sábado, 12 de novembro de 2022

Defesa civil alerta: "chuvas isoladas podem provocar cabeça d'agua. Fique atento ao frequentar cachoeiras"

Cabeça d'água 

Por Julia Azevedo, ecycle

"Cabeça d’água é um fenômeno causado pelo aumento do nível de água em rios"

Mas o que é cabeça d'água?

"Pode ser entendida como um fenômeno meteorológico causado pelo aumento rápido e repentino do nível de água em rios. Ela ocorre quando uma grande quantidade de chuva cai em partes superiores de uma cachoeira ou ao longo de um curso d’água. Com isso, os banhistas são surpreendidos pela força da água, que sobe rapidamente, e dificulta a saída do corpo hídrico. As cabeças d’água ocorrem principalmente no verão, quando as chuvas são mais fortes.

cabeça d’água pode ocorrer em qualquer bacia de drenagem. Entretanto, vale ressaltar que ações humanas tendem a intensificar a grandeza desse fenômeno ou até mesmo fazê-lo aparecer em áreas que antes não existia, já que elas interferem na forma, volume e intensidade do escoamento das águas de um rio.

Diferença entre tromba d´água e cabeça d’água

Muitas pessoas confundem os termos “cabeça d’água” e “tromba d’água”. A tromba d’água pode ser entendida como um fenômeno meteorológico que consiste na formação de uma coluna giratória composta por vapor e água, em nuvens espessas que se movem, gerando um cone cuja base fica voltada para o alto.

Apesar de parecerem assustadoras, as trombas d’águas não provocam tanta destruição. Em comparação com os tornados, suas rajadas de vento são mais leves. Isso acontece porque a formação da espiral de ventos depende do aquecimento da superfície. Vale ressaltar que o grande risco para esse fenômeno é para as embarcações, visto que a intensidade dos ventos pode tirar os barcos e navios de rota. Para saber mais sobre esse tema, acesse a matéria “Entenda o que é tromba d’água e como ocorre”.

Já a cabeça d’água é um fenômeno meteorológico causado pelo aumento do nível da água em rios. Ela ocorre quando há uma grande quantidade de chuva em partes superiores de cachoeiras ou ao longo do curso d’água. Dessa maneira, os banhistas são surpreendidos pela força da água, que sobe rapidamente, e dificulta a saída do corpo hídrico a tempo.

Características de uma cabeça d’água

cabeça d’água ocorre quando uma chuva intensa e localizada projeta-se sobre uma bacia de drenagem e nela existam fatores favoráveis ao acelerado escoamento superficial, fazendo com que as águas concentrem-se em pouco tempo nos canais fluviais. Os declives elevados nas paredes dos vales adjacentes aos canais fluviais podem ser citados como os principais responsáveis pelo escoamento rápido das águas.

Além disso, existem outras condições que favorecem o processo de escoamento superficial das águas pluviais: a presença de afloramentos rochosos que funcionam como superfícies impermeáveis; ocorrência de solos pouco permeáveis; fortes amplitudes de relevo; a forma da bacia de drenagem e o próprio arranjo da rede de canais principais; as relações de equilíbrio entre as formas do relevo e os processos geomorfológicos atuais; o nível de saturação de água do solo em função de chuvas antecedentes; a impermeabilização do solo pelas construções de valas e galerias pluviais que redirecionem e concentrem o escoamento pluvial; e a presença de obstáculos naturais ou não."

Fonte: e-cycle


Fonte: João Victor Vasque Jácome        

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

""O Agro não é pop": estudo aponta que a fome é resultado do agronegócio"

Segundo pesquisa, agrongócio fomenta a desigualdade, que faz com que atualmente 55% da população não tenha certeza se terá o suficiente para se alimentar no dia seguinte - Foto: Governo do Mato Grosso

"Para pesquisadores, o setor não só não mata a fome, como fomenta a desigualdade que a cria"

Por Gabriela Moncau
"Dificilmente alguém não conhece as imagens coloridas e modernas da campanha "Agro é pop", transmitidas na rede Globo desde 2016 e que passam uma ideia do agronegócio como o motor do país: a "riqueza do Brasil". 

Em contraposição à narrativa que busca construir esse consenso, é publicado nessa quinta-feira (21) o estudo O Agro não é tech, o Agro não é pop e muito menos tudo, da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra) em parceria com a FES Brasil. 

Os autores Marco Antônio Mitidiero Júnior e Yamila Goldfarb demonstram que o agronegócio não só não traz alimentos para a população brasileira - que só vê aumentar o alarmante nível da fome. 

Ao contrário: de acordo com a pesquisa, o setor fomenta a desigualdade, que faz com que atualmente 55% da população não tenha certeza se terá o suficiente para se alimentar no dia seguinte. 

Por que a fome cresce, enquanto o agronegócio bate recorde?

O lançamento do documento acontece com um debate ao vivo entre autores e convidados, transmitido pelo Youtube da FES Brasil na quinta (21) às 19h30. 

:: Por que agricultores e pesquisadores defendem que agroecologia pode sanar a fome no Brasil ::

A partir da análise de dados da balança comercial, do PIB e do IBGE, a pesquisa aponta que o agro pouco contribui com o Produto Interno Bruto (PIB), traz altos custos ao Estado, gera poucos empregos e é o grande responsável por devastações  ambientais. 

Para entender os principais argumentos apresentados de que "o agro não é tudo", o Brasil de Fato conversou com o geógrafo Marco Mitidiero, co-autor do estudo e professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). 

Brasil de Fato: O nome do estudo que vocês acabam de lançar faz referência e contraposição ao marketing que retrata o agronegócio como fundamental para a sociedade brasileira. Quais são os principais argumentos levantados no estudo que revelam uma realidade diferente dessa que é retratada na publicidade?  

Marco Antônio Mitidiero Jr.: A análise nos mostra que, embora o agronegócio seja o setor da economia que exporte mais, ele leva o Brasil ao que estamos chamando de reprimarização da economia. 

Ou seja, uma economia pautada em produzir matérias-primas e importar produtos industrializados. E embora seja um dado mundial, o Brasil aparece como um dos cinco países que sofre o maior processo de desindustrialização. Isso nos aponta a uma interpretação, que é a inserção subalterna do Brasil no mercado mundial.  

O segundo ponto foi pensar na produção de riqueza, analisamos os dados do PIB,  divididos nos três setores da economia: agropecuária, indústria e comércio. Os dados do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] mostram que o agronegócio é o que menos contribui com a produção de riqueza. A média de participação do agronegócio na riqueza nacional é de 5%. 

E a questão dos créditos ao setor, da renegociação e perdão das dívidas e a baixa arrecadação? 

É o terceiro ponto: o agronegócio dá muito custo ao Estado. É o Estado brasileiro o responsável pela maior quantidade dos créditos disponibilizados à agricultura e à pecuária. O agro recebe um monte de dinheiro enquanto a agricultura camponesa ou familiar recebe pouco recurso público. 

Depois fomos ver o quanto ele nos devolve. O estudo apontou que o agronegócio praticamente não paga imposto. Então não é à toa que está todo mundo exportando enquanto está faltando comida no Brasil. 

:: Websérie mostra transformação do Rio Tapajós em um corredor de exportação de commodities :: 

Outro ponto: geração de renda e emprego. Fomos aos dados do IBGE. Quem gera menos postos de trabalho com carteira assinada e tem o menor salário é a agropecuária. Então o discurso do agro de que gera emprego e renda é uma falácia.  

Durante a pandemia o agro não parou: bateu recorde de produção. E o desemprego no agro continuou crescente.  

Por fim, rumamos ao impacto ambiental, que não foi o foco do estudo, mas devia aparecer.  

Inevitável, né? 

Nesse momento em que o mundo inteiro está discutindo os impactos climáticos, a preocupação com a crise hídrica e essa coisa nova cinematográfica dos últimos 20 dias: as nuvens de areia! Mostramos que o agronegócio sim está aliado à devastação ambiental.  

Um estudo recente feito pela Rede PenSSAN aponta que cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil hoje estão realmente sem ter o que comer e, ao mesmo tempo em que a gente vê essa curva crescente da fome em contexto de desemprego e de pandemia, os dados apontam que o agronegócio no Brasil tem prosperado. O que isso nos diz?  

produção da fome por esse setor foi desnudada. O rei está nu. O agronegócio, com a sua narrativa, não engana mais ninguém: a população está passando fome! Não tem arroz, não tem feijão, não tem carne. Agora não tem ovo. No começo das filas da fome nós víamos brasileiros fazendo fila porque um açougueiro de Cuiabá estava doando ossos. Agora nós estamos vendo fila para comprar ossos. 

O agronegócio é, portanto, nada mais e nada menos do que um negócio. O agronegócio não está preocupado em alimentar a população em nenhum lugar do planeta.  

Se o agronegócio não é o motor do país, nem o caminho para que todo mundo possa dormir tendo a certeza que vai poder comer no dia seguinte, então quais são os caminhos que você considera interessantes para o combate à fome no Brasil? 

A reforma agrária é, sem dúvida, a principal política pública que o Estado brasileiro deveria encampar para a produção de alimentos para a sua população.  

Outra questão que vem desde o governo Temer e agora no governo Bolsonaro a gente já decretou praticamente o sepultamento, são as políticas públicas de apoio dos pequenos produtores rurais. Precisam ser retomadas.  

Talvez o nosso estudo deixe transparecer, e eu aproveito para dizer que não é bem assim, uma ideia de que bastava o agronegócio então produzir para a sua população, que bastava a gente apostar na industrialização. Não é essa a ideia, mas pensar um outro mundo.  

O que fizemos no texto foi cumprir o papel de advogado do diabo: até do ponto de vista do capitalismo, o agronegócio é um mau negócio."  

Edição: Leandro Melito     

Fonte: Brasil de Fato              

"Gasolina sobe pela 5ª semana seguida e fica acima de R$ 5"

A gasolina sobe desde 2 de outubro, quando o litro chegou a R$ 4,79

EDU GARCIA/R7 - 07.11.2022

"A gasolina subiu de preço nos postos de abastecimento pela quinta semana consecutiva, e voltou a ultrapassar a barreira dos R$ 5,00 por litro, aponta levantamento semanal da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). A última vez que a gasolina esteve acima de R$ 5,00 foi na segunda semana de setembro.

Desta vez, entre os dias 6 e 12 de novembro, diz a ANP, o preço médio do litro do combustível nas bombas subiu 0,8%, para R$ 5,02, ante R$ 4,98 na semana imediatamente anterior.

Os cinco aumentos seguidos ao consumidor vieram mesmo com a Petrobras mantendo o preço do combustível congelado há 73 dias. A gasolina sobe desde 2 de outubro, quando o litro chegou a R$ 4,79. Desde então, o produto já acumula alta de 4,8% nas bombas. Isso se deve a aumentos praticados por refinarias privadas, como a de Mataripe (BA), da Acelen, empresa do fundo Mubadala, importadores e varejistas.

Também contribuíram para a escalada dos preços do insumo a alta no preço do etanol anidro, que compõe 27% da mistura da gasolina e, mais recentemente, no início do mês, o fechamento de estradas por bolsonaristas que protestavam contra o resultado das eleições. Os bloqueios pressionaram os preços da gasolina em estados do Sul do País, como Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, além de regiões de São Paulo.

A redução no preço da gasolina foi uma das bandeiras da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). O preço começou a cair no fim de junho, quando o preço médio do litro da gasolina chegou a um pico de R$ 7,39 por litro. Então, o governo conseguiu reduzir impostos federais e estaduais, medidas que foram seguidas de quatro reduções no preço praticado pela Petrobras nas refinarias.

A ofensiva a pouco mais de três meses das eleições baixou o preço do combustível em 35%, mas, com a alta das cotações internacionais do petróleo e dos derivados, a Petrobras ficou sem espaço para novas reduções e altas no preço final ao consumidor foram verificadas ainda entre o primeiro e segundo turno das eleições.    

Diesel  

Já o preço do diesel S10 ficou estável em R$ 6,71 por litro no período. O preço do diesel tem flutuado nas últimas semanas alternando entre altas e baixas, mesmo sem mudanças nos preços praticados pela Petrobras nas refinarias.

Com as cotações internacionais a patamares altos, a estatal não pode reduzir preços por força de sua política de precificação, de alinhamento ao preço de paridade internacional. Ao contrário, dizem analistas ouvidos pelo Broadcast, a Petrobras já deveria ter majorado seus preços.  

Gás de cozinha  

O botijão de 13 quilos de gás liquefeito de petróleo (GLP), ou gás de cozinha, viu o preço ao consumidor subir 0,5% de R$ 109,86 na semana passada, para média de R$ 110,42 entre os dias 6 e 12 de novembro. Assim como o diesel, esse preço tem variado, mesmo sem mudanças nos preços da Petrobras."

Fonte:  Agência Estado - Economia / R7 

Petrobras cumpriu o que prometeu ao ex-presidente Bolsonaro.                

"Alegando ameaça à segurança, governo Bolsonaro "apaga" e manda formatar computadores do Planalto"

Vista do Palácio do Planalto (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)

Por Brasil 247

"247 - Funcionários do setor de tecnologia do Palácio do Planalto emitiram um comunicado informando que o sistema antivírus da área de informática havia detectado “uma ameaça” e que, por isso, os computadores da sede do Executivo Federal teriam que ser formatados. A iniciativa, porém, causou desconfiança entre os próprios servidores do Palácio do Planalto. 

“O aviso foi recebido com estranheza por alguns destinatários, especialmente por ter sido disparado dias depois da derrota eleitoral de Jair Bolsonaro. O motivo é óbvio: em razão da tal ameaça detectada, com a suposta necessidade de formatar os computadores, arquivos importantes poderiam ser deletados”, diz a coluna do jornalista Rodrigo Rangel, do Metrópoles.

Ainda segundo a reportagem, a mensagem informava que a suposta ameaça seria decorrente de  um software tipo malware, que danifica arquivos e o sistema operacional dos computadores. O comunicado também destacava que “em alguns casos” arquivos foram criptografado e que a orientação era para formatar os equipamentos e reinstalar o sistema operacional padrão.

Como ficam os computadores no Planalto? Estão tentando zerar todos os dados, incluindo do "gabinete de ódio" 

Fonte: Brasil 247          

Jornal da Cultura | 11/11/2022 - Carta dos militares aos civis. O presidente do TSE, o ministro Alexandre de Moraes estipula multa de100 mil reais por hora para manifestantes bolsonaristas

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

"No Jornal da Cultura desta sexta-feira, você vai ver: Conselho de política da equipe de transição de Lula se reúne pela primeira vez; Definição de PEC que prevê furar teto de gastos é adiada para semana que vem; Forças Armadas condenam excessos em atos golpistas e Moraes exige fim dos bloqueios; Joe Biden pede colaboração mundial para combater o aquecimento global; Fãs, familiares e amigos se despedem de Gal Costa."

Para comentar essas e outras notícias, Karyn Bravo recebe a jornalista da Folha de S. Paulo e pesquisa da Universidade Columbia, Patrícia Campos Mello, e o filósofo Luiz Felipe Pondé, diretor do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC.
#JornaldaCultura

Tecnologia: O QUE É A NUVEM E COMO ELA FUNCIONA

Fonte: Bruno Siqueira             

#CaféComBoulos | Por que sou socialista? O que é socialismo?

Fonte: Guilherme Boulos

"Derrotados, Bolsonaro e Casta Militar atiçam encenação golpista e histeria diante dos quartéis"

Fonte: Bob Fernandes

Saúde: médica e pesquisadora Margareth Dalcolmo dá o recado


Fonte: whatsApp

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Jornal da Cultura | 10/11/2022 - Enem tem o menor nº de Inscrições em 2016 eram 8 milhões inscritos. Este ano 3,2 milhões

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

Presidente Lula se emociona ao falar dos 33 milhões de brasileiros que passam fome

Presidente Lula se emociona ao falar dos  brasileiros(as) que passam fome!
 

"Presidente discursou para políticos aliados em Brasília e também disse que vice-presidente eleito Geraldo Alckmin não será ministro."



Por g1/Brasília

"O presidente eleito Lula (PT) chorou nesta quinta-feira (10) durante um discurso em Brasília ao afirmar que mantém o compromisso com combate à fome no país.

Lula discursou nesta quinta durante uma reunião com políticos aliados no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde funciona a transição de governo. Entre os presentes ao encontro também estavam o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) e a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann.

"Se quando eu terminar este mandato, cada brasileiro estiver tomando café, estiver almoçando e estiver jantando, outra vez eu terei cumprido a missão da vida", disse Lula.

Nesse instante, o presidente eleito começou a chorar. Lula, então, foi aplaudido pelos presentes ao encontro.

Na sequência, Lula retomou a palavra e disse que "jamais esperava" que a fome "voltasse" ao Brasil.

Segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19, mais de 30 milhões de pessoas passam fome no Brasil.

"Desculpem, mas o fato é que eu jamais esperava que a fome voltasse a este país. Jamais. Quando deixei a Presidência da República, imaginava que nos dez anos seguintes este Brasil estaria igual à França, estaria igual à Inglaterra, teria evoluído do ponto de vista das conquistas sociais", acrescentou.

Alckmin

No mesmo discurso, Lula disse que Alckmin não será ministro do futuro governo.

Ex-governador de São Paulo, Alckmin coordena a equipe e dividiu os trabalhos em grupos, que discutem, por exemplo, saúde, desenvolvimento social e economia.

Ainda no discurso, Lula afirmou que os "perdedores" da disputa eleitoral vão ter o direito de "escrever" a história do país e participar do processo de transição de governo.

"A gente costuma dizer que quem conta a história de uma nação são os vencedores, os perdedores não têm o direito de escrever. Nesse caso eu queria dizer pra vocês: os perdedores vão ter o direito de escrever e vão ter o direito de participar desse processo de transição e desta governança", afirmou o presidente eleito.


Visita de Lula ao CCBB



Entre os integrantes da equipe de transição estão a senadora Simone Tebet, os economistas Persio Arida e André Lara Resende, e os ex-ministros Alexandre Padilha, Humberto Costa, Aloizio Mercadante e Nelson Barbosa.


Lula se reúne com os presidentes da Câmara, do Senado, do STF e do TSE
  

Lula se reúne com os presidentes da Câmara, do Senado, do 

STF e do TSE


Agenda em Brasília


Lula chegou a Brasília na noite da última terça (8). Nesta quarta (9), o petista se reuniu com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL); do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); do Supremo Tribunal Federal, ministra Rosa Weber; e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes.

O colunista do g1 Valdo Cruz informou que Lula faz em Brasília uma agenda em busca da estabilidade institucional, movimento que tem sido chamado internamente de "reconstrução nacional", em razão das polêmicas em que Bolsonaro se envolveu com os demais poderes nos últimos anos.

Nesta quarta, em entrevista coletiva após os encontros com as autoridades, Lula disse ser "plenamente possível" recuperar a "normalidade" nas relações entre as instituições."

Fonte: g1/Brasília                        

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Jornal da Cultura | 09/11/2022 - Homenagem a Gal Costa e Rolando Boldrin que a Cultura Brasileira perdeu hoje

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

"No Jornal da Cultura desta quarta-feira, você vai ver: Brasil perde Gal Costa e Rolando Boldrin no mesmo dia; Lula se reúne pela primeira vez com Arthur Lira e ministros do STF; Nomes da equipe de transição dão indícios dos rumos da economia no novo governo; Ministério da Defesa entrega relatórios sobre eleições e não encontra fraudes; Eleições nos Estados Unidos apontam enfraquecimento dos republicanos e derrota de aliados de Trump; Busca de dinheiro para países pobres domina discussões na Conferência da ONU sobre o Clima.
Para comentar essas e outras notícias, Karyn Bravo recebe o economista e professor da Fundação Getúlio Vargas Gesner Oliveira, e o sociólogo e professor de Ciência Ambiental da USP Ricardo Abramovay."
#JornaldaCultura

Homenagem do Jornal da Cultura a Rolando Boldrin, que morreu também nesta quarta-feira

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura

Nesta quarta-feira, 9 de novembro de 2022 perdemos dois ícones da Cultura Brasileira,
pela manhã Gal Costa e à tarde Rolando Boldrin. São dois estilos diferentes, mas que vão deixar saudades.

Rolando Boldrin morreu à tarde. Um grande contador de "causos", mas ele era mais: era compositor, cantor, ator e fez diversas novelas nas extintas emissoras de TV Excelsior, Tupi.

Ele por ter feito par romântico diversas vezes com Irene Ravache, Rolando com bom-humor, até brincava que ela iria pedir pensão. 

Rolando Boldrin declama "Quando eu morrer" de Vinícios de Morais

Fonte: arquivo 98

Relatório das urnas: Moraes comenta parecer da Defesa e reafirma segurança das urnas eletrônicas

Fonte: UOL

Um dia de Luto na Cultura Brasileira. Brasil perdeu hoje à Gal Costa aos 77 anos


       "Um anjo novo chegando no céu para enCantar" 
     (Édi Pereira)

Essa Força Estranha que ela representava com sua voz cristalina e bela reconhecida no mundo todo.

Ela estava com uma turnê marcada chamada "Várias Pontas da Estrela", com todos os ingressos vendidos para o mês de novembro, mas por orientação médica, depois da retirada de um nódulo na fossa nasal direita, teve de cancelar os shows que foram transferidos para dezembro. Mês em que ela iria também para Portugal e Londres.

Capa do LP de Gal Costa, em 1973

Dona de uma voz inconfundível, Gal era uma mulher revolucionária, que bancou a censura em plena ditadura militar, mostrando a ousadia na capa de seu LP "Índia", de biquini vermelho, e na contracapa aparece com seios no meio de umas folhagens, como sugeria o título do LP, na década de 1970, (tanto é que seu LP foi vendido em um invólucro preto), na época dos "Anos de Chumbo", enquanto durava o Ato Institucional nº5, o AI-5. 

Contracapa do LP índia de Gal Costa 

Sempre antenada nas questões políticas do país, mostrou os seus seios cantando "Brasil" de Cazuza. Sempre transgredindo.  


Uma intérprete inesquecível para uma geração e as novas também, pois Gal era versátil cantava desde Caetano, Gil, Djavan, Milton Nascimento, Chico Buarque, Roberto Carlos até Marília Mendonça, Nando Reis, Fábio Jr; entre outros. Ela estava sempre aberta ao novo. Gal é a musa das cantoras atuais e do público brasileiro. Gal é o amor, simples assim. Gal cantava só o que mexia com ela com as emoções.

Seu nome é Gal

A baiana Gal Costa integrou os "Doces Bárbaros", formado pelos também baianos Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gilberto Gil. E ela foi a resistência da tropicália enquanto Caetano e Gil estavam exilados em Londres. O ato de cantar era um ato político também. 

Fonte: Biscoito Fino

Amigos(as), entre elas, Maria Bethânia muito emocionada fala da perda de Gal, Ney Matogrosso, Caetano e Gil.

Fonte: O povo online


Fonte: g1/bom dia Rio de Janeiro