terça-feira, 11 de junho de 2024

Educação: greve nas universidades e Institutos federais continuam, apesar do Presidente Lula propor negociação

Nesta segunda-feira, durante o evento no Palácio do Planalto, servidores em greve protestaram na Praça dos Três Poderes Foto: Wilton Júnior/Estadão© Fornecido por Estadão
Por Estadão – Colabraçã: ISABELA MOYA

"Com quase dois meses de greve, a mobilização das universidades e institutos federais tem preocupado o governo federal, que tem sofrido pressões de suas bases. Segundo aliados ouvidos pela reportagem do Estadão, a avaliação é de que o movimento grevista gera desgastes para o Planalto.

  • Os professores de 54 das 69 universidades federais brasileiras seguem em greve, que teve início há 55 dias. Docentes de cinco institutos federais (IFs) e três Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs) também se somam à paralisação.
  • Já foram feitas sete rodadas de negociação especificamente com o setor de educação (que engloba, além dos docentes, os servidores técnico-administrativos), mas não houve consenso entre os docentes e o governo federal.
  • Nesta segunda-feira,10, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou recursos para tentar aplacar as reivindicações. Em cerimônia no Planalto, o presidente e o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciaram investimentos para as universidades federais no âmbito do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e para o orçamento de custeio das instituições federais. Nesta segunda-feira,10, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou recursos para tentar aplacar as reivindicações. Em cerimônia no Planalto, o presidente e o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciaram investimentos para as universidades federais no âmbito do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e para o orçamento de custeio das instituições federais.

    A recomposição do orçamento é uma das reivindicações grevistas. Em seu discurso, Lula questionou a demora da greve e disse que as propostas feitas pelo governo não são recusáveis.

    O governo estuda investir em soluções que não dependam diretamente de recursos financeiros, como a revisão de portarias e a estruturação da carreira, para tentar pôr fim à greve.

    A avaliação é de que, nesse momento, é preciso avançar principalmente nas negociações com técnicos-administrativos, o que poderia resolver o impasse e finalizar a greve. O governo tem dito que chegou ao limite financeiro para ceder aos grevistas.

    • Uma das cartas na manga em análise é a possibilidade de reduzir o tempo para chegar no topo da carreira dos técnicos. Nesse sentido, há uma discussão de baixar de 24 anos para 18.
    • Outra possibilidade em estudo é propor a revisão da portaria 983, editada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Desde então, o texto é amplamente criticado pelos docentes por ampliar a carga horária semanal de professores dos institutos federais. Esse tópico é uma das pautas de reivindicação da greve.
    • A última proposta do governo não prevê reajuste em 2024, propõe 9% de aumento em janeiro de 2025 e 5,16% em maio de 2026. Os servidores rejeitaram a proposta e pedem recomposição das perdas salariais, com reajuste de 3,69% em agosto de 2024. Na semana passada, os servidores ameaçaram ocupar o prédio do Ministério da Gestão e Inovação, após a reunião de negociação ser encerrada sem nova data.

      Após a pressão, o governo agendou uma reunião para terça-feira, 11, sobre a carreira dos técnicos administrativos, e outra para o dia 14 de junho, sobre a carreira docente. Nesta segunda-feira, durante o evento no Palácio do Planalto, servidores em greve protestaram na Praça dos Três Poderes.

      “Os R$ 400 milhões o anunciados hoje vieram da mesa de negociação, que se tirou de outras áreas do MEC para o custeio, como uma das demandas atendidas do movimento sindical”, afirmou o deputado Pedor Uczai (PT-SC), que tem participado das rodadas de negociação. “É evidente que o governo está preocupado.”

      O governo chegou a fechar um acordo com um dos sindicatos envolvido na greve, o Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes), mas não conseguiu debelar o movimento.

      Isso porque a greve tem ainda a participação do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN); o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe); e a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra). Todos esses rejeitaram a proposta governamental.

      Após a assinatura do acordo do governo com o Proifes, apenas a Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade Federal de Goiás (UFG) finalizaram a greve; esta última, no entanto, permanece com paralisação dos alunos.

      Após a tentativa frustrada de encerrar o movimento, a pasta da Gestão procurou parlamentares do PT para reduzir a tensão a relação com os grevistas e auxiliar nas negociações sindicais.

      A orientação do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) foi para que as seções sindicais pedissem a suspensão dos calendários acadêmicos por tempo indeterminado. Algumas universidades atenderam integral ou parcialmente, outras ainda não deram um retorno sobre como ficarão as aulas e atividades acadêmicas.

      Onde paralisação continua ocorrendo nas universidades federais?

      • Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
      • Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)
      • Universidade Federal do Ceará (UFC)
      • Universidade Federal do Cariri (UFCA)
      • Universidade de Brasília (UnB)
      • Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
      • Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
      • Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
      • Universidade Federal de Viçosa (UFV)
      • Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
      • Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
      • Universidade Federal do Pará (UFPA)
      • Universidade Federal do Paraná (UFPR)
      • Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)
      • Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa)
      • Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
      • Universidade Federal de Rondônia (UNIR)
      • Universidade Federal de Roraima (UFRR)
      • Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)
      • Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
      • Universidade Federal de Catalão (UFCAT)
      • Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB)
      • Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
      • Universidade Federal de Tocantins (UFT)
      • Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
      • Universidade Federal Fluminense (UFF)
      • Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
      • Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE)
      • Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
      • Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
      • Universidade Federal da Bahia (UFBA)
      • Universidade Federal do ABC (UFABC)
      • Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
      • Universidade Federal de Campina Grande - Campus Cajazeiras (UFCG-Cajazeiras)
      • Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
      • Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
      • Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)
      • Universidade Federal do Acre (UFAC)
      • Universidade Federal de Lavras (UFLA)
      • Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)
      • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
      • Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
      • Universidade Federal do Sergipe (UFS)
      • Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
      • Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)
      • Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
      • Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
      • Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
      • Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
      • Universidade Federal de Rondonópolis (UFR)
      • Universidade Federal do Piauí (UFPI)
      • Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
      • Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
      • Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

      IFs:

      • Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) – Campus Pouso Alegre, Campus Poços de Caldas e Campus Passos
      • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)
      • Instituto Federal do Piauí (IFPI) SINDIFPI 60 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste-MG (IF Sudeste-MG) – Campus Juiz de Fora, Campus Santos Dumont e Campus Muriaé
      • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul) – Campus Visconde da Graça

      CEFETs:

      • Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)
      • Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ)
      • Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)

      ‘Não há muita razão para durar o que está durando’, diz Lula

      Nesta segunda-feira, durante o anúncio, o presidente fez um apelo para que os dirigentes sindicais avaliem as concessões já feitas pelo governo.

      “O montante de recurso que a companheira Esther colocou à disposição é um montante de recursos não recusável. Quero que leve isso em conta... os alunos estão à espera de voltar à sala de aula”, disse.

      O presidente criticou ainda o tempo de demora da greve e disse que em sua experiência como dirigente sindical muitas vezes partiu para o “tudo ou nada” e ficou com “nada”. Lula disse ainda que não se pode permitir que uma greve termine por “inanição”.

      Eu acho que nesse caso da educação se analisar no conjunto da obra vão perceber se não há muita razão para essa greve estar durando o que está durando, porque quem está perdendo não é o Lula, o reitor, que está perdendo é o Brasil e os estudantes brasileiros”, afirmou." 

      Fonte: Estadão  

      segunda-feira, 10 de junho de 2024

      Homenagem Póstuma à Maria da Conceição Tavares - Roda Viva| 1995

      Fonte: Roda Viva, TV Cultura, SP

      Roda Viva | Luís Roberto Barroso | 10/06/2024

      Fonte: Roda Viva, TV Cultura, SP

      "O Roda Viva entrevista o presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Luís Roberto Barroso.
      Entre os assuntos tratados estão o processo que discute a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal, o STF tornar réu o ex-juiz Sergio Moro por calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, e também o procurador-geral da República recorrer da decisão que anulou a condenação de Marcelo Odebrecht na Operação Lava Jato.
      As decisões do STF têm dividido a opinião pública, como Luís Roberto Barroso encara esse cenário?
      A bancada de entrevistadores é composta por Carolina Brígido, colunista do UOL; Constança Rezende, repórter da Folha de S.Paulo; Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA; Thiago Bronzatto, diretor da sucursal de Brasília do jornal O Globo; e Weslley Galzo, repórter de política do Estadão em Brasília."
      A apresentação é da jornalista Vera Magalhães, e as ilustrações do programa são feitas por Luciano Veronezi.
      #TVCultura #RodaViva #LuísRobertoBarroso #STF #Justiça #Brasil

      Jornal da Cultura | 10/06/2024 - Lula pede o fim da greve das Universidades e Institutos Federais e propõe o PAC na Educação Superior

      Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

      "No Jornal da Cultura desta segunda-feira (10), você vai ver: Governo Federal anuncia investimento de 5,5 bilhões na educação; empresários pedem a derrubada da medida que compensa a desoneração; proposta norte-americana de cessar-fogo em Gaza é aprovada pela ONU e o lançamentos do documentário “Amália Amada”. Veja um estudo realizado sobre o salário mínimo digno.

      Para comentar esses e outros assuntos, Karyn Bravo recebe a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, e o economista e doutor em ciência política, Ricardo Sennes."

      Fonte: TV Cultura, SP

      Educação Superior: "O presidente encerrou o encontro com reitores com um apelo a professores e técnicos para serem flexíveis na negociação com o governo e ponham fim à greve." Fonte: g1.com

      domingo, 9 de junho de 2024

      Mundo: "Partidos do centro devem manter o controle no parlamento europeu"

      "Mesmo com avanço da extrema-direita, indicam projeções."

      "A soma dos blocos formados por conservadores, liberais e social-democratas deve seguir com a maioria no Parlamento Europeu após votação para escolher 720 novos eurodeputados."

      As projeções do Parlamento Europeu são mostradas no edifício da União Europeia em Bruxelas, Bélgica, em 9 de junho de 2024 – Foto: Reuters/ Piroschka van de Wouw.
      Por g1

      "Uma projeção inicial fornecida pela União Europeia indica que os partidos do centro devem manter o controle do Parlamento Europeu mesmo com avanço da ultra direita. A votação terminou neste domingo, último dia das eleições para o próximo mandato de cinco anos.  

      A soma dos blocos formados por conservadores, liberais e social-democratas seguirá com a maioria no Parlamento Europeu após a votação para escolher 720 novos eurodeputados, ainda de acordo com as projeções da instituição divulgadas neste domingo (9). Os resultados oficiais ainda não foram divulgados.  

      No geral, em toda a União Europeia, dois grupos dominantes e pró-europeus (os Democratas-Cristãos e os Socialistas) continuam a ser as forças dominantes. O avanço da ultra direita ocorreu às custas dos Verdes, que devem perder cerca de 20 assentos e cair para a sexta posição. 

      Durante décadas, a União Europeia confinou a ultra direita às margens políticas. Com a sua forte atuação nestas eleições, ela poderá agora se tornar parte importante em questões como migração, segurança e clima. 

      O Partido Popular Europeu (PPE, direita) continuaria como a principal força política, com 181 assentos; os social-democratas alcançariam 135 e os liberais do Renew teriam 82. Juntos, eles formariam um grande bloco de 389 cadeiras. 

      Esperava-se que os partidos de ultra direita ganhassem mais poder em um contexto de aumento do custo de vida e do descontentamento dos agricultores. As guerras em Gaza e na Ucrânia são também temas-chave para eleitores.

      Como foi a eleição em cada país?



      • Na Alemanha, projeções indicam que o apoio aos sociais-democratas de centro-esquerda de Olaf Scholz caiu para 14%, atrás da Alternativa para a Alemanha, de ultra direita, que subiu para o segundo lugar;

      • Os partidos de esquerda e ecologistas avançaram com força nas eleições dos países nórdicos. Na Finlândia, Suécia e Dinamarca, a ultra direita retrocedeu, de acordo com projeções;

      • Na Bélgica, o maior partido de ultra direita obteve resultados piores do que o esperado nas eleições nacionais e regionais que coincidiram com as eleições europeias;

      • O Partido Popular (PP), da centro-direita da Espanha, saiu vencedor, conquistando 22 assentos dos 61 atribuídos ao país e desferindo um golpe no governo liderado pelos socialistas do primeiro-ministro Pedro Sánchez;

      • Em Portugal, a oposição socialista venceu com estreita vantagem contra a coalizão governamental de direita moderada. O partido de ultra direita Chega ficou em terceiro lugar;
      • Ainda segundo projeções, o partido de ultra direita, da primeira-ministra Giorgia Meloni, obteve a maior percentagem de votos na Itália;

      • Na Holanda, o Partido Trabalhista social-democrata e a Esquerda Verde conquistaram o maior número de assentos, com oito – um a menos do que no último parlamento.

      Como é a eleição na União Europeia

      A eleição para o Parlamento Europeu é a segunda maior votação do mundo, atrás das eleições gerais da Índia. Cada nação elege os respectivos eurodeputados: a Alemanha é quem tem mais cadeiras, 96; Malta e Luxemburgo são os menores, com seis.  

      Há cerca de 450 milhões de pessoas que moram nos países da União Europeia;

      • Em apenas quatro dos 27 países o voto é obrigatório: Bélgica, Bulgária, Luxemburgo e Grécia. Nos demais, é facultativo;

      • São eleitos 720 membros do Parlamento Europeu;

      • Há locais de votação desde o Círculo Ártico até as fronteiras com a África e a Ásia. Há votação, por exemplo, no consulado de Portugal em São Paulo.

      Durante muito tempo, o Parlamento Europeu foi ocupado por dois tipos de políticos: veteranos em seus países e pessoas que estavam em início de carreira.


      Isso começou a mudar com as responsabilidades que a União Europeia começou a acumular, como decidir as regras bancárias e de agricultura dos países do bloco, além do orçamento da União Europeia.


      Os eleitores também passaram a se interessar mais: em 2019, presença foi de 50,66% considerada um sucesso. Neste ano, espera-se que mais de 60% das pessoas votem."

      Fonte: g1/Mundo  

      Mundo: "Avanço da extrema direita na União Europeia faz Macron antecipar eleições na França; Le Pen comemora""

      Fonte: UOL

      "O presidente da França, Emmanuel Macron, antecipou as eleições depois da vitória acachapante da extrema-direita nas eleições europeias. A líder do partido Reagrupamento Nacional, Marine Le Pen, afirmou que o grupo está ‘pronto’ para assumir o poder no país."

      Fonte: UOL

      "A decisão do presidente francês acontece em meio à divulgação dos primeiros resultados das eleições parlamentares da União Europeia. Institutos de pesquisa franceses projetam o partido de extrema-direita RN (Reunião Nacional) à frente dos demais.  

      Liderado pelo ultradireitista Jordan Bardella, o Reunião Nacional obteve cerca de 32% dos votos na eleição deste domingo, mais que o dobro dos 15% da chapa de Macron, de acordo com as primeiras pesquisas apuradas pela agência de notícias Reuters. 

      De acordo com a Reuters, os eleitores dos 27 países da União Europeia elegeram 720 legisladores para o Parlamento Europeu para os próximos cinco anos neste domingo. Nos quatro dias de votação em todo o bloco houve uma "clara mudança para a direita", diz a agência."

      Fonte: g1/Mundo

      "A forma de trabalhar da extrema-direita no Congresso Nacional"

      Fonte: WhatsApp

      sábado, 8 de junho de 2024

      Morreu neste sábado, 8 a grande economista e professora Maria da Conceição Tavares

      Maria da Conceição Tavares. Tomara que os economistas sigam seu legado e aprendam com ela

      Por midia ninja. 

      "Grande perda! Faleceu neste sábado, em Nova Friburgo, aos 94 anos, a economista e professora Maria da Conceição Tavares, um dos maiores nomes da economia no Brasil. Portuguesa de nascimento e brasileira de coração, ela foi uma referência no pensamento desenvolvimentista e formou gerações de economistas no país.

      Chegou ao Brasil fugindo da ditadura Salazarista em 1954 e tornou-se cidadã brasileira em 1957. Foi uma crítica contundente das políticas econômicas do regime militar, das ditaduras e dos planos liberais. Além de seu trabalho no campo econômico, ela lecionou na Unicamp e na UFRJ, encantando e formando muitos alunos com sua paixão e conhecimento.
      Na política, trabalhou na elaboração do Plano de Metas de Juscelino Kubitschek, foi deputada federal de 1995 a 1999, era militante do Partido dos Trabalhadores e teve passagens importantes no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal)

      Apaixonada torcedora do Vasco da Gama, sua vida foi celebrada no documentário de 2018 dirigido por José Mariani.

      Ela deixa dois filhos, Laura e Bruno, dois netos, Ivan e Leon, e um bisneto, Théo. A família não divulgou a causa da morte.

      Toda solidariedade aos familiares, amigos e pessoas próximas dessa importante voz!

      Que as suas ideias continuem a ser relembradas, pois, mesmo após três décadas, os discursos de Maria se mantêm incrivelmente pertinentes e atuais." 

      Fonte: Midia Ninja - Instagram  

      Que os economistas e políticos sigam seu legado! Por um país melhor! Mais humano, onde vivem seres vivos! 

      Em Sampa: amanhã, domingo, 9 de junho, às 11h –Ato pela Palestina, na Praça Estado da Palestina

       Este ato é contra o genocídio em Gaza!

      E pelo rompimento das relações diplomáticas do Brasil com Israel, coisa que não foi realizada ainda.

      Ato será na Praça Estado da Palestina, próximo ao metrô 

      Paraíso. (fonte: Instagram)

      Fonte: Frente Palestina São Paulo

      "Governo federal aumenta repasses às cooperativas e leva dignidade a catadores de recicláveis"

      O governo conta com 42 contratos com 31 organizações, sendo 22 de coleta seletiva e 20 de triagem, compostas por mais de mil catadores que saíram da informalidade | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

       
      Por Josiane Borges, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

      "
      Repasse em 2024 já chega a R$ 20 milhões, 23% a mais do que o mesmo período de 2023. Desde 2019, mais de R$ 215 milhões foram destinados para contratos com a categoria por meio do SLU"

      "
      Nos últimos anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem aumentado significativamente os investimentos nas cooperativas de materiais recicláveis, resultando em mais qualidade de vida e benefícios para os catadores. Apenas no primeiro trimestre de 2024, foram repassados R$ 19,6 milhões em contratos de coleta seletiva, triagem e comercialização de materiais firmados com cooperativas do DF, representando um aumento de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior.

      Entre 2019 e 2023, os investimentos cresceram 278%, com os aportes passando de R$ 14 milhões para R$ 53 milhões. No total, desde o início da gestão do governador Ibaneis Rocha, o GDF já destinou mais de R$ 215 milhões às cooperativas por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

      Atualmente, o governo conta com 42 contratos com 31 organizações, sendo 22 de coleta seletiva e 20 de triagem, compostas por 1.004 catadores que saíram da informalidade e conquistaram melhores condições de trabalho, dignidade, acesso a direitos e benefícios sociais, redução dos riscos à saúde e ao meio ambiente e participação na gestão compartilhada dos processos de reciclagem."

      Fonte: Agência Brasília    

      quarta-feira, 5 de junho de 2024

      Greves na educação. Nesta quinta-feira, 6 Lula vai receber reitores das Unversidades Públicas, em Brasília

      Fonte: Jornal da Cultura, TV Cultura, SP

      "Os cartazes na USP são um reflexo da realidade em todo o país: 53 universidades e 560 institutos federais estão sem aulas ou com atividades reduzidas.
      A greve na educação já dura quase dois meses, com apenas um sindicato de professores assinando um acordo com o governo.
      A Justiça Federal anulou este acordo e a categoria dos técnicos administrativos ainda negocia. O presidente Lula se reunirá com reitores nesta quinta-feira, em Brasília, para buscar novas soluções."
      #JornaldaCultura #JC #Greves #Servidores