quinta-feira, 4 de março de 2021

"Marco Aurélio envia queixa-crime contra Bolsonaro para análise da Câmara"

    Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello         Foto:  Monique  Renne/CB/D.A Press)
 

"Governador do Maranhão, Flávio Dino, acusa o presidente de calúnia em episódio relacionado ao uso da Polícia Militar para segurança do chefe do Executivo Federal no estado. Pela legislação, se acusação for aceita pelos parlamentares, Bolsonaro será suspenso do cargo. Mas não  há prazo para exame do processo pelos deputados"


"O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou à Câmara uma queixa-crime apresentada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, contra o presidente Jair Bolsonaro. No documento, Dino alega que Bolsonaro mentiu ao dizer que o governo do estado havia negado um pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para que a Polícia Militar auxiliasse a segurança do chefe do Executivo durante uma visita ao estado.

A queixa-crime foi protocolada no Supremo em janeiro deste ano, e a decisão do ministro é do dia 12 de fevereiro, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (4/3). No despacho, o ministro afirma que a acusação só pode ser julgada pela Corte quando a Câmara autorizar, como prevê a Constituição. “A temática relacionada ao exame de queixa-crime em face do presidente da República encontra regência nos artigos 51, inciso I, e 86, cabeça e § 1º, inciso I, da Constituição Federal: Artigo 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados: I – autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado", escreve Marco Aurélio.

No documento, o ministro destaca que, se a acusação for aceita pela Câmara e o processo for aberto pelo plenário do Supremo, Bolsonaro fica suspenso do cargo. “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade: § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal, completa o ministro.

De acordo com a Constituição, a Câmara não tem prazo para votar a acusação."

Fonte: Correio Braziliense               

Notícias locais: "Almg reconhece estado de calamidade em Poços de Caldas e outros municípios de Minas"

Poços de Caldas
 

"O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, na manhã desta quinta-feira (4/3/21), quatro projetos de resolução que reconhecem, até 30 de junho deste ano, a prorrogação do estado de calamidade pública ou o início dessa situação de exceção em 99 municípios mineiros, em decorrência da pandemia de Covid-19. As matérias, de autoria da Mesa da Assembleia, foram apreciadas em turno único, em Reunião Extraordinária.

Os deputados aprovaram o Projeto de Resolução (PRE) 111/21, que abrange 24 municípios, tratando da prorrogação do estado de calamidade em Belo Horizonte e também em Alvorada de Minas, Araguari, Barão de Cocais, Bela Vista de Minas, Bias Fortes, Bocaiuva, Bom Despacho, Brumadinho, Buenópolis, Caeté, Campestre, Candeias, Capela Nova, Capinópolis, Carrancas, Contagem, Corinto, Coronel Xavier Chaves e Cristiano Otoni.

Esse mesmo projeto ainda reconhece o estado de calamidade nas cidades de Bicas, Carlos Chagas, Conceição da Barra de Minas e Coromandel.

Também foi aprovado o PRE 112/21, que engloba 25 cidades, prorrogando o estado de calamidade em Betim, Crucilândia, Curvelo, Delfinópolis, Divinópolis, Dores de Campos, Dores de Guanhães, Entre Rios de Minas, Francisco Sá, Glaucilândia, Goiabeira, Guaranésia, Ibiá, Ibiaí, Ibirité, Igarapé, Ipatinga, Itabirito, Itapecerica e João Monlevade.

O PRE 112/21 também reconhece o estado de calamidade em Inconfidentes, Itaguara, Itajubá, Itamonte e Itumirim.

Outro projeto aprovado foi o PRE 113/21, que abrange 25 cidades, prorrogando o estado de calamidade em Juiz de Fora, Lagoa dos Patos, Lagoa Dourada, Lagoa Santa, Lavras, Lontra, Matipó, Muriaé, Nazareno, Nova Lima, Olhos d’Água, Pará de Minas, Paraopeba, Piracema, Poços de Caldas, Porteirinha, Prados, Presidente Bernardes, Recreio, Ribeirão das Neves, Ritápolis e Rodeiro.

O PRE 113 também reconhece o estado de calamidade nos municípios de Mercês, Monte Carmelo e Ouro Fino.

Por fim, foi aprovado o PRE 114/21, que engloba outros 25 municípios, prorrogando o estado de calamidade em Sabará, Santa Cruz de Minas, Santa Luzia, Santa Margarida, Santana da Vargem, Santos Dumont, São Gonçalo do Pará, São Gonçalo do Sapucaí, São João del-Rei, São João do Manhuaçu, São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, São Tiago, Sete Lagoas, Tiradentes, Três Corações, Três Marias, Ubá, Uberlândia, Unaí, Vespasiano e Viçosa.

Essa proposição também reconhece o estado de calamidade em Santa Rita de Caldas, Tarumirim e Tupaciguara.

Relator defende importância da iniciativa

O relator das proposições foi o deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), que apresentou em Plenário pareceres favoráveis às matérias. Na reunião, elas também foram aprovadas em redação final.

O parlamentar destacou, nos pareceres, que a iniciativa flexibiliza o disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Dessa forma, enquanto perdurar a situação de calamidade, ficam suspensas a contagem dos prazos e as disposições referentes a despesas com pessoal e à dívida consolidada. Além disso, o município fica dispensado de atingir os resultados fiscais.

“Trata-se de medida necessária em face da persistência do cenário instaurado pela pandemia, uma vez que seus impactos transcendem a saúde pública e afetam a vida de toda a sociedade”, enfatizou no parecer.

Dalmo Ribeiro Silva acrescentou que a Assembleia reconheceu, por meio da Resolução 5.558, de 11 de fevereiro de 2021, a prorrogação do estado de calamidade pública no âmbito do Estado, até 30 de junho de 2021.

Flexibilização – Os deputados Guilherme da Cunha e Bartô, ambos do Novo, reconheceram a gravidade da situação. Apesar disso, manifestaram preocupação com a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal que decorre da aprovação dos projetos de resolução nesta quinta (4).

Guilherme da Cunha disse que foi favorável à prorrogação do estado de calamidade no Estado, mas optou por votar em branco nos projetos de resolução relativos aos municípios porque não tem o conhecimento da situação de cada um deles.

Ele defendeu que esses decretos de calamidade venham acompanhados de uma manifestação da Câmara de Vereadores. “Sem essa manifestação, não apoio a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse.

Bartô enfatizou que é contra esses projetos de resolução. “Um decreto com caráter de excepcionalidade não pode perdurar, pois quem vai pagar a conta é o contribuinte. Com quase um ano de pandemia, já houve tempo para se reorganizar”, afirmou."

Fonte: Onda Poços

"Chega de mimi e frescuras"

                                                              


Bolsonaro esquece que agora com as novas variantes da covid-19 estão morrendo pessoas jovens  -   Imagem: Sam Pancher

Fonte: Estadão

No meio do agravamento da pandemia em função das variantes, que não teriam aparecido se o governo Bolsonaro fosse mais rápido como teria de ser com as compras de vacinas. Basta lembrar: "Se os laboratórios quiserem que venham nos oferecer as vacinas, nós não vamos atrás." Dito isto por ele (Bolsonaro) no ano passado, quando se soube da existência de vacinas para a covid-19.                

"Maior fabricante de hidroxicloroquina, Apsen recebeu R$ 20 milhões do BNDES em 2020"

 



Fonte: F. de SPaulo e UOL

"PoderData mostra rejeição a Bolsonaro e ao governo ainda em alta e estável"

Bolsonaro no Planalto em fevereiro. Aprovação do governo encontra dificuldades em reagir, mantendo-se em um dos patamares mais baixos registrados pelo PoderData Foto: Sergio Lima
 

Avaliação do desempenho de
Bolsonaro


47%: presidente é ruim ou péssimo

51% desaprovam o governo federal


Por Rafael Barbosa

"Pesquisa PoderData realizada nesta semana (1-3.mar.2021) indica que as taxas de rejeição ao trabalho de Jair Bolsonaro e ao seu governo seguem em patamar alto, mas sem variações além da margem de erro do levantamento (de 2 pontos percentuais).

A aprovação ao governo federal (“você aprova ou desaprova o governo do presidente Jair Bolsonaro?”) é de 40%. A desaprovação é de 51%. Outros 9% dizem não saber.

Duas semanas antes, no levantamento do PoderData de 15 a 16 de fevereiro, essas proporções eram de 43% (aprovação), 49% (desaprovação) e 8% (não sabe).

Mesmo tendo variado negativamente de 43% para 40% em duas semanas, a aprovação do governo federal deve ser considerada estável, como mostram as curvas do quadro a seguir. Também é importante notar que a margem de erro (2 pontos) vale para mais e para menos. Portanto, os 40% atuais podem ser até 42% (no limite máximo) e 38% (no limite mínimo). E os 43% de duas semanas atrás poderiam ser de 41% a 45%.

O PoderData também pede que os entrevistados respondam se o trabalho de Bolsonaro como presidente é ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo.

No levantamento divulgado nesta 4ª feira (3.mar), 47% dizem que é ruim ou péssimo; 31%, bom ou ótimo; e 18%, regular.

A avaliação negativa em relação ao desempenho pessoal do presidente está em um patamar elevado –com tendência de alta desde o início de dezembro (leia no gráfico abaixo).

No período em que foi realizada a pesquisa, o Brasil bateu consecutivos recordes e viu a situação da pandemia de covid-19 se agravar, contabilizando mais de 1.200 mortes diárias –considerando a média dos 7 dias anteriores. Pouco antes, também repercutiu muito na mídia a troca do comando da Petrobras e os aumentos na gasolina e no diesel. Nada disso, por ora, parece ter influenciado a percepção dos brasileiros sobre Bolsonaro e seu governo.                

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO GOVERNO

O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao governo.

A administração federal sempre teve altas taxas de aprovação na região Norte. Nesta rodada, o indicador virou ao contrário, e há mais pessoas descontentes do que contentes com o governo (leia os percentuais abaixo), mesmo que com proporções parecidas com a média geral.

Os estratos que apresentam as mais altas taxas de desaprovação são: mulheres (55%); os que têm de 25 a 44 anos e os que têm 60 anos ou mais (55% em ambos os grupos); os com ensino superior (64%); moradores do Nordeste (58%); e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (63%).

Já os que mais aprovam são: os que têm de 45 a 59 anos (46%); moradores da região Sul (53%); e os que ganham de 2 a 5 salários mínimos (46%). As taxas dos demais grupos estão emboladas dentro da margem de erro com as proporções da avaliação geral.

DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO TRABALHO

O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao trabalho de Bolsonaro.

Leia todos os percentuais no infográfico abaixo:

Bolsonaro é menos rejeitado entre os desempregados e sem renda fixa. Já as maiores taxas de reprovação são observadas entre os mais ricos.

Os percentuais destacados nesses recortes da amostra total usada na pesquisa se referem ao ponto central do intervalo de probabilidade no qual se enquadram.

As variações são maiores em alguns segmentos porque a amostra de entrevistados é menor. E quanto menor a amostra, maior a margem de erro. Por isso é importante realizar pesquisas constantes, como faz o PoderData. É possível verificar com maior precisão o que se passa em todos os estratos da sociedade.

OS 18% QUE ACHAM BOLSONARO ‘REGULAR’

No Brasil, pergunta-se aos eleitores como avaliam o trabalho do governante. As respostas podem ser: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. Quem considera a atuação “regular” é uma incógnita.

Para entender qual é a real opinião dessas pessoas, o PoderData faz um cruzamento das respostas desse grupo com os que aprovam ou desaprovam o governo como um todo. Os dados mostram que a proporção daqueles que enxergam o trabalho de Bolsonaro como “regular” e hoje aprovam seu governo é de 56%.

A aprovação era de 47% na pesquisa feita 15 dias antes. Agora é de 56%. A desaprovação passou de 38% para 28%.

PESQUISAS MAIS FREQUENTES

O PoderData é a única empresa de pesquisas no Brasil que vai a campo a cada 15 dias. Tem coletado um minucioso acervo de dados sobre como o brasileiro está reagindo à pandemia de coronavírus.

Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais, a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21, passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião."

Fonte: Poder 360º              

Educação: Debate pela educação de Poços de Caldas: "As escolas durante a covid-19 e o impacto da pandemia na educação"


 Clique para assistir ao debate

Live 02/03/21 - À beira do colapso - com Àtila Iamarino. Isto é Ciência!

Fonte: whatsapp

Romeu Zema anuncia onda roxa em 60 municípios do Estado de MG



Fonte: EPTV 2ª Edição

quarta-feira, 3 de março de 2021

Notícias locais: farra no executivo de Poços de Caldas, MG

Foto à direita: prefeito reeleito Sergio Azevedo (PSDB) de Poços de Caldas, MG
 

Os vereadores propuseram a abertura de moção (Proposta apresentada a uma Assembleia Parlamentar, por um de seus membros, para que ela se manifeste sobre determinada questão, a respeito de ato de interesse comum), de repúdio a essas indenizações ao poder executivo com o dinheiro público 

Posição do vereadores do poder legislativo de Poços de Caldas sobre as indenizações de férias recebidas pelo prefeito, vice e secretário (inclusive nos anos anteriores),  na abertura de uma CPI - Comissão Parlamentar de Inquérito - para apurar as possíveis irregularidades cometidas pelo poder Executivo de Poços de Caldas com o dinheiro público.

Foram 12 votos a favor da CPI e apenas dois votos contra: o  vereador Welligton Guimarães, mais conhecido como Paulista (DEM) que foi secretário de Esportes e do Flávio Togni (PSDB), que foi secretário de Saúde, na gestão anterior do prefeito Sergio Azevedo. E uma abstenção do vereador Marcelo Heitor da Silva.

Fonte: Facebook


Fonte: Facebook


Fonte: Facebook              

Aprovado em 1º turno a PEC Emergencial no Senado agora à noite

Senado Federal
 

O presidente do Senado Rodrigo Pacheco quer ainda hoje fechar o "pacote", ou seja, votar o 2º turno da PEC Emergencial que traz de volta o auxílio emergencial. Foi votado a PEC emergencial em 1º turno com 62 votos a favor e 16 votos contra. Para depois, enviar à Câmara dos Deputados.

Só hoje tivemos no país cerca de 1800 vidas perdidas, isto quer dizer, que a economia perde também, pois a economia é feita de pessoas.

Tivemos também panelaços nas principais capitais brasileiras contra o governo de Bolsonaro.

terça-feira, 2 de março de 2021

"Guedes: “Brasil é um país com 200 milhões de trouxas sendo explorados”

 

Por Talita Laurino - Metrópoles

"Diante das críticas de que o governo abandonou a agenda liberal devido a intervenção do presidente Jair Bolsonaro na Petrobras, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu as privatizações e disse, em participação no podcast Primocast, na manhã desta terça-feira (2/3), que “o Brasil é um país com 200 milhões de trouxas sendo explorados”, ao referir-se ao estado inchado e à desvalorização da classe média.

“O estado empresário faliu, acabou”, afirmou o ministro. “O Brasil foi um dos países que mais gastou com educação, mas a grana não chega. O estado gasta muito e gasta mal”, frisou.

Segundo Guedes, a venda de empresas estatais é a solução para enxugar a máquina pública e acumular recursos, juntamente com as reformas tributária e administrativa, que devem ser discutidas no Congresso na sequência da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Emergencial.

No entanto, apesar do otimismo do ministro, a medida provisória que prevê a desestatização da Eletrobras, por exemplo, mal chegou ao Congresso e já recebeu 570 emendas de deputados e senadores para alterarem o texto apresentado pelo governo.

Esse número, alcançado seis dias depois de a MP ter sido protocolada, é um indicativo de que o Planalto deve enfrentar dificuldades para aprovar a venda da estatal.

Questionado sobre o desafio de lograr êxito em pautas como essa no Congresso, Guedes explicou que “a primeira dificuldade é que tem muita gente pendurada lá. Os lobbys são muito fortes das estatais. São os chamados ‘piratas privados’’’.

O ministro ainda incentivou a participação de brasileiros na Bolsa de Valores e disse que há muito futuro na liberalização da economia."

Fonte: Metrópoles

O Ministro Paulo Guedes está muito desatualizado

Como é que, por exemplo, o Biden, presidente dos EUA liberou trilhões de dólares para auxiliar a população em meio a uma pandemia? 

Fonte: O Guardião da Montanha - Jornal online / DW- Brasil    

Alzheimer - "Abrace Esperança" - Uma associação que está sendo ameaçada pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária -

Fonte: whatsapp

"Romeu Zema não assina nota de governadores contra Jair Bolsonaro '"

Governador de Minas, Zema e presidente Bolsonaro  foto: Marcos Corrêa/Presidência da República)
 

Por Matheus Muratori

"O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) foi um dos chefes de Executivo estaduais que não assinou uma nota de repúdio contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), emitida nesta segunda-feira (1º/03). Ao todo, 19 dos 27 governantes se colocam contra Bolsonaro, após um post feito nesse domingo (28/2) com valores relativos a repasses aos estados em 2020, ano marcado pela pandemia de COVID-19, que já matou 254.942 pessoas no país (dados do Ministério da Saúde).

Na conta elaborada por Bolsonaro, os dados dos repasses foram retirados de Portal da Transparência, Localiza SUS e Senado Federal. O presidente considera no montante 'valores diretos' (saúde e outros), 'valores indiretos' (suspensão e renegociação de dívidas) e ainda cita, de forma separada, o repassado em auxílio emergencial enquanto ele esteve em vigor.

Além de Zema, Gladson Cameli (PP-AC), Wilson Lima (PSC-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), Marcos Rocha (PSL-RO), Antonio Denarium (PSL-RR) e Carlos Moisés (PSL-SC)  não assinam o documento. Dos quatro governantes da Região Sudeste, somente o mineiro não foi signatário.

"Em meio a uma pandemia de proporção talvez inédita na história, agravada por uma contundente crise econômica e social, o governo federal parece priorizar a criação de confrontos, a construção de imagens maniqueístas e o enfraquecimento da cooperação federativa essencial aos interesses da população", diz trecho da nota, intitulada “Nota pública sobre repasses financeiros aos aos Entes Federativos”.

De acordo com o governo de Minas, "o governador Romeu Zema acredita que o momento é de união em torno de soluções no combate à pandemia, com a aceleração do processo de vacinação e o financiamento dos leitos de UTI. Ainda segundo o governador, embates políticos devem ficar em segundo plano, com foco na solução de problemas". Segundo Bolsonaro, Minas recebeu R$ 81,4 bilhões de valores diretos e indiretos e R$ 26,96 bilhões somente de auxílio emergencial. O Executivo estadual não respondeu se os valores estão corretos.

Alguns governadores, além da nota, também publicaram nos perfis pessoais. Foi o caso de Camilo Santana (PT-CE) que, segundo Bolsonaro, viu o estado receber R$ 42,5 bilhões, sendo R$ 15,17 bilhões para auxílio emergencial.

Levou na cabeça
“Lamentável que o senhor presidente da República, além de desrespeitar normas sanitárias o tempo inteiro, leve seu tempo a espalhar informações distorcidas e promover discórdia com governadores, quando deveria tentar unir o país para superarmos juntos a gravíssima crise que vivemos”, publicou, na manhã desta segunda."

Fonte: EM

"Acordar é urgente"




Por Rafael Martins Neves Historiador - mestre em Educação

No futuro, quando os historiadores olharem para nossos dias – certamente marcados como mais uma “página infeliz da nossa história” -, provavelmente terão a impressão que uma enorme parte da sociedade dormia tão distraída quanto a pátria mãe retratada na famosa letra de Chico Buarque. Um clima de estranha normalidade está estabelecido. Isso acontece ainda que todos os jornais repercutam falas de especialistas acerca da tragédia sem precedentes que nos espera nas próximas semanas, resultado da interação macabra entre uma variante mais transmissível do vírus Sars-COV-2 e o total abandono de qualquer política restritiva à circulação de pessoas por parte dos governos.


A trágica normalidade, em Poços de Caldas, ganhou um episódio com tons de surrealismo nesse fim de semana. O prefeito Sérgio Azevedo repercutiu em suas redes sociais um texto que trata a cidade como exemplo de combate à COVID-19, tanto no âmbito da saúde, quanto da economia. Aparentemente, a  avaliação não considera fatos como termos sido a cidade que mais perdeu empregos com carteira assinada no Sul de Minas ao mesmo tempo em que tivemos mais óbitos pela doença – no momento em que escrevo, são 134, sendo 51 só neste ano! Tudo normal!

Esse tipo de absurdo só é possível porque nos acostumamos a viver em meio a um morticínio sem precedentes em nossa história. O presidente Jair Bolsonaro faz tudo o que pode para dificultar a vacinação e estimular as aglomerações. Diante de uma Manaus colapsada, ofereceu montes da inútil cloroquina, sua obsessão. O que faltava era oxigênio. Há lugares do país onde pacientes têm que ser amarrados às camas por falta de sedativos. Diversos analistas e políticos caracterizam a conduta do presidente e seus capachos fardados como “incompetência”. Soa como uma piada. O que vivemos é um genocídio, e bastante bem sucedido.


É uma necessidade que consigamos impedir a marcha que está em curso: acordar é urgente! Nos últimos dias, têm crescido clamores para a implantação de medidas restritivas, inclusive com governadores defendendo a adoção de um lockdown nacional. Nesse momento, a adoção desse tipo de política é a única possibilidade de impedir que um número ainda mais desesperador de brasileiros – em sua maioria pretos e pobres – morram!


Entretanto, também é preciso destacar que não se trata só de uma questão de ser ou não “a favor” da ciência. Aqueles que querem tirar ainda mais dinheiro da saúde e da educação também são culpados pela barbárie. Os engravatados que aparecem nos telejornais, com seus discursos técnicos e pomposos sobre “austeridade”, “equilíbrio das contas públicas” e “sustentabilidade da dívida” têm sangue nas mãos por colocarem os interesses de lucro do 1% mais rico acima das necessidades da ampla maioria do povo.

É um crime que, no momento em que precisamos manter as pessoas em casa, não haja uma prioridade absoluta em instituir uma política econômica pensada para voltar a pagar o Auxílio Emergencial no valor de R$ 600, manter os empregos daqueles que eventualmente tiverem que ficar sem trabalhar por conta do fechamento de serviços não essenciais e garantir que pequenas e médias empresas tenham capital de giro para não quebrar.

No passado 2020 em meio a pandemia (Dos impostos que o povo paga para o governo que é liberado o Auxílio Emergencial, em qualquer parte do mundo)

Vários países do mundo – inclusive com menos recursos financeiros e institucionais que o Brasil - conseguiram tomar atitudes nesse sentido e obtiveram sucesso. Não esperemos que os governos Jair Bolsonaro, Romeu Zema e Sérgio Azevedo tomem alguma providência. De onde menos se espera é que não vem. Só com organização e luta podermos começar a construir uma sociedade diferente desta onde o ter milhares de mortos por uma doença evitável e milhões de desempregados e miseráveis é normal – e, em alguns casos, pode virar até case de sucesso!"

Rafael Martins Neves
Rafael Martins Neves

- Graduado em História e mestre em Educação pela Unifal-MG 

-Servidor técnico-administrativo    no IFSULDEMINAS - Campus       Poços de Caldas
-Presidente do Diretório Municipal do PSOL em Poços de Caldas.   

segunda-feira, 1 de março de 2021

Roda Viva | Rodrigo Pacheco | 01/03/2021

Fonte: TV Cultura, SP


"No Roda Viva, a jornalista Vera Magalhães recebe o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Eleito com apoio do presidente Jair Bolsonaro, Rodrigo Pacheco promete uma atuação independente no comando da Casa. Defende a volta do auxílio emergencial para as pessoas de baixa renda, que mais sofrem com os efeitos da pandemia, mas entende que isto precisa ser feito dentro do teto de gastos.

Pacheco também apoia a reforma administrativa, que deverá corrigir distorções no funcionalismo, mas não demonizar os servidores, conforme faz questão de ressaltar. Outra proposta que deve contar com seu apoio é a reforma tributária, que mudará o sistema de arrecadação de impostos."

Petrobras anuncia de novo a alta nos combustíveis e todos seus derivados. Este é o quinto desde começo de 2021



Por Denise Luna - Estadão 

"A Petrobrás anunciou nesta segunda-feira, 1.º, mais um reajuste nos combustíveis, o quinto do ano: a gasolina vai ficar 4,8% mais cara nas refinarias e o diesel terá aumento de 5%. 

O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) subiu pela terceiro vez no ano. Com o aumento de R$ 0,15 por quilo, o impacto será de R$ 1,90 no botijão de 13 quilos do gás de cozinha, que passará a custar R$ 39,69 nas refinarias.

O aumento do GLP anula a zeragem de impostos federais anunciado pelo Bolsonaro na esteira das reclamações em relação aos aumentos dos combustíveis anunciados pela gestão de Roberto Castello Branco na Petrobrás. A estatal segue a cotação internacional de petróleo para reajustar os combustíveis, dando continuidade à política de preços iniciada no governo de Michel Temer e que tem garantido resultados financeiros recordes à estatal

Os últimos aumentos dos combustíveis, anunciados em fevereiro, foram considerados excessivos por Bolsonaro, que demitiu Castello Branco pelas redes sociais e indicou o general Joaquim Silva e Luna para o seu lugar."

Fonte: Estadão

Como são formados os preços dos combustíveis?

Fonte: G1

 Foto: Arte/G1

Formação de preço de cada um:

Diesel

"O diesel tem a maior influência da Petrobras sobre a formação dos preços. A porção de realização (fatia que fica com a Petrobras) da empresa no preço é de 47%, quase metade do que o consumidor encontra da bomba.

Os impostos são a segunda maior fatia, com 23% do preço. Há, contudo, uma divisão entre tributos federais e estaduais. O ICMS, da unidade federativa, é maior, com 14%. Cide, PIS e Cofins têm uma mordida de 9%.  

A cadeia de distribuição e os revendedores ficam com 16% do valor pago, terceira maior porção do preço.

Por último, há também influência do biodiesel. Atualmente, é necessária uma mistura mínima ao diesel mineral em proporção de 12% pelas distribuidoras, segundo a Petrobras. Em 2023, essa parcela deve chegar a 15%.


Gasolina


A gasolina vendida nos postos é uma mistura entre gasolina e etanol anidro. A divisão é de 73% e 27%, respectivamente. Como o diesel, incidem os impostos e lucro de distribuição e revenda no preço final.

A maior fatia do preço da gasolina é formada por impostos. Somados, o ICMS, o PIS/Pasep e Cofins somam 44% do valor final, sendo 29% para o primeiro e 15% para os demais. O que fica para a Petrobras (a realização) são 29% do preço final.

Na sequência, entra o etanol anidro – representa 15% do valor final. O lucro das distribuidoras e revendedoras é de 12%.


Preço do petróleo


A principal pressão em cima do valor dos combustíveis vem dos preços internacionais do petróleo. Houve uma dupla ação, da alta da commodity no mercado internacional desde a retomada das atividades econômicas e da cotação do dólar.

A pandemia do coronavírus demandou uma restrição da circulação de pessoas para conter o espalhamento da Covid-19. O preço do petróleo afundou no momento mais intenso do isolamento social e veio em uma crescente conforme houve abertura das atividades comerciais.



Levantamento da consultoria Economatica mostra que o barril de petróleo WTI acumula alta de 164% desde o início de maio do ano passado. Mas os preços chegaram, pela primeira vez, a patamares negativos em abril. Comparados a preços do início de 2020, entretanto, os preços estão 15% menores em dólar.

Acontece que o dólar teve alta considerável no ano passado. O ganho anual da moeda americana foi de 29%, impactando as margens de todo o ciclo de produção de combustíveis."

A Petrobras vai elevar mais uma vez os preços da gasolina e do diesel nas refinarias a partir de terça-feira (2), informou a companhia nesta segunda-feira, por meio da assessoria de imprensa. A nova alta vem pouco mais de uma semana após o presidente Jair Bolsonaro pedir a substituição do presidente da petroleira.

O preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,60 por litro, alta de R$ 0,12 por litro (4,8%), enquanto o diesel passará a média de R$ 2,71 por litro, aumento de R$ 0,13 por litro (5%).

É a quinta alta do ano nos preços da gasolina, e a quarta no valor do litro do diesel. Em dezembro, o litro da gasolina custava em média R$ 1,84. Já o do diesel saía a R$ 2,02.

Com os novos reajustes, o litro da gasolina nas refinarias acumula alta de 41,3% desde o início do ano. Já o diesel subiu 34,16% no mesmo período.


Alta também no gás de cozinha

Também vai ficar mais caro, a partir de terça, o gás de botijão. O preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser de R$ 3,05 por kg (equivalente a R$ 39,69 por 13kg), refletindo um aumento médio de R$ 0,15 por kg (equivalente a R$ 1,90 por 13kg) - uma alta de cerca de 5%.


Troca de comando

As sucessivas altas nos combustíveis este ano irritaram  Bolsonaro, que indicou o general Joaquim Silva e Luna para substituir o atual presidente Roberto Castello Branco do comando da estatal, como mostra o vídeo abaixo. O mandato de Castello Branco, no entanto, termina em 20 de março, e ele segue no cargo.

A troca provocou um forte forte abalo nas ações da companhia, que chegou a perder R$ 75 bilhões em valor de mercado em um só dia.


Bolsonaro indica novo presidente da Petrobras; entenda o caso

Lucro recorde

A Petrobras encerrou o quarto trimestre de 2020 com lucro recorde de R$ 7 bilhões, apesar do momento de crise. Segundo a Economatica, o resultado é tanto recorde nominal entre as empresas brasileiras como também quando se ajustam os valores dos maiores lucros da história pela inflação."

Fonte: G1