quinta-feira, 24 de março de 2016

Vingança das Loiras

Estereótipo da loira burra está errado, comprova estudo












Piada sem graça
O estereótipo da "loira burra" está simplesmente errado, garantem cientistas.
Uma pesquisa entre 10.878 norte-americanos revelou que as mulheres brancas que disseram que a cor natural do seu cabelo era loira apresentaram um QI médio que varia apenas 3 pontos do QI médio das morenas e das mulheres de pele clara com cabelo vermelho ou preto.
Embora as piadas sobre loiras possam parecer inofensivas para alguns, na verdade elas podem ter implicações no mundo real.
"Pesquisas mostram que os estereótipos frequentemente têm um impacto sobre a contratação para um emprego, promoções e outras experiências sociais," afirma Jay Zagorsky, autor do estudo e pesquisador da Universidade do Estado de Ohio (EUA).
"Este estudo fornece evidências convincentes de que não deve haver qualquer discriminação contra as loiras com base em sua inteligência," adicionou.
QI das loiras
O estudo mostrou que o QI médio das loiras foi na verdade ligeiramente maior do que o QI das mulheres com outras cores de cabelo, mas o dado não é estatisticamente significativo, disse Zagorsky.
"Eu não acho que você possa dizer com certeza que loiras são mais inteligentes do que as outras, mas você definitivamente não pode dizer que elas sejam mais burras," comparou.
Os resultados para os homens brancos loiros foram semelhantes - eles também têm QIs mais ou menos iguais aos homens com outras cores de cabelo.”

O estudo foi publicado na revista Bulletin Economics.


Fonte: Diário da Saúde

quarta-feira, 23 de março de 2016

Lava-Jato ameaça dispensar Delação da Odebrecht se incluir tucanos

Da Redação

"A matemática moralizadora de Sérgio Moro tem um resultado a se confirmar: PT. Depois de anunciar, via defesa, que pretendia entrar no programa da Delação Premiada, o que deveria ser motivo de comemoração entre os investigadores da Lava-Jato provocou um terremoto nas zonas de Curitiba. A razão é sintomática: Marcelo Odebrecht teria concordar em falar sobre todos os partidos agraciados com propinas pagas por empreiteiras, e não exclusivamente o PT. A notícia esfriou ânimos dos investigadores.

A jornalista e articulista Tereza Cruvinel faz sua leitura pessoal e precisa: a esta altura, a menção de que tucanos também levaram dinheiro como propina pode "atrapalhar" o processo de impeachment. Isso, em outras palavras, deixa claro que muito mais do que uma ação moralizadora, o que a Lava-Jato pilotada por Sérgio Moro pretende é entregar o poder a quem não teve condições de conquistá-lo no voto, via democracia.

Com a decisão de contar toda a verdade de Marcelo Odebrecht, em vez de interesse, sua decisão acaba sendo colocada na prateleira. Moro, quem não o conhece, é que o compra.

A Odebrecht divulgou nota falando sobre o momento da empresa:

Abaixo, a nota da Odebrecht.

"COMPROMISSO COM O BRASIL

As avaliações e reflexões levadas a efeito por nossos acionistas e executivos levaram a Odebrecht a decidir por uma colaboração definitiva com as investigações da Operação Lava Jato. A empresa, que identificou a necessidade de implantar melhorias em suas práticas, vem mantendo contato com as autoridades com o objetivo de colaborar com as investigações, além da iniciativa de leniência já adotada em dezembro junto à Controladoria Geral da União.

Esperamos que os esclarecimentos da colaboração contribuam significativamente com a Justiça brasileira e com a construção de um Brasil melhor.

Na mesma direção, seguimos aperfeiçoando nosso sistema de conformidade e nosso modelo de governança; estamos em processo avançado de adesão ao Pacto Global, da ONU, que visa mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores reconhecidos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção; estabelecemos metas de conformidade para que nossos negócios se enquadrarem como Empresa Pró-Ética (da CGU), iniciativa que incentiva as empresas a implantarem medidas de prevenção e combate à corrupção e outros tipos de fraudes. Vamos, também, adotar novas práticas de relacionamento com a esfera pública.

Apesar de todas as dificuldades e da consciência de não termos responsabilidade dominante sobre os fatos apurados na Operação Lava Jato - que revela na verdade a existência de um sistema ilegal e ilegítimo de financiamento do sistema partidário-eleitoral do país - seguimos acreditando no Brasil.

Ao contribuir com o aprimoramento do contexto institucional, a Odebrecht olha para si e procura evoluir, mirando o futuro. Entendemos nossa responsabilidade social e econômica, e iremos cumprir nossos contratos e manter seus investimentos. Assim, poderemos preservar os empregos diretos e indiretos que geramos e prosseguir no papel de agente econômico relevante, de forma responsável e sustentável.

Em respeito aos nossos mais de 130 mil integrantes, alguns deles tantas vezes injustamente retratados, às suas famílias, aos nossos clientes, às comunidades em que atuamos, aos nossos parceiros e à sociedade em geral, manifestamos nosso compromisso com o país. São 72 anos de história e sabemos que temos que avançar por meio de ações práticas, do diálogo e da transparência.

Nosso compromisso é o de evoluir com o Brasil e para o Brasil"


Fonte: Conexão Jornalismo

Pesquisadores da PUC/Rio assinam manifesto contra o impeachment




O clima de instabilidade jurídica no país vem mobilizando manifestações não apenas nas ruas, mas também nas universidades. Pesquisadores da PUC-Rio lançaram nesta quarta-feira manifesto em defesa da democracia e contra a possibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

"De acordo com o manifesto divulgado pela Associação de Pós-Graduandos da universidade (APG PUC-Rio), "atalhos institucionais como a aprovação de um impeachment sem que haja motivos legais para tanto, enfraquecem o sistema democrático".

Além do manifesto, a entidade de representação dos pesquisadores da universidade pretende realizar debates e atos políticos sobre o tema.

"A universidade não pode ser uma ilha. É reponsabilidade do meio acadêmico debater uma questão tão importante como a manutenção da democracia e do Estado de direito no país", explica o diretor da APG PUC-Rio Theófilo Rodrigues.

Abaixo o manifesto que começou a recolher assinaturas nesta quarta-feira:

A universidade em defesa da democracia e do Estado de direito

Nos últimos dias um grave clima de instabilidade tomou nosso país a partir de uma série de ações inconvenientes, como a desnecessária condução coercitiva de um ex-presidente e a publicação das conversas telefônicas da atual presidência da república.

A Associação de Pós-Graduandos da PUC-Rio e os membros da comunidade PUC-Rio abaixo assinados assistem com preocupação tal situação.

Defendemos o respeito à democracia que tanto demoramos para construir e que ainda se consolida em nosso país.

Acreditamos que as manifestações pacíficas da sociedade civil e o equilibrado debate político fortalecem a cidadania.
Contudo, entendemos que atalhos institucionais como a aprovação de um impeachment sem que haja motivos legais para tanto, enfraquecem o sistema democrático.

Brasil já viveu momentos como esse em 1954 e 1964.

Esperamos que no início do século XXI não tenhamos mais que conviver com tais aventuras insensatas.

A alternância do poder deve ocorrer por meio de eleições, caso seja esta a vontade majoritária.

Outros instrumentos como o recall podem ser adotados, via reforma política popular.

Encurtar o mandato de uma Presidenta eleita, sem que exista qualquer materialidade para uma medida tão drástica como o impeachment, significa atropelar o principal instrumento de exercício da democracia representativa, que é o voto popular.

Rio de Janeiro, 22 de março de 2016
Assinam os seguintes membros da comunidade PUC-Rio:
Amanda Cataldo Tilio (Mestranda em Direito PUC-Rio)
Ana Carolina Canegal (Doutoranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Ana Carolina Radd (Doutoranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Ana Paula Moritz (Mestranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Beatriz Brandão (Doutoranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Caíque Bellato (Doutorando em Ciências Sociais PUC Rio)
Elaine Rodrigues Perdigão (Doutora em Ciências Sociais pela PUC Rio)
Flavia Abido Alves (Mestranda em Direito PUC-Rio)
Francicleo Castro Ramos (Mestre em Ciências Sociais pela PUC-Rio)
Gabriel Calil Maia Tardelli (Mestrando em Ciências Sociais PUC-RJ)
Julia Ventura (Doutoranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Leonardo Puglia (Doutorando em Ciências Sociais PUC-Rio)
Leonardo Vilardi (Doutorando em Ciências Sociais PUC-Rio)
Lucas Machado dos Santos (Doutorando em História PUC-Rio)
Marcelo Viana Estevão de Moraes (Doutorando em Ciências Sociais PUC-Rio)
Mariana Junqueira Camasmie (Mestranda em Ciências Sociais PUC -Rio)
Marilson Santana (Doutorando em Ciências Sociais PUC-Rio)
Marina Schneider (Mestranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Olga Furtado Swiech (Mestranda em Direito PUC-Rio)
Pablo Mattos (Doutorando em História PUC-Rio)
Paula Alegria Bento (Mestre em Ciências Sociais pela PUC-Rio)
Pedro Fernandes (Mestrando em Direito PUC-Rio)
Pedro Henrique Torres (Doutorando em Ciências Sociais PUC-Rio)
Priscilla Silva (Mestranda em Direito PUC-Rio)
Rafaelle Castro (Doutoranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Raquel Dias (Mestranda em Direito PUC-Rio)
Rebeca Freitas (Mestranda em Direito PUC-Rio)
Rodrigo Abreu (Mestrando em Direito PUC-Rio)
Silvia Follain (Mestranda em Direito PUC-Rio)
Sarah Laurindo Monteiro (Mestranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Taisa Sanches (Doutoranda em Ciências Sociais PUC-Rio)
Theófilo Rodrigues (Doutorando em Ciências Sociais PUC-Rio)
Yasmin Curzi (Mestranda em Ciências Sociais PUC-Rio)"



Fonte: Conexão Jornalismo

Pesquisador denuncia relatório errado do Ministério sobre a Fosfo

Da Redação

Fosfoetanolamina: acessoao composto só depende agora de Dilma Rousseff
Fosfoetanolamina sintética, o acesso só depende
agora, da sanção da presidente Dilma Rousseff 


"Milhares pacientes de câncer aguardam ansiosamente a sanção presidencial do projeto que prevê a distribuição da Fosfoetanolamina Sintética. Mas o erro na elaboração de um relatório oficial, denunciado por um dos pesquisadores da fórmula, deixa a todos em estado de alerta. No documento elaborado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia há uma informação que pode comprometer a aprovação do projeto por Dilma Rousseff: a que diz não ter sido encontrado "efeito anticancerígeno" nos estudos. Mas, para umd os pesquisadores envolvidos no desenvolvimento da Fosfoetanolamina Sintética, Durvanei Maria, a razão para não ter sido encontrado é facilmente explicável: os estudos oficiais não respeitaram a escala desenvolvida pelos pesquisadores da USP. Durante os mais de 20 anos de produção e distribuição, o composto apresentou efeitos positivos que proporcionaram evidentes sinais de recuperação entre os doentes. Para Durvanei, caso a chamada "escala" tivesse sido respeitada nos testes, a substância teria apresentado a aguardada ação inibitória nas células tumorais. 

Durvanei Maria: erro na escala
Durvanei Maria: erro na escala
 Aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, este em menos de cinco minutos em sessão nesta terça-feira (22), o projeto prevê que os pacientes, desde que com receituário médico, poderão ter acesso à Fosfo. O composto, desenvolvido há mais de 20 anos, tem apresentado evidentes sinais e potencialidades indiscutíveis de cura, segundo revelam estudiosos e até médicos. Alguns pacientes, hoje, são visto pela Medicina como curados.


Mas outros efeitos positivos já foram detectados pelos pacientes que usaram a Fosfoetanolamina. Entre eles estão o fim das dores lancinantes (com a dispensa de da morfina, por exemplo), recuperam do apetite, o que garante o aumento do peso e a disposição em trabalhar e retomar a rotina de vida. 

Um dos casos que mais chamaram a atenção da reportagem de Conexão Jornalismo, com mais de 200 títulos sobre o tema, refere-se a uma criança de seis anos: 

- Depois que tomei a Fosfo parei de sentir dor - disse Raiani Berbel, uma moradora de São Paulo    
Duvanei é um dos seis pesquisadores envolvidos na produção e estudo da Fosfoetanolamina. Durante duas décadas o composto foi produzido e distribuído gratuitamente pela USP de São Carlos. Na sua nota, o pesquisador alerta que a nulidade do composto estudado no Ministério se deveu a maneira de desenvolver a fórmula.


Para alguns defensores, o risco do resultado ineficaz ao qual os estudiosos do ministério chegaram, é que a presidenta Dilma Rousseff, de posse do relatório sob suspeita do Ministério, seja induzida ao erro. Por constar que não tem o efeito anunciado ela pode se sentir na obrigação de optar pela não aprovação do projeto."

Fonte: Conexão Jornalismo

Constante nos ataques à Dilma, Pauderney Avelino é condenado a devolver R$ 4,6 milhões

Pauderney Avelino (Dem/AM)

Da Redação


Quando o Jornal Nacional precisa de alguém para desancar Dilma e falar sobre o andamento do processo de impeachment a quem é que recorre? Acertou quem disse Pauderney Avelino. O deputado do DEM/AM, entretanto, tem muito o que explicar aos seus assíduos entrevistadores (se eles tiverem interesse em ouvir). Ele foi condenado pelo Tribunal de Contas do Amazonas a devolver R$ 4,6 milhões gastos ilicitamente.
O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) condenou o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) a devolver R$ 4,6 milhões aos cofres da prefeitura de Manaus, além de uma multa de R$ 23 mil.
Segundo auditoria realizada pelo TCE, Avelino praticou sobrepreço nos contratos de aluguéis de prédios usados como escolas no período em que foi secretário de Educação de Manaus.

A conselheira do TCE-AM Yara Lins apontou seis irregularidades praticadas por Pauderney, como falta de regularização do imóvel alugado junto à prefeitura e ao Corpo de Bombeiros, ausência de certidão negativa de ônus e negativa de tributos, falta da declaração de Imposto Territorial Rural ou IPTU, além de falta de certidões necessárias à celebração dos contratos.
Pauderney Avelino é um dos principais defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff.”


Fonte: Conexão jornalismo

Dormir tarde engorda!







"Você tem o costume de dormir tarde?

E se eu te dissesse que você pode perder peso só de fechar os olhos?

Você começaria a parecer e se sentir melhor – e este segredo todo não te custaria um centavo!

E aí, aceita o meu desafio para perder peso?
Bem, você pode começar hoje à noite deitando a sua cabeça no seu travesseiro e contando as ovelhas. É isso mesmo. O segredo é o sono! Eu sei que isso parece bom demais para ser verdade, mas mais e mais pesquisas estão demonstrando a relação entre dormir o suficiente e manter um peso saudável.

Dormir mais cedo é o caminho para emagrecer

De acordo com um estudo recente publicado na Sleep, os pesquisadores descobriram que ir para a cama cedo e dormir bem à noite é uma forma natural para perder peso.

Os cientistas da Universidade da Califórnia, Berkeley, seguiram 3.400 pessoas de 1996 a 2009 e rastrearam os seus hábitos de alimentação, sono, exercício e TV. Os pesquisadores descobriram que para cada hora que elas ficaram acordadas até mais tarde durante a semana, elas tiveram um aumento de 2% no índice de massa corporal.

E nem importava se elas dormissem oito horas. Ficar acordadas até mais tarde significava quilogramas extras. E enquanto esta pesquisa focou principalmente as pessoas mais jovens, os resultados podem ser piores ainda na medida em que você envelhece e o seu metabolismo fica mais lento.

Veja, ficar acordado até mais tarde desorganiza os seus hormônios e pode te deixar com mais fome. Pode até forçar o seu corpo a reter gordura! E, é claro, te deixa lerdo e com menos probabilidade de ser ativo no dia seguinte.

Então, se você realmente quer perder aqueles quilogramas indesejados, desligue a sua televisão, deixe os seus apetrechos de computador de lado e vá dormir mais cedo.

Você pode ver aquele peso derreter-se, sem ter que cortar uma única caloria. Que tal emagrecer dormindo?"


Fonte: Dr. Rondó – “A prevenção é a melhor medicina”

terça-feira, 22 de março de 2016

Senado aprova uso da fosfoetanolamina

Da Redação do Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (22) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 3/2016, que autoriza pacientes com câncer a usarem a a fosfoetanolamina sintética antes de seu registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no dia 17 de março e segue agora para sanção presidencial.
Pelo texto, do deputado Adelmo Carneiro Leão (PT-MG), o paciente deve apresentar laudo médico que comprove o diagnóstico e assinar termo de consentimento e responsabilidade. O uso da substância é definido como de relevância pública.
O projeto autoriza produção, importação, prescrição, posse ou uso da substância independentemente de registro sanitário, em caráter excepcional, enquanto estiverem em curso estudos clínicos acerca do produto. Para produzir, importar, prescrever e distribuir a substância, os agentes precisam ser regularmente autorizados e licenciados pela autoridade sanitária competente.

Utilização

A fosfoetanolamina é uma substância que imita um composto que existe no organismo, identificando as células cancerosas e permitindo que o sistema imunológico as reconheça e as remova. Pesquisas sobre o medicamento vêm sendo feitas pelo Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), há cerca de 20 anos. O órgão fazia sua distribuição de forma gratuita.
Em 2014, a droga parou de ser entregue, depois de uma portaria da USP determinar que substâncias experimentais deveriam ter todos os registros antes de serem liberadas à população. Sem a licença, pacientes passaram a conseguir a liberação na Justiça, por meio de liminares. Em nota divulgada à imprensa, a Anvisa informou não ter recebido nenhum pedido para realização de ensaios clínicos ou solicitação de registro dessa substância, manifestando preocupação com o uso de medicamentos sem a devida autorização.

Senador Ivo Cassol comemora

O senador Ivo Cassol (PP-RO) comemorou, nesta terça-feira (22), a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 3/2016, que autoriza pacientes com câncer a usarem a fosfoetanolamina sintética antes de seu registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ivo agradeceu a todos os parlamentares e todos os envolvidos na aprovação da proposta e pediu à presidente da República que sancione o quanto antes essa lei.
Cassol afirmou que não é verdadeira a declaração do doutor Drauzio Varella de que o composto ainda não foi testado em humanos e criticou os profissionais que se posicionaram contra um projeto que, segundo ele, trará esperança a milhares de pessoas que sofrem com o câncer e não possuem alternativas de tratamento.
— O câncer mutila as pessoas. Tira a dignidade e o brio. Só de saber que tem câncer a pessoa tem depressão. Aí vejo alguns profissionais da saúde preocupados somente com o dinheiro de seus clientes e se posicionando contra o projeto — lamentou.
Pelo texto, do deputado Adelmo Carneiro Leão (PT-MG), o paciente deve apresentar laudo médico que comprove o diagnóstico e assinar termo de consentimento e responsabilidade. O uso da substância é definido como de relevância pública.
Fonte: Agência Senado

segunda-feira, 21 de março de 2016

PMDB e PSDB votaram pelo fim da CLT



Por MARCUS VINICIUS e DAIANA PETROF

"Os deputados federais goianos do PMDB, PSDB, PP, PPS, PTB, PSD e PDT votaram na noite de quarta-feira, em Brasília, pelo fim da CLT – a Consolidação das Leis do Trabalho –, criadas em 1934 pelo presidente Getúlio Vargas (PTB). Com o voto dos peemedebistas e da bancada marconista, os trabalhadores goianos ficam agora sem direito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), 13º salário e férias. Pois é disto que trata o Projeto de Lei (PL) 4330/2004, que foi aprovado  em primeira votação por 324 votos a favor, contra 137, duas abstenções, totalizando 463 votantes. Entre os deputados federais goianos, apenas Rubens Otoni (PT) não votou pelo fim da CLT.

Apresentado como projeto para “regulamentar a contratação de trabalhadores terceirizados”, a PL 4330 é o maior golpe já dado contra o trabalhador brasileiro. Nem mesmo a ditadura militar, instalada no Brasil em 1º de abril de 1964, ousou acabar com a CLT. O fim das garantias ao trabalhador foi orquestrada pelo presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que havia se comprometido com empresários em colocar a matéria em votação em regime de urgência. O PL 4330/2004 é de autoria do ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO). Concidentemente, Mabel foi um dos coordenadores da campanha de Eduardo Campos à presidência da Câmara dos Deputados.
No voto de bancadas, o PT e o PSol votaram 100% contra o fim da CLT, o PCdoB (92,3%) de 13 deputados, um votou a favor, no PMDB, de 61 deputados, apenas 6 (9,9%) votaram contra, no PSDB, de 46 votos, apenas 2 (4,3%) contra, no DEM, de 19 deputados, somente dois votos contra, entre eles o delegado Moroni Torgan (CE) e a Professora Dorinha (TO). O PSB, do finado governador Eduardo Campos, votou majoritariamente contra: 22 sim e 8 não, entre eles, a deputada federal Luíza Erundina (SP). No PR, com 30 votos, 23 votaram a favor e um se absteve e seis votaram contra, entre eles o palhaço Tiririca votou contra. No PV, tido como esquerda, todos os seis deputados votaram a favor da PL 4330.
Em Goiás, votaram contra os direitos dos trabalhadores, toda a bancada do PSDB, composta pelos deputados Alexandre Baldy (empresário), Célio Silveira (médico), João Campos (delegado), Delegado Waldir, Giuseppe Vecci (economista). Pelo PMDB, ajudaram a derrubar a CLT os deputados Daniel Vilela (advogado) e Pedro Chaves (engenheiro). No PP, os votos em favor da PL 4330 foram dados por Roberto Balestra (produtor rural) e Sandes Júnior (radialista). Líder do PTB, Jovair Arantes enterrou a lei criada pelo fundador de seu partido, o ex-presidente Getúlio Vargas. Filiada ao PDT, de Leonel Brizola, herdeiro legítimo do getulismo, a deputada federal Flávia Morais também votou pelo fim da CLT. Completam a lista o empresário Marcos Abrão (PPS), o empresário rural Heuler Cruvinel (PSD), a empresária do ramo de hoteis Magda Moffato (PR) e o dublê de político Lucas Vergílio (SDD).
  PT vai ao STF
A bancada do PT protocolou,  ainda quarta-feira (8), um mandato de segurança no Supremo Tribunal Federal para tentar  anular a votação do projeto de lei que regulamenta a terceirização. O documento foi apresentado pelo líder da legenda na Casa, Sibá Machado (AC), e também pelo deputado Alessandro Molon (RJ). De acordo com os parlamentares, a matéria não poderia ter sido apreciada antes da votação da Medida Provisória 661, que, na tese, travaria a pauta de votações em plenário.
A Constituição Federal determina que a pauta é trancada e as demais deliberações, suspensas, quando houver uma Medida Provisória há mais de 45 dias na Casa sem avaliação. “O presidente da Casa não pode escolher quando vai respeitar a Constituição e seguir os seus prazos e quando não vai. O regimento interno não pode passar por cima da Constituição Federal”, criticou Molon.
  Precarização
Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobrás, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança para manter um padrão equivalente ao seu porte.
O número de trabalhadores terceirizados deve aumentar com a aprovação no Congresso do Projeto de Lei 4.330. A nova lei abre as portas para que as empresas possam subcontratar todos os seus serviços. Hoje, somente atividades secundárias podem ser delegadas a outras empresas, como por exemplo a limpeza e a manutenção de máquinas. Entidades de trabalhadores, auditores-fiscais, procuradores do trabalho e juízes trabalhistas acreditam que o projeto é nocivo aos trabalhadores e à sociedade. Descubra por que você deve se preocupar com a mudança.
O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos  empregados formais, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Terceirizados trabalham, em média, três horas a mais por semana do que contratados diretamente. A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Terceirizados, que trabalham em um mesmo local, têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade deles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações como greves. A mão de obra terceirizada é usada para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem em setores como mineração, confecções e manutenção elétrica.
Corrupção
Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro do último ano, o Tribunal Superior do Trabalho tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila para serem julgados e a perspectiva dos juízes é que esse número aumente. Isso porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados. Casos de corrupção como o de Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados para desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação pública perdem dinheiro com isso.
Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao INSS. Segundo juízes do TST, isso acontece porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com maior frequência, o que gera gastos ao setor público."
Veja como os deputados goianos votaram
politica
Fonte: Diário da Manhã - DM

Chegada do outono – Os Pores do Sol mais bonitos

O outono inicia-se entre os dias 20 e 21 de março no Hemisfério Sul. Sua ocorrência marca o período de transição do verão para o inverno.
 Pôr do Sol em São Thomé das Letras, MG                              Foto: Goimy Rondinelli                                                                         

Outono é a estação do ano que ocorre após o verão e antes do inverno, sendo assim considerado como um período de transição entre essas duas estações antagônicas. No Hemisfério Sul, o início do outono ocorre entre os dias 20 e 21 de março e o seu término acontece entre 20 e 21 de junho. Já no Hemisfério Norte, o seu início acontece entre os dias 22 e 23 de setembro e o seu encerramento entre os dias 21 e 22 de dezembro.
característica principal do outono é a gradativa redução da luz solar diária ao longo de sua duração. Isso acontece porque o seu início se faz, justamente, no ápice do equinócio, período em que a Terra encontra-se igualmente iluminada, entre o Hemisfério Norte e Sul, pelo sol, por isso há dias e noites com a mesma duração, 12 h o dia e anoite. Nessa época, o fenômeno também é chamado de equinócio de outono, o que também é útil para diferenciar o outro equinócio que marca o início da primavera.

Pôr do sol na Pirâmide em São Thomé das Letras, MG                  Foto: Micheli Dilly











Dessa forma, à medida que os dias do outono sucedem-se, a iluminação da Terra pelo Sol vai ficando cada vez mais desigual, o que provoca a duração menor dos dias em relação às noites. Essa redução na incidência de radiação sobre a superfície provoca, com isso, diversas alterações climáticas e naturais.
Vale lembrar que, assim como todas as estações do ano, o outono é mais diretamente sentido e percebido nas zonas da Terra situadas mais ao norte e mais ao sul. Nas áreas equatoriais, de latitudes baixas, a divisão do ano em quatro estações não é tão perceptível em termos práticos e empíricos.
Pôr do Sol na Pirâmide em São Thomé das Letras, MG    Foto: Goimy Rondenelli











Isso explica também o fato de o outono não apresentar características específicas que se apliquem de forma generalizada, ou seja, de maneira igual em todos os lugares. Mas em uma tentativa de simplificação, podemos dizer que as características do outono são:
- Noites gradativamente mais longas que os dias à medida que a estação avança, pois trata-se de um período de transição entre o equinócio e o solstício de inverno;
- Aumento da incidência de ventos;
- Redução gradativa das temperaturas;
- Maior incidência de nevoeiros pela manhã;
- Diminuição da umidade do ar;
- Em alguns tipos de vegetação, ocorre a queda das folhas para adaptação à mudança de clima e também em razão da diminuição da fotossíntese diante da menor incidência de iluminação solar;
Pôr do Sol da Pirâmide em São Thomé das Letras, MG             Foto: Micheli Dilly
 - No Brasil, ocorre uma queda de temperatura nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Nessa última região (e também nas regiões serranas), podem acontecer algumas geadas e, eventualmente, neve.


Do ponto de vista cultural, o outono é tratado como uma estação que inspira beleza, mas também a melancolia e a transição entre um acontecimento e outro, sendo considerado por muitos como um tempo de mudança. Imagens de quedas de folhas e de árvores “nuas” também se vinculam artisticamente a essa estação, embora esse tipo de paisagem não se manifeste exatamente dessa forma em todos os lugares.
Fonte: Brasil Escola /Por Me. Rodolfo Alves Pena
Pôr do Sol da Pirâmide em São Thomé das Letras, MG             Foto: Micheli Dilly
Pôr do Sol da Pirâmide em São Thomé das Letras, MG             Foto: Micheli Dilly

Pôr do Sol na Pirâmide em São Thomé das Letras, MG    Foto: Goimy Rondenelli


Da esq. para dir. Goimy, Lais e Walter
Da esq. para dir. Janaina, Micheli e Amanda