Maduro diz que venceu mais uma vez as eleições na Venezuela |
Nas próximas horas pode ser que haja mudança no poder!
Fonte: CNN
O resultado da eleição na Venezuela é muito suspeita.
Maduro diz que venceu mais uma vez as eleições na Venezuela |
Fonte: CNN
O resultado da eleição na Venezuela é muito suspeita.
Nana Caymmi |
"A cantora deu entrada na Casa de Saúde São José na sexta-feira (26), com quadro de arritmia cardíaca."
Por g1 Rio
"A cantora Nana Caymmi seguia neste domingo (28) internada na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio, sem previsão de alta. A cantora, de 83 anos, deu entrada na unidade com quadro de arritmia cardíaca na madrugada de sexta-feira (26).
A artista foi internada na Unidade Coronariana. Até a última atualização desta reportagem, não havia previsão de alta.
Afastada dos palcos, Nana voltou a gravar este ano após um hiato de 4 anos. Em abril, o cantor e violonista Renato Braz a convidou para dividir com ele uma faixa do disco “Canário do Reino”, lançado este mês. O duo foi gravado na casa de Nana, com acompanhamento do pianista Cristóvão Bastos."
Fonte: g1/Rio de Janeiro
Nicolás Maduro (situação) votando Edmundo González (oposição) votando |
Nicolás Maduro enfrenta pela primeira vez em anos uma oposição com chances de vitória, na figura de Edmundo González.
Mesmo antes da divulgação de qualquer informação pelo CNE, González indicou acreditar que as urnas indicam vitória: "Os resultados são inocultáveis. O país escolheu uma mudança em paz".
Mais cedo, González celebrou o alto comparecimento às urnas, segundo o monitoramento da coalizão opositora -- O CNE não divulgou dados oficiais.
Divulgação nesta segunda
Em discurso a apoiadores de Maduro, o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, indicou que os resultados seriam divulgados nesta segunda-feira (29).
"Que devemos fazer? Esperarmos aqui, com muita calma, o dia 29 de julho, que é em poucas horas. Em qualquer momento o CNE dará o resultado como está acostumado a fazer.
De acordo com a oposição, o comparecimento às urnas era de 54,8% até 2 horas antes do encerramento da votação. Caso esse número se confirme, ele estaria 12 pontos percentuais acima da eleição anterior, de 2018.
O voto não é obrigatório na Venezuela."
Nicolás Maduro Edmundo Gonzáles |
Fonte: g1/Mundo
Edmundo González, candidato da frente de oposição à presidência da Venezuela, disse confiar nas forças armadas para que se tenha eleições livres naquele país.
"Confiamos que as Forças Armadas respeitarão a decisão do nosso povo", disse González a jornalistas, depois de deixar o local de votação.
"Vamos trocar o ódio pelo amor, vamos trocar a pobreza pelo progresso, vamos trocar a corrupção pela honestidade, vamos trocar as despedidas pelo reencontro", afirmou. "Chegou a hora da mudança, da esperança e da paz".
González agradeceu às pessoas, aos mesários, aos quais classificou como "a garantia de respeitaremos a vontade dos venezuelanos", e pediu para todos os eleitores verificarem as informações que recebem.
Edmundo González, principal candidato de oposição, é um ex-diplomata de 74 anos. Nascido em La Victoria, pequena cidade onde ocorreu uma das batalhas mais heroicas da guerra de independência em 1812, González viveu e estudou lá até se mudar para a capital para iniciar a universidade.
Formou-se em Estudos Internacionais pela Universidade Central da Venezuela (UCV) e depois ingressou na Chancelaria.
Como diplomata, morou na Bélgica e nos Estados Unidos e foi embaixador na Argélia (1994-99) e na Argentina (1999-2002). Embora tenha vivido muitos anos fora da Venezuela, González sempre alega que conhece bem o país.
Pela primeira vez em muitos anos, a oposição vê chances reais de derrotar o chavismo na eleição presidencial da Venezuela. Cerca de 21 milhões de venezuelanos estão registrados para votar."
Entrevista com Edmundo González
Veja há quanto tempo. "Em julho de
A CNM defende uma sistemática de repasse automático das emendas parlamentares para os Municípios, de acordo com os critérios de divisão do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Os municípios informariam à Comissão de Orçamento anualmente a destinação dos recursos e o repasse seria efetuado quando da apresentação de projetos de aplicação ao Governo Federal, preservando o sentido das emendas que é a canalização de recursos para as necessidades de investimento mais premente para atender as necessidades da população.
Anualmente, é incluído na reserva de contingência da proposta orçamentária da União o valor equivalente a 1% da Receita Corrente Líquida – RCL para que os parlamentares os destinem livremente aos municípios de sua base eleitoral, para aplicação em projetos de interesse de seus prefeitos. Na proposta orçamentária de 2005, esse valor chegou a R$ 2,8 bilhões.
Essa sistemática, além de dar margem a casos como o que motivou a operação da Polícia Federal, faz com que cerca de 1,3 mil municípios no país não recebam nenhum centavo dos recursos do Orçamento, por não serem de interesse prioritário de nenhum parlamentar. Esses municípios concentram quase 10% da população do país. Fonte: cnm.org.br
O objetivo principal é fazer um “pente-fino” para cortar benefícios irregulares. Segundo o governo federal, existem inúmeros beneficiários que não estão incluídos no CadÚnico (Cadastro Único) ou que estão com o cadastro desatualizado há mais de 48 meses. Dados do INSS indicam que, até maio deste ano, foram encontradas irregularidades em 57,7 mil benefícios. Desse total, 37.325 foram cortados, e outros 20.375, suspensos. Os pagamentos indevidos somam juntos R$ 750,8 milhões. Fonte: Estadão
O BPC é um benefício incluído na Constituição de 1988, que garante o pagamento de um salário mínimo mensal às pessoas com deficiência ou idosos acima de 65 anos que não tenham cumprido os requisitos para aposentadoria.
Esses pagamentos, no entanto, tiveram crescimento vertiginoso nos últimos anos, o que motivou o governo a tentar fechar brechas para fraudes. E também em função do mundo estar envelhecendo.“Os requerimentos do BPC que passarem por alteração cadastral com indícios de inconsistência durante o processo de análise deverão ser submetidos à averiguação própria para verificação das novas informações prestadas”, diz o texto."
Será que mudou muito? A ciência moderna continua afirmando que o amor embaralha o cérebro. [Imagem: Duncan Dao/Pixabay] Por Anna Peirats - The Conversation |
Outro tema de pesquisa científica atual é onde no corpo nós sentimos o amor. [Imagem: Parttyli Rinne et al. - 10.1080/09515089.2023.2252464] |
A visão dos médicos
O médico Constantino, o Africano [século 11], na sua tradução de um tratado sobre a melancolia, estabeleceu uma conexão direta entre o excesso de bílis negra e o mal do amor. A causa da doença seria o excesso de bílis negra, que explicava a associação entre "amor" e "amaro" (amargo). Segundo ele, a doença afetava o cérebro e poderia causar intensos pensamentos e preocupações no amante. Nesta mesma linha, a tese de Boissier de Sauvages (1706-1767) relacionava a doença do amor à melancolia.
Segundo a obra Lilium Medicinae (1303), de Bernard de Gordon, a causa da doença era o "amor de mulheres" e poderia causar a morte do paciente. Acreditava-se que o homem ficaria obcecado pelas imagens da mulher amada e as arquivaria no cérebro. E, nestas circunstâncias, a temperatura do corpo, o movimento sanguíneo e o desejo sexual aumentavam.
No seu manual, Gordon explica os sintomas, destacando-se a coloração amarelada da pele, insônia, falta de apetite, tristeza constante pela ausência da amada etc. Este estado era considerado uma doença, chamada de amor hereos (herdeiros do amor) ou aegritudo amoris (doença do amor).
O médico medieval Arnau de Vilanova (c.1240-1311) atribuía este transtorno ao julgamento errôneo da "memória cogitativa", localizada no cérebro. O resultado era a elevação da temperatura, provocada pela antecipação do prazer sexual em nível cerebral.
Segundo o Dragmaticon philosophiae, de Guilherme de Conches (1090-1154), o cérebro seria dividido em três compartimentos, o que seria corroborado por Gordon. No primeiro compartimento, situado na parte superior da frente, ficavam as virtudes sensitivas. No segundo, atrás da frente, ficava a consciência sensitiva, onde o paciente julgava as imagens como sendo positivas ou negativas. No terceiro compartimento, situado sob a parte inferior do pescoço, se encontrava a memória sensitiva, que servia de arquivo de informatização de imagens. E o homem, propenso a idealizar a imagem da amada, tinha a função imaginativa alterada.
A ciência diz que existem três tipos de amor, e um deles nem tem amor. [Imagem: Gomez/Rodríguez - 10.13140/RG.2.2.15573.99043/1]
O amor como doença é uma constante nos textos literários da época. Na Roma Antiga, Lucrécio (séc. 1º a.C.) dedica o livro 4º da sua obra De Rerum Natura ao tema do amor. Ele o considera uma doença muito perigosa para o equilíbrio mental do ser humano.
Já o poeta espanhol Garcilaso de la Vega (c.1503-1536) descreve a doença do amor como uma condição que pode levar à loucura e à morte. No seu soneto 14, De la Vega explica como sua paixão amorosa o arrastou para o desespero, sem que pudesse encontrar descanso nem paz.
A doença do amor é encontrada em personagens conhecidos da literatura. No século 14, o Livro do Bom Amor, de Arcipreste de Hita, evidencia a luta entre o espírito cristão do amor de Deus e o "amor louco" que consome o amante. Na mesma época, El Corbacho ("O chicote"), de Arcipreste de Talavera, descreve o "louco amor" como a causa direta da alienação mental e até da morte.
Em Cárcere de Amor, de Diego de San Pedro (séc. 15), o protagonista Leriano é um exemplo da "doença do amor". Ele sofre profunda paixão amorosa por Laureola e por isso perde o sono e o apetite, até chegar à beira da morte.
Em La Celestina, de Arcipreste de Hita, Calisto, doente de amor, manifesta um desejo sexual desmedido que o leva à loucura amorosa. O próprio Dom Quixote, de Miguel de Cervantes (1547-1616), busca até o fim que sua amada Dulcineia conheça o alcance da sua paixão.
No século 15, o personagem Tirant - protagonista do livro Tirant lo Blanc, de Joanot Martorell - também padecia do "mal de amar". Ele sofria por Carmesina e apresentava falta de apetite, insônia, choro e suspiros. E também em Espill, de Jaume Roig, o sábio Salomão diagnosticava o protagonista em sonhos com amor hereos, devido a uma paixão amorosa desmedida.
[Imagem: Sasin Tipchai/Pixabay]A doença do amor teria cura?
A dieta preceptiva consistia em evitar beber vinho, carne vermelha, leite, ovos, legumes e alimentos de cor vermelha. O motivo da proibição era que estes alimentos incitariam o movimento do sangue e o desejo sexual. O doente de amor deveria comer carne branca, peixe e beber água ou vinagre. E também era preciso suar e tomar banho antes de comer.
Além da alimentação, era recomendado dominar os impulsos carnais para submeter a vontade: colocar uma chapa de ferro frio sobre os rins - considerados a morada do desejo -, dormir em uma almofada com urtiga, tomar banho de água fria, etc.
Com todo este programa de tratamento do amor como doença, a conclusão era que a causa principal de todos os males era se deixar levar pelos instintos carnais. Uma vida virtuosa, distante da paixão desmedida, permitiria atingir a harmonia entre o corpo e a alma.
Afinal, o amor hereos poderia causar a morte física e, o que era ainda pior, a condenação da alma."
Anna Peirats |
Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation, no qual poderá ser lida a versão original em espanhol.
O sistema imunológico do fígado "come" o colesterol ruim. [Imagem: Lakshmiraman Oza/Pixabay] Por Redação Diário da Saúde |
"Embora o fígado seja um dos órgãos mais resistentes do corpo humano, ainda assim ele é vulnerável aos estragos do estresse e do envelhecimento, que podem levar a doenças, cicatrizes graves e falência do órgão. Agora, pesquisadores podem ter encontrado uma maneira de voltar no tempo e restaurar o fígado, revertendo os danos causados pelo estresse e pelo envelhecimento. Em experimentos usando camundongos e tecido hepático humano, a equipe identificou como o processo de envelhecimento leva à morte de determinadas células do fígado. Indo adiante, eles conseguiram então reverter o processo nos animais com um medicamento experimental. A descoberta é promissora para milhões de pessoas que apresentam algum grau de lesão hepática - fígados que são essencialmente idosos devido ao estresse metabólico do colesterol alto, da obesidade, do diabetes ou de outros fatores. "Nosso estudo demonstra que o envelhecimento é pelo menos parcialmente reversível," disse a professora Anna Diehl, da Universidade Duke (EUA). "Você nunca é velho demais que não possa melhorar."![]() Olhos viram janela para estudar a saúde do fígado. [Imagem: Francesca Lazzeri-Barcelo et al. - 10.1038/s41467-024-45122-4] Rejuvenescendo o fígado Diehl e seus colegas queriam compreender como a doença hepática não alcoólica (DHGNA) evolui para uma condição grave chamada cirrose, na qual as cicatrizes podem levar à falência do fígado e à morte. O envelhecimento é um fator de risco chave para cirrose entre as pessoas diagnosticadas com doença hepática não alcoólica - um em cada três adultos em todo o mundo tem a doença. Estudando fígados de camundongos, os pesquisadores identificaram uma assinatura genética distinta dos fígados velhos. Comparados aos fígados jovens, os órgãos mais velhos têm uma abundância de genes ativados para causar a degeneração dos hepatócitos, as principais células funcionais do fígado. Os fígados de pessoas com diagnóstico de obesidade e DHGNA carregam a assinatura, e quanto pior a doença, mais forte é o sinal. "Nós descobrimos que o envelhecimento promove um tipo de morte celular programada nos hepatócitos chamada ferroptose, que depende do ferro," disse Diehl. "Os estressores metabólicos amplificam esse programa de morte, aumentando os danos ao fígado." Após tratar os animais de laboratório com uma droga chamada ferrostatina-1, a equipe conseguiu reverter esses sinais, "rejuvenescendo" o fígado. "Isso é uma esperança para todos nós," disse Diehl. "É como se tivéssemos camundongos velhos comendo hambúrgueres e batatas fritas e tornássemos seus fígados como os de adolescentes comendo hambúrgueres e batatas fritas." Checagem com artigo científico: Fonte: Diário da Saúde Artigo: Aging promotes metabolic dysfunction-associated steatotic liver disease by inducing ferroptotic stress Autores: Kuo Du, Liuyang Wang, Ji Hye Jun, Rajesh K. Dutta, Raquel Maeso-Díaz, Seh Hoon Oh, Dennis C. Ko, Anna Mae Diehl Publicação: Nature Aging DOI: 10.1038/s43587-024-00652-w |
Pedra São Thomé é conhecida por ser quartzo |
Fonte: EPTV 2ª Edição
FOTO: THIAGO DOS ANJOS |
Por Mídia Ninja
"Uma pesquisa recente do Datafolha realizada com evangélicos na cidade de São Paulo revelou que muitas das pautas defendidas pelo bolsonarismo não são necessariamente compartilhadas pela comunidade religiosa de maior crescimento no país.
Temas como armamento da população, homeschooling (educação escolar em casa) e a defesa da prisão para mulheres que decidem interromper a gravidez são cada vez menos uma agenda majoritária. A maioria também deixou de apoiar a política de guerra de Israel.
A pesquisa também revelou que, ao contrário do que prega o bolsonarismo, a maioria dos evangélicos é favorável à educação sexual nas escolas. São 74% que concordam com o tema sendo abordado nas instituições de ensino, enquanto 25% discordam.
Em relação às pessoas homossexuais e transsexuais, os evangélicos paulistanos também apresentam visões complexas. A pesquisa revelou que 57% são contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, apenas 26% a favor, 13% indiferentes e 5% não souberam responder. No entanto, a maioria acredita que as igrejas devem acolher homossexuais e transsexuais, com 86% concordando com essa postura, contra apenas 12% que discordam.
FOTO: RICARDO STUCKERT |
Quando questionados sobre o aborto, a maioria dos evangélicos paulistanos condena a prática. A pesquisa mostrou que 68% são contra a descriminalização do aborto, um percentual quase três vezes maior do que os 23% que se dizem a favor; 4% são indiferentes e 5% não souberam responder.
No entanto, a visão muda quando a questão envolve a prisão das mulheres que abortam, uma pauta que ganhou destaque nos últimos meses devido a um projeto de lei na Câmara dos Deputados que buscava penalizar ainda mais a prática. Nesse caso, 53% dos evangélicos são contra a prisão das mulheres que realizam abortos, enquanto 29% são a favor. Os indiferentes somam 7% e os que não sabem responder são 11%.
A pesquisa revelou que a maioria (53%) discorda que o Brasil deva apoiar Israel em todas as suas guerras. Desses, 34% são totalmente contrários e 19% discordam parcialmente da premissa. Apenas 38% dos entrevistados concordam com a defesa irrestrita de Israel, sendo que 23% o fazem integralmente e 15%, em parte.
Entre os evangélicos que votaram em Jair Bolsonaro (PL), o apoio a Israel em conflitos aumenta para 49%. Esse segmento se destaca nas manifestações conservadoras, onde bandeiras de Israel são frequentemente vistas ao lado das do Brasil e dos Estados Unidos. O discurso pró-Israel é comum em muitas igrejas, motivado por razões ideológicas, políticas e teológicas.
Uma das marcas do governo de Jair Bolsonaro, a defesa do armamento da população, também registra dissonância junto aos evangélicos. De acordo com a pesquisa, 66% são contra os cidadãos terem armas para se defender, enquanto 28% são a favor, 4% são indiferentes e 2% não souberam responder.
Outra pauta abraçada pelo bolsonarismo é o homeschooling, ou a possibilidade de crianças estudarem em casa. Esta prática é vista como uma forma de evitar o que os apoiadores de Bolsonaro classificam como “doutrinação” por parte dos professores. Entretanto, a maioria dos evangélicos paulistanos é contra essa política: 77%, enquanto apenas 19% são a favor.
A pesquisa do Datafolha entrevistou 613 paulistanos entre os dias 24 e 28 de junho."
Fonte: Mídia Ninja