sábado, 4 de setembro de 2021

Boletim epidemiológico atualizado: sábado, 4 de setembro, em Poços de Caldas, MG

 

    Painel da covid-19 em Poços de Caldas

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social 

Neurocientista Miguel Nicolelis tem um importante aviso 

Fonte: OGM

"‘Estão fazendo confusão’, diz jurista, sobre artigo 142 da Constituição"

Jurista, Ives Gandra Martins

Por Ricardo Ferraz - Veja.com

"Se tornou comum, durante os discursos do presidente Jair Bolsonaro, em que ele insinua o rompimento da ordem institucional e a possibilidade de interferência em outros poderes, a claque responder com a frase "eu autorizo". A palavra de ordem remete ao artigo 142 da Constituição Federal, que trata do papel das Forças Armadas no país. Na interpretação dos apoiadores do governo, o chefe do poder Executivo, poderia evocar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica para interferirem em outros poderes e, assim, restabelecer a "aplicação da Lei e da Ordem".

A ideia não é nova, grupos de direita saudosos da ditadura militar a defendem desde as manifestações de 2013, mas os pedidos de uma "intervenção militar constitucional" se tornaram mais frequentes e incisivos às vésperas dos atos de 7 de setembro, quando apoiadores do governo pretendem ir às ruas para protestar contra atos do Supremo Tribunal Federal. Na visão de um dos mais respeitados juristas do Brasil, no entanto, a interpretação bolsonarista do artigo está equivocada. Ives Gandra Martins, advogado constitucionalista, acredita que estão fazendo "uma tremenda confusão" ao redor do tema.

O artigo 142 prevê que "As Forças Armadas destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem". Ou seja, os chefes do Executivo, do Judiciário, e do Legislativo, podem solicitar intervenção do Exército, Marinha e Aeronáutica, caso haja conflitos entre eles. Ives Gandra ressalva, no entanto, que "isso só pode acontecer para restabelecer a lei, e não para rompê-la. A garantia da Lei e da Ordem deve ser pontual, não foi criada para derrubar poderes, nem para tirar ministros do STF. Não há, até o momento, nenhum rompimento da ordem institucional que justifique essa medida", explica.

Para o jurista, mesmo o presidente sendo o chefe das Forças Armadas, ele não  poderia comandar uma intervenção caso a solicitasse. "Isso caberia exclusivamente aos comandantes de cada força, nem o ministro da Defesa poderia interferir", diz. "Essa interpretação [de que Bolsonaro poderia interferir no conflito entre os poderes] está completamente equivocada. O artigo 142 existe para ser usado em casos excepcionalíssimos, como último recurso", finaliza.

A postura de Ives Gandra, um conservador assumido com bom trânsito nas Forças Armadas – é professor da Escola Superior de Guerra e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército – causou decepção entre os advogados bolsonaristas que se mobilizam para oferecer apoio jurídico aos manifestantes no dia da independência. Em grupos de troca de mensagens, diversos operadores do direito disseram que ele "mudou de lado"."

Fonte: Veja.com

Pandemia: 9 coisas que a ciência aprendeu sobre a covid-19

Fonte: BBC NEWS Brasil

"Você se lembra de quando limpava cada item da compra do supermercado (e até as sacolas de plástico)? Ou de quando começaram a aparecer as primeiras máscaras caseiras? E a época em que a cloroquina era encarada como um tratamento promissor contra a covid-19?
Pois é, a ciência evolui constantemente, e as recomendações que valiam ontem podem deixar de fazer sentido hoje ou amanhã. Durante uma pandemia, esse avanço é ainda mais veloz. Portanto, ficar atento às diretrizes e consensos entre especialistas pode ser, literalmente, uma questão de vida ou morte. Neste vídeo, nosso repórter André Biernath explica, com nove exemplos, como as recomendações de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença se transformaram radicalmente." Fonte: BBC NEWS Brasil

“Quando o 'Não' É A Porta Para o 'Sim' ”

 

Somos as nossas escolhas.

                                                              Jean-Paul Sartre

A partir do momento em que acordamos até o momento em que voltamos a dormir, precisamos tomar decisões. Segundo o artigo “The Cure for Decision Fatigue” (‘A Cura para a Fadiga da Decisão’, em tradução livre), publicado pelo periódico norte-americano The Wall Street Journal, pesquisas apontam que um ser humano adulto toma 35 mil decisões diárias. Isto mesmo: entre decisões simples (como levantar-se da cama) e decisões complexas (como adquirir um carro ou aceitar um pedido de casamento), tomamos praticamente uma decisão por segundo – já descontadas as horas de sono.

Muitas destas decisões são tão automáticas ou inconscientes que passam despercebidas. Programado para facilitar a nossa vida, poupando nossa energia e nos protegendo de ameaças reais ou imaginárias, o cérebro aprende as decisões que são tomadas e as automatiza sempre que possível. É claro que esta funcionalidade do cérebro tem uma grande utilidade, pois não precisamos pensar o tempo inteiro em decisões que precisamos tomar. Mas tem um efeito colateral perigoso para nossa humanidade.

Esta característica do cérebro nos torna um terreno fértil para que um sistema de crenças se estabeleça. Estas crenças se estabelecem e consolidam percepções de mundo que facilitam as escolhas, tornam-se assim cada vez mais difíceis de serem percebidas e alteradas. E as escolhas muitas vezes não são as melhores para a pessoa, são apenas que são as mais fáceis. Aquelas escolhas às quais ela se acostumou e lhe concede sensação de segurança e conforto.

Para se resolver o automatismo, há um antídoto composto por duas etapas. A primeira, é estar atento aos motivos pelos quais se faz uma escolha. Demanda um certo gasto de energia e de autoconhecimento. Decidir ir por um caminho diferente para o trabalho ou a casa do namorado ou namorada exige perceber que se faz sempre o mesmo caminho.

A segunda etapa é o verdadeiro desafio. Pois perceber que se faz o mesmo caminho para chegar a algum lugar vai demandar ousar ir por um caminho diferente. Ou seja, após se perceber o automatismo de uma decisão, é necessário escolher mudar de trajeto – e qual o trajeto a ser efetuado. Haverá insegurança. Haverá medo. Borboletas surgirão em seu estômago.

Esta é uma decisão até mesmo considerada simples. O desafio aumenta de escala e patamar quando se percebe que a situação à qual se estava acostumado é prejudicial a você de alguma forma. Prejudica seus valores mais caros, sua autoestima, sua conexão com o que considera de mais sagrado. Você percebe isso e vem o desconforto, a raiva, a indignação, a tristeza, ou qualquer outro sentimento primário.

E você precisa tomar a decisão.

O sistema de crenças está ali, dentro de você, gritando para escolher o caminho mais seguro, o trilho desenhado e mapeado há anos, que o levou em segurança até aquele momento. “Não saia da rota!” – ele grita – “faça o que se espera que você faça!”.


E neste momento, você diz a única palavra que lhe recuperará o poder e a liberdade.

Você diz “não”.

Em uma manhã aparentemente comum de Primeiro de Dezembro de 1955, no Alabama, uma senhora chamada Rosa Parks tomou um ônibus e sentou-se. Naquela época, em algumas regiões do sul dos Estados Unidos, havia uma lei que obrigava aos negros a se levantar para dar lugar a um branco, quando o transporte público lotava. O ônibus que Rosa viajava lotou. Uma pessoa branca, que a História não guardou o nome, quis sentar-se. E ordenou a Rosa que lhe cedesse o lugar.


Então a mulher de 42 anos fez o impensável: ela disse “não”. O motorista parou o ônibus e reforçou a ordem. Rosa manteve-se irredutível, mesmo ameaçada de prisão. O que de fato aconteceu: o ônibus tomou o caminho da delegacia, onde Rosa foi fichada e detida. E a Teoria do Caos, onde o bater de asas de uma borboleta pode provocar um tufão do outro lado do planeta, entrou em ação.

No dia de seu julgamento, em 5 de dezembro do mesmo ano, panfletos foram distribuídos à população negra. Convocavam para que nenhum negro utilizasse nenhum ônibus naquela segunda-feira, fossem crianças ou adultos. Choveu naquele dia, mas os negros – cerca de 40 mil, motivados por um certo Martin Luther King Jr. – persistiram no boicote. E um pouco mais. E um pouco mais. No total foram trezentas e oitenta e uma segundas-feiras consecutivas. As companhias de ônibus estavam indo à bancarrota. Em 21 de dezembro de 1956, a lei segregacionista de transporte foi derrubada.

Em 14 de junho de 1968, um grupo de militares brasileiros é convocado para uma reunião em uma sala do Ministério da Aeronáutica. Nesta reunião, liderada pelo brigadeiro João Paulo Moreira Burnier, um plano macabro é exposto. A ditadura brasileira completava 4 anos, e estava sob crescentes críticas e pressão interna e externa. Uma ala extremista das Forças Armadas brasileiras então imaginou um plano: executar atentados terroristas e colocar a culpa na esquerda, de maneira a justificar uma repressão violenta e sangrenta. O ápice dos atentados terroristas seria a explosão do gasômetro no Rio de Janeiro – uma ideia que, se concretizada, teria matado pelo menos 100 mil pessoas. Quando perguntado sobre o que achava do plano, o capitão Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, conhecido pela tropa como “Sérgio Macaco”, mostrou-se indignado, denominou o plano de “imoral” e avisou que enquanto estivesse vivo, aquele plano jamais aconteceria. O plano foi deixado de lado quando foi vazado para o “Correio da Manhã”, além de denunciado na Câmara dos Deputados pelo deputado Maurílio Lima (MDB-PE).

Sérgio Macaco foi cassado pelo AI-5 e perseguido durante toda a sua vida. Somente em 1992, devido a uma decisão do STF, foi reintegrado à Aeronáutica com o posto de brigadeiro, mas a decisão não foi cumprida pelo ministro Lélio Lobo. O Brigadeiro Sérgio Macaco, como merece ser chamado, teve seu direito efetivado pelo então presidente Itamar Franco, seis dias após sua morte por câncer.

Rosa Parks, o Brigadeiro Sérgio Carvalho, e tantos outros seres humanos que realizaram feitos notáveis foram capazes de dizer “não” a si mesmos – à voz de seu sistema de crenças que lhes diziam para fazer o que sempre foi feito, mesmo que isto afrontasse a sua dignidade ou seus sonhos. Quando eles disseram “não”, na verdade disseram “sim” a algo muito maior e alcançaram o que todo ser humano pode e deseja alcançar: a transcendência.


Maurício Luz

 Maurício Luz escreve a Coluna "Frases em Nosso Tempo", aos sábados para O Guardião da Montanha.

Ele é carioca e ganhou prêmios:

1º Belmiro Siqueira de Administração – em 1996, na categoria monografia, com o tema “O Cliente em Primeiro Lugar”. 

E o 2ºBelmiro Siqueira em 2008, com o tema “Desenvolvimento Sustentável: Desafios e Oportunidades Para a Ciência da Administração”..

Ex-integrante da Comissão de Desenvolvimento Sustentável do Conselho de Administração RJ. 

Com experiência em empresas como SmithKline Beecham (atual Glaxo SmithKline), Lojas Americanas e Petrobras Distribuidora, ocupando cargos de liderança de equipes voltadas ao atendimento ao cliente.

Maurício Luz é empresário, palestrante e Professor. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997). 

Mestre em Administração de Empresas pelo Ibmec (2005). Formação em Liderança por Condor Blanco Internacional (2012). 

Formação em Coach pela IFICCoach (2018). Certificado como Conscious Business Change Agent pelo Conscious Business Innerprise (2019). 

Atualmente em processo de certificação em consultor de Negócios Conscientes por Conscious Business Journey.


sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Vacinação contra a Covid-19 em Poços de Caldas neste sábado, 4 de setembro


Sábado (04/09) – 2ª Dose – até às 12h

Pessoas que receberam 1ª dose da Astrazeneca dia 08/06.


Onde vacinar?

Drive Thru e Atendimento a pé- Complexo Cultural da Urca – 08h às 17h

UBS Regional Leste – Rua Cecília Fischela, nº63 – Estância São José – 08h às 15h

UBS Regional Sul –  Av. Antônio Marinoni, nº 125 – São Sebastião – 08h às 15h

UBS Jd. Country Club – Ruas José Mendonça, nº131- Jd. Country Club – 08h às 15h

PSF Parque Esperança 2 (novo local) – Rua Lázaro de Lima, 280 – 8h às 15h

Não esquecer do documento oficial com foto, o cartão do SUS e o comprovante de endereço.                                

Fonte: prefeitura de Poços de Caldas 

Boletim epidemiológico atualizado: sexta-feira, 3 de setembro, em Poços de Caldas, MG

 

     Painel da covid-19 em Poços de Caldas

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social  

"Conexão wifi: conheça cinco dicas para melhorar sua conexão/velocidade"

Fonte: canaltech

"BB e Caixa recuam e decidem ficar na Febraban"

Caixa e BB haviam decidido deixar a FEBRABAN 
Ontem a Caixa e Banco do Brasil haviam ficado fora do pedido de "Pacificação entre Poderes" e decidiram deixar a Febraban, mas hoje pensaram melhor!

Por Murilo Rodrigues Alves - Estadão

"BRASÍLIA - A Caixa e o Banco do Brasil decidiram permanecer na Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), segundo apurou o Estadão/Broadcast. Para o comando das instituições oficiais, a "solução" encontrada pela associação dos bancos agradou as duas partes.

Nesta quinta-feira, 2, a Febraban reafirmou, em nota, o apoio ao manifesto que pede a pacificação entre Poderes. No comunicado, a entidade procurou se desvincular das decisões da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), cujo presidente, Paulo Skaf, optou pelo adiamento do documento. A previsão original era divulgá-lo na última terça-feira.

No entanto, a Febraban não divulgou o manifesto. Também não assinará o documento, caso ele ainda seja divulgado pela Fiesp e nem publicará seu próprio manifesto - essa era a principal exigência dos bancos públicos.

Assim, a federação dos bancos deu o assunto por encerrado – e o comando dos bancos públicos também. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que capitaneou a ameaça, ficou menos satisfeito e não participou pessoalmente das negociações ontem. Já o presidente do BB, Fausto Ribeiro, foi para São Paulo para resolver o impasse.

A Febraban manifestou também “respeito pela opção do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que se posicionaram contrariamente à assinatura do manifesto” e ameaçam deixar a entidade caso ela mantenha o endosso ao documento. Essa parte também agradou o comando dos bancos públicos.

A Febraban decidiu reiterar o voto da maioria de seu conselho e manter o apoio ao manifesto, que não cita o presidente Jair Bolsonaro nem faz críticas diretas ao governo federal.

A entidade das instituições financeiras destaca na nota que a adesão ao manifesto “A Praça é dos Três Poderes” se deu em “um contexto plurifederativo de entidades representativas do setor produtivo cuja única finalidade é defender a harmonia do ambiente institucional no País".

A publicação do manifesto, prevista para terça-feira, foi suspensa por Skaf – após conversa por telefone com o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL) – com o argumento de que é necessário mais prazo para que associações decidam pela adesão ou não. O prazo final estabelecido por Skaf seria o fim da tarde desta sexta-feira, mas a expectativa é de que o comunicado seja publicado apenas após o 7 de Setembro, quando estão previstos atos convocados por Bolsonaro e apoiadores.

Para a Febraban, “o conteúdo do manifesto, aprovado por sua governança própria, foi amplamente divulgado pela mídia do País, cumprindo sua finalidade”: “(A Febraban) Confirma seu apoio ao conteúdo do texto que aprovou, já de amplo conhecimento público, cumprindo assim o seu papel ao se juntar aos demais setores produtivos do Brasil num pedido de equilíbrio e serenidade, elementos basilares de uma democracia sólida e vigorosa”, diz o comunicado.

O texto que circulou entre associações empresariais dizia que a harmonia “tem de ser a regra” entre os Poderes e que é “primordial” que todos os ocupantes de cargos relevantes da República sigam a Constituição. As entidades da sociedade civil afirmam que “veem com grande preocupação a escalada de tensões e hostilidades entre autoridades públicas”, que o momento exige aproximação e cooperação entre Legislativo, Judiciário e Executivo e que cada um atue com “responsabilidade nos limites de sua competência”."

Fonte: Estadão  

indígenas, donos dessa terra chamada Brasil

Fonte: whatsApp

Grande meteoro explode acima do Piauí

Fonte: Mistérios do Espaço

"Há estimativas que todos os dias pelo menos 17 rochas espaciais sejam grandes o suficiente para entrar na atmosfera da Terra e chegar ao solo. E no último sábado, dia 28 de agosto, um grande meteoro explodiu bem acima do estado do Piauí e é possível que a rocha espacial tenha sobrevivido ao processo de entrada atmosférica. No vídeo de hoje, vamos ver os registros incríveis do fenômeno e entender o que aconteceu por lá!"

Fonte: Mistérios do Espaço

"Família Bolsonaro executa há três décadas o holding da rachadinha" | Jo...

Fonte: UOL

"Com os novos desdobramentos após os relatos do ex-funcionário da família de Jair Bolsonaro (sem partido), o Brasil começa a ver um cenário maior das acusações contra o presidente. O colunista Josias de Souza ressaltou que "rachadinha é eufemismo para roubo de dinheiro público". Ao UOL News, o jornalista afirmou que a família do agora mandante federal firmou uma verdadeira instituição para as rachadinhas. "Nenhum outro político conseguiu realizar esse desvio com a sofisticação empreendedora do Bolsonaro. Sob o comando dele, a família executa há três décadas um holding da rachadinha, que ganhou pelo menos duas filiais, em Flávio e Carlos Bolsonaro", disse."

Fonte: UOL NEWS

Estamos próximos de trabalhar só 4 dias por semana?

Fonte: BBC News Brasil

O que você faria se tivesse um dia de folga a mais por semana?
"Nos últimos tempos, algumas empresas e países têm testado trabalhar menos horas. Inclusive aqui no Brasil.
E os resultados têm sido promissores tanto na vida pessoal dos trabalhadores quanto na produtividade.
Confira.
Neste vídeo, Camilla Veras Mota viaja pela história do trabalho, fala sobre as experiências sendo realizadas no mundo e explora o quão factível é uma realidade em que trabalhemos apenas quatro dias por semana."
Fonte: BBC NEWS BRASIL

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Educação: "Escolas de SP registram 3,6 mil casos de Covid após retorno em agosto"

Governo de SP/Divulgação

Por Redação VEJA São Paulo

"No mês de agosto, o primeiro após o retorno ao ensino presencial no estado de São Paulo, houve, ao menos, 3.668 casos de Covid-19 nas escolas públicas e privadas. As informações são do SP1.

O número é referente aos casos suspeitos que tiveram resultado positivo de RT-PCR. Dividindo o total, são 2.873 estudantes, 735 funcionários e 60 trabalhadores terceirizados das instituições de ensino. Outros 2.239 casos ainda estão em investigação.

Segundo a Secretaria Estadual de Educação, esses casos são considerados “prováveis”, mas ainda é preciso cruzar as informações com área da saúde para confirmar o resultado.

Os casos foram notificados pelo Sistema de Informação e de Monitoramento da Educação para Covid-19 (Simed), entre 2 e 31 de agosto. No total, o estado possui 3,5 milhões de alunos apenas na rede estadual."

Fonte: Veja São Paulo  

Jornal da Cultura | 02/09/2021

Fonte: Jornal da Cultura, SP

"No Jornal da Cultura desta quinta-feira, você vai ver: Reforma tributária aprovada na câmara, após acordo com centrão, amplia faixa de isenção do imposto de renda e a criação de cobrança sobre lucros e dividendos; Suposto lobista da Precisa Medicamentos não aparece para depor na CPI da Covid e senadores acionam STF com pedido de condução coercitiva e apreensão do passaporte de Marconny de Faria; Tempestade histórica deixa mais de vinte mortos na passagem pela costa leste norte-americana.
Para comentar essas e outras notícias, Ana Paula Couto recebe o empresário Emerson Kapaz, e o economista Gesner Oliveira, professor da Fundação Getúlio Vargas."

Fonte: TV Cultura, SP

Boletim epidemiológico atualizado: quinta-feira, 2 de setembro, em Poços de Caldas, MG

             Painel da covid-19 em Poços de Caldas

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social  

Vacinação contra a Covid-19, em Poços de Caldas nesta sexta-feira, 3 de setembro

Mesmo você que já tomou a 2ª dose continue usando a máscara em lugares públicos e fechados. Evite Aglomerações.

Sexta-feira (03/09) – 2ª Dose

Pessoas que receberam 1ª dose da Astrazeneca dia 08/06.


Onde vacinar?

Drive Thru e Atendimento a pé- Complexo Cultural da Urca – 08h às 17h

UBS Regional Leste – Rua Cecília Fischela, nº63 – Estância São José – 08h às 15h

UBS Regional Sul –  Av. Antônio Marinoni, nº 125 – São Sebastião – 08h às 15h

UBS Jd. Country Club – Ruas José Mendonça, nº131- Jd. Country Club – 08h às 15h

PSF Parque Esperança 2 (novo local) – Rua Lázaro de Lima, 280 – 8h às 15h

Não esquecer do documento oficial com foto, o cartão do SUS e o comprovante de endereço.                                

Fonte: prefeitura de Poços de Caldas 

 

"Em derrota para governo Bolsonaro, Senado rejeita nova reforma trabalhista"

Os senadores rejeitaram a proposta de uma nova reforma trabalhista, que criaria novos regimes de contratação para jovens e um programa para contratação sem direito a férias, 13º salário e FGTS Imagem: MARCOS OLIVEIRA/AGÊNCIA SENADO

Por Antonio Temóteo Do UOL, em Brasília
"Em derrota para o governo de Jair Bolsonaro (sem partido), o Senado Federalrejeitou nesta quarta-feira (1º), com 47 votos contrários e 27 favoráveis, a proposta de uma nova reforma trabalhista. O projeto criaria novos regimes de contratação para jovens e vagas sem direito a férias, 13º salário e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)...Leia mais...

Fonte: UOL