domingo, 6 de novembro de 2022

Parabéns, Poços de Caldas pelos seus 150 anos completados neste domingo, 6 de novembro

 Poços de Caldas no Sul de Minas juntou o seu aniversário de 150 anos ao Natal, tanto assim que a decoração de natal já está nas ruas, em especial do centro da cidade. Lindo!

História de Poços de Caldas nos dias atuais e no passado 

Fonte: EPTV 2ª Edição    

Mundo: "Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido"

Prédio do Capitólio dos Estados Unidos, em WashingtonCrédito: Geoff Burke-USA TODAY Sports

Por Poder 360 

"O Congresso dos Estados Unidos passará por uma reconfiguração a partir de 8 de novembro. A data marca o início das chamadas eleições de meio de mandato norte-americanas." 


Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido  
© Fornecido por Poder36

"O pleito também decidirá o governo de 36 dos 50 Estados dos EUA e é considerado decisivo para o presidente Joe Biden. Isso porque, atualmente, os democratas controlam a Câmara dos Deputados com uma margem pequena. 

Dos 435 assentos, o Partido Democrata tem 220 contra 212 dos republicanos. Três vagas estão desocupadas por renúncia ou morte de congressista. De acordo com uma pesquisa do jornal digital Politico, a legenda pode ter ao menos 213 cadeiras.

O Senado, com 100 cadeiras, também é controlado pelos democratas por 1 voto. A composição atual é de 50-50. Mas tem a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, como critério de desempate.

As eleições de 2020, que decidiram a atual composição do Legislativo norte-americano e elegeu Biden, também marcaram uma vitória inesperada para os Democratas. Foi a 1ª vez desde 2008 que o partido ganhou a maior parte do Congresso e elegeu um representante para a Casa Branca, o que ajudou o presidente dos EUA em negociações com os congressistas para aprovar algumas propostas. 

Para as eleições de novembro de 2022, os 3 cenários possíveis podem mudar a forma de governo de Biden: 

1) os democratas manterem o controle do Congresso. Isso facilitaria a governabilidade do presidente para aprovar projetos que seguem paralisados, como a proposta relacionada ao acesso ao aborto. 

2) os republicanos ganharem apenas uma Casa Legislativa. Com isso, eles conseguiriam bloquear algumas propostas da Casa Branca e dificultar o governo de Biden. 

3) os republicanos ganharem a Câmara e o Senado. O que seria ainda mais difícil para o presidente norte-americano. 

Levantamentos realizados por veículos norte-americanos indicam o 2º cenário como o provável até o momento. Os eleitos iniciarão seu mandato em 3 de janeiro de 2023.

CÂMARA DOS EUA 

A Câmara dos Deputados nos EUA é renovada em sua totalidade a cada 2 anos: nas eleições gerais e nas de meio de mandato.

Cada um dos 50 Estados norte-americanos é dividido pelo número de distritos que elegem 1 deputado. A quantidade de distritos são proporcionais ao tamanho de sua população. A Califórnia, por exemplo, tem 53 distritos. Já Nova York tem 27.

Segundo pesquisa do jornal digital Politico, a Casa Legislativa tende a ser republicana. O levantamento mostra os republicanos com 213 assentos até o momento, 5 a menos dos 218 necessários para se ter a maioria. 

Desses: 159 são classificados como republicanos “sólidos”, o que significa que muito dificilmente um candidato democrata vai conseguir reverter o cenário;

39 são “prováveis” republicanos; e 

17 são “talvez” republicanos. 

Já para os democratas, faltam 23 cadeiras para que a legenda alcance a maioria de 218. Eles aparecem com 195, sendo: 

146 classificados como democratas “sólidos”;

22 são “prováveis” democratas; e

24 são “talvez” democratas. 

Outros 28 assentos seguem indefinidos. 

Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido - Fornecido pelo Poder 360
  
Reprodução/Politico
Estimativa do jornal digital Politico sobre a composição da Câmara dos EUA
A CNN norte-americana também indica que o Partido Republicano está mais perto de conseguir a maioria. De acordo com o levantamento do veículo, os republicanos são os favoritos para conseguir 212 assentos contra 205 dos democratas. Outros 18 lugares estão indefinidos. 

SENADO DOS EUA 
Cada um dos 50 Estados norte-americano tem direito a 2 assentos. Renova-se ⅓ do Senado a cada 2 anos: nas eleições gerais e nas de meio de mandato. Isso significa que, das 100 cadeiras, só 35 serão reconfiguradas nas eleições de 8 de novembro deste ano. 

Dos 35 Estados que elegerão novos senadores –um assento para cada– a configuração atual é de 14 cadeiras democratas contra 21 republicanas.

No levantamento do Politico, a composição do Senado segue indefinida. Onze Estados devem eleger um candidato do Partido Democrata. Já 19 tendem a escolher um congressista do Partido Republicano. Eles são classificados da seguinte forma: 

Democratas “sólidos”: Califórnia, Havaí, Illinois, Maryland, Nova York, Oregon e Vermont. 
“Prováveis” democratas: Connecticut e Washington.
“Talvez” democratas: Colorado e New Hampshire. 
Republicanos “sólidos”: Alabama, Alasca, Arkansas, Carolina do Sul, Dakota do Norte, Dakota do Sul, Idaho, Indiana, Kansas, Kentucky, Louisiana e Oklahoma. O último Estado decidirá novos senadores para ocupar os seus 2 assentos ao invés de 1. Uma eleição especial teve que ser convocada porque o senador James M. Inhofe se aposentou. 

“Prováveis” republicanos: Iowa, Missouri e Utah.
“Talvez” republicanos: Carolina do Norte, Flórida e Ohio. 
O veículo ainda não estimou a tendência em 5 Estados: Arizona, Geórgia, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin. Esses Estados podem fazer a balança pesar favoravelmente tanto para um lado quanto para o outro.

Das vagas nos 5 Estados indefinidos: 

Arizona, Geórgia e Nevada são atualmente democratas; 
Pensilvânia e Wisconsin, republicanos. 

Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido

© Fornecido por Poder360

Reprodução/Politico

Estimativa do jornal digital Politico sobre a composição do Senado dos EUA

A CNN norte-americana indica que o Partido Republicano está mais perto de conseguir a maioria no Senado. De acordo com o levantamento do veículo, os eleitores tendem a eleger 20 republicanos contra 12 democratas. Geórgia, Nevada e Pensilvânia seguem indefinidos."

Fonte: Poder 360   

sábado, 5 de novembro de 2022

Notícias locais: bolsonaristas ainda não compreenderam o que é uma Democracia

Fonte: whatsApp

Bolsonaristas ainda não compreenderam que em uma Democracia existe alternância de poder. E não querem reconhecer a vitória do Presidente Lula como integrante do Planalto, em Brasília.

A Esquerda em 2018 não fez esse escândalo que bolsonaristas estão fazendo, muito pelo contrário respeitaram o voto popular e as urnas eletrônicas que elegeram Bolsonaro como presidente.

Fonte: whatsApp

"A necessidade e importância do recolhimento em momentos de estresse!"

Fonte: Afinando a escuta, Escritora Wanda Alves 

"A NECESSIDADE E IMPORTÂNCIA DO RECOLHIMENTO EM MOMENTOS DE ESTRESSE!
Texto : Wanda Alves Conheça nosso Canal Secundário - "PRA VOCÊ" - Link a Seguir: https://www.youtube.com/channel/UClDz... Se você aprecia conteúdos que possam auxiliá-lo (a) na sua jornada de autoconhecimento e expansão da consciência, o nosso canal é pra você, portanto, convido-lhe, gentilmente, para se inscrever aqui, compartilhar nossos conteúdos e clicar no sininho para receber as notificações de novos vídeos. Obrigada! Os Livros digitais estão Disponíveis na Amazon Os Livros Impressos podem ser adquiridos pelo whatsapp: 35-992663413 MINHAS REDES SOCIAIS Canal Secundário - "PRA VOCÊ" - Link a Seguir: https://www.youtube.com/channel/UClDz... 1-INSTAGRAM - https://www.instagram.com/wandaalvese...
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#consciencia #solidariedade #inteligenciaemocional

Fonte: Escritora Wanda Alves

"Porque Bolsonaro perdeu as eleições" (Por Ricardo Guedes)

                                                                                                   Foto:  Rafaela Felicciano/Metrópole

Por Guga Noblat, o blog do Noblat

"A história não será condescendente com Bolsonaro. Daqui em diante, será somente o líder de parcela restrita da irracionalidade presente"

"Bolsonaro perdeu as eleições. Já participei de campanhas, algumas ganhadoras, outras perdedoras. Uma vez, em uma campanha não vencedora, um amigo me perguntou, em tom jocoso: “Por que perdeu? Quando se ganha, a campanha diz que ganhou por tais razões, por tais atitudes. E quando se perde, qual é a explicação?” Pensei um pouco, e respondi: “É simples. Perdemos porque tivemos menos votos.” Por que Bolsonaro perdeu? É simples, porque teve menos votos. Porque a maioria não o quer.

Mas por que a maioria não o quer? É simples. Na economia, o PIB caiu de US$ 1,9 trilhões para US$ 1,6 tri em seu governo, ou melhor, em seu desgoverno. Atualmente, somente 21% acham que a economia está no rumo certo, ou melhor, na sua deseconomia. Porque riu do COVID e de suas vítimas, dos 10,5% dos óbitos mundiais para 2,7% de sua população, ou ainda, no descaso pelos que padecem. Pelo descaso pela democracia. Pelo descaso pelas mulheres. Porque mais de 60% acham que sua política ambiental é equivocada. Porque mais de 60% acham que sua política externa é equivocada. Porque neste ano voltamos ao Mapa Mundial da Fome da ONU, com 15 milhões de pessoas sem comida no dia a dia. Porque um governo não pode ter como base a mentira. Pela omissão da omissão na omissão. As milícias digitais não foram suficientes para sufocar a racionalidade do voto.

É verdade, como dizia Goebbels, que “uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”. Mas, como disse John Kennedy, “você pode enganar algumas pessoas todo o tempo, todas as pessoas algum tempo, mas não todas as pessoas todo o tempo”. A mentira não substitui o prato na mesa, não provê sustância onde nada se fez, e nada se representa. Assim, simplesmente, perdeu.

A história não será condescendente com Bolsonaro. Daqui em diante, será somente o líder de parcela restrita da irracionalidade presente. Como se diz na política, quem está saindo do poder bebe o café frio, tão longo vira o percurso do garçom pelos corredores. Eleito como 3ª via em 2018 para combater a “Velha Política” e para implementar uma economia liberal, à “Velha Política” ele se aliou, e quanto ao programa liberal, nada se fez. Amarga rejeição pessoal acima dos 50%, impeditiva para a reeleição, seja por qual diferença for. No day after das eleições, em 31 de outubro, a bolsa subiu 1,31% e o dólar caiu 2,54%, na sinalização positiva do mercado nacional e internacional à ampla frente que Lula representa. Ao mesmo tempo, a desordem se instalou nas estradas brasileiras com o subsídio caminhoneiro de Bolsonaro de R$ 1mil por mês durante as eleições e a assim percebida complacência da Polícia Rodoviária Federal, primeiro capítulo do nosso Capitol Hill ciclotímico. No Dia de Finados, a desordem urbana se repete. Do total do eleitorado, Bolsonaro teve 33% no 1º turno, 37% no 2º turno; o representante dos 1/3; 20% de núcleo duro eleitoral; 1% de radicais. Perdeu porque a maioria não o quer."


Ricardo Guedes é Ph.D. pela Universidade de Chicago e CEO da Sensus


Fonte:Metrópole              

Jornal da Cultura | 05/11/2022 - Amigo do deputado federal Eduardo Bolsonaro, um argentino, coloca as urnas eletrônicas em dúvida

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

"No Jornal da Cultura deste sábado, você vai ver: paralisações parciais são registras em rododias de três estados no Brasil; Tribunal Superior Eleitoral desmente suspeita de fraude nas urnas eletrônicas no segundo turno, disseminada em um canal argentino de direita; e Supremo Tribunal Federal autoriza depoimento imediato da deputada federal Carla Zambelli (PL - SP) à Procuradoria-Geral da República sobre o episódio em que ela sacou e apontou uma arma para um apoiador de Lula (PT).

Para comentar essas e outras notícias, Ana Paula Couto recebe o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto e o advogado Roberto Delmanto Junior."
#JornalDaCultura #JC

Transição ecológica e uma nova agenda para as políticas públicas

Fonte: Cepat - Sede em Curitiba, PR

Para quem tem interesse em um país melhor com sustentabilidade do meio ambiente e da vida no planeta que depende de nós! De políticas públicas não apenas de um governo, mas de Estado para que nunca mais passem pelo desmanche ocorrido, em especial no último governo. `Precisamos de mais amor com o país e com o planeta Terra para a geração futura de nossos filhos, netos e bisnetos. Assista a palestra do jornalista André Trigueiro.

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

"Silvinei Vasques, diretor-geral da PRF que organizou as blitz pelo Nordeste"

O diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, durante entrevista coletiva sobre a Operação Eleições 2022 no segundo turno. — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por Bárbara Pombo, Valor

"Responsável por determinar a realização de uma série de operações de fiscalização em estradas federais no dia do segundo turno das eleições, o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi intimado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, a interromper as blitz imediatamente e agora é alvo de um pedido de prisão por parte do PT.

A campanha do PT questionou as abordagens da corporação a ônibus com eleitores, principalmente na região Nordeste, onde o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve vantagem sobre o adversário Jair Bolsonaro (PL) no primeiro turno. As blitzes foram criticadas por partidos e prefeitos de cidades onde a polícia realizou as operações, focada em “transporte de passageiros”. 

Ainda no sábado, o presidente do TSE havia proibido a Polícia Rodoviária Federal de realizar, hoje, qualquer operação relacionada ao transporte público de eleitores. O objetivo era não atrapalhar a votação. 

Silvinei Vasques foi nomeado diretor-geral da PRF em abril de 2021 pelo ministro da Justiça, Anderson Torres, que assumiu o posto no início daquele mês. Antes, ele havia sido superintendente nos Estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. 

Com formação em economia, direito, administração e gestão de segurança pública, Vasques é servidor da PRF desde 1995. Atuou também como coordenador-geral de operações. Atuou ainda como Secretário Municipal de Segurança pública e de Transportes no município de São José, no interior de Santa Catarina, entre 2007 e 2008. 

Paranaense de Ivaiporã, o diretor-geral expõe em seu perfil nas redes sociais a frase “Deus acima de tudo”, variação do slogan da campanha de Jair Bolsonaro (PL) em 2018 – Brasil acima de tudo, Deus acima de todos. 

Baseada na frase do nazismo de Hitler, só que era a Alemanha acima de todos e Deus acima de tudo. 

Quando o Hitler foi chanceler da Alemanha, Hitler e o Partido Nazista chegaram ao poder por meio dos processos políticos legais da Alemanha. Hitler foi nomeado chanceler em 1933, pois, na época, o Partido Nazista era popular na Alemanha. Entretanto, o Partido Nazista nem sempre assim o foi. Na verdade, quando o movimento nazista começou, no início dos anos 20, ele era pequeno, ineficiente e irrelevante.

Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Seus filiados, popularmente chamados de nazistas, eram radicais de extrema-direita, antissemitas, anticomunistas e antidemocratas. Fonte: Enciclopédia do Holocausto 

Na noite de sábado, véspera das eleições, Vasques pediu votos a Bolsonaro. Em um post feito no “story” de sua conta pessoal no Instagram, o policial escreveu "vote 22, Bolsonaro presidente". A mensagem estava acompanhada de uma foto da bandeira do Brasil."

Biografia do Silvinei Vasques

"O policial rodoviário Silvinei Vasques, indicado para o cargo por Flávio Bolsonaro. Nascido no interior do Paraná mas criado em Santa Catarina, Vasques, de 47 anos, segundo dos quatro filhos homens de um motorista e uma dona de casa, é dono de uma biografia profissional pouco recomendável para um agente da lei.

Em 1997, com apenas dois anos de carreira na PRF, Vasques e outros quinze policiais rodoviários foram acusados de pedir propina para permitir que uma empresa de guincho atuasse nas rodovias federais da região de Joinville, em Santa Catarina. Quem não se submetia à chantagem ilegal era impedido de trabalhar na região. Segundo consta no inquérito, Vasques ameaçou matar um deles “com um tiro na testa”, pois “nada tinha a perder”. 

Ao investigar o caso, a Polícia Federal descobriu depósitos suspeitos nas contas bancárias dos policiais, incluindo Vasques. A investigação, porém, se arrastou por oito anos, o Ministério Público Federal só denunciou os policiais em 2009 e, dois anos depois, o Tribunal Regional Federal (TRF) determinou que o crime estava prescrito.

Em 2000, Vasques espancou o frentista de um posto de combustível no interior de Goiás com socos no abdome e nas costas, depois que o funcionário se recusou a lavar um dos cinco veículos da PRF no posto. A ação criminal por lesão corporal e abuso de autoridade também acabou prescrita. 

A vítima ganhou o direito a uma indenização de 71 mil reais do governo federal e, desde 2017, a Advocacia-Geral da União cobra de Vasques o ressarcimento do valor. O policial já foi condenado em primeira instância, mas recorreu ao TRF. O caso fez com que a corregedoria da PRF e o Ministério da Justiça pedissem a expulsão de Vasques da corporação. 

Mas a investigação demorou para ser concluída e, mais uma vez, a punição prescreveu.

É esse o policial que comanda a PRF e que, ao longo de sua carreira na corporação, respondeu a oito sindicâncias internas. Quem quiser saber detalhes de cada uma delas só terá acesso aos dados no ano de 2121, pois o governo federal, para proteger o policial, decretou sigilo de cem anos sobre os processos. A decisão do governo foi tomada quando o portal Metrópoles, com base na Lei de Acesso à Informação, pediu para conhecer o conteúdo das sindicâncias.

Enquanto enfrentava acusações e condenações, Vasques sempre esteve atento à política, embora não à ideologia. Licenciou-se da corporação entre 2007 e 2009 para ser secretário de Transportes, de Administração, de Segurança e Defesa Social da Prefeitura de São José, na Região Metropolitana de Florianópolis. Já foi filiado ao PL, o mesmo partido de Bolsonaro e foi próximo da petista Ideli Salvatti, ex-ministra-chefe das Relações Institucionais, a quem ofereceu mimos como voar no helicóptero da PRF para participar de compromissos oficiais, segundo revelou o jornal Correio Braziliense em 2013. 

Um ano depois, com a ajuda de Salvatti, Vasques conseguiu levar a Universidade Corporativa da Polícia Rodoviária Federal (UniPRF) para Florianópolis. A academia foi instalada no campus de uma antiga universidade, alugado por 295 mil mensais.

Em 2019, guiado pela mudança de poder, pediu para assumir o comando da PRF no Rio de Janeiro, onde aproveitou para estreitar laços com o bolsonarismo. Por causa do seu passado na corporação, a nomeação teve resistência da Casa Civil, responsável por analisar o currículo de servidores em cargos de direção, e só foi efetivada em abril daquele ano.

Empossado, aproximou–se do então governador Wilson Witzel, hoje desafeto da família Bolsonaro, do então prefeito do Rio, Marcelo Crivella, hoje no ostracismo político, e de Flávio Bolsonaro, a quem oferecia segurança, prestada por uma equipe de policiais rodoviários, sempre que o parlamentar estava no Rio. Em pouco tempo, caiu nas graças do clã Bolsonaro e foi recompensado com a direção-geral da PRF, por indicação de Flávio.” 

Fonte: whatsApp  

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

"Maioria dos crimes contra jornalistas no Brasil segue impune"

Fonte:  cortes TVT 

"Dois de novembro é o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas. No Brasil, 72% dos assassinatos de jornalistas continuam sem solução e nos últimos anos a violência contra a imprensa foi praticada e estimulada por Jair Bolsonaro."

Fonte: TVT  

Legião Estrangeira | 02/11/2022 - Um bate papo entre jornalistas desta vez sobre as eleições no Brasil

Fonte: Legião Estrangeira, TV Cultura, SP

"O Legião Estrangeira desta quarta-feira (02) discute o resultado das eleições no Brasil.

O programa também fala sobre a COP-27; o novo primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak; as eleições em Israel; midterms; e Twitter.
 
Tudo isso e muito mais nesta edição com o apresentador Alberto Gaspar e os convidados Marcos Uchôa; Emiliano Guanella; e Jamil Chade" 

Fonte: TV Cultura, SP

Meio ambiente: "Transição ecológica e uma nova agenda para as políticas públicas" neste sábado, 5 de novembro, às 10h (online)


 Atividade [online]: "Transição ecológica e uma nova agenda para as políticas" 

Com o Jornalista André Trigueiro (PUC-Rio)
Jornalista André Trigueiro, no lançamento do livro

























André Trigueiro é jornalista com Pós-graduação 
em  Gestão Ambiental pela  COPPE/UFRJ, onde 
leciona a disciplina "Geopolítica Ambiental”, professor 
e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC-Rio,
autor dos livros "Cidades e Soluções - Como construir
uma sociedade sustentável" (Ed. LeYa, 2017); “Mundo
Sustentável 2 – Novos Rumos para um Planeta em
Crise" (Ed.Globo, 2012); "Mundo Sustentável -
Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em
transformação (Ed. Globo, 2005), “Espiritismo e
Ecologia” (Ed. Federação Espírita Brasileira, 2009),
"Viver é a Melhor Opção - A prevenção do suicídio no
Brasil e no Mundo" (Ed. Correio Fraterno, 2015) e
coordenador editorial e um dos autores do livro
"Meio Ambiente no século XXI" (Ed. Sextante, 2003) 
Fonte: wikipedia


Fonte: CEPAT - Centro de Promoção de Agentes de Transformação       

Equipe do novo governo Lula encontra dificuldades para lidar com o rombo fiscal do governo Bolsonaro

Reunião hoje cedo para saber a situação das finanças do governo federal
Equipe de Lula negocia espaço no orçamento; Alckmin e Wellington Dias se reuniram nesta quinta (03) com o relator. Senador Marcelo Castro.

Fonte: globonews noTwitter

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral - TSE- Ministro Alexandre de Moraes determina

     Presidente do TSE,  Ministro Alexandre de Moraes
      

  Ministro Alexandre de Moraes determina

   Fonte: Twitter     

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Jornal da Cultura | 02/11/2022 - Bolsonaro perde o Foro Privilegiado a partir de 1º de janeiro / Haddad assume o time de transição na Educação

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

"No Jornal da Cultura desta quarta-feira, você vai ver: Manifestantes se reúnem em mais de vinte estados brasileiros, além do Distrito Federal, para pedir intervenção militar; Paralisação nas estradas completa três dias; Procuradores cobram a PGR para investigar uma suposta "omissão" de Jair Bolsonaro no bloqueio de rodovias; As Coreias do Sul e do Norte trocam mísseis pela primeira vez desde a separação dos territórios, e muito mais."
"Para comentar essas e outras notícias, Karyn Bravo recebe o jornalista e doutor em ciência política Leonardo Sakamoto, e o cientista político Mathias Alencastro, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento."

Fonte: TV Cultura, SP

"Ato falho de Paulo Guedes"

     Ministro da Economia Paulo Guedes 

'Roubamos menos' torna Guedes o maior cabo eleitoral de Lula"

Fonte: UOL       

Que contradição!

Fonte: whatsApp

 

Notícias locais: Democracia é isso?

Fonte: whatsApp

Essa gente que se diz democrática está em frente ao Tiro de Guerra, em Poços de Caldas.

Isto porque se dizem democráticos. Imagine, se a esquerda tivesse feito a mesma coisa em 2018?

Não, a esquerda respeitou todo o processo eleitoral, as urnas eletrônicas, mesmo sabendo de tudo que levou a Jair Messias Bolsonaro ser eleito.