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| Historiador e comentarista do Jornal da Cultura, SP Marco Antonio Villas |
Jornal da Cultura - Marco Antonio Villas
Fonte: Twitter
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| Historiador e comentarista do Jornal da Cultura, SP Marco Antonio Villas |
Jornal da Cultura - Marco Antonio Villas
Fonte: Twitter
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| presidente Jair Bolsonaro |
Por Consultor Jurídico
"Os comandantes do Exército, Edson Pujol, da Marinha, Ilques Barbosa, e da Aeronáutica, Antônio Carlos Moretti Bermudez, pediram renúncia coletiva nesta terça-feira (30/3) por discordar do presidente da República, Jair Bolsonaro.
O anúncio foi feito pelo Ministério da Defesa. A curta nota não aponta o motivo das renúncias. O texto diz apenas que os comandantes "serão substituídos" e que a decisão dos militares foi comunicada hoje.
As renúncias ocorrem um dia depois de Fernando Azevedo, agora ex-ministro da Defesa, ser demitido. Azevedo funcionava como pivô entre as alas militares no governo e sua saída inesperada gerou mal-estar entre os comandantes das Forças Armadas.
A demissão sumária do ministro ocorreu porque Bolsonaro cobrava manifestações políticas favoráveis a interesses do governo e apoio à ideia de decretar estado de defesa para impedir lockdowns no país.
Essa é a primeira vez desde 1985, quando chegou ao fim a ditadura militar iniciada em 1964, que os comandantes do Exército, Aeronáutica e Marinha deixam o cargo ao mesmo tempo, sem ter a troca de governo."
Fonte: Consultor Jurídico
Bolsonaro perde a sustentabilidade que pensava que tinha.
Ele está parecendo o Fernando Collor bem perto do impeachment, em 1992
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| Governador de Minas Gerais, Romeu Zema |
"Também vamos adiantar feriados para ampliar as medidas de isolamento afim de reduzir os índices de contágio. Trabalhando em conjunto, com o governo do Estado presente e contando com o apoio dos mineiros, tenho certeza, vamos prevalecer"
Fonte: twitter do Romeu Zema
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Ernesto Araújo deixou o governo Bolsonaro após pressão do Congresso Imagem: Gustavo Magalhães/Ministério das Relações Exteriores" |
O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) pediu demissão na manhã desta 2ª feira (29.mar.2021). O chanceler enfrentava forte pressão para deixar o cargo.
O pedido de demissão foi confirmado por fontes do Palácio do Planalto ao Poder360 e a algumas outras empresas de mídia. A decisão foi avisada por Araújo aos secretários do ministério por mensagem no WhatsApp. Não houve, até o momento, um anúncio oficial.
Bolsonaro conversou com Araújo e sugeriu ao diplomata que pedisse para sair, como é praxe nesses casos. O Poder360 ouviu de vários integrantes do governo nesta manhã que a demissão de Ernesto Araújo não seria tão simples. A saída, no entanto, aconteceu mais rapidamente do que se esperava.
O agora ex-chanceler criticou no domingo (28.mar.2021) a senadora Kátia Abreu (PP-TO), foi chamado de “marginal” pela congressista e contestado por vários outros senadores e deputados. Em publicações nas redes sociais, Olavo de Carvalho, Fabio Wajngarten, Abraham Weintraub e Eduardo Bolsonaro apoiaram o titular do Itamaraty no conflito.
Nas últimas semanas foi aventado o nome do ex-presidente e senador Fernando Collor (Pros-AL) para assumir o posto chanceler. O Poder360 apurou que há poucas chances de isso acontecer. Há ainda mais 4 nomes citados como candidatos à vaga, mas todos no campo da especulação: os embaixadores Nestor Forster (Washington) e Luiz Fernando Serra (Paris), o almirante Flavio Rocha (secretário de Assuntos Estratégicos) e o deputado federal Luiz Philippe Orleans e Bragança (PSL-SP).
Ernesto Araújo vinha sofrendo crescente pressão para deixar o Itamaraty. Recebeu diversas críticas por manter um discurso anti-China e contra o que definia ser uma “agenda globalista” de organismos internacionais. Nas últimas semanas, a situação se deteriorou.
Pelo menos 5 senadores fizeram menções explícitas à troca de comando no Itamaraty em sessão da qual o próprio Araújo participou na última 4ª feira (24.mar). A leitura dos congressistas é que as posições brasileiras no exterior estariam prejudicando o país na tentativa de trazer vacinas para combater a covid-19, entre outros problemas.
No sábado (27.mar), um grupo de ao menos 300 diplomatas do Itamaraty escreveu uma carta com críticas a Ernesto Araújo. Esse tipo de manifestação é raro na pasta devido à disciplina imposta pela carreira diplomática.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e pelo menos outros 7 colegas se manifestaram a favor de Kátia Abreu (PP-TO) e contra Ernesto Araújo na noite de domingo (28.mar). Segundo Ernesto, a senadora pediu a ele um “gesto” em relação ao 5G, o que o pouparia das críticas de senadores.
De acordo com o chanceler, a congressista teria afirmado que isso faria dele “o rei do Senado”. A senadora rebateu. Afirmou que o ministro age de “forma marginal” e está “está à margem de qualquer possibilidade de liderar a diplomacia brasileira”. E que defendeu que a licitação para a rede de 5ª geração não tivesse “vetos ou restrições políticas”.
Pacheco disse que “a tentativa do ministro Ernesto Araújo de desqualificar a competente senadora Kátia Abreu atinge todo o Senado Federal“. Diversos senadores foram às redes sociais nesse domingo (28.mar.2021) criticar as declarações do ministro Ernesto Araújo.
Mais um ministro pede demissão nesta segunda-feira (29)
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| Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva também pede demissão |
"O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, anunciou a saída do governo Bolsonaro nesta 2ª feira (29.mar.2021). É a 2ª baixa na equipe de ministros no mesmo dia. Mais cedo, Ernesto Araújo pediu para sair da chefia do Ministério das Relações Exteriores.
Agradeço ao Presidente da República, a quem dediquei total lealdade ao longo desses mais de dois anos, a oportunidade de ter servido ao País, como Ministro de Estado da Defesa. Nesse período, preservei as Forças Armadas como instituições de Estado. O meu reconhecimento e gratidão aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, e suas respectivas forças, que nunca mediram esforços para atender às necessidades e emergências da população brasileira. Saio na certeza da missão cumprida” , escreveu Azevedo em nota oficial divulgada à imprensa (íntegra – 381 KB).
Azevedo e Silva teve reunião com o presidente Jair Bolsonaro às 14h, no Palácio do Planalto. Divulgou o comunicado logo depois. A exoneração ainda não foi publicada no DOU (Diário Oficial da União). Até a última atualização desta reportagem, o nome do substituto não havia sido divulgado.
A saída do ministro da Defesa acontece às vésperas do aniversário do golpe militar de 1964, no dia 31 de março. Nesta data, completam-se 57 anos desde que o Congresso Nacional depôs o então presidente João Goulart e uma junta militar assumiu o poder, dando início ao período ditatorial que perduraria por 20 anos no país.
Em 17 de março, o TRF-5 (Tribunal Regional Federal da 5ª Região) decidiu que o Exército poderia realizar comemorações alusivas ao golpe. A decisão foi uma vitória para Bolsonaro, que pretendia realizar atos alusivos à data.
Em 2020, o Ministério da Defesa publicou no site institucional a “Ordem do Dia Alusiva ao 31 de Março de 1964″. O comunicado celebrava a efeméride e dizia que aquele dia era considerado como um “marco para a democracia brasileira”.
A saída de Azevedo e Silva fez o governo Bolsonaro chegar à marca de 17 ministros substituídos do cargo para o qual foram inicialmente nomeados. Esta é a 1ª mudança na pasta, já que Azevedo e Silva tomou posse no 1º dia da gestão, em janeiro de 2019, e estava intocado até então."

Fonte: Poder 360
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| presidente do Senado, Rodrigo Pacheco e ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo |
Por Poder360
"O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e pelo menos outros 7 colegas se manifestaram a favor de Kátia Abreu (PP-TO) e contra Ernesto Araújo na noite de domingo (28.mar.2021).
Rodrigo Pacheco disse que a fala do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, neste domingo (28.mar.2021) foi “um grande desserviço ao País”. Araújo sugeriu que senadores o poupariam de críticas se ele declarasse apoio à adoção de tecnologia chinesa para a rede 5G no Brasil.
“Justamente em um momento que estamos buscando unir, somar, pacificar as relações entre os Poderes. Essa constante desagregação é um grande desserviço ao País”, disse Pacheco sobre o ministro.
Segundo Ernesto, Kátia Abreu (PP-TO) pediu a ele um “gesto” em relação ao 5G. A congressista teria afirmado que isso faria dele “o rei do Senado”. A senadora rebateu. Afirmou que o ministro age de “forma marginal” e está “está à margem de qualquer possibilidade de liderar a diplomacia brasileira”. E que defendeu que a licitação para a rede de 5ª geração não tivesse “vetos ou restrições políticas”.
Para Pacheco, “a tentativa do ministro Ernesto Araújo de desqualificar a competente senadora Kátia Abreu atinge todo o Senado Federal“. Diversos senadores foram às redes sociais neste domingo (28.mar.2021) criticar as declarações do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores).
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), lamentou as falas de Ernesto. Essa é a 2ª crítica do líder que compõe o Centrão a Ernesto Araújo em 3 dias. Na 6ª feira (26.mar), o congressista disse em entrevista ao Poder360 que o Itamaraty “além de não ajudar, nos prejudicou muito” em relação à pandemia.
O ministro está sob forte pressão para deixar o cargo. Antes mesmo desse episódio, pelo menos 5 senadores fizeram menções explícitas à troca de comando no Itamaraty em sessão da qual o próprio ministro participou na última 4ª feira (24.mar). A leitura dos congressistas é que as posições brasileiras no exterior estariam prejudicando o país na tentativa de trazer vacinas para combater a covid-19, entre outros problemas.
No sábado (27.mar), um grupo de ao menos 300 diplomatas do Itamaraty escreveu uma carta com críticas ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Esse tipo de manifestação é raro na pasta devido à disciplina imposta pela carreira diplomática.
Eis as reações de outros senadores às declarações de Ernesto Araújo."
Fonte: Poder 360
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| Prefeitura de Poços de Caldas instala barreiras na represa do Cipó e no acesso à rampa de voo livre — Foto: Júlio César Pereira/EPTV |
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| Presidente da Câmara, Arthur Lira e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ambos do Centrão. |
"BRASÍLIA - Uma série de nove encontros da cúpula do Congresso com grandes empresários, representantes de bancos e do mercado financeiro resultou num movimento político pela intervenção nos rumos do governo de Jair Bolsonaro. Os mais de 300 mil mortos na pandemia de covid-19 e a situação cada vez mais insustentável da economia levaram os presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a afinar o discurso com o mercado. Os dois têm colocado o impeachment como possibilidade se as conversas com o governo fracassarem.
As cobranças mais urgentes do setor econômico são a demissão dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A avaliação recorrente nas reuniões é de que Araújo atrapalha as negociações por vacinas e insumos da Índia e da China. Já Salles, que comanda a criticada política ambiental brasileira, é visto como obstáculo na relação com Washington, especialmente agora que o País mira as vacinas excedentes dos Estados Unidos.
nterlocutores de Lira e Pacheco argumentam que, no caso específico, é errada a leitura de que a pressão pela troca dos dois ministros – verbalizada por eles – tenha como objetivo lotear o governo, uma demanda constante do Centrão. O intuito é atender à principal reivindicação do setor econômico e, de quebra, garantir um “ganho de imagem” perante seus novos interlocutores.
Na noite da última segunda-feira, Washington Cinel, empresário do ramo de segurança privada, recebeu os presidentes da Câmara e do Senado em sua casa na Rua Costa Rica, no Jardim Europa, em São Paulo. Participaram do encontro presencial e remoto Luiz Carlos Trabuco Cappi (Bradesco), Carlos Sanchez (SEM) e André Esteves (BTG Pactual). As conversas à mesa de jantar foram precedidas por discursos breves de Lira e Pacheco, do anfitrião Cinel e dos também empresários Abílio Diniz e Flávio Rocha, que falaram por videoconferência. Uma das manifestações mais duras foi a de Pacheco. Mas, segundo presentes, não houve “tom panfletário” em público.
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| Kit Covid-19 |
"O chamado “tratamento precoce” contra a Covid-19 foi propagandeado pelo presidente Jair Bolsonaro desde os primeiros meses da pandemia. Na mesma época, estudos científicos ao redor do mundo já certificavam a ineficácia de qualquer tratamento preventivo para a doença. No entanto, o “kit covid” continuou a ser difundido pelas autoridades federais brasileiras e pelo próprio Ministério da Saúde. Passadas mais de 300 mil mortes pela Covid-19 no país, médicos relatam efeitos colaterais graves em pacientes que tomaram medicamentos sem comprovação científica para o vírus, como lesão renal, arritmia cardíaca e dificuldade no tratamento de casos graves.
O “kit covid”, distribuído por secretarias municipais da Saúde pelo Brasil afora, inclui drogas como hidroxicloroquina, ivermectina, corticoides, azitromicina e anticoagulantes. “O que tem preocupado muito [os médicos] é que as pessoas estão desesperadas para tomar algum tipo de tratamento. Muitas vezes, elas não só lançam mão do 'kit covid', mas de várias outras coisas, como vitamina D, de anti-inflamatórios, corticoides. Não tem sido incomum a gente ver pacientes com muitos efeitos colaterais decorrentes desse tipo de medicação”, relatou o Dr. Christian Morinaga, gerente do Pronto Atendimento do Hospital Sírio-Libanês, à VEJA São Paulo.
O Dr. Carlos Carvalho, chefe de pneumologia do Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas (Faculdade de Medicina da USP), confirma a incidência de lesão em ductos na região do fígado em pacientes que fizeram uso de ivermectina, droga usada para combater verminoses. Em alguns casos, ele relata a necessidade de transplante hepático (fígado). O médico afirma que há a impressão que as infecções mais graves pela Covid-19 são notadas em pacientes que fizeram uso do “kit covid”.
“Aqui nós temos hoje 150 pacientes internados no InCor. Se eu fizer uma enquete, eu te diria que dois terços a três quartos desses pacientes que estão aqui internados, sendo a maioria deles intubados, tomaram o kit covid”, descreve o pneumologista. “Quem falou que deu o ‘kit covid’ para população e disse que o resultado foi estupendo não vivenciou o doente grave que tá aqui nas UTIs e no Hospital. A maior parte dos que estão aqui hoje tomaram”, continua. Nesta semana, o Estadão relatou que cinco pacientes entraram na fila do transplante de fígado após tomarem os medicamentos do chamado 'tratamento precoce'.
Para os pacientes que fizeram uso da cloroquina ou hidroxicloroquina e contraíram a Covid-19, os médicos relatam alterações no ritmo cardíaco. O Dr. Christian diz que o uso indevido da ivermectina e da azitromicina pode inflamar o fígado. Nos pacientes infectados com a Covid-19 em um estágio avançado da doença, quando é necessário outras medicações para o tratamento, a inflamação e os demais efeitos colaterais prejudicam a cura da infecção. “Quanto mais órgãos vitais forem inflamados e lesados maior é a letalidade dessa doença”, explica Dr. Carlos Carvalho.
Os casos de hepatite medicamentosa têm aumentado, mas a gente não teve notícia de nenhum caso grave, felizmente. Nestes casos, com a suspensão da medicação, houve melhora. Porém, é um quadro potencialmente grave que, num pior cenário, pode prejudicar muito o tratamento”, explica Christian sobre os casos no Sírio-Libanês. No entanto, Luiz Carneiro D’Albuquerque, chefe de transplantes de órgãos abdominais do HC-USP e professor da universidade, disse ao Estadão que dos quatro pacientes colocados na fila do transplante no HC, dois tiveram a condição de hepatite e morreram antes da operação.
Preocupações
A hidroxicloroquina é um medicamento normalmente utilizado no tratamento de lúpus, artrite reumatoide, doenças fotossensíveis e malária. A ivermectina é um vermífugo usado para combater vermes, piolhos e carrapatos. A azitromicina é um antibiótico utilizado em casos de infecção bacteriana. Nenhum deles previne a contaminação pelo coronavírus.
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| Falta oxigênio em todo o país |
Por Poder360
"O MPF (Ministério Público Federal) enviou um ofício ao secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Jorge Luiz de Lima, solicitando que medidas urgentes sejam adotadas para garantir a disponibilidade de oxigênio medicinal do país.
O documento (íntegra – 87 KB) foi enviado na última 5ª feira (25.mar.2021) e assinado pelos procuradores da República na Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. Eles solicitam que a pasta de Economia junto ao Ministério da Saúde tomem providências junto à indústria “considerando a situação concreta de colapso nos serviços de saúde e de sua estrutura de suprimento, pelo esgotamento de vagas para internação, falta de insumos e, notadamente, falta de gás oxigênio hospitalar para atender às demandas de tratamento de saúde, observado e amplamente divulgado”.
Em nota sobre o pedido, o Ministério Público afirma ter realizado reuniões com fabricantes e distribuidores de oxigênio ao sistema de saúde. Nesses encontros, forma informados sobre a necessidade de direcionamento da produção para o atendimento do sistema de saúde, reduzindo a destinação a setores industriais “em casos que não importem risco de segurança e impacto no fornecimento de insumos e serviços para a própria assistência à saúde”.
O texto cita ainda a falta de oxigênio em Manaus (AM) durante o mês de janeiro bem como a situação crítica de abastecimento em Acre, Rondônia, Mato Grosso, Amapá, Ceará e Rio Grande do Norte, e do estado de atenção no Pará, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Economia tem 3 dias para responder o ofício."
Fonte: Poder 360