quinta-feira, 18 de julho de 2013

Como Chegar a São Thomé das Letras, MG de carro

Como Chegar a São Thomé das Letras de carro:

São Thomé das Letras fica no sul do Estado de Minas Gerais, próxima à cidade de Três Corações, terra do jogador Pelé.

Para quem vem de Belo Horizonte ou São Paulo o acesso mais prático é pela BR381 (Rodovia Fernão Dias), até Três Corações. De lá se pega a estrada para São Bento Abade. Antes de chegar a esta cidade há uma entrada para São Thomé. A partir daí são mais uns 20 quilômetros.

 O turista da cidade do Rio de Janeiro deve pegar a BR116 (Via Dutra) até Engenheiro Passos. De lá seguir a viagem, passando pelas cidades de Itamonte, Pouso Alto, Caxambu e Cruzília. Desta última até São Thomé o trajeto é feito por terra (36Km).
 Para visitantes do sudeste de Minas e do Estado do Espírito Santo, o melhor é seguir até Juiz de Fora (MG) e de lá pegar a BR267 até a entrada de Cruzília. Quem não quiser enfrentar a estrada de terra (Cruzília - São Thomé), que é mal sinalizada, deve continuar na BR267 até Cambuquira e de lá para Três Corações.

Veja as distâncias e acompanhe no mapa abaixo:













Distâncias:

Belo Horizonte - 331km
Rio de Janeiro - 342km

São Paulo - 331km
Três Corações - 38km
Cruzília - 36km
Juiz de Fora - 221km







quarta-feira, 17 de julho de 2013

Por que os remédios contra Alzheimer não funcionam?

Por que os remédios contra Alzheimer não funcionam?
Oligômeros beta amiloides (esquerda) e placas beta amiloides (direita). A descoberta pode explicar por que as drogas contra o Alzheimer, projetadas para atacar as placas amiloides, não produzem o efeito desejado.[Imagem: Zhefeng Guo]
Os medicamentos atuais na verdade não tratam a doença de Alzheimer e nem a impedem de avançar.
O que esses medicamentos fazem, algumas vezes, é diminuir temporariamente os sintomas, como a perda de memória e a confusão mental.
A falta de alternativas para o tratamento e o fraco resultado dos medicamentos disponíveis ficou mais patente ainda quando se descobriu que os remédios comuns podem tanto induzir, quanto retardar o surgimento do Alzheimer.
Paradigma das placas de proteínas amiloides
As drogas atualmente prescritas para doentes com Alzheimer visam reduzir os depósitos de placas amiloides que se acumulam no cérebro.
Estas placas são uma marca visual da doença, mas alguns estudos mostram que as placas de beta-amiloides podem ser uma defesa do cérebro contra a doença, e não sua causa. Além disso, há indícios de que o Alzheimer não seja uma doença só do cérebro.
Apesar disso, a maioria dos trabalhos continua se concentrando na tentativa de destruir as placas, que são aglomerados de fibras longas de uma proteína chamada beta-amiloide.
Mas, mesmo seguindo essa teoria dominante, alguns pesquisadores estão sugerindo que o verdadeiro culpado por trás do Alzheimer podem ser pequenos aglomerados de amiloides beta chamados oligômeros, que aparecem no cérebro anos antes de as placas se desenvolverem.
O último reforço para essa linha de pesquisas veio pelas mãos de Zhefeng Guo e seus colegas da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA).
Guo tentava desvendar a estrutura molecular dos oligômeros quando descobriu que as amiloides beta têm uma organização nos oligômeros completamente diferente da que apresentam nas placas amiloides.
Rumos alternativos
A descoberta pode explicar por que as drogas contra o Alzheimer, projetadas para atacar as placas amiloides, não produzem o efeito desejado.
Como os medicamentos atuais nem sempre cumprem sequer seu papel de redução dos sintomas da doença, isto pode representar uma nova rota de pesquisas.
O estudo sugere que drogas experimentais recentes contra o Alzheimer falharam em testes clínicos porque atacam as placas, mas não funcionam nos oligômeros.
Futuros estudos sobre os oligômeros poderão ajudar a acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos especificamente voltados para as amiloides beta nessas estruturas, dando uma nova esperança em busca de terapias eficazes contra o Alzheimer.
Uma dica para a pesquisa já existe: um componente do azeite de oliva já se mostrou eficaz no combate aos oligômeros beta-amiloides.

Fonte: Diário da Saúde

Cientistas descobrem verdadeira fonte de força dos músculos


Com informações da BBC

Modelo de computador 3-D de filamentos de miosina (em vermelho) puxando filamentos de actina (em azul) durante a contração de um músculo.[Imagem: D. Williams/University of Washington]




Seus músculos não vão ficar mais fortes por causa desta nova descoberta científica.
Mas, se ficarem - talvez porque você faça alguns exercícios físicos - então os cientistas agora poderão dar uma explicação diferente da que dariam na semana passada para essa aquisição de força.
Na verdade, uma explicação diferente da que vem sendo dada nos últimos 50 anos - hoje, os livros-textos afirmam que a força dos músculos é dada pelo  agrupamento das células na forma de uma corda.         
Mas, segundo uma equipe de pesquisadores da Universidade de Washington (EUA), os músculos humanos obtêm sua força a partir de um grupo de células dispostas em malha.
À medida que os músculos são flexionados, os filamentos também são tensionados, abrindo a trama da malha de células.
Isto gera uma força em múltiplas direções, não apenas subindo e descendo pelo músculo como se acreditava antes.
"Este aspecto da geração de força muscular não foi detectado durante décadas e agora está-se transformando em uma característica fundamental da nossa compreensão dos aspectos normais e patológicos do músculo", afirmou Thomas Daniel, um dos cientistas da equipe de pesquisadores americanos.
Segundo o grupo, todos os músculos, incluindo o coração, parecem alimentar-se desta fonte de força.
Miosina
De acordo com o novo estudo, os fundamentos de como os músculos geram força continuam os mesmos: filamentos de miosina puxam filamentos de actina, fazendo-os contrair.
Mas a miosina não puxa em uma direção, como se acreditava anteriormente, ela puxa em ângulos, o que confere uma força radial.

Fonte: Diário da Saúde 

Como manter a hipertensão sobcontrole


Por Pâmela Pinto



médico e farmacologista    Eduardo Tibiriçá, especialista em   hipertensão 

Riscos da hipertensão
A hipertensão arterial é uma doença cardiovascular crônica que atinge principalmente vasos sanguíneos, coração, cérebro e rins.
A pressão alta, como também é conhecida, ocorre quando a medida da pressão se mantém frequentemente acima de 140 por 90 mmHg (ou 14/9).
As doenças cardiovasculares constituem a primeira causa de morte da população adulta no Brasil, sendo a hipertensão uma das principais responsáveis por este índice.
O que causa a hipertensão?
A hipertensão é resultado da associação de fatores genéticos e ambientais, e pode atingir adultos e crianças.
Fatores como sedentarismo, fumo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, estresse, grande consumo de sal e níveis altos de colesterol são considerados determinantes para o surgimento deste agravo.
Sintomas da hipertensão
De acordo com o médico e farmacologista Eduardo Tibiriçá (foto), especialista em hipertensão do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), na maioria dos casos, o paciente hipertenso não apresenta sintomatologia, ou seja, é portador de uma doença "silenciosa".
Por isso, o simples hábito de medir a pressão regularmente pode evitar transtornos futuros. As manifestações surgem apenas com a elevação extrema da pressão arterial. Os sintomas podem incluir dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

Consequências da pressão alta
Os principais problemas decorrentes da pressão alta são o derrame, ou acidente vascular cerebral (AVC), infarto, isquemia miocárdica e insuficiência renal.
"Por ser uma doença assintomática, o diagnóstico, muitas vezes, acontece em estágios avançados do processo degenerativo da doença, dificultando o tratamento. Nosso maior desafio hoje, além de desenvolver alternativas terapêuticas para baixar a pressão, é retardar ou mesmo prevenir o aparecimento das lesões nos órgãos-alvo deste problema crônico", conta o pesquisador.
Maior risco entre idosos e obesos
Os idosos são o principal grupo de risco, já que a pressão arterial aumenta linearmente com a idade. De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Hipertensão, a maior prevalência da doença nos homens é observada a partir dos 50 anos, enquanto nas mulheres ocorre a partir dos 60. A população com nível socioeconômico mais baixo é outro grupo de maior prevalência, devido ao menor acesso a cuidados com a saúde, o estresse psicossocial e os hábitos alimentares.
O excesso de massa corporal e a obesidade também são fatores que predispõem para a ocorrência de hipertensão e estão associados com 20% a 30% dos casos. Cerca de 75% dos homens e 65% das mulheres apresentam hipertensão diretamente atribuível à obesidade. Segundo Tibiriçá, o sedentarismo aumenta a incidência de hipertensão arterial, pois indivíduos que não praticam atividades físicas apresentam risco aproximado 30% maior de desenvolver o problema, se comparados a pessoas ativas.

Como cuidar da pressão arterial
O sal é um dos principais vilões para os pacientes hipertensos. "O consumo de sal pode aumentar a pressão arterial, já que o cloreto de sódio pode agir no aumento da vasoconstrição (contração dos vasos sanguíneos), aumentando a pressão", explica o médico.
As diretrizes brasileiras de hipertensão arterial apontam que o consumo de frutas e alimentos com fitoesteróis auxilia na redução dos níveis de colesterol e proporciona maior qualidade de vida aos hipertensos.
Os fitoesteróis são substâncias vegetais presentes nos grãos comestíveis, como sementes, soja e cereais, especialmente milho, legumes e frutos secos.
De acordo com o manual da Sociedade Brasileira de Hipertensão, uma dieta rica em potássio ajuda a controlar a pressão arterial. Alimentos como feijão, ervilha, vegetais de cor verde-escuro, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomate, batata inglesa e laranja são indicados por serem ricos em potássio e pobres em sódio.
"A partir dos 35 anos temos de dar mais atenção à saúde, adotar bons hábitos alimentares, praticar exercícios físicos, evitar o tabagismo e o excesso de álcool", indica o especialista. Medidas como estas também ajudam no combate a outras doenças, como a diabetes.
Além das ações preventivas, a adesão ao tratamento é um ponto fundamental. Segundo Tibiriçá, apenas 20% dos pacientes diagnosticados com hipertensão realizam um tratamento eficaz. "Por ser uma doença causada por uma variedade de fatores, a hipertensão arterial exige disciplina na continuidade do tratamento", afirma.
Para o especialista, o êxito do tratamento depende de um atendimento multiprofissional, com orientações específicas feitas por nutricionistas, enfermeiros, cardiologistas e psicólogos.
Ciência a favor
O farmacologista desenvolveu uma série de estudos para entender melhor a hipertensão e os efeitos das terapias disponíveis. Em uma das linhas de pesquisa, Tibiriçá avaliou o efeito de diferentes medicamentos utilizados no tratamento da hipertensão arterial sobre a microcirculação sanguínea - sistema responsável pela irrigação de órgãos como cérebro, coração e rins e pela distribuição de oxigênio pelo corpo, que apresenta distúrbios em decorrência da doença. Os resultados da pesquisa podem contribuir para a prescrição de tratamentos mais eficazes.
Foi avaliado o efeito de medicamentos pertencentes a quatro classes farmacológicas utilizadas no tratamento da doença: losartan, enalapril, nifedipina e atenolol. A pesquisa indica o melhor desempenho sobre a microcirculação sanguínea de compostos pertencentes às classes de antagonistas de receptores da angiotensina II (losartan) e inibidores da enzima conversora da angiotensina II (enalapril) - a angiotensina II é um hormônio vasoconstritor que colabora para reabsorção de sódio pelos rins e provoca o aumento do volume sanguíneo.
A classe que integra bloqueadores de canais de cálcio (nifedipina) também reverteu a rarefação funcional de capilares em músculos e em tecidos cutâneos e normalizou a densidade capilar em músculos esqueléticos. O atenolol, pertencente à classe dos betabloqueadores, não induziu alterações na densidade funcional ou estrutural de capilares. "Sabemos que os medicamentos melhoram o prognóstico da doença, mas, para aprimorar o tratamento, é preciso entender de que maneira isso ocorre. Nesta tarefa, o estudo da microcirculação é imprescindível", justifica Tibiriçá.

Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 16 de julho de 2013

Site divulga pesquisas científicas brasileiras na Saúde


Com informações da Agência Brasil



Pesquisas brasileiras na área de saúde ganharam uma nova forma de divulgação.
Trata-se do site Lógicos, desenvolvido pelo Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O objetivo é dar mais visibilidade à produção científica relacionada à saúde a partir de uma proposta multimídia, com a publicação de matérias e entrevistas em diversos formatos - áudio, vídeo e textos - que poderão ser compartilhados de forma gratuita.
Mais de três mil projetos de pesquisa, financiados pelo Ministério da Saúde, estarão disponíveis para consulta no Pesquisa Saúde, ferramenta eletrônica que permite ao usuário encontrar informações relacionadas aos trabalhos científicos ou temas de interesse.
A busca pode ser feita a partir de diversos critérios: número de projetos e recursos investidos por ano, região, modalidade de fomento, edital, instituição, entre outros.
O endereço do site é www.logicosbrasil.com.br

Ministério da Saúde amplia acesso à vacina contra hepatite B

 Ministério da Saúde amplia acesso à vacina contra hepatite B

Os Astros e Você no blog

Boa notícia para todos os signos              por Ana Lúcia Dias                            

Em função do trígono formado por Júpiter, Saturno e Netuno nos signos Câncer, Escorpião e Peixes respectivamente. Amanhã, dia 17 de julho, será um dia super propício para realização dos nossos sonhos.


Seja otimista e persistente. Aja positivamente em relação aos seus desejos...

Além disso, é uma posição planetária harmônica entre a Lua em Escorpião em conjunção a Saturno, desde o dia 8 em movimento direto promovem a harmonia tanto no trabalho como na vida emocional e pessoal.


Sob influência do trígono entre os planetas transpessoais mais Marte indicam até o final da semana, um período que continua a favorecer a criatividade, energia e a sensibilidade.   

Ministério da Saúde amplia acesso à vacina contra hepatite B


Foto: Wilson Dias/ABr
O Ministério da Saúde ampliou a faixa etária de vacinação contra a hepatite B. A partir de agora, homens e mulheres com até 49 anos poderão receber a vacina gratuitamente em qualquer posto de saúde. A medida beneficia um público-alvo de 150 milhões de pessoas – 75,6% da população total do Brasil. No ano passado, a idade limite para vacinação gratuita era até 29 anos. A vacina é a medida de prevenção mais segura e eficaz contra a hepatite B e hepatite D.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, explica que a proteção é garantida quando a pessoa recebe três doses da vacina. A segunda dose deve ser aplicada 30 dias após a primeira e, a terceira, seis meses após a primeira. “Todas as crianças recém-nascidas nós já vacinamos, mas estamos expandindo a faixa etária a outros grupos visando à eliminação da doença no futuro. Ela é segura, feita com engenharia genética e não tem contraindicação”, ressaltou o secretário.

A vacina também é oferecida aos grupos mais expostos à doença, independentemente da faixa etária, como gestantes, manicures, pedicures, podólogos, caminhoneiros, bombeiros, policiais civis, militares, rodoviários, doadores de sangue, profissionais do sexo e coletores de lixo domiciliar e hospitalar. Em 2012, mais de 15,7 milhões de pessoas foram protegidas contra a hepatite B.

SOBRE A DOENÇA - As hepatites são doenças que atacam o fígado, um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Estimativas apontam que 2,3 milhões de brasileiros são portadores das hepatites, sendo (800 mil) do tipo B e (1,5 milhão) do tipo C. Toda a produção da vacina de hepatite B é feita pelo Instituto Butantan. O laboratório público abastece o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde desde 1996.
A hepatite B é uma doença sexualmente transmissível, mas também pode ser transmitida pelo contato com sangue e por materiais cortantes contaminados, como alicate de unha. Por isso, o Ministério da Saúde alerta que, além do uso da camisinha em todas as relações sexuais, não se deve compartilhar escova de dente, alicates de unha, lâminas de barbear ou depilar. É importante também sempre usar materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagem e piercing, serviços de saúde, acupuntura, procedimentos médicos, odontológicos e hemodiálise.

SINTOMAS - Nem sempre a hepatite B apresenta sintomas. Quando aparecem, podem provocar cansaço, tontura ou ânsia de vômito. A pessoa pode levar anos para perceber que está doente. O diagnóstico e o tratamento precoce podem evitar a evolução da doença para cirrose ou câncer de fígado, por exemplo. O teste, o tratamento e o acompanhamento das hepatites virais estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2012, foram distribuídos 759,2 mil testes rápidos para triagem de hepatite B. Outros 5,1 milhões de testes convencionais foram realizados no SUS
 
Fonte: o blog da Saúde

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Presidente Dilma com representantes de entidades municipalistas

Presidente Dilma com representantes de entidades municipalistas

Presidente Dilma com representantes de entidades municipalistas


A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta quinta-feira (11), no Palácio do Planalto, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, e representantes de entidades municipalistas. A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que também participou da reunião, afirmou que o governo deseja estabelecer uma negociação permanente com os municípios.

“E as necessidades da população brasileira são em sua grande maioria atendidas através dos municípios. (…) Queremos dar continuidade nessa parceria, estreitando esta relação entre o governo federal e os governos municipais. É uma reafirmação desse compromisso que foi feita hoje, inclusive com o compromisso de manter uma negociação permanente”, afirmou Ideli.

Após a reunião, Ziulkoski disse que há disposição efetiva do governo de estreitar a parceria com os municípios. Ideli Salvatti disse que uma das medidas que o governo deve encaminhar é atuar junto ao Congresso Nacional para viabilizar a votação de medidas que facilitem a implementação de políticas públicas pelos municípios.


“Uma boa parte de matérias do interesse da população que são viabilizadas através das políticas públicas, na sua grande maioria pelos municípios, dependem de legislação que está ou em tramitação ou que precisa tramitar no Congresso Nacional”, destacou a ministra.

Fonte: O blog do Planalto

Viaje bem!

 Viaje bem!

Viaje bem!

Para que o sonho do intercâmbio não vire pesadelo, preparamos um dossiê para você não cair em ciladas


A paulista Victoria Legnini tinha 16 anos quando arrumou as malas e foi estudar em Gwinner, uma pequena cidade na Dakota do Norte (EUA). Ela optou por se hospedar em uma casa de família, mas poderia ter escolhido o campus da escola, uma residência estudantil, um albergue – enfim, escolha é o que não falta. Com o mercado cada vez mais competitivo e globalizado, pessoas de idades variadas têm investido no intercâmbio cultural, como fez Victoria. Além do aprendizado de uma segunda língua, a experiência de viver em outro país estimula o amadurecimento e acaba com certos preconceitos. Além, claro, das novas amizades que são conquistadas.


Entrar em contato intenso com o idioma que se quer aperfeiçoar e conhecer culturas e pessoas de países diferentes é, inclusive, a ideia de base do intercâmbio cultural. Esse tipo de programa se popularizou após a Segunda Guerra Mundial com o objetivo de desenvolver a capacidade de liderança dos jovens e promover a compreensão e a paz entre as nações, por meio do estudo e de prestações de serviços à comunidade.

Desde então, a variedade de intercâmbios se multiplicou, e o Brasil se destaca nesse mercado mundial. Em 2012, 175.763 brasileiros fizeram cursos no exterior, segundo a Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais. A maioria dos jovens foi em busca de cursos de idiomas, mas parte desse número é de estudantes de high school (ensino médio), extensão universitária, experiência de trabalho e au pair (programa em que a pessoa estuda e trabalha como babá em casa de família).


Fonte: IDEC

Dormir sete ou mais horas de sono por dia traz benefícios para o coração.

 Dormir sete ou mais horas de sono por dia traz benefícios para o coração.

Dormir sete ou mais horas de sono por dia traz benefícios para o coração.



Com informações da BBC
Mas os benefícios podem ser ainda maiores quando uma boa qualidade do sono é combinada com um estilo de vida saudável.
A conclusão é de uma equipe da Universidade de Wageningen e do Instituto Nacional de Saúde Pública, ambos na Holanda, depois de acompanhar o estado de saúde de mais de 14 mil homens e mulheres durante 10 anos.
Quem seguir uma dieta saudável, não fumar, ingerir bebidas alcoólicas com moderação e fazer exercícios regularmente reduz a incidência de doenças cardiovasculares graves, que reduzem largamente a expectativa de vida.
E ainda mais vidas poderiam ser salvas se, junto a esse comportamento, as pessoas tivessem uma boa noite de sono.
Sono e coração
O estudo concluiu que as pessoas que seguiam hábitos saudáveis tinham 57% menos chances de desenvolver doenças cardiovasculares e risco 67% menor de morrer desses males.
Mas quando uma boa noite de sono foi somada à equação - sete ou mais horas por dia -, os analisados tinham 65% menos chances de desenvolver problemas do coração e um risco 83% menor de morrer desses males.
Os problemas do coração tipicamente tiram a vida de pessoas que, de outro modo, teriam condições de viver saudavelmente vários anos a mais.
Esta não é a primeira vez que estudos indicam uma relação entre poucas horas de sono e doenças cardiovasculares, mas revela benefícios interessantes sobre a conjugação dos hábitos de dormir bem e levar uma vida saudável.
"O impacto que boas noites de sono e uma vida saudável podem ter na saúde das pessoas pode ser substancial", afirmam os cientistas.

Fonte: Diário da Saúde