sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Viva a diferença! Entre o que é ser Cristão e os que fazem de conta!

Fonte: whatsapp

Vacinação contra a Covid-19 em Poços de Caldas, nesta sexta-feira, 27 de agosto

Mesmo você que já tomou a 2ª dose continue usando a máscara em lugares públicos 


 Sexta-feira (27/08) 1ª Dose

-Pessoas com 22 anos


Onde vacinar?

Drive Thru e Atendimento a pé- Complexo Cultural da Urca – 08h às 17h

UBS Regional Leste – Rua Cecília Fischela, nº63 – Estância São José – 08h às 15h

UBS Regional Sul –  Av. Antônio Marinoni, nº 125 – São Sebastião – 08h às 15h

UBS Jd. Country Club – Ruas José Mendonça, nº131- Jd. Country Club – 08h às 15h

PSF Parque Esperança 2 (novo local) – Rua Lázaro de Lima, 280 – 8h às 15h

Não esquecer do documento oficial com foto, o cartão do SUS e o comprovante de endereço.

Fonte: prefeitura de Poços de Caldas 

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Boletim epidemiológico atualizado: quinta-feira, 26 de agosto, em Poços de Caldas, MG

          Painel da covid-19 em Poços de Caldas

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social   

Ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) sugere ao ministro da Economia, que para pagar os precatórios se utilizem o fundo eleitoral e as emendas

Por Carla Araújo, Jornalista profissional

Colunista do UOL em Brasília





Ex-presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ)

"O ex-presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), pretende apresentar uma emenda à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios para impedir o parcelamento das dívidas judiciais da União. Apesar de estar licenciado desde que assumiu, no último dia 20, a Secretaria de Projetos e Ações Estratégicas do governo de São Paulo, Maia afirmou que quando for criada a comissão especial na qual tramitará a PEC ele voltará à Câmara para apresentar a emenda....'Veja mais

Fonte: UOL

"O golpe vem aí... "

Por Marco Antonio Villa é doutor em Historia, comentarista do jornal da Cultura, SP e Colunista do UOL



General Paulo Sérgio Nogueira de OliveiraImagem: Reprodução/Exército

"O Brasil não vai resistir ao processo eleitoral de outubro de 2022 tendo Jair Bolsonaro na Presidência da República. E mais: como candidato à reeleição. O cenário que está sendo desenhado é de transformar o longo caminho até a posse do novo presidente da República, a 1º de janeiro de 2023, em uma sucessão de crises que elevará a temperatura política a um grau nunca alcançado na história republicana..."  Veja mais

Fonte: UOL

#LutaPelaVida - Igreja no Brasil reafirma seu compromisso com a causa indígena

Fonte: frei Gilvander Moreira   

"Guedes: Qual o problema de a energia ficar um pouco mais cara?"

Ministro da Economia, Paulo Guedes 
 

Por Sandra Manfrini e Eduardo Rodrigues - Estadão

"O aumento na conta de luz tem pesado no orçamento das famílias e é um dos fatores que pressionam a inflação, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, não vê problemas. "Qual o problema agora que a energia vai ficar um pouco mais cara porque choveu menos?", perguntou Guedes nesta quarta-feira, 25. "Isso vai causar perturbação, empurra a inflação um pouco para cima, BC tem que correr um pouco mais atrás da inflação”, afirmou no lançamento da Frente Parlamentar do Empreendedorismo.

Guedes disse que a economia brasileira está "vindo com toda a força" após a crise causada pela pandemia da covid-19, mas admitiu que "há, sim, nuvens no horizonte". "Temos a crise hídrica forte pela frente, mas a economia brasileira está furando as ondas", disse.

A crise hídrica (causada por seu colega, o ex-ministro do meio ambiente, Ricardo Salles) levou o governo a anunciar nesta quarta-feira medidas para redução do consumo de energia para toda a administração pública federal. Decreto presidencial editado hoje determina a redução do consumo de eletricidade desses órgãos entre 10% e 20% em relação ao consumo do mês nos anos de 2018 e 2019, ou seja, antes do período pré-pandemia.

Além disso, o governo está pedindo que a sociedade e indústrias façam um esforço pela economia de energia e evitem desperdícios. Quem economizar terá conta menor a pagar e uma premiação pela redução do consumo.

Pressionada pelo aumento da conta de luz, a inflação acumulada em 12 meses chegou à marca de dois dígitos em quatro capitais do País na prévia de agosto: Porto Alegre (10,37%), Goiânia (10,67%), Fortaleza (11,37%) e Curitiba (11,43%). Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 25.

A inflação oficial deve fechar este ano acima de 7%, segundo projeções de uma centena de economistas ouvidos pelo Banco Central no boletim Focus. O próprio BC estima que o índice deve ficar em 6,5% - a meta que teria que ser perseguida é de 3,75%.

Além da taxa extra paga desde julho na conta de luz, as faturas aumentaram, em média, 7% neste ano e, para 2022, a previsão é que o reajuste médio seja de quase 17%, como mostrou o Estadão.

"O problema agora é que está tendo uma exacerbação por que anteciparam as eleições? Tudo bem, vamos tapar o ouvido, vamos atravessar. Vai ser uma gritaria danada, mas vamos chegar lá, vamos ter as eleições. Vai acontecer tudo que tem para acontecer", disse o ministro. "Se no ano passado, que era o caos, nós nos organizamos e atravessamos, por que vamos ter medo agora?".

Segundo ele, o "abismo fiscal que ameaçava o Brasil foi controlado", por causa de reformas, entre elas a da Previdência. Apesar da covid-19, a economia brasileira "se abre de novo", "temos superávit comercial e corrente de comércio recordes", acrescentou o ministro.

Arrecadação forte

Guedes destacou também o bom desempenho da arrecadação de impostos, e previu que "se a economia brasileira crescer 5,5% neste ano, com a arrecadação vindo forte, é possível o País ter superávit em 2022".

Nesta quarta-feira, a Receita Federal divulgou os dados da arrecadação de julho, quando o País arrecadou com impostos e contribuições federais R$ 171,270 bilhões, um aumento real de 35,47% na comparação com o mesmo mês de 2020.

"A economia está bombando e continua a narrativa de que o governo não faz nada", afirmou o ministro. Ele criticou o que chamou de visões negacionistas e agradeceu o empenho do Congresso na aprovação das reformas e de medidas encaminhadas pelo governo. Guedes destacou ainda a atuação do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), que, segundo ele, é uma "liderança imprescindível".

Segundo Guedes, os críticos já transferiram o colapso para 2022, ao perceberem que a economia voltou a crescer. "Mas vamos continuar crescendo", disse."

Fonte: Estadão   

Jânio Quadros renunciava há 60 anos. Ele renunciou em 25 de agosto de 1961

Fonte: Jornal da Cultura, SP

Da gasolina à comida, por que tudo está tão caro no Brasil

Fonte: BBC NEWS Brasil

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Marco Antonio Villa conta o governo de sete meses de Jânio Quadros

Fonte: Jornal da Cultura, SP

Pesquisadores da Unesp descobrem substância que pode prevenir avanço do Coronavirus

Fonte: Jornal da Cultura, SP 

"A substância é o veneno da cobra jararacuçu e pode prevenir o avanço da Covid-19. O veneno inibe a transmissão em até 75%."

Vacinação contra a Covid-19 em Poços de Caldas, nesta quinta-feira, 26 de agosto

Quinta-feira (26/08)

Pessoas com 24 anos - 1a dose


Onde vacinar?

Drive Thru e Atendimento a pé- Complexo Cultural da Urca – 08h às 17h

UBS Regional Leste – Rua Cecília Fischela, nº63 – Estância São José – 08h às 15h

UBS Regional Sul –  Av. Antônio Marinoni, nº 125 – São Sebastião – 08h às 15h

UBS Jd. Country Club – Ruas José Mendonça, nº131- Jd. Country Club – 08h às 15h

PSF Parque Esperança 2 (novo local) – Rua Lázaro de Lima, 280 – 8h às 15h

Não esquecer do documento oficial com foto, o cartão do SUS e o comprovante de endereço.

Fonte: prefeitura de Poços de Caldas 

"Pacheco impõe derrota a Bolsonaro e rejeita impeachment de Moraes"

Presidente do Senado, Rodrigo Pachego (DEM-MG)

Por Lauriberto Pompeu e Camila Turtelli - Estadão

"O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), impôs nesta quarta-feira, 25, uma derrota política ao presidente Jair Bolsonaro e rejeitou o pedido do mandatário para que a Casa instaurasse um processo de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. No início do mês, a Câmara já havia barrado outra intenção do presidente: a de retomada do voto impresso.

“Quero crer que essa decisão possa constituir um marco de reestabelecimento das relações entre os Poderes, pacificação e união nacional”, disse Pacheco ao ler o arquivamento do pedido no plenário do Senado, nesta quarta-feira. “Além do lado técnico, há também o lado político de uma oportunidade para reestabelecer a boa relação entre os Poderes”, emendou.

No final de semana, houve uma reação grande contra o pedido de afastamento do ministro do STF. Dez partidos de centro e esquerda e dez ex-ministros da Justiça divulgaram notas contra o ato de Jair Bolsonaro.

O pedido de impeachment foi assinado pelo próprio Bolsonaro, o que é incomum, com direito a firma reconhecida em cartório. No texto, Bolsonaro argumenta que o Poder Judiciário passou a agir como um ator político. Por isso, deveria tolerar ataques similares aos que ele diz sofrer enquanto presidente. O presidente também questiona decisões tomadas por Moraes em julgamentos do Supremo. A Constituição estabelece que os ministros não podem ser condenados pelos votos que proferem.

Moraes se tornou um alvo de Bolsonaro por conduzir o inquérito das fake news , que tem como foco a fabricação e o financiamento de informações contra adversários do presidente. No documento em que pede o impeachment do ministro, o presidente justificou que o Moraes desrespeitou as liberdades individuais quando determinou, por exemplo, a prisão do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson.

Aliado de Bolsonaro, Jefferson foi preso por integrar o “núcleo político” de uma rede que age para “desestabilizar as instituições republicanas”, no entender de Alexandre de Moraes. Para isto, o deputado utilizaria uma “rede virtual de apoiadores” devotados a espalhar mensagens que pedem a “derrubada da estrutura democrática e o Estado de Direito no Brasil”.

Na epígrafe do pedido, Bolsonaro colocou um trecho da fala de Alexandre de Moraes em sua sabatina no Senado, em 21 de fevereiro de 2017, quando o ministro disse reafirmar sua “devoção com as liberdades individuais” – as quais, no entender do presidente da República, o ministro atacou.

O pedido em si soma 17 páginas, mas o arquivo protocolado no Senado é bem maior, pois inclui cópias de documentos pessoais de Bolsonaro e alguns despachos de Alexandre de Moraes. “Faço um apelo a Vossa Excelência para que priorize sua atenção aos atentados à liberdade de expressão e às liberdades públicas de cidadãos e cidadãs em todo o País, que vêm sofrendo ataques aos direitos constitucionais fundamentais da livre manifestação do pensamento”, escreveu o presidente da República.

“Não se pode tolerar medidas e decisões excepcionais de um Ministro do Supremo Tribunal Federal que, a pretexto de proteger o direito, vem ruindo com os pilares do Estado Democrático de Direito. Ele prometeu a essa Casa e ao povo brasileiro proteger as liberdades individuais, mas vem, na prática, censurando jornalistas e cometendo abusos contra o Presidente da República e contra cidadãos que vem (sic) tendo seus bens apreendido e suas liberdades de expressão e de pensamento tolhidas”, diz o texto.

No sábado, 21, Bolsonaro argumentou que o pedido era uma “revanche”. “Eu fiz tudo dentro das quatro linhas da Constituição. Engraçado, quando eu entro com uma ação no Senado fundada na Constituição, o mundo cai na minha cabeça. Quando uma pessoa, com um inquérito do fim do mundo, me bota lá, ninguém fala nada. Não é revanche, cada um tem que saber o seu lugar. Só podemos viver em paz e harmonia se cada um respeitar o próximo e saber que existe um limite, que é a nossa Constituição”, afirmou.

O ato de Bolsonaro contra Moraes é um gesto político inusual. A última vez que um presidente da República atuou para afastar ministros do STF se deu durante a ditadura militar (1964-1985). O então presidente, o general Costa e Silva, decretou em 1969 a aposentadoria compulsória dos ministros Evandro Lins, Hermes Lima e Victor Nunes Leal — este último se tornou conhecido como autor do livro Coronelismo, enxada e voto (1948). Em protesto, outros dois ministros do STF renunciaram aos mandatos: Gonçalves de Oliveira e Antonio Carlos Lafayette de Andrada."

Fonte: Estadão        

Boletim epidemiológico atualizado: quarta-feira, 25 de agosto, em Poços de Caldas, MG

          Painel da covid-19 em Poços de Caldas

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social  

"Igreja e questão agrária: da solidariedade à Opção pelos Pobres?"


Por Gilvander Moreira

"A história da Igreja Católica no Brasil mostra mudança de postura com relação aos camponeses que lutam pela terra. Houve tempos da cumplicidade da Igreja com o latifúndio, os latifundiários, como o revelado pelo bispo de Campanha, no sul de Minas Gerais, em 1950. Passou-se para uma postura de solidariedade sob ingenuidade política que levava os padres e bispos a acreditarem que o problema da miséria e da pobreza seria resolvido com o crescimento econômico do País. E, pouco a pouco, parte da igreja abraçou uma postura política na defesa do campesinato e de denúncia do latifúndio como opressor ao compreender que quanto mais se desenvolvia o capitalismo mais gerava miséria e violência social.


A Constituição de 1946, no seu artigo 141, não alterou o pacto político que garantia os interesses dos grandes proprietários de terra ao restringir as “desapropriações de terra para fins sociais (inclusive, para a reforma agrária) à obrigatoriedade da indenização prévia e em dinheiro ao proprietário” (MARTINS, 1999, p. 72). A Constituição de 1946 prescrevia ainda que a indenização fosse justa. No entanto, a atuação de militantes do Partido Comunista junto aos camponeses no Brasil, precisamente aos arrendatários das Ligas Camponesas e aos posseiros de Trombas, em Goiás, provocou o engajamento da Igreja Católica junto aos camponeses, inicialmente em campanhas de alfabetização, de conscientização e de organização. O pontapé foi dado por um bispo conservador, Dom Inocêncio Engelke, da Diocese de Campanha, no sul de Minas Gerais, que lançou, em 10 de setembro de 1950, em um encontro de 60 párocos, 250 fazendeiros e 270 professoras camponesas, uma Carta Pastoral[2], sobre a iminência da reforma agrária, na qual anunciava, desde o título provocante: “Conosco, sem nós ou contra nós, se fará a reforma rural” (ENGELKE, 1976, p. 43-53). Esse documento do bispo Engelke “é significativo porque expõe, sem procurar disfarçar o contexto ideológico, ideias e preocupações que se manterão no centro das inquietações da igreja nas décadas seguintes” (MARTINS, 1999, p. 100). O documento alerta para os problemas que o êxodo rural estava causando aos fazendeiros, privando-os de mão de obra econômica e abundante. E também assinala o risco de a Igreja perder seus fiéis na cidade com a transformação dos camponeses em operários nas fábricas, onde a atuação dos militantes do Partido Comunista era mais incisiva. A Carta Pastoral do bispo Engelke alertava para o “perigo comunista”: “E os agitadores estão chegando ao campo. Se agirem com inteligência, nem vão ter necessidade de inverter coisa alguma. Bastará que comentem a realidade, que ponham a nu a situação em que vivem ou vegetam os trabalhadores rurais” (ENGELKE, 1950, p. 45). E conclama os proprietários de terra: “Antecipai-vos à revolução” (ENGELKE, 1950, p. 46).


A experiência concreta do crescimento econômico na ampliação do capitalismo no Brasil fez parte da Igreja migrar de uma postura moral para uma postura política com relação à questão agrária, que “é uma entre outras expressões das contradições do capital” (MARTINS, 1983, p. 18). E revelou também que o subdesenvolvimento do País não era falta de desenvolvimento – melhor dizendo, envolvimento -, mas consequência do crescimento econômico dos países capitalistas do norte. Logo se transitou da defesa de desenvolvimento de um capitalismo inacabado para um capitalismo inviável. “As esperanças que a igreja depositou na ação do Estado e no desenvolvimento econômico por ele induzido foram corroídas mais ou menos depressa(MARTINS, 1989, p. 46).


A história social da terra e da luta pela terra na Amazônia acabou colocando em xeque a ideia da Igreja de que dentro do próprio capitalismo se poderia resolver o problema social da miséria imposta aos camponeses. Em confronto com a realidade dura do capitalismo alastrando-se na Amazônia, parte da Igreja se movimentou de uma postura de solidariedade aos camponeses posseiros para um compromisso com a luta pela terra enquanto questão política, o que inclui Opção pelos Pobres e Opção de Classe. No livro O poder do atraso: ensaios de Sociologia da História Lenta, José de Souza Martins analisa: “A Amazônia pôs a Igreja diante da evidência de que o capital e o desenvolvimento capitalista maciços, ao contrário do que se supunha, podiam criar problemas sociais de tal gravidade, que se equiparavam ou superavam os gravíssimos problemas da miséria rural do Nordeste. Até então, o conjunto das ideias que norteavam as concepções e ação da Igreja em relação à questão agrária estavam centralizadas no princípio de que o progresso promoveria a equitativa distribuição dos bens, isto é, o próprio capital poderia resolver a questão agrária(MARTINS, 1999, p. 124-125).


Enfim, já está demonstrado que quanto mais se desenvolve o capitalismo, mais ocorre concentração de terra e poder, mais devastação socioambiental acontece. Neste contexto, realizar reforma agrária popular e os Povos Originários (Indígenas) e Tradicionais resgatarem todos os seus territórios – missão de todos/as - não é panaceia para a superação de todas as injustiças, mas é condição sine qua non para superarmos o sistema do capital e construirmos uma sociedade do Bem Viver e Conviver com justiça econômica, sustentabilidade ambiental, solidariedade social, responsabilidade geracional e respeito à pluralidade cultural e mística. Que a Igreja resgate cada vez mais sua Opção pelos Pobres; a Igreja-Povo mesmo, não atrelada ao poder. Isso passa necessariamente pela derrubada da tese injusta do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal."


Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educação pela FAE/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP/SP; mestre em Exegese Bíblica pelo Pontifício Instituto Bíblico, em Roma, Itália; agente e assessor da CPT/MG, assessor do CEBI e Ocupações Urbanas; prof. de Teologia bíblica no SAB (Serviço de Animação Bíblica), em Belo Horizonte, MG.


Utilidade publica: queijo?

Fonte: whatsapp

CPI da Covid ouve Roberto Ramos, diretor de empresa que deu 'fiança' de ...

Fonte: UOL

"A CPI da Covid ouve hoje o executivo Roberto Pereira Ramos Júnior, diretor do FIB Bank Garantias S.A, empresa que apresentou uma carta de fiança de R$ 80,7 milhões a fim de tentar avalizar a aquisição da vacina Covaxin por parte da Precisa Medicamentos, intermediária da negociação entre o Ministério da Saúde e a Bharat Biotech."