
Painel da covid-19 em Poços de Caldas
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social
Neurocientista Miguel Nicolelis tem um importante aviso
Fonte: OGM

Painel da covid-19 em Poços de Caldas
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social
Neurocientista Miguel Nicolelis tem um importante aviso
Fonte: OGM
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| Jurista, Ives Gandra Martins |
Por Ricardo Ferraz - Veja.com
"Se tornou comum, durante os discursos do presidente Jair Bolsonaro, em que ele insinua o rompimento da ordem institucional e a possibilidade de interferência em outros poderes, a claque responder com a frase "eu autorizo". A palavra de ordem remete ao artigo 142 da Constituição Federal, que trata do papel das Forças Armadas no país. Na interpretação dos apoiadores do governo, o chefe do poder Executivo, poderia evocar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica para interferirem em outros poderes e, assim, restabelecer a "aplicação da Lei e da Ordem".
Para o jurista, mesmo o presidente sendo o chefe das Forças Armadas, ele não poderia comandar uma intervenção caso a solicitasse. "Isso caberia exclusivamente aos comandantes de cada força, nem o ministro da Defesa poderia interferir", diz. "Essa interpretação [de que Bolsonaro poderia interferir no conflito entre os poderes] está completamente equivocada. O artigo 142 existe para ser usado em casos excepcionalíssimos, como último recurso", finaliza.
A postura de Ives Gandra, um conservador assumido com bom trânsito nas Forças Armadas – é professor da Escola Superior de Guerra e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército – causou decepção entre os advogados bolsonaristas que se mobilizam para oferecer apoio jurídico aos manifestantes no dia da independência. Em grupos de troca de mensagens, diversos operadores do direito disseram que ele "mudou de lado"."
Fonte: Veja.com
Somos as nossas escolhas.
Jean-Paul Sartre
A partir do momento em que acordamos até o momento em que voltamos a dormir, precisamos tomar decisões. Segundo o artigo “The Cure for Decision Fatigue” (‘A Cura para a Fadiga da Decisão’, em tradução livre), publicado pelo periódico norte-americano The Wall Street Journal, pesquisas apontam que um ser humano adulto toma 35 mil decisões diárias. Isto mesmo: entre decisões simples (como levantar-se da cama) e decisões complexas (como adquirir um carro ou aceitar um pedido de casamento), tomamos praticamente uma decisão por segundo – já descontadas as horas de sono.E você precisa tomar a decisão.
O sistema de crenças está ali, dentro de você, gritando para escolher o caminho mais seguro, o trilho desenhado e mapeado há anos, que o levou em segurança até aquele momento. “Não saia da rota!” – ele grita – “faça o que se espera que você faça!”.
E neste momento, você diz a única palavra que lhe recuperará o poder e a liberdade.
Você diz “não”.
Em uma manhã aparentemente comum de Primeiro de Dezembro de 1955, no Alabama, uma senhora chamada Rosa Parks tomou um ônibus e sentou-se. Naquela época, em algumas regiões do sul dos Estados Unidos, havia uma lei que obrigava aos negros a se levantar para dar lugar a um branco, quando o transporte público lotava. O ônibus que Rosa viajava lotou. Uma pessoa branca, que a História não guardou o nome, quis sentar-se. E ordenou a Rosa que lhe cedesse o lugar.
Então a mulher de 42 anos fez o impensável: ela disse “não”. O motorista parou o ônibus e reforçou a ordem. Rosa manteve-se irredutível, mesmo ameaçada de prisão. O que de fato aconteceu: o ônibus tomou o caminho da delegacia, onde Rosa foi fichada e detida. E a Teoria do Caos, onde o bater de asas de uma borboleta pode provocar um tufão do outro lado do planeta, entrou em ação.
No dia de seu julgamento, em 5 de dezembro do mesmo ano, panfletos foram distribuídos à população negra. Convocavam para que nenhum negro utilizasse nenhum ônibus naquela segunda-feira, fossem crianças ou adultos. Choveu naquele dia, mas os negros – cerca de 40 mil, motivados por um certo Martin Luther King Jr. – persistiram no boicote. E um pouco mais. E um pouco mais. No total foram trezentas e oitenta e uma segundas-feiras consecutivas. As companhias de ônibus estavam indo à bancarrota. Em 21 de dezembro de 1956, a lei segregacionista de transporte foi derrubada.
Em 14 de junho de 1968, um grupo de militares brasileiros é convocado para uma reunião em uma sala do Ministério da Aeronáutica. Nesta reunião, liderada pelo brigadeiro João Paulo Moreira Burnier, um plano macabro é exposto. A ditadura brasileira completava 4 anos, e estava sob crescentes críticas e pressão interna e externa. Uma ala extremista das Forças Armadas brasileiras então imaginou um plano: executar atentados terroristas e colocar a culpa na esquerda, de maneira a justificar uma repressão violenta e sangrenta. O ápice dos atentados terroristas seria a explosão do gasômetro no Rio de Janeiro – uma ideia que, se concretizada, teria matado pelo menos 100 mil pessoas. Quando perguntado sobre o que achava do plano, o capitão Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, conhecido pela tropa como “Sérgio Macaco”, mostrou-se indignado, denominou o plano de “imoral” e avisou que enquanto estivesse vivo, aquele plano jamais aconteceria. O plano foi deixado de lado quando foi vazado para o “Correio da Manhã”, além de denunciado na Câmara dos Deputados pelo deputado Maurílio Lima (MDB-PE).
Sérgio Macaco foi cassado pelo AI-5 e perseguido durante toda a sua vida. Somente em 1992, devido a uma decisão do STF, foi reintegrado à Aeronáutica com o posto de brigadeiro, mas a decisão não foi cumprida pelo ministro Lélio Lobo. O Brigadeiro Sérgio Macaco, como merece ser chamado, teve seu direito efetivado pelo então presidente Itamar Franco, seis dias após sua morte por câncer.
Rosa Parks, o Brigadeiro Sérgio Carvalho, e tantos outros seres humanos que realizaram feitos notáveis foram capazes de dizer “não” a si mesmos – à voz de seu sistema de crenças que lhes diziam para fazer o que sempre foi feito, mesmo que isto afrontasse a sua dignidade ou seus sonhos. Quando eles disseram “não”, na verdade disseram “sim” a algo muito maior e alcançaram o que todo ser humano pode e deseja alcançar: a transcendência.
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| Maurício Luz |
1º Belmiro Siqueira de Administração – em 1996, na categoria monografia, com o tema “O Cliente em Primeiro Lugar”.
E o 2ºBelmiro Siqueira em 2008, com o tema “Desenvolvimento Sustentável: Desafios e Oportunidades Para a Ciência da Administração”..
Ex-integrante da Comissão de Desenvolvimento Sustentável do Conselho de Administração RJ.
Com experiência em empresas como SmithKline Beecham (atual Glaxo SmithKline), Lojas Americanas e Petrobras Distribuidora, ocupando cargos de liderança de equipes voltadas ao atendimento ao cliente.
Maurício Luz é empresário, palestrante e Professor. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997).
Mestre em Administração de Empresas pelo Ibmec (2005). Formação em Liderança por Condor Blanco Internacional (2012).
Formação em Coach pela IFICCoach (2018). Certificado como Conscious Business Change Agent pelo Conscious Business Innerprise (2019).
Atualmente em processo de certificação em consultor de Negócios Conscientes por Conscious Business Journey.
Sábado (04/09) – 2ª Dose – até às 12h
Pessoas que receberam 1ª dose da Astrazeneca dia 08/06.
Onde vacinar?
Drive Thru e Atendimento a pé- Complexo Cultural da Urca – 08h às 17h
UBS Regional Leste – Rua Cecília Fischela, nº63 – Estância São José – 08h às 15h
UBS Regional Sul – Av. Antônio Marinoni, nº 125 – São Sebastião – 08h às 15h
UBS Jd. Country Club – Ruas José Mendonça, nº131- Jd. Country Club – 08h às 15h
PSF Parque Esperança 2 (novo local) – Rua Lázaro de Lima, 280 – 8h às 15h
Não esquecer do documento oficial com foto, o cartão do SUS e o comprovante de endereço.
Fonte: prefeitura de Poços de Caldas
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| Caixa e BB haviam decidido deixar a FEBRABAN |
Por Murilo Rodrigues Alves - Estadão
"BRASÍLIA - A Caixa e o Banco do Brasil decidiram permanecer na Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), segundo apurou o Estadão/Broadcast. Para o comando das instituições oficiais, a "solução" encontrada pela associação dos bancos agradou as duas partes.
Nesta quinta-feira, 2, a Febraban reafirmou, em nota, o apoio ao manifesto que pede a pacificação entre Poderes. No comunicado, a entidade procurou se desvincular das decisões da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), cujo presidente, Paulo Skaf, optou pelo adiamento do documento. A previsão original era divulgá-lo na última terça-feira.
No entanto, a Febraban não divulgou o manifesto. Também não assinará o documento, caso ele ainda seja divulgado pela Fiesp e nem publicará seu próprio manifesto - essa era a principal exigência dos bancos públicos.
Assim, a federação dos bancos deu o assunto por encerrado – e o comando dos bancos públicos também. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que capitaneou a ameaça, ficou menos satisfeito e não participou pessoalmente das negociações ontem. Já o presidente do BB, Fausto Ribeiro, foi para São Paulo para resolver o impasse.
A Febraban manifestou também “respeito pela opção do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que se posicionaram contrariamente à assinatura do manifesto” e ameaçam deixar a entidade caso ela mantenha o endosso ao documento. Essa parte também agradou o comando dos bancos públicos.
A Febraban decidiu reiterar o voto da maioria de seu conselho e manter o apoio ao manifesto, que não cita o presidente Jair Bolsonaro nem faz críticas diretas ao governo federal.
A entidade das instituições financeiras destaca na nota que a adesão ao manifesto “A Praça é dos Três Poderes” se deu em “um contexto plurifederativo de entidades representativas do setor produtivo cuja única finalidade é defender a harmonia do ambiente institucional no País".
A publicação do manifesto, prevista para terça-feira, foi suspensa por Skaf – após conversa por telefone com o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL) – com o argumento de que é necessário mais prazo para que associações decidam pela adesão ou não. O prazo final estabelecido por Skaf seria o fim da tarde desta sexta-feira, mas a expectativa é de que o comunicado seja publicado apenas após o 7 de Setembro, quando estão previstos atos convocados por Bolsonaro e apoiadores.
Para a Febraban, “o conteúdo do manifesto, aprovado por sua governança própria, foi amplamente divulgado pela mídia do País, cumprindo sua finalidade”: “(A Febraban) Confirma seu apoio ao conteúdo do texto que aprovou, já de amplo conhecimento público, cumprindo assim o seu papel ao se juntar aos demais setores produtivos do Brasil num pedido de equilíbrio e serenidade, elementos basilares de uma democracia sólida e vigorosa”, diz o comunicado.
O texto que circulou entre associações empresariais dizia que a harmonia “tem de ser a regra” entre os Poderes e que é “primordial” que todos os ocupantes de cargos relevantes da República sigam a Constituição. As entidades da sociedade civil afirmam que “veem com grande preocupação a escalada de tensões e hostilidades entre autoridades públicas”, que o momento exige aproximação e cooperação entre Legislativo, Judiciário e Executivo e que cada um atue com “responsabilidade nos limites de sua competência”."
Fonte: Estadão
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| Governo de SP/Divulgação |
Por Redação VEJA São Paulo
"No mês de agosto, o primeiro após o retorno ao ensino presencial no estado de São Paulo, houve, ao menos, 3.668 casos de Covid-19 nas escolas públicas e privadas. As informações são do SP1.
O número é referente aos casos suspeitos que tiveram resultado positivo de RT-PCR. Dividindo o total, são 2.873 estudantes, 735 funcionários e 60 trabalhadores terceirizados das instituições de ensino. Outros 2.239 casos ainda estão em investigação.
Segundo a Secretaria Estadual de Educação, esses casos são considerados “prováveis”, mas ainda é preciso cruzar as informações com área da saúde para confirmar o resultado.
Os casos foram notificados pelo Sistema de Informação e de Monitoramento da Educação para Covid-19 (Simed), entre 2 e 31 de agosto. No total, o estado possui 3,5 milhões de alunos apenas na rede estadual."
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Os senadores rejeitaram a proposta de uma nova reforma trabalhista, que criaria novos regimes de contratação para jovens e um programa para contratação sem direito a férias, 13º salário e FGTS Imagem: MARCOS OLIVEIRA/AGÊNCIA SENADO Por Antonio Temóteo Do UOL, em Brasília "Em derrota para o governo de Jair Bolsonaro (sem partido), o Senado Federalrejeitou nesta quarta-feira (1º), com 47 votos contrários e 27 favoráveis, a proposta de uma nova reforma trabalhista. O projeto criaria novos regimes de contratação para jovens e vagas sem direito a férias, 13º salário e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)...Leia mais... |