domingo, 6 de novembro de 2022

Direitos assumidos: "Fuad prefeito de BH vai à parada LGBT: 'Orgulho do que está sendo feito hoje'

 Em conversa com a imprensa, Fuad disse estar 'muito alegre' com a sua participação no        evento   © Gladyston Rodrigues/EM/DA PRESS

Por Ana Mendonça, Estado de Minas, EM

"O prefeito de Belo Horizonte Fuad Noman (PSD) compareceu na 23ª Parada do Orgulho LGBT, neste domingo (6/11), na Praça da Estação. Milhares de pessoas participam do evento, que ficou quase dois anos sem ser realizado por causa da pandemia de covid-19.                          

Em conversa com a imprensa, Fuad disse estar “muito alegre” com a sua participação no evento.

“Uma coisa dessas aqui, é Belo Horizonte mais feliz. Reunimos aqui 150 mil pessoas todas alegres, felizes e defendendo uma causa, um estado, e a diversidade. Belo Horizonte está de parabéns. Eu realmente espero que todos os belo-horizontinos se orgulhem do que está sendo feito hoje”, afirmou o prefeito.

Prefeito discursou na parada LGBT - © Gladyston Rodrigues/EM/DA PRESS

Fuad ainda relembrou que a parada, apesar de ser uma festa, é um ato político em defesa dos direitos LGBTIA+ e citou um artigo do jornal Estado de Minas sobre a festa. “Quem ama um igual, não é marginal. Você pode amar as pessoas independente de qualquer coisa. Aqui é um movimento de afirmação. A sociedade precisa reconhecer os direitos LGBTQIA . Somos todos iguais. O fato da minha orientação sexual ser uma, não me difere de ninguém”, disse.

Fuad ainda falou sobre a casa de acolhimento LGBTIA que será lançada no aniversário de Belo Horizonte. Para o prefeito, essa é uma demanda antiga e que é necessária. 

A 23ª Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte leva milhares de pessoas para a Praça da Estação, na Região Central da capital - © Gladyston Rodrigues/EM/DA PRESS

Parada reúne milhares 

A 23ª Parada do Orgulho LGBT de Belo Horizonte leva milhares de pessoas para a Praça da Estação, na Regiao Central.
A edição deste ano tem como tema 'Orgulho de ser. Resistir para vencer'.  

“A expectativa para hoje é que seja uma parada alegre, festiva, de reencontros. Com o espírito renovado de que temos esperança pela frente”, disse Maicon Chaves, presidente do Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (Cellos-MG)."

Fonte: Estado de Minas  

Alerta!

Fonte: whatsApp

"Bolsonaro fez com a PRF o que não conseguiu com a PF"

Bruno Lupion
 
Por Bruno Lupion - Especialista em políticas públicas e Justiça - DW
Bruno escreve sobre a interação entre governo e sociedade, e seu impacto na qualidade de vida e na democracia.

"Especialista em segurança pública afirma que presidente aparelhou a Polícia Rodoviária Federal para fins políticos. Ele cita como exemplo as operações no dia da eleição e prevê dificuldade para o desbloqueio de rodovias."

"As operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizadas no último domingo (30/10), dia do segundo turno da eleição, para fiscalizar veículos de passeio e ônibus especialmente na região Nordeste – onde o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva teve seu maior percentual de votos – levantou suspeitas sobre uma tentativa coordenada de interferência indevida no processo eleitoral e colocou essa força de segurança no centro do debate político brasileiro. 

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já havia determinado que essas operações não fossem realizadas no dia do pleito, mas a ordem foi desobedecida. 

No domingo, a coligação de Lula chegou a pedir que o diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, fosse preso se não interrompesse as blitzes de trânsito. Moraes então reforçou sua determinação e foi atendido no início da tarde. 

O próprio Vasques havia pedido voto para o presidente Jair Bolsonaro em seu perfil no Instagram, reforçando as acusações de que a força de segurança teria sido aparelhada pelo presidente e estava sendo utilizada para seus fins políticos. Nesta segunda-feira, a PRF voltou ao noticiário diante da falta de ação contra caminhoneiros bolsonaristas que bloquearam diversas rodovias pelo país, em protesto contra o resultado eleitoral e a vitória do petista.  

Luis Flávio Sapori  - Foto: privat


"Sapori diz: "Novo governo Lula deveria rediscutir limites da Polícia Rodoviária Federal"

O sociólogo Luis Flávio Sapori, professor da PUC Minas e coordenador do Centro de Estudos e Pesquisa em Segurança Pública (Cepesp), afirma em entrevista à DW que Bolsonaro, ao longo de seu governo, aproveitou-se do fato de que a PRF é uma força de segurança relativamente nova, sem tanta autonomia e coesão interna como a Polícia Federal (PF), para instrumentalizá-la. 

Em relação aos bloqueios das rodovias, Sapori considera ser de praxe a busca da PRF por uma ordem judicial que justifique o desbloqueio, mas projeta dificuldades para a normalização do tráfego enquanto Bolsonaro não der um sinal claro para os caminhoneiros que o apoiam agirem nesse sentido – e avalia ser possível que, mesmo com uma liminar judicial, a força de segurança não a execute com afinco. 

Sapori considera que uma prioridade do novo governo Lula deveria ser revogar a ampliação das competências da PRF estabelecida pela gestão Bolsonaro, e nomear um novo diretor-geral técnico e preocupado em garantir a autonomia da força de segurança. 

DW: Qual é a atribuição da Polícia Rodoviária Federal? 

Luis Flávio Sapori: Segundo a Constituição, o patrulhamento ostensivo e preventivo das rodovias federais para evitar a ocorrência de acidentes de trânsito, de crimes relacionados ao trânsito e de atividades criminosas que se utilizam das rodovias federais, como tráfico de drogas. Mas ela não tem atribuição de investigação criminal – caso identifique um crime, deve registrar e repassar para a Polícia Federal. 

Essa atribuição se expandiu durante o governo Bolsonaro? 

Sim, houve nítida expansão de atribuições, e não por mudança legislativa. Uma portaria do ministro da Justiça estabeleceu que a Polícia Rodoviária Federal pode desempenhar atividades de repressão ao crime organizado, ao tráfico de drogas, para além das rodovias federais.  

Baseada nela, o atual comando da Polícia Rodoviária Federal formou um grupamento de policiais especializado em ações táticas de repressão ao tráfico de drogas, que age apenas em operações específicas, e não preventivamente nas rodovias federais. Atua em cidades e em regiões de periferia atravessadas por rodovias federais para reprimir o tráfico de drogas ou quadrilhas que atuam no roubo de bancos no interior do país. 

Que dinâmica motiva a expansão dessas atribuições? 

Isso está relacionado à mudança do perfil no comando da instituição, com um diretor-geral muito alinhado política e ideologicamente ao presidente da República. Esse alinhamento significou uma instrumentalização da instituição, a serviço da perspectiva do governo Bolsonaro, que tem incentivado uma postura mais de enfrentamento armado ao tráfico de drogas.  

Houve uma aproximação do presidente da República com a Polícia Rodoviária Federal, em um momento em que ele teve um certo confronto com a Polícia Federal em função de aumentos não concedidos aos delegados da PF. O presidente acaba se apoiando mais na Polícia Rodoviária Federal, que tem merecido um tratamento diferenciado. 

Como uma instituição de estado cedeu a essa influência política do presidente? 

Esse fenômeno ficou mais claro no domingo de eleição, quando ela realizou indevidamente, contrariando decisão do Tribunal Superior Eleitoral, operações de fiscalização de transporte público em todo o interior do Brasil, principalmente em cidades do Norte e Nordeste, com claro viés de dificultar o acesso de eleitores aos pontos de votação. Provocou um grande constrangimento político e institucional, a ponto de o ministro presidente do TSE, Alexandre de Moraes, determinar a suspensão dessas operações, que estavam direcionadas para favorecer a candidatura do presidente da República. 

Isso está muito relacionado ao fato de ser uma polícia relativamente nova no Brasil, que surgiu há 40 anos, pouco antes da Constituição de 1988, e que não tem ainda uma identidade institucional delineada. Então é mais vulnerável, não tem ainda uma solidez interna a ponto de conseguir evitar esse manuseio político por parte do presidente. Algo que é um pouco diferente da Polícia Federal, que é mais sólida e autônoma, e de alguma forma mais resistente a essas vieses políticos e ideológicos. 

Temos que rediscutir com mais precisão até onde a Polícia Rodoviária Federal pode ir. Cabe ao [novo] governo Lula, recém-eleito, anular aquela portaria e definir com mais precisão as atribuições dessa organização.  

O diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, chegou a pedir voto a Bolsonaro no seu Instagram e depois deletou o post. Como o sr. avalia esse gesto?  

Como indevido, indefensável e ilegal. Pelos próprios regulamentos internos das polícias brasileiras, os comandantes e os altos cargos de chefia não podem se manifestar politicamente, principalmente durante o período eleitoral. Ele violou o regulamento interno, tanto que retirou o post horas depois, e ficaria vulnerável a uma ação correcional interna se fosse uma instituição mais séria e autônoma. 

Ele está ali para reforçar a perspectiva de Bolsonaro de colocar as forças de segurança a serviço dos seus interesses pessoais. Bolsonaro tentou fazer isso na Polícia Federal. Não conseguiu, mas está conseguindo, infelizmente, na Polícia Rodoviária Federal. 

Moraes já havia proibido operações do tipo no dia da eleição, mas foram feitas mesmo assim, e a coligação de Lula chegou a pedir a prisão do diretor-geral da PRF se ele descumprisse a ordem. Depois, o presidente do TSE deu uma entrevista coletiva e jogou água na fervura, dizendo que as operações não haviam impedido os eleitores de votar. O sr. vê espaço para uma eventual responsabilização futura do diretor-geral da PRF? 

Do ponto de vista jurídico, é justificável uma ação administrativa correcional, considerando que, do meu ponto de vista, ele violou parâmetros legais da legislação eleitoral brasileira e desobedeceu uma decisão do presidente do TSE. Mas entendo que o ministro Alexandre de Moraes agiu politicamente, e acho que ele foi correto."

Fonte: DW Brasil

"Benefícios do café: saiba como a bebida contribui para a nossa saúde"

Benefícios do café: saiba como a bebida contribui para a nossa saúde© Shutterstock
 

Por Raquel Barreto, Alto Astral 

"Não há nada melhor do que um cafezinho para começar bem o dia, não é mesmo? Tanto é verdade que a bebida é a segunda mais consumida pelos brasileiros. Mas, apesar de o café ser querido por aqui, nem todo mundo conhece os benefícios dos grãozinhos para a saúde.

De acordo com uma pesquisa publicada em setembro pela European Journal of Preventive Cardiologybeber 150 ml de café moído ou instantâneo por dia pode auxiliar na redução de até 27% de risco de doenças cardíacas e até mesmo na morte precoce

Além disso, os pesquisadores identificaram algumas “reduções significativas” no risco de doença cardíaca coronária, insuficiência cardíaca congestiva e acidente vascular cerebral no consumo diário.              

O café combate o cansaço e inflamações causadas pelo envelhecimento – Foto: Shutterstock© Fornecido por Alto Astral

E ainda que o hábito de beber seja feito de forma sensorial, quem trabalha no ramo percebe a alta procura pelo café no dia a dia. “As pessoas gostam de beber café, seja para compartilhar um momento com alguém, na hora de ir para o trabalho ou para escola ou até mesmo para fazer uma pausa ao longo do dia. O café faz parte do cotidiano do brasileiro. É uma paixão nacional”, afirma Vinicius Delatorre, diretor operacional de uma rede de cafés especiais do Brasil.

Assim, pensando nas vantagens que a bebida pode trazer para a saúde e bem-estar das pessoas, conheça alguns benefícios do café ao incluí-lo na rotina: 

Estimulante natural

A bebida é uma fonte de energia, deixando o organismo mais ativo, combatendo o cansaço e deixando o corpo em estado de alerta. Assim, também pode funcionar como um auxílio para o aumento da capacidade de aprendizagem e da resistência física corporal. 

Reduz a chance de câncer de fígado

Dados de um estudo realizado pela Queen’s University Belfast, no Reino Unido, comprovam que quem consome 50 ml de café regularmente pela manhã tem 50% menos chance de desenvolver carcinoma hepatocelular, conhecido popularmente como câncer de fígado. 

Combate às inflamações

De acordo com uma pesquisa publicada em 2016, pela Universidade de Stanford, a cafeína é uma das responsáveis por agir contra a inflamação do corpo causada pelo envelhecimento, assim, a bebida se torna um anti-inflamatório não convencional."

Fonte: Alto Astral / Mais1 Café, rede brasileira de cafés especiais.           

Parabéns, Poços de Caldas pelos seus 150 anos completados neste domingo, 6 de novembro

 Poços de Caldas no Sul de Minas juntou o seu aniversário de 150 anos ao Natal, tanto assim que a decoração de natal já está nas ruas, em especial do centro da cidade. Lindo!

História de Poços de Caldas nos dias atuais e no passado 

Fonte: EPTV 2ª Edição    

Mundo: "Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido"

Prédio do Capitólio dos Estados Unidos, em WashingtonCrédito: Geoff Burke-USA TODAY Sports

Por Poder 360 

"O Congresso dos Estados Unidos passará por uma reconfiguração a partir de 8 de novembro. A data marca o início das chamadas eleições de meio de mandato norte-americanas." 


Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido  
© Fornecido por Poder36

"O pleito também decidirá o governo de 36 dos 50 Estados dos EUA e é considerado decisivo para o presidente Joe Biden. Isso porque, atualmente, os democratas controlam a Câmara dos Deputados com uma margem pequena. 

Dos 435 assentos, o Partido Democrata tem 220 contra 212 dos republicanos. Três vagas estão desocupadas por renúncia ou morte de congressista. De acordo com uma pesquisa do jornal digital Politico, a legenda pode ter ao menos 213 cadeiras.

O Senado, com 100 cadeiras, também é controlado pelos democratas por 1 voto. A composição atual é de 50-50. Mas tem a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, como critério de desempate.

As eleições de 2020, que decidiram a atual composição do Legislativo norte-americano e elegeu Biden, também marcaram uma vitória inesperada para os Democratas. Foi a 1ª vez desde 2008 que o partido ganhou a maior parte do Congresso e elegeu um representante para a Casa Branca, o que ajudou o presidente dos EUA em negociações com os congressistas para aprovar algumas propostas. 

Para as eleições de novembro de 2022, os 3 cenários possíveis podem mudar a forma de governo de Biden: 

1) os democratas manterem o controle do Congresso. Isso facilitaria a governabilidade do presidente para aprovar projetos que seguem paralisados, como a proposta relacionada ao acesso ao aborto. 

2) os republicanos ganharem apenas uma Casa Legislativa. Com isso, eles conseguiriam bloquear algumas propostas da Casa Branca e dificultar o governo de Biden. 

3) os republicanos ganharem a Câmara e o Senado. O que seria ainda mais difícil para o presidente norte-americano. 

Levantamentos realizados por veículos norte-americanos indicam o 2º cenário como o provável até o momento. Os eleitos iniciarão seu mandato em 3 de janeiro de 2023.

CÂMARA DOS EUA 

A Câmara dos Deputados nos EUA é renovada em sua totalidade a cada 2 anos: nas eleições gerais e nas de meio de mandato.

Cada um dos 50 Estados norte-americanos é dividido pelo número de distritos que elegem 1 deputado. A quantidade de distritos são proporcionais ao tamanho de sua população. A Califórnia, por exemplo, tem 53 distritos. Já Nova York tem 27.

Segundo pesquisa do jornal digital Politico, a Casa Legislativa tende a ser republicana. O levantamento mostra os republicanos com 213 assentos até o momento, 5 a menos dos 218 necessários para se ter a maioria. 

Desses: 159 são classificados como republicanos “sólidos”, o que significa que muito dificilmente um candidato democrata vai conseguir reverter o cenário;

39 são “prováveis” republicanos; e 

17 são “talvez” republicanos. 

Já para os democratas, faltam 23 cadeiras para que a legenda alcance a maioria de 218. Eles aparecem com 195, sendo: 

146 classificados como democratas “sólidos”;

22 são “prováveis” democratas; e

24 são “talvez” democratas. 

Outros 28 assentos seguem indefinidos. 

Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido - Fornecido pelo Poder 360
  
Reprodução/Politico
Estimativa do jornal digital Politico sobre a composição da Câmara dos EUA
A CNN norte-americana também indica que o Partido Republicano está mais perto de conseguir a maioria. De acordo com o levantamento do veículo, os republicanos são os favoritos para conseguir 212 assentos contra 205 dos democratas. Outros 18 lugares estão indefinidos. 

SENADO DOS EUA 
Cada um dos 50 Estados norte-americano tem direito a 2 assentos. Renova-se ⅓ do Senado a cada 2 anos: nas eleições gerais e nas de meio de mandato. Isso significa que, das 100 cadeiras, só 35 serão reconfiguradas nas eleições de 8 de novembro deste ano. 

Dos 35 Estados que elegerão novos senadores –um assento para cada– a configuração atual é de 14 cadeiras democratas contra 21 republicanas.

No levantamento do Politico, a composição do Senado segue indefinida. Onze Estados devem eleger um candidato do Partido Democrata. Já 19 tendem a escolher um congressista do Partido Republicano. Eles são classificados da seguinte forma: 

Democratas “sólidos”: Califórnia, Havaí, Illinois, Maryland, Nova York, Oregon e Vermont. 
“Prováveis” democratas: Connecticut e Washington.
“Talvez” democratas: Colorado e New Hampshire. 
Republicanos “sólidos”: Alabama, Alasca, Arkansas, Carolina do Sul, Dakota do Norte, Dakota do Sul, Idaho, Indiana, Kansas, Kentucky, Louisiana e Oklahoma. O último Estado decidirá novos senadores para ocupar os seus 2 assentos ao invés de 1. Uma eleição especial teve que ser convocada porque o senador James M. Inhofe se aposentou. 

“Prováveis” republicanos: Iowa, Missouri e Utah.
“Talvez” republicanos: Carolina do Norte, Flórida e Ohio. 
O veículo ainda não estimou a tendência em 5 Estados: Arizona, Geórgia, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin. Esses Estados podem fazer a balança pesar favoravelmente tanto para um lado quanto para o outro.

Das vagas nos 5 Estados indefinidos: 

Arizona, Geórgia e Nevada são atualmente democratas; 
Pensilvânia e Wisconsin, republicanos. 

Pesquisa indica Câmara dos EUA republicana e Senado indefinido

© Fornecido por Poder360

Reprodução/Politico

Estimativa do jornal digital Politico sobre a composição do Senado dos EUA

A CNN norte-americana indica que o Partido Republicano está mais perto de conseguir a maioria no Senado. De acordo com o levantamento do veículo, os eleitores tendem a eleger 20 republicanos contra 12 democratas. Geórgia, Nevada e Pensilvânia seguem indefinidos."

Fonte: Poder 360   

sábado, 5 de novembro de 2022

Notícias locais: bolsonaristas ainda não compreenderam o que é uma Democracia

Fonte: whatsApp

Bolsonaristas ainda não compreenderam que em uma Democracia existe alternância de poder. E não querem reconhecer a vitória do Presidente Lula como integrante do Planalto, em Brasília.

A Esquerda em 2018 não fez esse escândalo que bolsonaristas estão fazendo, muito pelo contrário respeitaram o voto popular e as urnas eletrônicas que elegeram Bolsonaro como presidente.

Fonte: whatsApp

"A necessidade e importância do recolhimento em momentos de estresse!"

Fonte: Afinando a escuta, Escritora Wanda Alves 

"A NECESSIDADE E IMPORTÂNCIA DO RECOLHIMENTO EM MOMENTOS DE ESTRESSE!
Texto : Wanda Alves Conheça nosso Canal Secundário - "PRA VOCÊ" - Link a Seguir: https://www.youtube.com/channel/UClDz... Se você aprecia conteúdos que possam auxiliá-lo (a) na sua jornada de autoconhecimento e expansão da consciência, o nosso canal é pra você, portanto, convido-lhe, gentilmente, para se inscrever aqui, compartilhar nossos conteúdos e clicar no sininho para receber as notificações de novos vídeos. Obrigada! Os Livros digitais estão Disponíveis na Amazon Os Livros Impressos podem ser adquiridos pelo whatsapp: 35-992663413 MINHAS REDES SOCIAIS Canal Secundário - "PRA VOCÊ" - Link a Seguir: https://www.youtube.com/channel/UClDz... 1-INSTAGRAM - https://www.instagram.com/wandaalvese...
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Fonte: Escritora Wanda Alves

"Porque Bolsonaro perdeu as eleições" (Por Ricardo Guedes)

                                                                                                   Foto:  Rafaela Felicciano/Metrópole

Por Guga Noblat, o blog do Noblat

"A história não será condescendente com Bolsonaro. Daqui em diante, será somente o líder de parcela restrita da irracionalidade presente"

"Bolsonaro perdeu as eleições. Já participei de campanhas, algumas ganhadoras, outras perdedoras. Uma vez, em uma campanha não vencedora, um amigo me perguntou, em tom jocoso: “Por que perdeu? Quando se ganha, a campanha diz que ganhou por tais razões, por tais atitudes. E quando se perde, qual é a explicação?” Pensei um pouco, e respondi: “É simples. Perdemos porque tivemos menos votos.” Por que Bolsonaro perdeu? É simples, porque teve menos votos. Porque a maioria não o quer.

Mas por que a maioria não o quer? É simples. Na economia, o PIB caiu de US$ 1,9 trilhões para US$ 1,6 tri em seu governo, ou melhor, em seu desgoverno. Atualmente, somente 21% acham que a economia está no rumo certo, ou melhor, na sua deseconomia. Porque riu do COVID e de suas vítimas, dos 10,5% dos óbitos mundiais para 2,7% de sua população, ou ainda, no descaso pelos que padecem. Pelo descaso pela democracia. Pelo descaso pelas mulheres. Porque mais de 60% acham que sua política ambiental é equivocada. Porque mais de 60% acham que sua política externa é equivocada. Porque neste ano voltamos ao Mapa Mundial da Fome da ONU, com 15 milhões de pessoas sem comida no dia a dia. Porque um governo não pode ter como base a mentira. Pela omissão da omissão na omissão. As milícias digitais não foram suficientes para sufocar a racionalidade do voto.

É verdade, como dizia Goebbels, que “uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”. Mas, como disse John Kennedy, “você pode enganar algumas pessoas todo o tempo, todas as pessoas algum tempo, mas não todas as pessoas todo o tempo”. A mentira não substitui o prato na mesa, não provê sustância onde nada se fez, e nada se representa. Assim, simplesmente, perdeu.

A história não será condescendente com Bolsonaro. Daqui em diante, será somente o líder de parcela restrita da irracionalidade presente. Como se diz na política, quem está saindo do poder bebe o café frio, tão longo vira o percurso do garçom pelos corredores. Eleito como 3ª via em 2018 para combater a “Velha Política” e para implementar uma economia liberal, à “Velha Política” ele se aliou, e quanto ao programa liberal, nada se fez. Amarga rejeição pessoal acima dos 50%, impeditiva para a reeleição, seja por qual diferença for. No day after das eleições, em 31 de outubro, a bolsa subiu 1,31% e o dólar caiu 2,54%, na sinalização positiva do mercado nacional e internacional à ampla frente que Lula representa. Ao mesmo tempo, a desordem se instalou nas estradas brasileiras com o subsídio caminhoneiro de Bolsonaro de R$ 1mil por mês durante as eleições e a assim percebida complacência da Polícia Rodoviária Federal, primeiro capítulo do nosso Capitol Hill ciclotímico. No Dia de Finados, a desordem urbana se repete. Do total do eleitorado, Bolsonaro teve 33% no 1º turno, 37% no 2º turno; o representante dos 1/3; 20% de núcleo duro eleitoral; 1% de radicais. Perdeu porque a maioria não o quer."


Ricardo Guedes é Ph.D. pela Universidade de Chicago e CEO da Sensus


Fonte:Metrópole              

Jornal da Cultura | 05/11/2022 - Amigo do deputado federal Eduardo Bolsonaro, um argentino, coloca as urnas eletrônicas em dúvida

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

"No Jornal da Cultura deste sábado, você vai ver: paralisações parciais são registras em rododias de três estados no Brasil; Tribunal Superior Eleitoral desmente suspeita de fraude nas urnas eletrônicas no segundo turno, disseminada em um canal argentino de direita; e Supremo Tribunal Federal autoriza depoimento imediato da deputada federal Carla Zambelli (PL - SP) à Procuradoria-Geral da República sobre o episódio em que ela sacou e apontou uma arma para um apoiador de Lula (PT).

Para comentar essas e outras notícias, Ana Paula Couto recebe o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto e o advogado Roberto Delmanto Junior."
#JornalDaCultura #JC

Transição ecológica e uma nova agenda para as políticas públicas

Fonte: Cepat - Sede em Curitiba, PR

Para quem tem interesse em um país melhor com sustentabilidade do meio ambiente e da vida no planeta que depende de nós! De políticas públicas não apenas de um governo, mas de Estado para que nunca mais passem pelo desmanche ocorrido, em especial no último governo. `Precisamos de mais amor com o país e com o planeta Terra para a geração futura de nossos filhos, netos e bisnetos. Assista a palestra do jornalista André Trigueiro.

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

"Silvinei Vasques, diretor-geral da PRF que organizou as blitz pelo Nordeste"

O diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, durante entrevista coletiva sobre a Operação Eleições 2022 no segundo turno. — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por Bárbara Pombo, Valor

"Responsável por determinar a realização de uma série de operações de fiscalização em estradas federais no dia do segundo turno das eleições, o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi intimado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, a interromper as blitz imediatamente e agora é alvo de um pedido de prisão por parte do PT.

A campanha do PT questionou as abordagens da corporação a ônibus com eleitores, principalmente na região Nordeste, onde o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve vantagem sobre o adversário Jair Bolsonaro (PL) no primeiro turno. As blitzes foram criticadas por partidos e prefeitos de cidades onde a polícia realizou as operações, focada em “transporte de passageiros”. 

Ainda no sábado, o presidente do TSE havia proibido a Polícia Rodoviária Federal de realizar, hoje, qualquer operação relacionada ao transporte público de eleitores. O objetivo era não atrapalhar a votação. 

Silvinei Vasques foi nomeado diretor-geral da PRF em abril de 2021 pelo ministro da Justiça, Anderson Torres, que assumiu o posto no início daquele mês. Antes, ele havia sido superintendente nos Estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. 

Com formação em economia, direito, administração e gestão de segurança pública, Vasques é servidor da PRF desde 1995. Atuou também como coordenador-geral de operações. Atuou ainda como Secretário Municipal de Segurança pública e de Transportes no município de São José, no interior de Santa Catarina, entre 2007 e 2008. 

Paranaense de Ivaiporã, o diretor-geral expõe em seu perfil nas redes sociais a frase “Deus acima de tudo”, variação do slogan da campanha de Jair Bolsonaro (PL) em 2018 – Brasil acima de tudo, Deus acima de todos. 

Baseada na frase do nazismo de Hitler, só que era a Alemanha acima de todos e Deus acima de tudo. 

Quando o Hitler foi chanceler da Alemanha, Hitler e o Partido Nazista chegaram ao poder por meio dos processos políticos legais da Alemanha. Hitler foi nomeado chanceler em 1933, pois, na época, o Partido Nazista era popular na Alemanha. Entretanto, o Partido Nazista nem sempre assim o foi. Na verdade, quando o movimento nazista começou, no início dos anos 20, ele era pequeno, ineficiente e irrelevante.

Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Seus filiados, popularmente chamados de nazistas, eram radicais de extrema-direita, antissemitas, anticomunistas e antidemocratas. Fonte: Enciclopédia do Holocausto 

Na noite de sábado, véspera das eleições, Vasques pediu votos a Bolsonaro. Em um post feito no “story” de sua conta pessoal no Instagram, o policial escreveu "vote 22, Bolsonaro presidente". A mensagem estava acompanhada de uma foto da bandeira do Brasil."

Biografia do Silvinei Vasques

"O policial rodoviário Silvinei Vasques, indicado para o cargo por Flávio Bolsonaro. Nascido no interior do Paraná mas criado em Santa Catarina, Vasques, de 47 anos, segundo dos quatro filhos homens de um motorista e uma dona de casa, é dono de uma biografia profissional pouco recomendável para um agente da lei.

Em 1997, com apenas dois anos de carreira na PRF, Vasques e outros quinze policiais rodoviários foram acusados de pedir propina para permitir que uma empresa de guincho atuasse nas rodovias federais da região de Joinville, em Santa Catarina. Quem não se submetia à chantagem ilegal era impedido de trabalhar na região. Segundo consta no inquérito, Vasques ameaçou matar um deles “com um tiro na testa”, pois “nada tinha a perder”. 

Ao investigar o caso, a Polícia Federal descobriu depósitos suspeitos nas contas bancárias dos policiais, incluindo Vasques. A investigação, porém, se arrastou por oito anos, o Ministério Público Federal só denunciou os policiais em 2009 e, dois anos depois, o Tribunal Regional Federal (TRF) determinou que o crime estava prescrito.

Em 2000, Vasques espancou o frentista de um posto de combustível no interior de Goiás com socos no abdome e nas costas, depois que o funcionário se recusou a lavar um dos cinco veículos da PRF no posto. A ação criminal por lesão corporal e abuso de autoridade também acabou prescrita. 

A vítima ganhou o direito a uma indenização de 71 mil reais do governo federal e, desde 2017, a Advocacia-Geral da União cobra de Vasques o ressarcimento do valor. O policial já foi condenado em primeira instância, mas recorreu ao TRF. O caso fez com que a corregedoria da PRF e o Ministério da Justiça pedissem a expulsão de Vasques da corporação. 

Mas a investigação demorou para ser concluída e, mais uma vez, a punição prescreveu.

É esse o policial que comanda a PRF e que, ao longo de sua carreira na corporação, respondeu a oito sindicâncias internas. Quem quiser saber detalhes de cada uma delas só terá acesso aos dados no ano de 2121, pois o governo federal, para proteger o policial, decretou sigilo de cem anos sobre os processos. A decisão do governo foi tomada quando o portal Metrópoles, com base na Lei de Acesso à Informação, pediu para conhecer o conteúdo das sindicâncias.

Enquanto enfrentava acusações e condenações, Vasques sempre esteve atento à política, embora não à ideologia. Licenciou-se da corporação entre 2007 e 2009 para ser secretário de Transportes, de Administração, de Segurança e Defesa Social da Prefeitura de São José, na Região Metropolitana de Florianópolis. Já foi filiado ao PL, o mesmo partido de Bolsonaro e foi próximo da petista Ideli Salvatti, ex-ministra-chefe das Relações Institucionais, a quem ofereceu mimos como voar no helicóptero da PRF para participar de compromissos oficiais, segundo revelou o jornal Correio Braziliense em 2013. 

Um ano depois, com a ajuda de Salvatti, Vasques conseguiu levar a Universidade Corporativa da Polícia Rodoviária Federal (UniPRF) para Florianópolis. A academia foi instalada no campus de uma antiga universidade, alugado por 295 mil mensais.

Em 2019, guiado pela mudança de poder, pediu para assumir o comando da PRF no Rio de Janeiro, onde aproveitou para estreitar laços com o bolsonarismo. Por causa do seu passado na corporação, a nomeação teve resistência da Casa Civil, responsável por analisar o currículo de servidores em cargos de direção, e só foi efetivada em abril daquele ano.

Empossado, aproximou–se do então governador Wilson Witzel, hoje desafeto da família Bolsonaro, do então prefeito do Rio, Marcelo Crivella, hoje no ostracismo político, e de Flávio Bolsonaro, a quem oferecia segurança, prestada por uma equipe de policiais rodoviários, sempre que o parlamentar estava no Rio. Em pouco tempo, caiu nas graças do clã Bolsonaro e foi recompensado com a direção-geral da PRF, por indicação de Flávio.” 

Fonte: whatsApp  

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

"Maioria dos crimes contra jornalistas no Brasil segue impune"

Fonte:  cortes TVT 

"Dois de novembro é o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas. No Brasil, 72% dos assassinatos de jornalistas continuam sem solução e nos últimos anos a violência contra a imprensa foi praticada e estimulada por Jair Bolsonaro."

Fonte: TVT  

Legião Estrangeira | 02/11/2022 - Um bate papo entre jornalistas desta vez sobre as eleições no Brasil

Fonte: Legião Estrangeira, TV Cultura, SP

"O Legião Estrangeira desta quarta-feira (02) discute o resultado das eleições no Brasil.

O programa também fala sobre a COP-27; o novo primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak; as eleições em Israel; midterms; e Twitter.
 
Tudo isso e muito mais nesta edição com o apresentador Alberto Gaspar e os convidados Marcos Uchôa; Emiliano Guanella; e Jamil Chade" 

Fonte: TV Cultura, SP