![]() |
Provided by Deutsche Welle - @ Diogo Zacarias |
Por Alexander Busch - DW Brasil

![]() |
Provided by Deutsche Welle - @ Diogo Zacarias |
Por Alexander Busch - DW Brasil
(https://www.youtube.com/tvggn
![]() |
Árvores captam o gás carbônico, proporcionam oxigênio e ainda a sombra |
Fonte: TV Plan no Facebook
![]() |
Representantes de movimentos socioambientais na audiência pública na ALMG - Foto: Henrique Chendes |
Governo do Estado de Minas, sob o comando do empresário Romeu Zema (Novo), está destruindo o que temos de mais importante, em especial nesses tempos de aquecimento global, a natureza!
Ele quer porque quer construir um Rodoanel em Belo Horizonte, cuja ideia inicial foi dos militares, que desistiram depois viram que o projeto se tornaria inviável. Mas ele insiste. E faz tempo que a sociedade de Belo Horizonte está batalhando contra esse projeto.
O frei Gilvander Moreira acompanha este movimento desde o início e escreve.
"Rodoanel na Região Metropolitana de Belo Horizonte, crime maior que o da Vale, em Brumadinho"
Fonte: frei Gilvander Moreira
![]() |
Frei Gilvander Moreira |
"O Projeto de Lei 668/23 em análise na Câmara dos Deputados proíbe que devedores inadimplentes sejam impedidos de se inscreverem em concursos públicos ou tenham a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e passaporte apreendidos por determinação da Justiça.
O texto insere essa proibição no Código de Processo Civil, que enumera diversas medidas que podem ser adotadas por um juiz para viabilizar a execução de uma sentença, inclusive o uso de ações coercitivas em caso de inadimplência.
Nesse ponto, o autor do projeto, deputado Rafael Prudente (MDB-DF), diz que a decisão judicial deve permanecer vinculada exclusivamente à esfera patrimonial do inadimplente.
“Não é razoável alcançar medidas coercitivas que importem na restrição de outros direitos, especialmente o direito de locomoção, a qual é o primeiro de todas as liberdades”, disse.
Prudente criticou a recente decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que entendeu ser constitucional aplicar a devedores inadimplentes medidas não expressas na lei, como a apreensão de CNH e passaporte.
A proposta ainda será despachada para análise das comissões da Câmara."
Fonte: Agência Câmara de Notícias e Poder 360
O objetivo é reduzir as complicações, as informações e as mortalidades decorrentes das infecções pelo vírus influenza, na população-alvo para a vacinação.
A meta é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários para vacinar contra influenza. Em Poços, a estimativa de população-alvo para receber o imunizante é 60 mil pessoas.
Neste primeiro momento, 5.170 doses foram enviadas para Poços. A ampliação da vacina para os demais grupos acontecerá mediante recebimento de novas doses de vacina.
Serão contemplados nessa Campanha de vacinação:
–Gestantes, Puérperas, Crianças e Pessoas a partir de 60 anos.
–Professores
-Pessoas com Deficiência Permanente
Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Este grupo inclui:
-Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas;
-Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo;
–Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos;
–Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais como trabalhar, ir a escola, brincar etc.
– Forças de segurança e salvamento:
Deverão receber a vacina influenza, mediante apresentação de documento que comprove sua vinculação ativa nas forças de segurança e salvamento.
– Forças Armadas:
Deverão receber a vacina influenza, mediante apresentação de documento que comprove a sua vinculação ativa com o serviço de forças armadas ou apresentação de declaração emitida pelo serviço em que atua.
-Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros:
A população que faz parte do público elegível deve procurar pela Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, para atualizar a caderneta de vacinação. Esse imunizante faz parte do calendário anual de rotina e já está atualizado contra a nova cepa da gripe."
Locais de vacinação – 08h às 16h
São Jorge – Av. Antônio Togni, N°2.055 (Vila Cruz)
UBS Jd. Country Club – Rua José Mendonça, nº131 (Jd. Country Club)
Ponto da Cascata – Rua Vicente Miranda, N°229 (Marco Divisório)
Santa Augusta – Rua Nicolina Bernardes, Nº 230 (Santa Augusta)
Esperança II – Rua Lázaro de Lima, N° 280 (Pq. Esperança)
Jd. Kennedy II – Rua Estanho, Nº 195 (Jd. Kennedy II)
Jd. Kennedy I – Tua Pirita, Nº116 (Jd. Kennedy I)
São José – Rua Professora Lourdes Mourão, N° 550 (Centenário)
UBS Cascatinha – Rua Rui Barbosa, N° 191 (Cascatinha)
UBS Jd. São Paulo – Rua Jaguari, N° 15 (Jd. São Paulo)
Santa Rosália – Pça. Dr. Antenor Damini, Nº 233 (Santa Rosália)
Vila Nova – Rua Antônio Pereira Guimarães, Nº 299 (Vila Nova)
Dom Bosco I – Rua Paissandú, s/n (Jd. Formosa)
Nova Aurora – Rua Benedita Costa Lucas, Nº 60 (Jd. Ipê)
UBS Pq. Pinheiros – Rua Victor Emanuel iMESI, s/n (Pq. Pinheiros)
UBS Caio Junqueira – Rua Jatobá, Nº 262 (Caio Junqueira)
Locais de vacinação – 08h às 18h
Regional Sul – Av. Antônio Marinoni, Nº 125 (São Sebastião I)
UBS Centro – Rua Pernambuco, Nº459 – 08h às 18h
UBS Regional Leste – Rua Cecília Fishela, 63 (Estância São José)
Fonte: Prefeitura de Poços de Caldas, MG
Por que afirmar-se que o Golpe de 1964 aconteceu em 1º de abril e não dia 31 de março? Não apenas por depoimentos de gente que participou da resistência à ditadura militar, mas por questões obvias.
O levante militar começou em Juiz de Fora, MG, foi quando o general Mourão Filho convocou soldados a marcharem em direção ao Rio de Janeiro, naquela época (1964) a estrada era péssima, além de ser uma serra. Veja eram soldados jovens, como disse a Marília Pereira em entrevista a este jornal online, que morava em Juiz de Fora e acompanhou toda a movimentação na época.
Quer dizer, se o regime militar foi no dia 1º de abril, conhecido como o “dia da mentira", por este motivo que os militares instituíram o dia 31 de março como dia do Golpe Civil-Militar. E Por que golpe civil-militar, apesar de terem sido os militares a darem o golpe. Em função, de grandes empresários na época, especialmente de São Paulo e RJ, terem apoiado o golpe e também a grande imprensa, que, em princípio, apoiou o golpe militar, como: O Globo, RJ, O Estado de São Paulo, Folha de S. Paulo, na época, Folha de Manhã. E por que as pessoas pensaram que com os militares seria melhor, porque o país estava com uma inflação galopante, em função das reformas de base como, por exemplo, a reforma agrária de Jango não serem aprovadas no Congresso Nacional.
Dívida externa cresceu muito na ditadura militar
Mas a ditadura militar, com o “Milagre Econômico", aumentou a dívida externa, de 12 bilhões para 100 bilhões de dólares. Na época não existia o FMI, mas já havia empréstimos no exterior por meio do Bird (Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento). E eram realizados pelo ex-ministro da fazenda Delfim Neto junto à França. Ele levava os "Dix pour-cents" (10%) dos empréstimos concedidos ao Brasil. E a ditadura escamoteava a inflação existente.
Mas depois, quando os censores se instalaram dentro das redações para não deixar veicular qualquer notícia verídicas que afetasse o regime militar (censura) como, por exemplo, “A Lei de Imprensa" (1967) também contribuiu para o controle das informações veiculadas pela imprensa nacional, prevendo severas punições a jornalistas e meios de comunicação. A imprensa tornar-se-iam opositoras ao regime militar, mas não podiam demonstrar a real situação do país a população.
Em 1968, com a criação do AI-5 (Ato Institucional n.º 5), pelo general Costa e Silva e aplicado com toda a crueldade pelo general Médici, que implantou "os anos de chumbo", que durou de 1968 até 1978, foi quando houve as barbáries cometidas contra as pessoas que não eram simpatizantes do regime militar. O governo Médici, o pior de todos, os governos militares, de acordo com Clarice Herzog.
E a tortura e morte de jornalistas, por exemplo, o assassinato do jornalista Vladimir Herzog, em 25 de outubro de 1975 nas dependências do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo, após ter se apresentado ao órgão para "prestar esclarecimentos".
“De acordo o jornalista Audálio Dantas (*1929-2018) presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, na capital paulista, a comissão também investiga pelo menos duas dezenas de casos que resultaram em mortes de jornalistas. “A exemplo do jornalista Jayme Amorim de Miranda, da direção do Partido Comunista Brasileiro (PCB), assassinado em uma casa de extermínio, em São Paulo, e cujo corpo nunca foi encontrado”, relatou.
De acordo com a vice-presidente da Comissão de Anistia, Sueli Bellato, a intenção do estudo foi subsidiar o relatório que a comissão entregar à Comissão Nacional da Verdade, até dezembro de 2014. O estudo foi baseado em pesquisas nos arquivos do Supremo Tribunal Militar e no Arquivo Nacional, que reúne todas as informações dos órgãos de repressão. Ela lembra que os caos representam uma amostra, e diz que o número de perseguidos foi maior.
“Nós acreditamos que a própria Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) tem melhores condições do que nós [da Comissão de Anistia] para saber quais foram os profissionais [perseguidos]. Nós temos um pequeno número, se considerarmos que muitos não entraram [com o pedido de anistia], suas famílias também não entraram, nos casos dos profissionais que faleceram”, disse Sueli. Segundo ela, somente na Comissão de Anistia foram analisados mais de 200 casos de jornalistas perseguidos.
É o caso da jornalista Miriam Marreiro Malina, militante do PCB. Monitorada em 1967, por ser casada com o dirigente da Aliança Libertadora Nacional (ALN), Thomaz Antônio Meirelles Netto, Miriam exercia a atividade de repórter. Mantida presa por 50 dias, em 1973, no Rio de Janeiro, ela foi torturada, submetida a choques elétricos, espancamentos e também estuprada. Em 1974, em decorrência das perseguições, foi demitida da empresa em que trabalhava.
Outro caso emblemático é o de Iza Barreto de Salles, ameaçada de ser processada pela Lei de Segurança Nacional por entrevistar a cantora Nara Leão.
De acordo com Dantas, o material será digitalizado e disponibilizado para as comissões da Verdade dos Jornalistas, instaladas em vários estados. Além da perseguição a jornalistas, ele ressalta que as comissões também investigam as violências contra veículos de comunicação, nas pequenas cidades e nas capitais…” E nas faculdades e Universidades também tinham infiltrados como se fossem estudantes em diversas áreas, entre elas nas de jornalismo. Fonte: agênciabrasil.ebc.com.br
Com o mote "Genocidas fascistas fardados serão mesmo anistiados?” O desfile teve como pautas o combate à violência policial e ao encarceramento em massa, além da defesa da democracia.
No início do ato, grupos de teatro fizeram performances e movimentos de mães de jovens assassinados por policiais, em São Paulo e no Rio de Janeiro, tomaram a palavra, para puxar palavras de ordem, prestar homenagens e fazer relatos sobre as ocorrências. Alguns manifestantes também se deitaram no estacionamento da delegacia, com os corpos embrulhados em sacos plásticos pretos, sobre uma tinta vermelha, para simbolizar as mortes provocadas por agentes do Exército e das polícias.
No endereço do DOI-Codi ainda hoje funciona o 36° Distrito Policial da Polícia Civil. Para os movimentos, isso é um indicativo de que ainda se naturaliza a violência policial e o apagamento, da história, de casos a ela relacionados.
Atrás da unidade, fica a casa onde viveu, durante a ditadura, Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel do Exército condenado em 2008 pela Justiça como torturador, figura exaltada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
O Cordão da Mentira ocorre sempre na mesma data, que foi quando, em 1964, o então presidente da República, João Goulart, foi deposto, após articulação dos militares para tomar o poder, por meio de um golpe de Estado. Na sequência à derrubada de Jango, o Congresso Nacional declarou vacância da presidência da República e empossou o então presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli. O 1.º de abril, como é de conhecimento público, remete ao Dia da Mentira."
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br