sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Comissão Especial para analisar a PEC do Diploma deve ser constituída em breve
Semana passada (27), o deputado Paulo Pimenta (PT/RS) reuniu-se com integrantes da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados para tratar da tramitação da Proposta de Emenda Constitucional 206/2012, a PEC do Diploma. Após articulações da FENAJ e Sindicatos de Jornalistas com lideranças parlamentares, a instalação de Comissão Especial para analisar o mérito da matéria deverá ocorrer no início da próxima semana.
Vamos ver se os deputados percebem como é importante resolver este grande equívoco do STF- Supremo Tribunal Federal em 2009.
Vamos ver se os deputados percebem como é importante resolver este grande equívoco do STF- Supremo Tribunal Federal em 2009.
Já aprovada no Senado em dois turnos de votação, a proposta teve parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados no dia 12 de novembro. Antes de ser submetida ao plenário da Câmara em dois turnos de votação, precisa ainda passar pela análise de mérito de uma Comissão Especial.
A matéria já foi encaminhada à mesa diretora, que designará e instalará a Comissão, a partir das indicações das lideranças partidárias (de bancadas e blocos), com 15 integrantes titulares e 15 suplentes.
Autor da PEC 386/09, de conteúdo semelhante, o deputado Paulo Pimenta, que é um dos integrantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Diploma, trabalha para acelerar a tramitação da PEC 206. E, com este objetivo, dialogou com membros da Mesa Diretora da Câmara, para viabilizar o ato de instalação da Comissão Especial.
"Paralelamente a FENAJ e a maioria dos Sindicatos de Jornalistas já dialogou com vários Deputados em seus estados, no sentido de se disponibilizarem a compor a Comissão", conta a diretora da FENAJ e membro da coordenação da Campanha em Defesa do Diploma, Valci Zuculoto. Já há uma lista completa com sugestões para a composição da Comissão Especial. "Mas precisamos respeitar a atribuição dos líderes de cada partido ou bloco da Câmara, pois compete a eles fazerem as indicações", conclui.
Fonte: FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas
Acompanhe os desfechos da PEC do Diploma
Fonte: FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas
Acompanhe os desfechos da PEC do Diploma
Apaixonados não se concentram...
Pessoas apaixonadas têm menor capacidade de se concen-trar e de executar tarefas que requeiram atenção.

No mundo da lua
Para aguçar suas paixões, os participantes ouviram música romântica e pensaram em um evento romântico antes dos testes. Quanto mais apaixonado cada um deles se autoavaliou, menos capaz foi de ignorar a informação irrelevante. Assim, a intensidade do amor está diretamente relacionada à forma como alguém é capaz de se concentrar, concluíram os cientistas.
Não houve diferença entre homens e mulheres - todos "viajaram" igualmente.
Controle cognitivo (significa a aquisição de um conhecimento por intermédio da percepção). Esses estudos anteriores concluíram que a capacidade de ignorar informações que distraem é necessária para manter um relacionamento romântico de longo prazo.
De acordo com essa interpretação, ser capaz de controlar a si mesmo - também chamado de "controle cognitivo" - e resistir às tentações que poderiam ameaçar o relacionamento é tido como essencial no amor a longo prazo.

"A razão pela qual o amor romântico está associado com o controle cognitivo ainda é desconhecida. Pode ser que os amantes usem todos os seus recursos cognitivos para pensar sobre sua amada, o que os deixa sem recursos para executar uma tarefa chata. Pode ser também que a associação vá no sentido oposto: as pessoas que têm reduzido controle cognitivo poderiam experimentar sentimentos de amor mais intensos do que as pessoas que têm níveis mais elevados de controle cognitivo," considera ele.
Pesquisas futuras poderão trazer novas interpretações e tentar esclarecer o assunto.
Mas talvez valha mesmo o saber popular, aquele que diz que quem está apaixonado vive no mundo da Lua e, portanto, não presta atenção em nada que não seja o objeto do seu amor.
Fonte: Diário da Saúde
E a Copa do mundo no Brasil, como vai?
Como estão as obras? O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou, em coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (4), durante a programação do sorteio dos grupos da Copa do Mundo, que os estádios para o Mundial estarão prontos com relativa folga e a tempo para que sejam realizados os eventos-teste. Segundo Aldo, o evento deverá ser um momento de afirmação do que o esporte representa: confraternização e oportunidade de encontro entre as pessoas.


Ingressos
Foi anunciada a disponibilização, na próxima fase de vendas de ingressos, de 8% das entradas reservadas para os jogos das suas respectivas seleções. Luis Fernandes, secretário executivo do Ministério do Esporte, ainda destacou uma inovação da edição de 2014 do Mundial, a criação da categoria 4, com 400 mil tíquetes exclusivos para brasileiros, com garantia de descontos para estudantes e beneficiários de programas sociais do governo federal. Além disso, os idosos têm meia entrada em todas as categorias.

Genildo Lins, do ministério das Comunicações, ressaltou a importância do evento para a antecipação de investimentos em infraestrutura de telecomunicações. Serão R$ 116 milhões até 2013, com a construção de mais de 16 mil km de rede. Segundo Lins, com as ações, a empresa estatal Telebrás levará internet e conectividade para áreas onde as empresas comerciais não têm o interesse de atuar.

O sorteio final da Copa do Mundo de 2014 terá regras diferentes às do Mundial de 2010. Por conta do número de cabeças de chave da América do Sul (4) e da Europa (4), além de mais nove seleções europeias, as federações serão divididas em quatro potes de acordo com critérios geográficos e de classificação no ranking da FIFA. Seleções da mesma confederação não poderão cair no mesmo grupo, com exceção da Europa, que poderá ter até dois países na mesma chave.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Se você é Educador (a) ...
Leia esta matéria sobre o seu Piso Salarial Nacional:
Confira a resolução de 07 de abril de 2012.
2) Decisão do STF sobre a validade da Lei do Piso
No dia 27/02/2013, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a Lei 11.738/2008,
Piso do magistério deve ser reajustado em 22,22% e passar para R$ 1.451
Portaria define critérios para que secretarias peçam recursos para piso
Piso salarial do magistério é constitucional, diz o STF
Piso Salarial Profissional Nacional – Lei nº 11.738, de 16/7/2008
O que é?
Em 16 de julho de 2008 foi sancionada a Lei n° 11.738, que instituiu o piso
salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da
educação básica, regulamentando disposição constitucional (alínea ‘e’ do
inciso III do caput do artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias).
1) Resolução define critérios de repasse de recursos do Fundeb para complementação do Piso Salarial Profissional Nacional.
A Resolução nº 7, de 26 de abril de 2012 do Ministério da Educação traz os
A Resolução nº 7, de 26 de abril de 2012 do Ministério da Educação traz os
novos critérios de complementação do Piso Salarial aprovados pela Comissão Intergovernamental para Financiamento da Educação de Qualidade, composta
por membros do MEC, do Conselho Nacional de Secretários de Educação
(Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
Essa resolução trata do uso de parcela dos recursos da complementação da
Essa resolução trata do uso de parcela dos recursos da complementação da
União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica
(Fundeb) para o pagamento integral do piso salarial dos profissionais da
educação básica pública.
Confira a resolução de 07 de abril de 2012.
2) Decisão do STF sobre a validade da Lei do Piso
No dia 27/02/2013, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a Lei 11.738/2008,
que regula o piso salarial nacional dos profissionais do magistério público da
educação básica, passou a ter validade a partir de 27 de abril de 2011, quando
o STF reconheceu sua constitucionalidade. A decisão tem efeito "erga omnes",
isto é, obriga a todos os entes federativos ao cumprimento da Lei.
Portaria define critérios para que secretarias peçam recursos para piso
Piso salarial do magistério é constitucional, diz o STF
Fonte: Ministério da Educação
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Cientistas estão mais perto de anticoncepcional para homens

Por James Gallagher
Repórter de Ciência e Saúde da BBC News
Novo tratamento pode ser revertido facilmente, segundo cientistas
Cientistas australianos estão mais próximos de sintetizar uma pílula anticoncepcional para homens - mas o medicamento ainda levará mais de dez anos para chegar às farmácias.
Os pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne, encontraram uma forma reversível de impedir que os espermatozóides saiam junto com a ejaculação, sem afetar a função sexual.
Saúde
Testes em animais mostraram que o esperma pode ser mantido "em estoque" durante a relação. A busca por um anticoncepcional masculino até o momento se concentrou em pesquisar como os homens poderiam produzir espermatozóides não-funcionais.
Mas, alguns medicamentos usados com este objetivo também tinham efeitos colaterais considerados "intoleráveis", segundo Sabatino Ventura, um dos pesquisadores da Universidade Monash.
Estes medicamentos provocavam a infertilidade, mas também afetavam o apetite sexual ou causavam alterações permanentes na produção dos esperma.
A descoberta foi publicada na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
Para chegar a este novo anticoncepcional masculino, os pesquisadores australianos tentaram uma abordagem diferente. Normalmente o esperma sai da "área de estoque" no canal deferente antes da ejaculação.
O grupo de pesquisadores produziu camundongos geneticamente modificados que não conseguiam expelir o esperma para fora do canal deferente. "O esperma fica no local de estocagem então, quando o camundongo ejacula, não há esperma, ele é estéril", disse Ventura à BBC.
"É facilmente reversível e o esperma não é afetado, mas precisamos mostrar que podemos fazer isto em termos farmacológicos, provavelmente com dois medicamentos", acrescentou. Até o momento o grupo de pesquisas fez com que os camundongos ficassem estéreis mudando o DNA dos roedores para que eles parassem de produzir duas proteínas necessárias para mover o esperma.
Agora, os cientistas precisam descobrir duas drogas que possam produzir o mesmo efeito. Eles acreditam que uma delas já foi desenvolvida e é usada há décadas em pacientes com crescimento benigno da próstata.
Mas, a descoberta do segundo medicamento necessário pode levar até uma década.
O processo descoberto pelos cientistas australianos também não é totalmente livre de efeitos colaterais. As proteínas que foram alteradas pelos cientistas têm um papel no controle dos vasos sanguíneos, então os efeitos colaterais poderão afetar a pressão e o batimento cardíaco.
Mas, pelo menos nos camundongos, a única alteração detectada foi uma queda "muito pequena" na pressão sanguínea. Também pode haver uma alteração no volume da ejaculação.
"É um estudo muito bom, quase como uma vasectomia biológica, que impede a saída do esperma", afirmou Allan Pacey, palestrante de andrologia na Universidade de Sheffield, na Inglaterra.
"É uma boa ideia, mas eles precisam continuar (com a pesquisa) e observar o que faz com as pessoas", acrescentou
Fonte: BBC - Brasil
Brasil melhora, mas ainda não sabe ler...
Brasil melhora mas ainda é um dos últimos em ranking de educação
por Daniele Fernandes
Os estudantes brasileiros ocupam os últimos lugares nos rankings de leitura, matemática e ciências em uma lista de 65 países e territórios, segundo um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado em 3 de dezembro.

De acordo com o estudo realizado pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2012, da OCDE, apesar da melhora nos resultados, os estudantes brasileiros na faixa de 15 anos ficaram em 55° lugar em leitura entre os 65 países analisados pelo estudo.
Brasil
O Brasil totalizou 410 pontos em leitura, resultado semelhante aos registrados pela Colômbia e Tunísia e abaixo da Costa Rica, mas acima da Argentina e do Peru.
A média em leitura dos países que integram a OCDE, na grande maioria economias desenvolvidas, foi de 496 pontos em leitura.
A China, que liderou a classificação também em matemática e ciências, obteve 570 pontos em leitura.
A OCDE ressalta que a performance dos estudantes brasileiros em leitura melhorou desde 2000, passando de 396 para os atuais 410 pontos, o que revela uma evolução média anual de 1,2 ponto.
"Dados relativos a mudanças demográficas e sociais entre 2000 e 2012 no Brasil mostram que a melhora no desempenho na leitura pode ser totalmente explicada pela melhoria no status econômico, social e cultural da população estudantil", afirma o estudo.
Competências básicas
Mas o PISA revela um dado alarmante em relação ao nível de leitura dos estudantes brasileiros: quase a metade (49,2%) ficou abaixo do nível de competências básicas (classificado como nível 2 – que representa 407 pontos).
"Isso significa que, na melhor das hipóteses, eles podem identificar o assunto principal ou o objetivo do autor em um texto com assunto familiar e fazer uma simples conexão entre a informação do texto e seus conhecimentos diários", diz o estudo.
Houve, no entanto, um leve progresso, já que esse índice havia sido de 49,6% na pesquisa anterior, divulgada em 2010. Em 2000, a proporção de estudantes brasileiros com nível 2 de leitura havia sido de 55,8%.
Na área de matemática, os alunos brasileiros ficaram em 58° lugar, totalizando 391 pontos.
O resultado é comparável ao da Albânia, Jordânia, Tunísia e Argentina. A média obtida em matemática pelos países da OCDE foi de 494 pontos. A China totalizou 613 pontos nessa disciplina.
A OCDE destaca que o Brasil foi o país que registrou a maior taxa de crescimento no total de pontos em matemática nos últimos dez anos.
O Brasil passou de 356 pontos nessa disciplina em 2003 para 391 pontos em 2012. A evolução média anual no período foi de 4,1 pontos.
Em ciências, os estudantes brasileiros ficaram em 59° lugar, com 405 pontos.
O desempenho nessa disciplina também vem aumentando desde 2006, afirma a OCDE, quando o total de pontos obtidos por estudantes brasileiros havia sido 390. No período, houve uma evolução anual de 2,3 pontos nos resultados.
Quase 20 mil estudantes brasileiros de 837 escolas participaram dos testes do PISA 2012, que avaliou 510 mil alunos em 65 países.
Repetência
A organização destaca ainda no estudo PISA que o nível de repetência ainda é extremamente elevado no Brasil e ocorre em maior número entre os estudantes socialmente desfavorecidos.

"O Brasil precisa encontrar meios de trabalhar com a baixa performance dos alunos para motivá-los e criar expectativas para todos e reduzir as taxas de abandono dos estudos", afirma a OCDE.
O Pisa avalia a cada três anos a performance de estudantes em leitura, matemática e ciências, com idade de 15 anos ou mais, matriculados a partir da 7ª série do ensino fundamental.
Fonte: BBC Brasil
Origem do "pão Francês"...
Respostas
Por que no Brasil a gente come "pão francês"?
Da imitação do que se fazia na França surgiu a tradição brasileira
por Raquel Lima
Não querendo estragar a viagem de ninguém, mas quem entrar em uma padaria de Paris e pedir "un pain français, s’il vous plaît" ("um pão francês, por favor") vai encontrar dificuldades. Mesmo após muita gesticulação, deve sair apenas com um pedaço de baguete. Acontece que o pãozinho também conhecido como "pão de sal" e "cacetinho", e que a maior parte do Brasil chama de "francês", não existe na França.
Os encontros e desencontros de tradução começaram no início do século 19. Naquela época, o pão popular da França era curto, cilíndrico, com miolo duro e a casca dourada - um precursor da baguete, que só consolidou a forma comprida no século 20. Enquanto isso, no Brasil, o pão comum era um com miolo e casca escuros, uma versão tropical do pão italiano.
Acontece que, quando a elite do Brasil recém-independente viajava para Paris, voltava descrevendo o pãozinho para seus padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita pela descrição. Dessa gastronomia oral saiu o "pão francês brasileiro", que difere de sua fonte de inspiração europeia, sobretudo por poder levar até açúcar e gordura na massa. Assim como o arroz à grega e o café carioca, a homenagem é alheia ao homenageado.
Os encontros e desencontros de tradução começaram no início do século 19. Naquela época, o pão popular da França era curto, cilíndrico, com miolo duro e a casca dourada - um precursor da baguete, que só consolidou a forma comprida no século 20. Enquanto isso, no Brasil, o pão comum era um com miolo e casca escuros, uma versão tropical do pão italiano.
Acontece que, quando a elite do Brasil recém-independente viajava para Paris, voltava descrevendo o pãozinho para seus padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita pela descrição. Dessa gastronomia oral saiu o "pão francês brasileiro", que difere de sua fonte de inspiração europeia, sobretudo por poder levar até açúcar e gordura na massa. Assim como o arroz à grega e o café carioca, a homenagem é alheia ao homenageado.
Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr / Creative Commons 3. Fonte: superinteressante
domingo, 1 de dezembro de 2013
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