda bem menor ao que ocorreu no dia 7 de setembro. Estão presentes FUP (Federação Única dos Petroleiros), CUT (Central Única dos Trabalhadores), SinproRio (Sindicatos dos Professores do Rio) e partidos políticos como PT, PSOL e PCO. As camisas do Partido dos Trabalhadores."
Fonte: UOL

"Atos contra Bolsonaro neste sábado testam aceno da esquerda a presidenciáveis e partidos de oposição"

 

"Novos protestos serão mais amplos em adesão, mas ainda sem participação da direita e reedição do palanque das Diretas Já"          


Por  Carolina Linhares


Fonte: Folha de S. Paulo e UOL

"Guedes diz que estenderá auxílio, depois nega e cita novo Bolsa Família "

Ministro da Economia Paulo Guedes

Por Douglas Rodrigues, Poder 360

"Em cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro Paulo Guedes (Economia) disse que seu colega João Roma (Cidadania) vai renovar o Auxílio Emergencial. Ato falho. Guedes queria se referir ao Bolsa Família, que se chamará Auxílio Brasil a partir de novembro.

O Ministério da Economia soltou nota logo depois da declaração do chefe da pasta, que confundiu os presentes no evento.

“Em sua fala durante o evento de comemoração dos 1.000 dias de governo no Palácio do Planalto, nesta 6ª feira (1.out.2021), o ministro falou em ‘Auxílio Emergencial’ em vez de ‘Auxílio Brasil’”, diz a nota.

Guedes não entrou em detalhes durante sua explanação. Eis o que ele disse: “O ministro Tarcísio [de Freitas, da Infraestrutura] vai vender mais 22 aeroportos. O ministro Marinho [do Desenvolvimento Regional] vai terminar as obras que ficaram inconcluídas. O ministro João Roma [Cidadania] vai estender o auxílio emergencial. Somos um time remando pelo Brasil”.

O Ministério da Economia afirmou que o governo quer manter a proteção aos cidadãos em situação de vulnerabilidade com o novo programa social Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família.

No contexto de explicar de onde sairão os recursos para financiar essa expansão de gastos, o ministro Paulo Guedes citou a necessidade de aprovação da Reforma do Imposto de Renda e também da PEC dos precatórios no Congresso Nacional. A 1ª proposta servirá como fonte de pagamento para o programa social. A 2ª abrirá espaço dentro da regra do teto de gastos.

Segundo Guedes, o país terá que fazer uma escolha entre ajudar vulneráveis ou pagar os precatórios de forma imediata. Ele afirmou que governo precisa da ajuda do Congresso.

“O Congresso aprovando a PEC dos Precatórios e aprovando a reforma do Imposto de Renda, nós temos garantido o Bolsa Família subindo mais de 60%, bem mais do que subiu a comida, o combustível, tudo isso”, disse Guedes.

“Esperamos esse apoio, confiamos nesse apoio e num futuro melhor com a condução e apoio que temos tido. Com a coordenação dos poderes, que são independentes, mas compreendem que uns têm efeitos sobre decisões dos outros.”

Integrantes da equipe econômica são contra a renovação do Auxílio Emergencial. Alegam que o pagamento do benefício fora do teto pode comprometer as expectativas dos investidores quanto à trajetória das contas públicas, podendo até mesmo aumentar a inflação.

Por outro lado, uma ala do governo preferia estender o auxílio, que tem a última parcela prevista para outubro, por mais tempo. Seria uma forma de atender 25 milhões de trabalhadores informais que não receberiam o Bolsa Família reforçado."

Fonte: Poder 360  

 

"As pedaladas de Bolsonaro"

Bolsonaro e as padaladas fiscais
 

Por Notas & Informações - Estadão

"Com as pedaladas fiscais, Dilma Rousseff descumpriu a lei orçamentária e, em conformidade com as disposições da Constituição e da Lei 1.079/50, foi condenada por crime de responsabilidade, o que lhe acarretou a perda do mandato. O processo de impeachment de Dilma Rousseff foi uma vigorosa recordação da relevância, para um Estado Democrático de Direito, do cumprimento das leis relativas ao uso do dinheiro público. Diante da burla petista das leis fiscais, as instituições reagiram, com destaque para a atuação responsável do Congresso.

O atual governo prometia ser radicalmente antipetista. No entanto, observa-se agora o mesmo desleixo com a responsabilidade fiscal que se viu nos tempos do PT no Palácio do Planalto, com a agravante de que Jair Bolsonaro vem cooptando as instituições, em especial, o Congresso, para o desmonte das leis fiscais. O presidente Bolsonaro tenta assegurar a impunidade de seus atos, mas os efeitos da irresponsabilidade fiscal continuam recaindo sobre a população: inflação, desemprego e retração dos investimentos, entre outros.

 No dia 27 de setembro, em célere votação – Câmara e Senado apreciaram o tema no mesmo dia –, o Congresso aprovou o Projeto de Lei (PL) 12/2021, de autoria do Executivo, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021. Em manobra vergonhosa, que mina um dos pilares da organização fiscal do Estado, autorizou-se o uso de “propostas legislativas em tramitação” como fonte de compensação para criação ou aumento de despesa obrigatória para programas de transferência de renda apresentados pelo Poder Executivo federal.

A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF, Lei Complementar 101/2000) proíbe a criação de despesas permanentes no Orçamento sem a previsão das receitas correspondentes. É uma regra básica para o equilíbrio das contas públicas: antes de gerar novos gastos é preciso indicar quais os recursos que vão bancar esses gastos.


O PL 12/2021 burla a LRF, estabelecendo uma exceção para o Executivo federal. Ao propor novos gastos, o Palácio do Planalto não precisa mais indicar receitas reais, que existam de fato. Basta assinalar possíveis receitas oriundas de “proposições legislativas em tramitação”.

Em vez de cumprir o seu dever e buscar fontes reais de financiamento para o programa Auxílio Brasil, o governo federal propôs para si uma exceção na legislação orçamentária. Quer autorização para criar gastos sem indicar receitas. Como o nome indica, “proposições legislativas em tramitação” ainda não foram aprovadas, ou seja, eventuais receitas provenientes desses projetos ainda não existem no mundo dos fatos. O Congresso não poderia ter aprovado tal artifício contábil.

Infelizmente, o ardil do PL 12/2021 não é caso isolado. O governo Bolsonaro vem acumulando medidas que não apenas enfraquecem a responsabilidade fiscal, mas recordam as piores práticas do passado – de um poder público que, ignorando seus deveres e obrigações, atende apenas aos interesses do governante de plantão. Veja-se o imbróglio dos precatórios. O governo Bolsonaro propõe soluções equivocadas que partem de diagnósticos igualmente equivocados.

A liquidação dos precatórios não é uma opção do poder público. O precatório corresponde a uma obrigação já atrasada, reconhecida pela Justiça e transitada em julgado. Nesse caso, o credor foi prejudicado e precisou ir à Justiça para conseguir a reafirmação de seu direito. Qualquer iniciativa para negar ou contornar esse direito é tentativa de calote.

 

Como se sabe, a equipe econômica quer fixar um limite anual para a liquidação dos precatórios, com base nos valores de 2016. Para piorar, o governo propõe que uma parte do pagamento dos precatórios não seja incluída no cálculo do teto dos gastos. Ou seja, quer pagar pouco (ou mesmo não pagar) a quem deve, mas deseja manter margem para outros gastos.

Já está claro que o presidente Jair Bolsonaro, assim como os petistas antes dele, não tem nenhum compromisso com a responsabilidade fiscal. Para aproximar-se de seu objetivo eleitoral, vale até pedalar, com rodinhas instaladas pelo Centrão."

Fonte: Estadão            

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Notícias locais: em Poços de Caldas não teremos a manifestação nacional do Fora Bolsonaro neste sábado, 2 de outubro


Por Ana Lúcia Dias 


Em Poços de Caldas não vai haver o “Fora Bolsonaro” como em todo o país. Em função da reunião que foi marcada na semana passada, na qual não houve a participação esperada dos movimentos e nem dos partidos, que dariam o “norte”, para a manifestação. O que significa dar o “Norte”? É indicar a quem fosse na manifestação onde começaria, por exemplo, em que ruas iriam percorrer, ou seja a organização, inclusive dando a orientação em razão da pandemia, do uso de máscaras, o álcool em gel e o distanciamento social como foi realizado em outras manifestações Fora Bolsonaro, a partir da primeira manifestação realizada em maio na cidade.

O que foi decidido? Em lugar da manifestação haverá panfletagem e algumas pessoas irão de ônibus fretado à São Paulo, na Av. Paulista para fortalecer o movimento Fora Bolsonaro representando Poços de Caldas como farão  diversas cidades do país. Vamos lotar a Av. Paulista, o palco das manifestações na capital paulista.

E todas as pessoas que irão de diversas partes do país, sem receber nenhum dinheiro, nem almoço, nem hospedagem". No famoso "Vim de graça", como aconteceu em todas as manifestações pró-Bolsonaro. O ônibus vai e volta no mesmo dia para Poços de Caldas e de outros lugares do país.

Estão sendo esperadas mais de 100 mil pessoas, ou seja, superando o número de bolsonaristas que foram na Av. Paulista em 7 de setembro. E Poços de Caldas vai estar na Paulista também, nos representando.

As manifestações na Paulista, irão começar às 13h e está previsto entre às 14h e 17h30 em frente ao MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, onde será montado um palanque em que representantes dos partidos, movimentos sociais e sindicatos irão falar. 

Masp, na Av. Paulista, na capital Paulista

Estão previstos 21 partidos que esquecendo as diferenças ideológicas irão participar da manifestação Fora Bolsonaro porque o Brasil não aguenta mais. 

Entre eles: o PT (Partido dos Trabalhadores), o  DEM (Democratas), que é um partido do Centro-direita, o PSL (Partido Social Liberal, ex-partido de Bolsonaro (sem partido))

O MDB (Movimento Democrático Brasileiro), o Podemos (ex-Partido Trabalhista Nacional (PTN)) Cidadania  (EX- Partido Popular Socialista- PPS), PC do B (Partido Comunista do Brasil), PDT (Partido Democrático Trabalhista)  PL - (Partido Liberal ex-Partido Republicano) de Centro-direita, Solidariedade, PSD (Partido Social Democrático) PSB (Partido Socialista Brasileiro), PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), PV( Partido Verde), Rede (Rede Sustentabilidade), UP (Unidade Popular pelo Socialismo), PCB (Partido Comunista Brasileiro), PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unidos) , PCO (Partido da Causa Operária) e Novo (Partido Novo, liberal clássico de direita.

A renúncia de Bolsonaro seria o ato mais digno de um chefe de Estado cuja mais da metade da população do país é contra seu jeito de governar. Por exemplo, um chefe de Estado que não sabe escolher os ministros que são designados para pastas importantes, como Saúde, em meio a uma pandemia, Meio Ambiente fundamental a preservação da Amazônia e do Pantanal para citar apenas dois exemplos. Economia, Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia, Defesa e Segurança Pública entre outras pastas que manteriam o país funcionando.

O que Bolsonaro está fazendo é "Deixar a boiada passar", em todos os setores como foi sugerido por seu ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na reunião ministerial de 22 de abril de 2020.

Tudo bem que ele não saiba nada de nada, em praticamente 3 anos de governo, mas que tivesse escolhido ministros competentes, o país não estaria passando pela crise que segue. Ele  destruiu a imagem do país, tanto que não temos o tanto de investidores estrangeiros e nem nacionais que estejam a fim de investir no país. 

Em um país que exporta alimentos com agronegócio, enquanto seu povo passa fome pela escassez da oferta dos mesmos produtos exportados. Com uma inflação que não tínhamos há 25 anos.

Motivos pelos quais Bolsonaro tem que sair do cargo no qual nunca deveria ter entrado. Um político que não teve um projeto apresentado nos 28 anos em que foi deputado federal, que colocou a família toda envolvida em suas falcatruas na política, por exemplo, nas "rachadinhas", que ele começou a fazer e ensinou aos filhos.

Mas ele enganou o povo brasileiro com as fakes news, e com a falsa facada na qual antes dela tinha 12% de intenção de voto e depois dela foi para 44%. Ele próprio é uma fake news! 

Panfletos que serão distribuídos ao invés da manifestação Fora Bolsonaro em Poços de Caldas: 





Panfletos fornecidos pelo Partido dos Trabalhadores de Poços de Caldas, MG

Jornal da Cultura | 01/10/2021 - Em especial 1000 Dias da Cultura no governo Bolsonaro

Fonte: Jornal da Cultura, SP

"No Jornal da Cultura desta sexta-feira, você vai ver: Na busca por soluções para reduzir o preço dos combustíveis, presidente da câmara se encontra com Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, e promete intensificar discussões com parlamentares para viabilizar projeto que prevê valor fixo do ICMS; Ministro da saúde, que está em quarentena em Nova York, testa de novo positivo para a Covid-19 e seguirá na cidade americana; Farmacêutica anuncia que remédio antiviral, ainda em teste, reduz em 50% hospitalizações e mortes pelo Coronavírus.
Para comentar essas e outras notícias, Karyn Bravo recebe o historiador e youtuber, Marco Antonio Villa e o médico clínico geral, Arnaldo Lichtenstein."

Fonte: TV Cultura, SP

Depressão é o mal do século?

Depressão é o mal do século, que a pandemia exacerbou (piorou)
 Depressão é mais do que uma doença

Fonte: Quebrando o Tabu / facebook              

Otávio Fakhoury é escutado na CPI da Covid

Fonte: Jornal da Tarde, Cultura, SP

1.000 dias do Governo Bolsonaro: Meio ambiente piora durante gestão

Fonte: Jornal da Cultura, SP