sexta-feira, 17 de maio de 2024

"Há 34 anos, OMS removia homossexualidade da lista de doenças"

A homossexualidade ainda é criminalizada em 70 países, aponta levantamento. Foto: Getty Images/AFP/J. Edelson
Edison VeigaDeutsche Welle (DW), Brasil

"Decisão não acabou com preconceito e discriminação, mas foi passo importante para a compreensão da homossexualidade como identidade sexual, que não necessita de cura." 

"Foi só em 17 de maio de 1990, há 34 anos, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Estatística internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID). Até então ser homossexual era considerado doença.

"Preconceito e ignorância: é com essas palavras que o pedagogo e ativista Toni Reis, de 59 anos, define sua juventude, na pequena cidade de Coronel Vivida, interior do Paraná. "Minha adolescência foi muito confusa e dolorida devido à minha sexualidade", relata à DW Brasil. "Com 14 anos, quando contei para a minha mãe, ela achou que era doença e me levou ao médico."


O médico o encaminhou a um psicólogo. Este buscou ser compreensivo. "Mesmo assim, minha família saiu em busca de minha 'cura', através de novenas na Igreja Católica, orações na Assembleia de Deus, oferendas no centro de Umbanda, ser obrigado a tomar leite de égua no colostro e a ir com os irmãos para a 'zona' com o intuito de virar 'macho'. Tudo em vão: continuei sendo gay", conta.

Um passo importante, sem dúvida, mas que ainda não representou a cidadania plena para essa minoria. De acordo com dados publicados no ano de 2019 pela organização Associação Internacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Trans e Intersexuais(ILGA), em 70 países a homossexualidade ainda é criminalizada, com casos de prisão e até de pena de morte. E a transexualidade só deixou de ser classificada como doença pela OMS em junho de 2018.

Mas também houve avanços. Um grande exemplo: o casamento entre pessoas do mesmo sexo passou a ser reconhecido em muitos países – no Brasil, houve a equiparação da união estável homoafetiva em 2011, o casamento civil foi aprovado em 2013 e o direito à adoção por casais do mesmo sexo em 2015.


Para o dramaturgo e roteirista Mário Viana, 63 anos, em  ao contrário da sua, a geração atual não precisa "sair do armário". "As novas gerações gays nem sabem direito o que é armário. Sofrem preconceito, sim, mas por se expor. Já o 'grande momento do outing' talvez só sobreviva entre núcleos familiares mais fechados", comenta.

Gesto da OMS foi um aval, mas não muda preconceitos

Sobre os avanços da medicina e da sociedade, ele avalia que "a coisa funciona na base do 'um passo de cada vez', devagar, mas sempre"."O gesto da OMS foi um aval, mas uma lei escrita não muda preconceitos, comportamentos agressivos e tabus. Pelo menos a luta homossexual ganhou um aliado legal de peso: ninguém mais poderia ser internado à força ou passar por tratamentos compulsórios."

Classificações

Em artigo publicado em outubro de 1984 na revista Saúde Pública, o médico Ruy Laurenti (1931-2015), professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e diretor da seção brasileira do Centro da OMS para a Classificação Internacional de Doenças, pontuou que já naquela época havia um movimento pedindo a retirada de "homossexualismo" da CID.

Mais comum na época, o termo homossexualismo, por si só, já carrega um peso pejorativo devido ao Sufixo "ismo" – que muitas pessoas associam a patologias, doutrinas e ideologias.

"Essas solicitações que, inicialmente, eram recebidas sem serem levadas muito a sério e até mesmo quase de uma maneira jocosa, foram se tornando cada vez mais frequentes", escreveu. "Alguns países têm tentado solucionar a questão visto que certos problemas têm surgido, tais como aqueles ocorridos com imigrantes ou mesmo visitantes estrangeiros, que têm barrada, legalmente, sua entrada ou permanência no país porque, tendo assumido plenamente a condição de homossexuais, estão contrariando as leis vigentes que impedem que portadores de 'transtornos mentais' sejam admitidos no país."

Laurenti pontuou que movimentos semelhantes ocorriam no Brasil, seja por parte de grupos ativistas, seja pela comunidade científica. A classe política também demonstrava essa preocupação, com cinco câmaras municipais e uma assembleia legislativa já tendo publicado, na época, moções de repúdio à classificação da OMS e até a existência de um abaixo-assinado pedindo a revisão da CID, subscrito "até o final do ano de 1983" por 309 políticos, "desde um governador até 167 vereadores".


Ao se falar de como determinados comportamentos são (ou eram) classificados como patologias, é preciso lembrar de outra classificação, a chamada DSM (em português, Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais).


Publicado desde 1952, o manual é elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria. Nele, homossexualismo também era tratado como doença. Uma revisão foi feita em 1973, e a homossexualidade deixou de constar como transtorno mental a partir da republicação do manual no ano seguinte.

O psiquiatra Paulo Amarante, presidente honorário da Associação Brasileira de Saúde Mental e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), avalia que essa atualização foi fundamental para que a homossexualidade passasse a ser tratada com mais naturalidade pela classe médica, "porque a DSM é considerada a bíblia da psiquiatria".

Amarante cita os trabalhos do biólogo e sexólogo americano Alfred Kinsey (1894-1956), autor dos trabalhos Comportamento sexual do homem e Comportamento sexual da mulher, como fundamentais para influenciar a revisão.

Mudanças

20 livros e filmes para celebrar o Orgulho LGBTQIA+

Fonte: Alice, blog

Profissionais de saúde mais velhos se recordam das dificuldades em encarar a questão da homossexualidade antes da revisão da OMS. A começar pelo termo utilizado – "homossexualismo", com carga pejorativa.

"Como pertencia à lista de doenças, havia quem 'tratasse' pessoas que se descreviam homossexuais em psicoterapia, sem êxito. O que historicamente se usou para 'tratar' a homossexualidade eram caminhos de tortura física e psicológica, com a pretensão de que assim estas pessoas desistiriam de seus comportamentos eróticos", diz o psicólogo Oswaldo Rodrigues, fundador do Instituto Paulista de Sexualidade.

"Houve muitas discussões contrárias, mesmo porque não se mantinham cientificamente essas propostas, mesmo que elas fossem, a cada década do século 20, reinventadas como fórmulas mágicas de 'tratamento'", diz Rodrigues, que exerce a profissão desde 1984.

Ele se recorda que, na faculdade, discutiam-se serem comportamentos "diferentes do usual", mas já não era comum uma abordagem como se fosse doença ou algo passível de tratamento médico.

O psicólogo e psicoterapeuta Ari Rehfeld, da PUC-SP, conta que, mesmo estando na ativa desde 1979, nunca atendeu em seu consultório um paciente que encarava a homossexualidade em si como um problema, mas a reação da sociedade a ela. "Nunca alguém chegou com a queixa de que 'sou homossexual e não gostaria de sê-lo', mas, sim, era antigamente visto como doença, era algo muito estigmatizado. O indivíduo sofria um olhar muito pejorativo e negativo", diz.

Médico desde 1964, o psiquiatra Anibal Mezher, lembra que, em seus tempos de graduação, "predominava o conceito da homossexualidade como doença, um desvio da normalidade", mas, como "não havia um protocolo para tratamento, o tema era pouco abordado nos currículos da formação médica e dos cursos de especialização psiquiátrica".

"Em decorrência de um progressivo conhecimento e experiência psicoterápica, passei, ao longo dessas décadas, a considerar a homossexualidade uma alternativa, outra forma de identidade sexual, e, como tal, não patológica."

Consequentemente, Mezher é categórico sobre a chamada "cura gay". "Considero um absurdo violento, pois parte da falsa premissa da homossexualidade como doença."

Fonte: Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas. 

Notícias locais: Hospital veterinário municipal.

Vereador Lucas Arruda
Este é um Projeto de Lei do vereador Lucas Arruda aprovado por unanimidade pelo Legislativo da cidade. Só está faltando a aprovação do executivo, que segundo o vereador pode demorar um pouco, mas é quase certa a aprovação. 


Para todo Brasil assistir

Fonte: whatsApp


É revoltante! É uma pena que ainda existam brasileiros assim... Mas existem infelizmente. 

Assembleia Legislativa de MG aprova um Projeto de Lei de autoria da deputada Beatriz Cerqueira (PT) tornando as águas do Sul de Minas "patrimônio do Estado"

Fonte: EPTV 

Meio ambiente: SOS Serra da Gandarela, e a região metropolitana de BH, em MG

Fonte:TV Gandarela

Parece que Vale (ex-Rio Doce) não ficou contente com os dois desastres ambientais provocados por ela, por falta de manutenção... E não preocupação com as vidas...

Não bastou Mariana e Brumadinho, ambos em Minas Gerais, no qual os rios estão comprometidos até hoje e as famílias e comunidade que perderam seus entes queridos.  

Notícias locais: Proposta do Partido Verde – Sustentabilidade & cidade modelo para o município

 

Data: sábado, 18 / maio 

Hora: a partir das 10h

Local: Fungotac

Endereço: rua Santa Catarina, 321 - Centro - Poços de Caldas, MG  

Brasil: "Lula libera novo cartão de ônibus para Idosos para quem tem 60 anos; saiba como solicitar"

Esta carteira é válida em todo território nacional
  Por Paulo, Terra

 "Em 2024, os idosos brasileiros na faixa etária de 60 a 64 anos terão novos motivos para celebrar. Uma importante reforma na política de mobilidade urbana garantirá a gratuidade no transporte público para este grupo, anteriormente disponível apenas para aqueles com 65 anos ou mais. Esta mudança promete melhorar significativamente a qualidade de vida e a autonomia de muitos cidadãos.   

Como solicitar a carteira do idoso 2024?

  1. Acesse o portal carteiraidLLLLoso.cidadania.gov.br.
  2. Complete o formulário com suas informações pessoais e siga as instruções para concluir o cadastramento.
  3. Aguarde a emissão da carteira, que será enviada para o seu endereço cadastrado.

Com essa carteira, além de garantir a gratuidade no transporte público urbano, os idosos também desfrutam de outros benefícios, como descontos em viagens intermunicipais e interestaduais e até mesmo acesso gratuito a eventos e serviços, promovendo uma maior integração social e cultural." Esta carteira é válida em todo território nacional.

CASO VOCÊ JÁ POSSUA, NÃO SE ESQUEÇA DE VALIDAR SUA CARTEIRA DA PESSOA IDOSA. NESTE MESMO LINK

 carteiraidLLLLoso.cidadania.gov.br

Notícias locais: 17 de maio –"abuso não é brincadeira" Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.

Fonte: Conselho Tutelar de Poços de Caldas

"Conselhos Tutelares de Poços de Caldas, em parceria com a Rede de Garantia de Direitos, realizarão hoje dia 17 de maio uma passeata referente ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.


A concentração será no Coreto da Praça Pedro Sanches, a partir das 13h.

A passeata seguirá pelas ruas Francisco Salles e Assis Figueiredo, até a esquina da rua Prefeito Chagas, e retorna à praça Pedro Sanches (coreto). Ação é uma iniciativa dos Conselhos Tutelares de Poços de Caldas em parceria com a Rede de Garantia de Direitos."

Caso de denúncia ligue:
3697 2116 Região Sul/Oeste
3697 2185 Região Centro/Leste 
Disque 100 Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos" 
Fonte: Conselho Tutelar de Poços de Caldas, MG  

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Jornal da Cultura | 15/05/2024

Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

"No Jornal da Cultura desta quarta-feira (15) você vai ver: Lula anuncia nova ajuda às famílias gaúchas; equipe do JC acompanha dia de trabalho dos bombeiros gaúchos; aprovado projeto que suspende dívida do Rio Grande do Sul com a União; Mercado reage mal à demissão de ex-presidente da Petrobras; Premiê da Eslováquia é baleado duas vezes e está internado em estado grave.

Para comentar essas e outras notícias, Karyn Bravo recebe a economista Mariana Almeida, professora do Insper e diretora-executiva da Fundação Tide Setubal, e o comunicador e apresentador do Provoca, Marcelo Tas."

#JornaldaCultura #JC

Jean Paul Prates deixa a Petrobras a pedido de Lula

ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates,

"Magda Chambriard foi convidada e aceitou assumir o cargo. Demissão ocorreu na presença do presidente, do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e do ministro da Casa Civil, Rui Costa." 


 Blog da Natuza Neri, g1

Ontem à noite o Presidente Lula demite o presidente da Petrobras.As ações da Petrobras despencam na Bolsa de Valores.

Ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, MG estava pressionando o Presidente Lula há bastante tempo, por desentidimentos em relação aos dividendos da Petrobras, que não foram distribuidos entre os acionistas.

Ele será substituido por Magda Chambriard, convidada para ser a substituta de Prates e já aceitou assumir o cargo.

"A Petrobras publicou fato relevante na noite desta terça-feira, anunciando o "encerramento antecipado de seu mandato como Presidente da Petrobras de forma negociada". "Adicionalmente, o Sr. Jean Paul informou que, se e uma vez aprovado o encerramento indicado, ele pretende posteriormente apresentar sua renúncia ao cargo de membro do Conselho de Administração da Petrobras."  

Polêmica dos dividendos


"Em 7 março, o Conselho de Administração da Petrobras decidiu reter o pagamento de todos os dividendos extraordinários. A decisão ocorreu após a divulgação do resultado do quarto trimestre de 2023 da empresa.

Os dividendos são uma parcela do lucro da empresa que é repartida entre os acionistas. Não pagar os dividendos é interpretado pelo mercado como um sinal de menor rentabilidade da estatal. Os dividendos extraordinários são aqueles pagos além do mínimo obrigatório. Ou seja, a empresa não tem que pagá-los necessariamente.

Foram anunciados R$ 14,2 bilhões em dividendos para o trimestre, dentro do modelo de pagamento mínimo da companhia, o que gerou polêmica.

A diretoria da Petrobras chegou a propor o pagamento de metade dos dividendos extraordinários, mas, na época, os representantes do governo no Conselho de Administração votaram contra a proposta, que acabou rejeitada.

Jean Paul Prates foi contra a orientação do governo e se absteve na votação, o que não foi muito bem recebido no Palácio do Planalto.

A União tem a maioria do conselho. Dos 11 conselheiros, o governo tem seis deles.

A estratégia do governo ao não pagar os extraordinários foi fortalecer o cofre. Essa verba não pode ser usada para investimento, mas fica numa caixa de contingência.

Dessa forma, o governo entendeu que passaria para o mercado uma imagem de robustez, ainda mais num momento em que a Petrobras busca financiamentos para investimentos.

Mas, por outro lado, o mercado interpreta o não pagamento dos dividendos extraordinários como uma menor atratividade dos papeis da empresa, o que fez os preços das ações despencarem."

Aprovação do pagamento


"Em 25 de abril, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a distribuição de 50% dos dividendos extraordinários da estatal. Com a decisão, a União, que tem a maioria das ações da empresa, deve receber cerca de R$ 6 bilhões. E foram liberados 
 cerca de R$ 21,95 bilhões em dividendos extraordinários, de um total de R$ 43,5 bilhões.

Em comunicado ao mercado, a Petrobras informou que a remuneração total aos acionistas referente a 2023 será de R$ 94,3 bilhões. Esse valor inclui as antecipações aprovadas ao longo do ano passado e pagas até março de 2024 (R$ 58,2 bilhões) mais a proposta de dividendos complementares."

Fonte: Blog da natuza Neri, g1

terça-feira, 14 de maio de 2024

Dilma Rousseff faz pronunciamento para anunciar R$5,7 bilhões para o RS

Fonte: Tv Fórum  

Reportagem local: prazer, sou a Rita Von Hunty

    Prazer, sou a Rita Von Hunty interpretada por Guilherme Terreri, convidado pela 19ª                Flipoços, em 2024, para falar da Literatura LGBTQIA+.

Por Ana Lúcia Dias, OGM

Logo na entrada da Flipoços, à direita, está o Palco SESC Suforosa, onde na quinta-feira, 2 de maio, às 17h30 se apresentou o ator-professor Guilherme Terreri, criador da personagem Rita Von Hunty, o maior sucesso no YouTube com cerca de um milhão e quinhentos mil seguidores.

Eram 16h52m, a apresentação do Guilherme Terreri estava marcada para às 17h30m

Veio um monte de gente, no espaço do SESC dedicado à 
Memória e a Imaginação a partir da leitura, na 19ª Flipoços — Feira Literária de Poços de Caldas 
. Quem chegou bem antes do início do evento teve a oportunidade de ver o Guilherme Terreri mais perto.

Quando chegamos, estava assim tranquilo, mas ninguém, nem a coordenadora do evento, a Gisele Ferreira, imaginava que viriam tantas tribos. Não apenas os LGBTQIA+, o que já era esperado, por ser o Guilherme ser quem é, assumidamente LGBT. É um ator e professor, com conhecimento intrínseco e coerente. E com uma memória, que nem se fala. 

Depois, foi chegando gente e mais gente… 

Fonte: OGM, O Guardião da Montanha, Jornal on-line

Ele é lindo não só aparência, mas também em sua essência como ser humano coerente em suas ideias, íntegro, muito inteligente, gentil e LGBT. Apenas para você, leitor(a) ter uma ideia, ele nos recebeu para uma entrevista, depois do evento, no Hotel Ibis Style, parceiro da Flipoços, onde se hospedaram os convidados da 19ª Feira de Literatura de Poços de Caldas. 
 
Após jantar, ele ainda recebeu um grupo de estudantes de jornalismo da PUC, que o entrevistaram. Depois, já eram quase 23h, foi a vez do nosso Jornal OGM. Imagine como ele devia estar cansado, mas mesmo assim, muito gentil, nos concedeu a entrevista. Assista.

Fonte: OGM - O Guardião da Montanha, Jornal on-line


Estudantes de Jornalismo da PUC 
E, ainda, no final do evento, ele ainda se deixou ser fotografado com os fãs. Em off, conversando com ele, perguntei se estava cansado, com monte de gente querendo seu autógrafo e ser fotografado com ele, disse: “não. É uma troca. Ao mesmo tempo que ficaram ouvindo e participando por cerca de 1h e meia, por que não dar autógrafos e fotografar com eles, e atender à imprensa?” Agradecemos a ele a disposição… e o carinho em nos receber.

 Fila para tirar fotos e autógrafos com Guilherme Terreri 

Essa Sra. da foto, ao lado, a Célia, ela e o esposo estavam passando ao lado e perguntaram quem é? Respondi a ela, é o Guilherme Terreri, a Rita Von Hunty. Ela disse: “adoro ela” e foi até a fila. Logo em seguida lá estava ela sendo fotografada com o Guilherme, pelo esposo Luiz Carlos. Quando voltou, perguntei a ela como havia conseguido tal proeza, ela disse que havia sido uma moça super gentil que a deixou passar na frente. O casal é de Piracicaba, SP.

Algumas das muitas pessoas que quiseram ser fotografadas com Guilherme Terreri. Em especial, reparem no André Marinho, o qual é PCD, que escreveu um lindo texto sobre o evento.
Fonte: OGM - O Guardião da Montanha - Jornal onl-line

Guilherme, já conhecia Poços de Caldas, quando pequeno, em função da sua família vir para Águas da Prata,SP divisa com Poços de Caldas, “sempre acabávamos dando uma passada em Poços de Caldas”, conta ele.

Fonte: OGM - O Guardião da Montanha, Jornal on-line

Mas desta vez, aos 33 anos, ele veio até à Flipoços falar sobre a literatura LGTBQIA+ acabou dando uma aula e que aula! Ele falou de política… Do dia do Trabalhador, que foi no dia anterior. Deu espaço à Dani Silva para denunciar a situação do único ambulatório, o Celso Patelli, para o público Transexual da cidade e região, em que foram demitidos os médicos e enfermeiros responsáveis. Resultado, a comunidade Trans, que trata com hormônios e outros medicamentos necessários, ficou totalmente sem assistência médica. Guilherme visitou o ambulatório no dia seguinte, (3) antes de visitar a Flipoços e voltar para Sampa.

Fonte: OGM - O Guardião da Montanha, Jornal on-line

Fonte: OGM - O Guardião da Montanha, Jornal on-line

Tanto é que quando o mediador, o jornalista e escritor Valmir Moratelli começou a apresentação, perguntando sobre a contradição. Que no decorrer da explanação, Guilherme respondeu à questão. Houve respeito e todos ficaram em silêncio. Mas o Guilherme logo começou a agitar o pessoal questionando, brincando. Imagine uma aula dele, deve ser uma delícia como foi essa, que além de transmitir conhecimento, aliás como ele faz sempre com a Rita Von Hunty no YouTube, ele transmite com humor.

E depois no final de sua “apresentação”, ainda veio um pessoal da UEMG, trazendo cartazes, aproveitando apresentação lotada e, que o Guilherme deu todo apoio e espaço ao movimento, como educador e valoriza a Educação como algo essencial à dignidade humana.  Fizeram muito bem, ao comunicarem o motivo da paralisação pela UEMG, que é Estadual e todas as Universidades e Institutos Federais no país, estarem em greve. Guilherme os chamou no palco.

Fonte: OGM, O Guardião da Montanha — Jornal on-line 

Guilherme segurando um dos folders da Educação
Assessora do Guilherme, a
Sarah e a coodenadora da
Flipoços, Gisele Ferreira. 
Foto: OGM
        









                                                                  
                                                  
Não perca, na íntegra, a Literatura LGBTQI+, 
com Guilherme Terreri.
  
    Fonte: equipe de produção da FLIPOÇOS 

Nos Bastidores do Evento: Gisele Ferreira e Sílvia Schmidt 

Enquanto a movimentada agenda de Gisele Ferreira, coordenadora do evento, a mantinha ocupada recebendo convidados, nos encontrávamos na expectativa de uma entrevista exclusiva com ela para o Jornal O Guardião da Montanha, na Sala de Imprensa. 


No meio do entre e sai da produção do evento na sala de imprensa, surge Silvia Schmidt, uma renomada escritora de São Paulo com fortes laços familiares em Poços de Caldas.

Silvia Schmidt é uma verdadeira polivalente do mundo literário. Com uma trajetória que atravessa múltiplos campos;
Sílvia Schmidt
ela é professora, escritora, livreira, editora independente e curadora. Sua jornada acadêmica começou com uma formação em Letras em Lorena,SP seguida por especializações em Comunicação e Semiótica na PUC-SP, Sociologia e Política na USP e Ontopsicologia em SC. Sendo esta uma “ciência aplicada que
 representa hoje uma novidade em termos de teoria e aplicação científica. Sua metodologia é aplicada nos campos econômico, político, médico, artístico, científico e pedagógico. A intuição ativa de soluções para o social, com impacto relevante de desenvolvimento econômico, social, cultural e científico.” Fonte: Antonio Menghetti 

Sua vida é uma aventura que a levou pelos recantos do nordeste e sul do Brasil. Mas foi em Florianópolis que ela abraçou o estilo de vida nômade digital, explorando novas cidades, países e culturas em busca de liberdade, independência e inspiração.

Em 2014, Silvia criou o selo “Símbolo@digital”, uma editora dedicada a livros eletrônicos. Além disso, estabeleceu a 'Livraria Mulherio das Letras', um espaço para a comercialização e distribuição das obras literárias das escritoras integrantes do “Movimento Mulherio das Letras”.

Desde 2016, ela vem desempenhando um papel importante como mediadora em eventos literários, trazendo sua vasta experiência para enriquecer discussões e debates. Seus textos, que abrangem poesia, romances, contos, ensaios e muito mais, são publicados em diversas antologias, coletâneas e revistas literárias.

Para Silvia, sua carreira como escritora e editora é o resultado natural de duas décadas de experiência em sala de aula, ministrando a disciplina de Literatura Brasileira. Com mais maturidade e criatividade, ela busca agora expandir suas fronteiras literárias e cartografar os territórios do tempo.

E é com esse espírito de exploração e descoberta que ela lança na Flipoços seu livro: “Encontros” — uma cartografia do tempo — 2ª Edição ampliada. Não perca a oportunidade de assistir à entrevista e mergulhar no universo fascinante de Silvia Schmidt.

Entrevista com Sílvia Schmidt. Estamos em frente da Sala de imprensa.
Fonte: OGM, O Guardião da Montanha - Jornal on-line

Gisele Ferreira
A coordenadora da Flipoços Gisele Ferreira convidou a Ministra do Supremo Tribunal Federal – STF, a ministra Carmem Lucia para comparecer à Flipoços, já estava confirmada a presença dela, mas na última hora, a Ministra alegou outro compromisso e não pode comparecer. Foi uma pena o que ela perdeu.

Fonte: OGM, O Guardião da Montanha – Jornal on-line