quarta-feira, 16 de novembro de 2022
terça-feira, 15 de novembro de 2022
Jornal da Cultura | 15/11/2022 - Bolsonaristas rezam pedindo golpe. Foram detectadas fraudes no governo Bolsonaro. Assista o Provoca na sequência com Casagrande.
"Afastado por piada nazista, gestor do BB apoia Bolsonaro nas redes sociais"
"Afastado por fazer piada de cunho nazista em um grupo de WhatsApp do Banco do Brasil, o gestor Kauam Sarabi Moreira é apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do agora senador eleito Sergio Moro (União-PR) nas redes sociais.
No Instagram, ele faz postagens favoráveis aos dois políticos de direita desde 2018. Em 28 de outubro daquele ano, dia da eleição de Bolsonaro, ele postou foto em uma comemoração de eleitores, vestido com a bandeira do Brasil, dizendo-se estar em "Bolsonarópolis".
Cinco dias depois, fez outra publicação com a hashtag #presidenteBolsonaro. Ele aparece à frente de um boneco de Moro e faz o seguinte comentário. "Você falou superministro? Fortaleza, 21/10/2018, prevendo o futuro" , escreveu. O ex-juiz da Lava Jato, viria a ser nomeado pelo presidente como seu ministro da Justiça. Os dois, mais adiante, romperiam, reconciliando-se apenas nas eleições deste ano.
Em outra postagem, deste ano, Kauam posa com mais três pessoas, todas com o figurino verde e amarelo adotado pelos bolsonaristas. "Família indo votar unida!!!", legendou.
Nesta segunda (14), o Banco do Brasil disse ter afastado o gestor depois que outros funcionários o denunciaram por possível apologia ao nazismo. Ele é gerente de operações estruturadas alinhadas com as "boas práticas socioambientais" (ESG).
Procurado pela Folha de S.Paulo., Kauam negou o afastamento. Disse que está de férias e que retorna ao trabalho normalmente em um mês. Ele não quis comentar sobre as mensagens no WhatsApp.
Por meio de sua assessoria, o BB disse repudiar qualquer manifestação de discriminação e que não compactua com apologia contra grupos raciais, culturais, religiosos ou sociais, como prevê seu Código de Ética.
Segundo relatos feitos ao Painel S.A., na quarta-feira (9) os funcionários do banco estavam conversando no grupo sobre assuntos não relacionados ao trabalho.
Moreira, que tem posição de chefia, respondeu a um comentário com uma montagem de Adolf Hitler conversando ao telefone.
O texto da figurinha fazia um pedido: "Hans, liga o gás". A referência remonta às câmaras de gás em que judeus foram exterminados em massa durante a Segunda Guerra Mundial.
Após o ocorrido, ninguém repreendeu Kauam, chefe apontado como abusivo e com histórico de assédio moral dentro da instituição. O caso, no entanto, foi denunciado à ouvidoria interna e passa por apuração.
O banco diz que ainda não autorizou as férias de Kauam. Ele foi separado do convívio com os funcionários, mas deve comparecer ao trabalho normalmente até que o pedido de férias seja analisado.
Nesta segunda-feira (14), um dos administradores do grupo em que a conversa ocorreu enviou mensagem aos funcionários dizendo que os canais de WhatsApp do banco seriam desativados e que o Microsoft Teams será o único canal oficial de assuntos relativos ao trabalho."
Fonte: Folha de S. Paulo
Hora de emancipar pelas lutas republicanas!
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| Coordenadora Executiva da Articulação dos povos Indígenas do Brasil, Sônia Guajajara em 2019. Foto: APIB |
Por frei Gilvander Moreira
“No contexto de uma sociedade do capital que superexplora de forma crescente o/a trabalhador/a, todos os seres humanos e todos os seres vivos da biodiversidade, sociedade que apregoa a submissão, a resignação e a entrega do ser humano para ser sacrificado no altar do capital idolatrado, a insubmissão, a rebeldia e a resistência dos Sem Terra que lutam pela terra, dos indígenas que lutam pelo resgate de seus territórios, dos Sem Teto que lutam por moradia adequada, dos Negros/as que lutam pela superação do racismo estrutural, das pessoas LGBTQIA+ que lutam pela superação da homofobia, das Mulheres que lutam pelo fim do feminicídio, dos Ecologistas que batalham para frear a devastação ambiental, são traços de pedagogia de emancipação humana.
Com + de 600 casas, Povo da Ocupação Prof. Fábio Alves, no Barreiro, BH/MG, jamais aceitará despejo
Emancipação pressupõe nunca abandonar os princípios originais que levaram à criação da CPT, do MST, do MTST, do MLB, do Movimento Indígena e de todos os outros Movimentos Sociais, não abandonar o Trabalho de Base que passa pela convivência constante com os camponeses sem-terra, com os sem-teto, com os indígenas e todos/as os/as outros/as injustiçados/as da sociedade, reunir-se, discutir e, juntos, buscar caminhos para o fortalecimento da luta coletiva por direitos que precisa se tornar cada vez mais massiva.
Pressupõe também cultivar, manter e fomentar a organização interna envolvendo todos na corresponsabilidade da luta pela terra, por moradia, por territórios etc., despertando, assim, o protagonismo de todos/as. E exige abraçar a construção de outro projeto de sociedade, comprometendo-se com ele, com justiça agrária, justiça socioambiental, justiça urbana, justiça social e geracional, enfim, uma sociedade que supere o capitalismo e que construa outro modo de produção na perspectiva socialista e construa relações socioculturais que sejam de fato justas e equitativas.
Bairro consolidado: Ocupação Fábio Alves, Barreiro, BH/MG. Povo não aceitará despejo. REURB-S, JÁ!
Enquanto perdurar relações sociais escravocratas no Brasil, não teremos justiça no seu sentido mais profundo, nem respeito à dignidade humana e nem à dignidade de toda a biodiversidade. Enquanto a idolatria do capital e do mercado dominar de forma tirânica a força de trabalho, impondo “teto fiscal” e “responsabilidade fiscal”, não teremos “piso social” e nem “responsabilidade social” para retirar grande parte dos mais de 40% do orçamento do país que segue sendo desviado para banqueiros sob o álibi de se amortizar a injusta dívida pública já paga muitas vezes. Investir pesado em políticas socioambientais exige contrariar o ídolo mercado, seus sacerdotes e arautos que estão sempre de plantão com ameaças.
As questões que a luta pela terra nos coloca não são apenas: “Lutar pela terra e por território!” “Perseverar na luta pela terra e por territórios.” “Abandonar a luta pela terra como uma questão anacrônica e ultrapassada.” Mais do que isso, a questão é: “Como continuar travando a luta pela terra e por territórios?” “Como perseverar na luta pela terra e por territórios?” Além de ser questão política, econômica, sociológica etc A luta pela terra e por territórios é essencialmente uma questão pedagógica de emancipação humana.
Mário Campos/MG precisa ser preservado! "Não aceitamos mineração aqui!" Viva agricultura e as águas!
A luta pela terra e por territórios travada pela CPT, pelo MST e pelo pujante Movimento Indígena busca ser pedagogia de emancipação humana. Só a luta pela terra e por territórios não garante emancipação humana, mas também sem a luta pela terra e por territórios que conquistem a sua democratização e a socialização não há emancipação humana. Tudo se conquista com luta coletiva dos/as injustiçados/as sendo protagonistas, mas somos cientes de que as mudanças históricas e estruturalmente marcantes não se concretizam sem que se concretizem, antes e durante, as condições materiais históricas de sua realização.
Não basta a existência de lideranças revolucionárias e/ou teorias revolucionárias. Também a história da luta pela terra e por territórios demonstra que seu êxito ou fracasso não depende apenas da força ou do vacilo do latifúndio, dos latifundiários ou atualmente do agronegócio, mas depende muito do jeito como está sendo travada tal luta. A necessidade de tornar a luta pela terra e por territórios em luta vitoriosa que de fato resulte em democratização e socialização da terra exige a superação da iníqua estrutura fundiária.
STF proíbe despejo sem alternativa adequada e prévia - Por frei Gilvander
Um processo educacional não garante por si só emancipação, mas sem educação não pode haver emancipação. Mas não pode haver educação emancipatória sem luta pela terra e por territórios. Logo, a emancipação humana e social inclui vários tipos de educação e exclui outros, mas transcende a educação formal e exige permanentemente a luta pela terra e por territórios, pois estas lutas têm meios de transformar as condições materiais históricas que garantem a reprodução do modo de produção capitalista.
Como fruto da luta dos movimentos populares e de todas/os as/os militantes de uma educação emancipatória, foi acolhido na Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB) no seu primeiro artigo: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”.
Ato Público em Mariana, MG: Sete anos de crime continuado da Samarco, Vale e BHP. Cadê a Justiça?
Nessa perspectiva ampliada de educação, compreendendo a educação como um processo de formação humana integral, necessariamente conectado às práticas sociais, à História e à cultura, a CPT, o MST, o MTST, o Movimento Indígena etc., com atuação coletiva na luta pela terra e por territórios, têm um peso formativo pelos processos sociais que desencadeiam e se tornam ações permanentes. Assim, a CPT, o MST, o MTST, o MLB e o grande Movimento Indígena são organizações fomentadoras de processos educativos emancipatórios, pois a vida familiar dos Sem Terra, dos Sem Teto, dos parentes indígenas, é ‘chacoalhada’ pelo processo das lutas cotidianas – pequenas, médias e grandes.
Também no trabalho coletivo, nas tensões sociais e nos conflitos enfrentados, no estudo e na reflexão e em todas as ações socioculturais desenvolvidas. Referindo-se à atuação do MST, Arroyo, no Prefácio do livro Pedagogia da Movimento Sem Terra, afirma: “Sua presença, suas lutas, sua organização, seus gestos, suas linguagens e imagens são educativas, nos interrogam, chocam e sacodem valores, concepções, imaginários, culturas e estruturas. Constroem novos valores e conhecimentos, nova cultura política. Formam novos sujeitos coletivos” (ARROYO em Prefácio; CALDART, 2012, p. 15).
A luta pela terra e por territórios, protagonizada pela CPT, MST e Movimento Indígena é pedagogia de emancipação humana, também porque o movimento de ocupação de terra para conquista da reforma agrária e a luta pelo resgate de territórios educa para a socialização, para a cooperação, para o exercício da agroecologia, para a solidariedade, para a igualdade de gêneros, para a valorização da comunidade[2] etc., na contramão da cultura arraigada de defesa da propriedade privada capitalista, do individualismo e da hierarquia.
Levantemo-nos! À luta por direitos, já! - Por frei Gilvander
Enfim, estas lutas urgentes, justas e necessárias são lutas republicanas que nos fazem resgatar o sentido mais profundo da República Federativa do Brasil, pois colocam o público e o bem comum como as pilastras que devem sustentar o edifício da sociedade brasileira que temos que reconstruir, pois foi desmoronada pelo atual desgoverno neofascista.”
Referência
CALDART, Roseli Salete. Pedagogia do Movimento Sem Terra. 4ª Ed. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
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Frei Gilvander Moreira escreve para o Jornal
Frei e padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educação pela FAE/UFMG;
Notas rápidas do feriado da Proclamação da República no Brasil, 15 de novembro
Mundo: "a onda republicana menor que a esperada nas eleições americanas"
Saúde: "Covid-19: tudo o que você precisa saber sobre a nova onda"
| Covid-19: tudo o que você precisa saber sobre a nova onda - Foto: Shutterstock |
"Nova onda de Covid-19 está associada com o surgimento de subvariantes da ômicron. SP emitiu um alerta para alta do número de internações"
Por Redação, Saúde em Dia
"A alta nos casos de Covid-19 tem causado preocupação no Brasil e no mundo. São Paulo registrou a primeira morte por conta da variante BQ.1.1 da ômicron. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde da cidade, a vítima é uma mulher, de 72 anos, que morreu no dia 17 de outubro. E, nesta quinta-feira (10), o estado paulista emitiu alerta para alta de internações em UTI Covid. O número de internações aumentou 56% nas duas últimas semanas.
Nova onda
Uma nova onda já estava sendo prevista com o aumento na taxa de positividade de testes realizados em laboratórios particulares. Entre 8 e 29 de outubro, o Brasil saltou de 3% para 17% de novos diagnósticos confirmados para o vírus em relação ao total, segundo levantamento do Instituto Todos pela Saúde.
De acordo com o Coronavírus Brasil, o país registrou 4.042 novos casos e 47 óbitos nas últimas 24 horas. Com a atualização, 34.855.492 pessoas já se contaminaram no Brasil, e outras 688.395 perderam suas vidas para o coronavírus.
Com a identificação da subvariante B.Q.1, os cientistas estão buscando identificar possíveis impactos da linhagem para as vacinas em uso e para os testes de diagnóstico, além das características clínicas como transmissibilidade e gravidade da doença. Pelo menos cinco estados já registram casos da subvariante no país: São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Amazonas.
Segundo o Dr. Bernardo Almeida, mestre em doenças infecciosas pela UFPR (Universidade Federal do Paraná) e Diretor Médico da Hilab, a tendência de elevação ou queda de casos é o resultado de uma equação complexa. Tudo depende da cobertura vacinal, da queda da proteção e do surgimento de novas variantes capazes de escapar da proteção imunológica. “Há outros fatores que influenciam, como a intensidade de circulação prévia do vírus, padrão de interação social da população e de viagens, entre outros”, afirma.
Ainda é possível prevenir a Covid-19
Conforme o infectologista, a imunização das vacinas é a principal medida preventiva. “Para quem quiser minimizar ainda mais a possibilidade de infecção, pode ser incluído o uso de máscaras de qualidade, especialmente em ambientes fechados, pouco ventilados e com aglomeração. Além disso, reduzir o número de interações”, acrescenta o médico.
“É fundamental que pessoas sintomáticas usem máscaras e realizem testes para afastar a possibilidade de Covid-19. Idealmente, testem para o influenza, que está também circulando mais intensamente”, destaca."
Fonte: Saúde em Dia
segunda-feira, 14 de novembro de 2022
"Fiocruz detecta nova variante da Ômicron que seria responsável por aumento de casos no Amazonas"
"Pesquisador alerta que a situação da pandemia no Norte pode ser modelo para o resto do Brasil: 'O que ocorre no estado tende a se repetir em outras regiões'
Por R7 - Saúde
"A Rede Genômica da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) detectou, no último sábado (12), no Amazonas, uma nova subvariante da Ômicron, que seria responsável pelo crescimento de casos de Covid-19 no estado.
De acordo com o pesquisador Tiago Gräf, da Rede Genômica, o aumento no número de infectados na região Norte merece atenção especial, já que "o que ocorre no estado tende a se repetir em outras regiões e pode estar acontecendo novamente".
Dados da Fiocruz apontavam que, desde a metade do mês de outubro, o número de testes positivos aumentava no Amazonas, tendo subido de uma média móvel de 230 novos infectados por semana para cerca de mil.
Para descobrir quais eram os motivos desse crescimento, os pesquisadores da Fiocruz-AM sequenciaram mais de 200 genomas do Sars-CoV-2 de setembro e outubro e, assim, identificaram a nova variante, que está sendo chamada de BE.9.
A nova cepa é uma evolução da sublinhagem BA.5.3.1, ou seja, é uma Ômicron da linhagem BA.5. Felipe Naveca, virologista da fundação no Amazonas, explica que o vírus descoberto compartilha algumas mutações similares às da BQ.1., que tem sido responsável pelas novas ondas de Covid na Europa e Estados Unidos, por exemplo.
Como acredita o especialista, nenhuma das duas subvariante parece provocar o aumento do número de casos graves, ao menos até o momento — uma vez que o número de casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) e de mortes por Covid-19 não parecem estar aumentando significativamente pela BQ.1.1 (conforme dados internacionais) nem pela BE.9.
"No Amazonas, por exemplo, apesar do aumento no número de casos, a onda causada pela BE.9 é menor que a da BA.5 e muito menor que a da BA.1. E o mesmo se observa para as hospitalizações por SRAG. No Amazonas, a onda da BE.9 parece já ter atingido seu auge e deve começar a diminuir em breve”, afirma Gräf.
Os principais sintomas dos infectados no Amazonas são febre, tosse, dor de garganta e dispneia — falta de ar ou dificuldade para respirar.
A maioria dos casos de Covid-19 diagnosticados no estado é de pessoas sem comorbidade, independentemente da faixa etária, de acordo com números da Susam/FVS (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas).
Gräf rassalta que o acompanhamento da nova cepa deve ser feito de perto. “É por isso que é muito importante que monitoremos de perto a BE.9, pois já vimos que ela fez ressurgir a Covid-19 no Amazonas e não sabemos se ela poderá fazer o mesmo no resto do Brasil".
Fonte: R7
Roda Viva | Wellington Dias | 14/11/2022
sábado, 12 de novembro de 2022
"Brasil não vai condicionar proteção ambiental ao financiamento internacional, diz Marina Silva"
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| Ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, na COP27, no Egito |
"O Brasil protegerá a Amazônia com seus próprios meios e não vai condicioná-la à chegada de recursos internacionais – afirmou neste sábado (12), na COP27, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que integra a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
A dois dias da chegada de Lula ao balneário egípcio de Sharm el-Sheikh para participar da cúpula anual do clima, Marina Silva se reuniu com jornalistas e delineou as prioridades ambientais do próximo governo.
A ex-ministra insistiu na necessidade de criação de um superórgão nacional que coordene a ação climática entre os diferentes ministérios.
"É algo novador, e eu diria que algo potente", declarou Marina Silva.
A política assegurou que a visita de Lula a Sharm el-Sheikh, antes mesmo de sua posse em 1º de janeiro, envia uma mensagem poderosa, de que "o Brasil volta ao protagonismo ambiental no espaço multilateral".
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| Presidente Lula durante campanha em BH com ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva |
Nesse desafio de preservar a maior floresta tropical do planeta e sumidouro fundamental de CO2, um dos principais gases que provocam a mudança climática, Marina Silva garantiu que o Brasil agirá com seus próprios meios, sem condicioná-lo à ajuda internacional.
Além disso, ao enfrentar a devastação da Amazônia e buscar a meta de reflorestar 12 milhões de hectares, o Brasil adotará um papel de liderança mundial "pelo exemplo", destacou.
- Recompor equipes e orçamentos -
Não obstante, Marina Silva deu boas-vindas aos anúncios de Noruega e Alemanha, feitos após a vitória de Lula, de que estariam dispostos a retomar o apoio financeiro por meio do Fundo Amazônia. Esses investimentos foram suspensos em 2019, pouco depois da chegada de Bolsonaro ao poder. Ela também adiantou que o governo buscará novos financiadores.
A Noruega é o maior contribuinte desse fundo. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente do país nórdico, há atualmente US$ 641 milhões disponíveis.
Para Marina Silva, a ajuda internacional também pode ser útil para promover a chamada bioeconomia.
Segundo a ex-ministra, um dos caminhos é fortalecer a agricultura familiar na Amazônia, não para reverter sua extensão, mas para aumentar a produtividade nas fazendas existentes por meio de tecnologias mais modernas.
Ademais, a aliada de Lula reconheceu que há uma tarefa urgente para recompor os orçamentos destinados à preservação da Amazônia, que sofreram cortes durante a gestão Bolsonaro, e também as equipes especializadas em conservação.
"A recomposição das equipes não é algo difícil, é substituir pessoas inadaptadas, militares que não entendem de meio ambiente", por "equipes técnicas" que hoje "estão ameaçadas, assediadas pelo atual governo", assinalou.
- Revisão do mercado de crédito de carbono -
A ex-ministra, que viajou ao Egito para preparar o terreno para a esperada visita de Lula, enfatizou que será necessário revisar o mercado de crédito de carbono, para evitar que as empresas de energias fósseis utilizem-no para melhorar suas imagens e evitar a redução de suas emissões.
"Não acho que se deva perpetuar a geração de energia fóssil se apoiando nestes créditos. Essas empresas vão ter que transitar para um modelo de gerar energia, e não apenas de vender petróleo", explicou Marina Silva.
"Esse é o caminho que, com certeza, será perseguido no Brasil, que também é um produtor de petróleo", e que, portanto, utilizará "esse recurso que ainda é necessário para fazer a transição para outras fontes de geração de energia", acrescentou.
A política, que se elegeu deputada federal por São Paulo no último pleito, enfatizou que, na sua opinião, isso também deve ser aplicado à Petrobras, que deve ir além do petróleo e contribuir para a transição energética do Brasil."
avl/jz/me/rpr/tt
Fonte: AFP
Em São Thomé das Letras, "Festa na Rua de baixo", neste sábado e domingo a partir das 10h
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| Apresentações na Rua de Baixo |
Fonte: EPTV 2a Edição
Educação: Enem amanhã, 13 de novembro a primeira fase
- Caneta preta transparente;
- Comprovante de Inscrição;
- Preparar um lanche leve; de preferência uma fruta para levar na prova.
- E não esquecer de dormir pelo menos 8h esta noite para fortalecer o córtex, o responsável pela memória.
Boa sorte!
13 de novembro - 1a fase do Enem
Fonte: Eptv 2a Edição
Meio ambiente: 'Rios voadores': fenômeno natural leva umidade da Floresta Amazônica par...
ITÁLIA NÃO QUER OS BOLSONARO
Saúde: "Infectologistas pedem volta de máscaras e mais vacinas anticovid"
| A volta das máscaras em lugares fechados é o único jeito de evitar a Covid |
Por Poder360
"A SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) defendeu na 6ª feira (11.nov.2022) o incremento da vacinação, a volta do uso de máscaras e outras medidas para evitar que o cenário atual de alta nos casos de covid-19 traga um possível aumento de internações, superlotação nos hospitais e mortes.
Procurada pela Agência Brasil, a agência sanitária respondeu que os processos estão em fase final de análise. É esperado que a deliberação ocorra em breve, embora não haja uma data fixada para isso.
“A Agência Nacional de Vigilância Sanitária continua trabalhando na análise dos pedidos de uso emergencial das novas versões de vacina contra a covid-19 do laboratório Pfizer contendo as subvariantes BA.1 e BA.4 /BA.5”, informou em nota.
“Os processos passaram pelas etapas de análise dos dados submetidos à agência, questionamentos da agência e esclarecimentos dos fabricantes, bem como discussão com sociedades médicas brasileiras. A equipe técnica da agência já recebeu os pareceres de especialistas das sociedades médicas sobre ambas as vacinas bivalentes da Pfizer”, completou a Anvisa.
Outro ponto levantado pelos infectologistas é a necessidade de disponibilizar nas redes pública e privada as medicações já aprovadas pela Anvisa para o tratamento e prevenção da covid-19, como o paxlovid e o molnupiravir, medida que ainda não se concretizou depois de mais de 6 meses da licença para esses fármacos no Brasil, ressaltou a SBI.
A Agência Brasil perguntou ao Ministério da Saúde se essas medicações já estão disponíveis, mas não recebeu resposta até o fechamento desta reportagem.
O 5º ponto diz respeito às medidas de prevenção não farmacológicas. A SBI defendeu a volta do uso de máscaras e do distanciamento social para evitar situações de aglomeração, principalmente pela população mais vulnerável, como idosos e imunossuprimidos.
A SBI pede que as medidas sugeridas sejam tomadas com brevidade, para otimizar as tecnologias de prevenção e tratamento já disponíveis e reduzir a chance de uma possível alta no número de mortos e na superlotação dos serviços de saúde."
Com informações da Agência Brasil.
Fonte: Poder 360

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