quinta-feira, 23 de março de 2017

Estudo preliminar concluiu que maconha reduz a dor crônica


BBC
Maconha no cachimbo
Fumar maconha em cachimbo pode reduzir significativamente a dor crônica em pacientes com nervos danificados, revelou um pequeno estudo feito no Canadá.

O experimento, envolvendo apenas 23 participantes, também melhorou o sono e reduziu a ansiedade entre os que fumaram a droga.

Em artigo publicado na revista científica Canadian Medical Association Journal, os cientistas disseram que são necessários mais estudos, em larga escala e com a utilização de inaladores.

Dor neuropática crônica
Comentando o trabalho, especialistas britânicos disseram que a melhoria na dor foi relativamente pequena, mas acrescentaram que o trabalho pode ter implicações importantes.

Entre 1 e 2% da população sofrem de dor neuropática crônica - dor resultante de problemas de sinalização entre os nervos -, porém há poucos tratamentos disponíveis.

Segundo relatos de alguns pacientes que sofrem dessa condição, fumar maconha melhora seus sintomas.

Isso levou pesquisadores a investigar se a ingestão de canabinoides - as substâncias químicas presentes na erva cannabis - em forma de pílula poderia produzir o mesmo efeito.

A equipe da McGill University, em Montreal, disse, no entanto, que faltam estudos clínicos com pacientes fumantes da erva.

Potência da maconha
Durante o estudo, foram usadas maconhas com três potências diferentes - contendo 2,5%, 6% e 9,4% do ingrediente ativo tetrahidrocanabinol, THC - e placebos.

Sob supervisão de enfermeiros, usando cachimbos, os participantes inalaram uma dose única, de 25mg de maconha, três vezes ao dia durante cinco dias.
Depois de um intervalo de nove dias, eles repetiram a operação até completar quatro ciclos.

Comparados aos pacientes que ingeriram placebos, os participantes que receberam as maiores doses de THC sentiram menos dor, dormiram melhor e sentiram menos ansiedade, concluíram os autores do estudo.

O líder da equipe, Mark Ware, disse: "Até onde sabemos, este é o primeiro estudo clínico com pacientes não internados usando maconha fumada de que se tem notícia".

Ware disse que estudos de longo prazo, com cannabis mais potentes e usando inaladores especiais que permitem maior controle das dosagens, são necessários para que se obtenha resultados mais precisos e também para que se avalie a segurança do tratamento.

Repercussões
Segundo o médico Tony Dickenson, do University College of London, vários pacientes com dor crônica dizem se beneficiar da cannabis, mas ele alerta que a automedicação é perigosa.

Dickenson notou que a redução da dor revelada pelo estudo foi pequena, mas acha que a droga pode fazer diferença para pacientes com dor crônica que sofrem de insônia e depressão por causa de sua condição.

Também valeria a pena investigar se inalar a droga seria mais efetivo do que ingeri-la por via oral, ele acrescentou.

"Talvez seja importante encontrar pacientes que respondam particularmente bem (à cannabis) pois é possível que ela não seja adequada para alguns grupos, como pacientes mais idosos".

"(Os pesquisadores) não conseguiram tantos voluntários quando queriam para os testes e isso demonstra como esse tipo de pesquisa é difícil de realizar", acrescentou.

Outro especialista, o neurocientista Peter Shortland, do St Bartholomew's Hospital e da London School of Medicine and Dentistry, ressaltou o fato de que "fumar a droga não produziu os efeitos mentais comumente associados à cannabis de potência total".

Para ele, o estudo foi um passo importante e precisa ter continuidade.

Outro recente estudo já havia demonstrado que a maconha pode proteger idosos contra a osteoporose.


Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 21 de março de 2017

Liberação do canabidiol permitirá transformar maconha em remédio desde 2015


Com informações da Agência Brasil

Benefícios da maconha
“A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de reclassificar o canabidiol, passando a considerá-lo medicamento de uso controlado, e não mais como substância proibida, poderá facilitar o debate sobre os usos medicinais da maconha no Brasil.

O canabidiol é uma substância presente na folha da maconha (Cannabis sativa), que é usada para tratamento de doenças neurológicas, de câncer e mal de Parkinson, entre outras enfermidades.

Com a reclassificação, a expectativa é que os estudos científicos sejam ampliados, viabilizando a produção de novos medicamentos.

Estudos com maconha são feitos no Brasil pelo menos desde a década de 1930. Os primeiros destacavam os chamados males da maconha, quais perigos sociais gerados por ela e também os sintomas apresentados pelos usuários. A partir de 1960, a psicofarmacologia e a psicobiologia estudaram a planta com outros vieses, reconhecendo propriedades ansiolíticas e antipsicóticas, dentre outras.

No entanto, a proibição da maconha no Brasil e em diversos países dificultou o avanço das pesquisas.

"Não é uma novidade que a maconha tenha poderes medicinais, mas todo embargo que foi feito sobre a ciência gerou uma represa, em escala mundial, que está vazando por todos os lados", disse Renato Malcher, neurocientista da Universidade de Brasília (UnB), que considerou a decisão uma vitória política diante de visões conservadoras.

Com a reclassificação do canabidiol, outros temas devem vir à tona, segundo o pesquisador, que aponta a necessidade de liberar os demais derivados. "A pesquisa hoje é muito prejudicada pelo próprio estigma e pela dificuldade de explorar essa área mais ampla, que é poder plantar, desenvolver plantas diferentes, extrair os óleos e testar as combinações", explicou Malcher.

Enfrentar a indústria farmacêutica
Segundo Malcher, os defensores da ampliação dos estudos e do uso fitoterápico da planta também terão que enfrentar os interesses da indústria farmacêutica, isso porque ela confere a cada variação genética das plantas, no caso da possibilidade da cannabis ser plantada no Brasil legalmente, uma patente, o que poderá dificultar o acesso para fins científicos e aumentar os custos do produto final.

Estudos que analisaram o uso medicinal do canabidiol mostraram que, em 80% dos casos relatados, apenas essa substância foi mais efetiva no tratamento de determinadas doenças do que cerca de 12 remédios que eram usados diariamente pelos participantes da pesquisa, destacou o cientista.

As substâncias derivadas da maconha atuam sobre o que o pesquisador chamou de sistema de sinalização do organismo, responsável tanto pela percepção da saúde, como dor, tristeza e psicose, quanto por efeitos fisiológicos, a exemplo da inflamação.
Diante da situação, o cientista acredita que a indústria terá que se adaptar ao novo cenário e que os profissionais, hoje formados para receitar remédios tradicionais, poderão vivenciar "um novo paradigma".”

Essa notícia foi publica em 18/01/2015 – pela Agência Brasil


Fonte: Diário da Saúde 

Volta de diploma para jornalista avança na Câmara de Deputados


Por Segundo Clichê

"Projeto quer que curso superior em Jornalismo volte a ser obrigatório para exercer a profissão

Por Redação
6 maio 2017, 13h41 - Publicado em 15 jul 2010, 19h04

Ter diploma de Jornalismo já foi obrigatório para ser jornalista, deixou de ser, voltou a ser, deixou de ser de novo e, agora, pode voltar a ser exigido. A odisseia da formação superior nas redações ganhou mais um capítulo na última quarta-feira (14).

Para diminuir a confusão, um esclarecimento: atualmente o diploma não é obrigatório. Em junho de 2009, o Supremo Tribunal Federal derrubou a necessidade de formação para quem quiser trabalhar como jornalista.
A novidade agora é um Projeto de Emenda Constitucional para que o diploma volte a ser exigido por lei. Ele foi aprovado numa comissão da Câmara de Deputados e, agora, só precisa passar por mais duas votações e ir ao Senado para passar a valer.
O texto argumenta que a exigência de graduação em jornalismo não é uma restrição às liberdades de pensamento e de informação  justificativa dada pelo STF para derrubar a necessidade no ano passado.
“Queremos deixar claro que o jornalismo é uma profissão que exige qualificação e isso não impede a liberdade de informação e de imprensa”, disse Hugo Leal(PSC-RJ), relator do projeto.
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo, comemorou o projeto. Hoje não há critério nenhum para ser jornalista. No Distrito Federal, para ser flanelinha é necessário um registro no Ministério do Trabalho. No caso dos jornalistas, nem isso é preciso, disse."
Fonte: Agência Câmara

O Juiz Sérgio Moro restitui o Diploma de Jornalista, tornando-o obrigatório, em função do blogueiro Eduardo Guimarães ter publicado no seu blog, no ano passado, em seu blog, de que a prisão do ex-presidente Lula era iminente. 


Em 21 de março de 2017, quando o juiz de 1ª instância Sergio Moro revogou a decisão do STF, ao determinar a condução, sob vara, para interrogatório, do blogueiro Eduardo Guimarães, sob a justificativa de que ele não é jornalista Guimarães estava obrigado a revelar a fonte da informação. 


Desde 2009, por decisão do Supremo Tribunal Federal, qualquer pessoa pode dizer que é jornalista no Brasil.

Até mesmo os analfabetos.

Naquele ano o STF revogou a exigência de diploma de curso superior específico para o exercício da profissão, se curvando ao intenso lobby das empresas de comunicação.

De lá para cá as várias tentativas de restabelecer o jornalismo como profissão regulamentada fracassaram.

Portanto, desde já fica o Supremo Tribunal Federal informado que aquilo que decidiu há 8 anos e que tanta polêmica causou na sociedade está definitivamente revogado pelo juiz Sérgio Moro.

Fonte: segundo clichê

Poltrona antissono não deixa motoristas cochilarem

Poltrona antissono não deixa motoristas cochilarem
[Imagem: Marcopolo/Divulgação]

Redação do Site Inovação Tecnológica -  15/03/2017

Assento antissono

"Uma equipe multidisciplinar brasileira está desenvolvendo uma poltrona automotiva antissono, para minimizar o risco de acidentes sobretudo com motoristas profissionais.
A tecnologia pioneira e inédita foi criada por engenheiros e
pesquisadores da fabricante de ônibus Marcopolo, do CEMSA (Centro Multidisciplinar de Sonolência e Acidentes) e da Woodbridge, que
fabrica espuma para assentos automotivos.
A poltrona é equipada com quatro dispositivos de distração mecânica
e fisiológica: assento vibratório, manta térmica de aquecimento,
sistema de refrigeração e alto-falantes para mensagens.
Os comandos da cadeira são acionados por um aplicativo de celular, que
se comunica com a poltrona por Bluetooth. Um módulo
integrado, por sua vez, é responsável por receber os comandos e
registrar os dados coletados sobre o estado de fadiga do motorista,
bem como tempo de viagem e horário.
Batizada de Assento Antissono, a poltrona tem como objetivo
prolongar o estado de alerta e atuar durante as fases de sonolência
e fadiga do motorista de veículos pesados (ônibus e caminhões) e,
assim, reduzir o alto índice de acidentes causados no transporte de
pessoas e de carga.
Antissono preventivo
A partir dos dados coletados pelos sensores no Assento Antissono, um
algoritmo desenvolvido pelo CEMSA, baseado em estudos sobre o ciclo
cicardiano - período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se
baseia o ciclo biológico dos seres vivos - e os horários críticos
de propensão ao sono, define a sequência de distratores mais
adequada àquela viagem, atuando de forma preventiva.
O aplicativo determina em que momento a poltrona deve vibrar, aquecer,
ventilar ou emitir alertas sonoros. O aquecimento e a refrigeração
alteram a temperatura do corpo, retardando o início da fase de
fadiga. Já os ventiladores sopram ar nas regiões do pescoço e das
panturrilhas, diminuindo a temperatura periférica local, o que gera
um pequeno estresse térmico, deixando o motorista mais alerta. Se
nada der certo, os alto-falantes entram em ação e mandam o
motorista parar.
Isto é diferente dos sistemas já presentes em alguns automóveis, que
atuam de forma reativa, a partir principalmente de medições feitas
nas feições do motorista. Segundo os pesquisadores do CEMSA,
dependendo do nível de fadiga, os alertas reativos podem vir tarde
demais. Prevenindo a fadiga, através de dados específicos do
motorista e da jornada, é possível diminuir a incidência do sono
e, assim, o risco de acidente.
Os testes iniciais, realizados em simuladores com diferentes condições
de fadiga e estímulos, comprovaram a eficácia da poltrona
antissono, que agora está passando por testes reais em veículos de
frota. A equipe também já tem planos para integrar a poltrona com
um sistema de gestão da frota, repassando dados para os operadores
em tempo real."
Fonte: inovação tecnológica

segunda-feira, 20 de março de 2017

Contra a febre amarela, macacos são aliados, e não inimigos





Os macacos servem como um sistema de alerta, permitindo a adoção de ações
 preventivas para proteger os humanos.
[Imagem: Divulgação]












Redação do Diário da Saúde

"O Ministério da Saúde lançou uma campanha para que a população ajude a proteger - e não mate - os macacos.


O número de animais mortos cresceu muito com o atual surto de febre amarela, que já se espalha por várias partes do país.




Como os macacos também são afetados pela doença, os animais costumam aparecer mortos assim que o vírus da febre amarela se dissemina por uma região. Isto tem levado a que pessoas matem os macacos como se eles fossem responsáveis pela doença - na verdade, a febre amarela é transmitida para os humanos por pernilongos.

"Eles servem como anjos da guarda, como sentinelas da ocorrência da febre amarela", explica Renato Alves, do Ministério da Saúde. "É importante que a gente mantenha esses animais sadios e dentro do seu ambiente natural, porque a detecção da morte de um macaco, que potencialmente está doente de Febre Amarela, pode nos dar tempo para adotar medidas de controle para evitar doença em seres humanos."        


Informações e denúncias
A febre amarela é uma doença que se mantém no ambiente, em um ciclo silvestre, e é transmitida por mosquitos. O macaco é importante, pois serve como indicador da presença do vírus em determinada região.

O vírus da febre amarela silvestre é transmitido por mosquitos (gêneros Haemagogus e Sabethes).

"É importante que a população tenha plena consciência de que os macacos não são responsáveis pela existência do vírus e nem por sua transmissão a humanos. Eles precisam ser protegidos. A morte desses animais traz enorme desequilíbrio ambiental, que não pode ser agravado pela ação do homem", ressaltou o diretor de Conservação e Manejo de Espécies do Ministério do Meio Ambiente, Ugo Vercillo.

Caso a população encontre macacos mortos ou doentes, deve informar o mais rapidamente o Serviço de Saúde do município ou do estado onde vive ou pelo número de telefone 136. Além disso, é possível denunciar a matança ou maus tratos de macacos pela Linha verde do Ibama (0800 61 8080). Na denúncia, podem ser encaminhadas fotos e vídeos que auxiliem na identificação do crime e de quem o cometeu, através do e-mail linhaverde.sede@ibama.gov.br.”


Fonte: Diário da Saúde

15 dicas para controlar a ansiedade








“A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito frequentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer. Além dos medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade. Veja algumas delas:


Uma vez avaliada a situação, devemos substituir ospensamentos sobre o evento temido, principalmente os negativos. Sempre que umpensamento negativo se iniciar, devesse substituí-lo por outro pensamentoqualquer, preferencialmente, agradável. Isto certamente não é fácil de serfeito, mas é possível e trata-se de um aspecto importante, pois os pensamentose as falas negativas agravam a situação, intensificando as respostasautonômicas, como o mal-estar e o descontrole respiratório.

1. Pratique atividades físicas
A forma mais comum de controlar a ansiedade é a prática de exercícios. Praticar atividades físicas ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer. Essa alternativa costuma funcionar dependendo da disposição da pessoa, uma vez que nem todo mundo gosta de praticar exercícios.

Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já pode ajudar a lidar com a ansiedade. O momento da caminhada, além de ser um exercício para o corpo, também pode ser aproveitado para trabalhar a mente, sob a forma da meditação ativa. Quando você anda, pensa. A caminhada de meia hora é um movimento repetitivo e você acaba pensando nos pontos geradores de ansiedade que precisa trabalhar.

2. Reduza seu estresse diário
Pessoas com tendência a ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário e existem diversas formas de fazer isso. Para as que ficam estressadas com mais facilidade recomendo sessões de acupuntura regulares, além de meditação. Muitos pacientes com ansiedade se beneficiam também de tratamentos alternativos como a homeopatia e o uso de florais de Bach.

A ioga oferece ao praticante a possibilidade de aprender a controlar sua mente e seu corpo. Este controle, que é obtido através de uma combinação de técnicas respiratórias, corporais e de meditação. Tem como resultados o aumento da flexibilidade, fortalecimento dos músculos, aumento de vitalidade e maior controle sobre o estresse. Além da ioga, outra alternativa de controle da ansiedade são as massagens. Se tiverem uma abordagem mais oriental, buscando o equilíbrio emocional, melhor.

3. Experimente controlar a respiração
Para reduzir as reações do sistema nervoso autônomo, devemos fazer o controle da respiração. Isto pode ser feito compassando a respiração e inspirando lentamente pelo nariz, com a boca fechada. Ao inspirar deixar o abdome expandir-se, ou seja, estufar a barriga e não o peito. Depois, expirar lentamente, expelindo o ar pela boca. Isto pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora. Além disso, quando você estiver em um ambiente silencioso e com possibilidade de ficar deitado, use uma técnica de relaxamento. O relaxamento combinado com a respiração diafragmática, certamente, reduzirá a respiração ofegante, a taquicardia e o tremor.

4. Evite pensamentos negativos
Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos, recomenda-se que a pessoa evite os pensamentos negativos ou catastróficos. Deve-se tentar dimensionar a gravidade da situação, questionando a si mesmo se existe uma forma alternativa de análise, se estamos superestimando o grau de responsabilidade que temos nos fatos ou se estamos subestimando o grau de controle que podemos ter.

5. Invista em alimentos com triptofano
Para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate. Outra possibilidade é ingerir o triptofano em cápsulas, junto com vitamina B6 e magnésio.

Outros aminoácidos que podem ajudar são a taurina e a glutamina. Eles aumentam a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. Eles também podem ser ingeridos em cápsulas, mas apenas com a orientação de um médico especialista.

6. Tome um chá
A maioria dos chás possui substâncias que funcionam como sedativos suaves e podem ajudar no controle da ansiedade diária. As plantas mais conhecidas e estudadas com essa ação são a passiflora, a melissa a camomila e a valeriana.

7. Mantenha foco de atenção no presente
Quando sua mente está dedicada integralmente ao momento atual você tem total capacidade de análise, julgamento e ação, portanto esta é uma boa forma de controlar a ansiedade. Quando a mente passeia aleatoriamente entre passado e futuro sem direcionamento para um planejamento você pode se perde nas ideias e a ansiedade pode iniciar ou piorar.

8. Seja mais organizado
Quem vive na bagunça gasta tempo para achar o que precisa, acumula coisas sem utilidade, dificultando o bem-estar e acaba por criar sentimentos de ansiedade. Trabalhar, estudar e viver em ambiente minimamente organizado ajuda no equilíbrio emocional e controle da ansiedade. Além disso, pessoas com uma organização maior do seu tempo conseguem aproveitá-lo melhor, o que reduz muitos fatores causadores de ansiedade.

9. Esteja com quem você ama
Conviver com pessoas queridas da família, amigos e conhecimentos que se tenha afinidade faz toda diferença na qualidade de vida. A companhia de quem amamos é especial para nosso emocional. Quem está bem vive mais relaxado e menos ansioso.

10. Dedique tempo para se cuidar
Reservar algum tempo do dia para você e ser capaz de ouvir suas reais necessidades pode contribuir diretamente para o controle da ansiedade. Saber olhar para si, atender e contribuir para sua meta de vida é uma ação de grande poder para sua vida. Seja capaz de dedicar um pouco de tempo e energia a você mesmo.

11. Cuide dos pensamentos para sorrir mais
Atenção ao que você pensa, pois isso terá impacto direto no seu humor. Avalie suas ideias. Ponha um ponto final em ?filmes mentais? de assuntos negativos sem resolução. Seja capaz de se planejar, programar e ser forte, sem precisar montar um cenário terrível em sua mente. Com pensamentos mais leves, você perceberá o mundo de outra forma e isso lhe ajudará a sorrir mais. O riso, o sorriso faz bem para a cura emocional, relaxa e diminui a ansiedade.

12. Confie mais em si mesmo
Você é (ou deveria ser), sem dúvida alguma, a sua melhora companhia. Não há ninguém que estará ao lado mais tempo que você mesmo, por isso, invista nessa bela ?parceria? com você mesmo. Seja fiel a você. Confie mais e isso lhe dará forças para lidar com a ansiedade do dia a dia.

13. Desenvolva congruência
Quem pensa de um jeito, age de outro e diz ainda outra coisa terá, com toda certeza, ansiedade. Buscar equilíbrio entre o que se quer e o que faz pode contribuir para a harmonia do seu dia. O que está por trás das suas ações? Quais suas reais intenções ao agir? Você atende as suas reais necessidades? Pense com carinho nestas perguntas e tende observar quais atitudes podem ajuda-lo.

14. Fortaleça o autoconhecimento
Quem se conhece bem, sabe respeitar seus limites, consegue dizer não e é capaz de se proteger tem menos ansiedade que outras pessoas que estão ainda aprendendo a se conhecer. Quem tem total aceitação de si mesmo pode pensar, dizer e agir sem culpa com total alinhamento das suas necessidades.

15. Cuide bem do seu momento antes de dormir
Evite ações que levam a agitação, preocupação e desgaste. Nem sempre podemos prever o que pode acontecer pouco antes de dormir, mas aquilo que depende de nós devemos fazer bem feito. Procure conversar assuntos mais sérios fora do horário de ir para cama. Ponha um freio mental em pensamentos de tomada de decisão em momentos de relaxamento. Mudar a vida dentro da cabeça na hora de ir dormir só gera ansiedade e perda de sono.”


Fonte: Minha Vida

Trabalho noturno atrapalha relógio biológico e provoca caos no metabolismo



 Com informações da BBC

“Trabalhar de madrugada pode provocar um "caos" no corpo humano e causar danos à saúde a longo prazo.

A rapidez e a gravidade dos danos causados por ficar acordado até tarde foi "uma surpresa", segundo os autores do estudo.

O corpo humano segue um ritmo natural próprio, com o relógio biológico programado para ativar a maioria das funções biológicas durante o dia e desligar à noite.
Alterar isso de forma radical, invertendo os turnos, pode causar sérios efeitos colaterais, como alterações dos hormônios, do humor, da atividade cerebral, da temperatura corporal e do desempenho físico.

Os pesquisadores acompanharam 22 pessoas que trabalhavam durante o dia e que foram transferidas para turnos noturnos.

Caos do tempo
Exames de sangue mostraram que, em média, 6% dos nossos genes são programados para ficar mais ou menos ativos, atuando em sintonia com momentos específicos do dia. Uma vez que os voluntários passaram a trabalhar à noite, essa sintonia genética ficou desarranjada.

"Quase todos os genes ficaram fora de sintonia por causa da falta de sono", afirma Simon Archer, da Universidade de Surrey (Reino Unido). "E isso explica porque nos sentimos tão mal quando ficamos com jet lag ou se temos de trabalhar em turnos alternados."

O professor Derk-Jan Dijk acrescentou que todos os tecidos do corpo têm seu próprio ritmo durante o dia, mas que ao ficarem "acordados" à noite, perdem sua sincronia, podendo causar danos mais sérios a longo prazo, como aceleração dos batimentos cardíacos,  obesidade e alterações no funcionamento dos rins e do cérebro.

"É um caos. É como viver em uma casa onde há um relógio em cada cômodo e cada um marcando uma hora diferente", disse ele.

No ano passado, um estudo realizado na USP também concluiu que o trabalho noturno causa problemas ao sono e à saúde.

Para aqueles que não têm escolha, uma solução pode ser usar luz azul para regular o relógio biológico.”

Fonte: BBC - Brasil   

domingo, 19 de março de 2017

Documento Verdade - Fosfoetanolamina - Drº Renato Meneguelo



Assista este documentário sobre a fosfoetanolamina – A Pilula do Câncer

com entrevistas com os criadores da Fosfoetanolamina Sintética.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Médicos brasileiros lançam nos EUA pílula do câncer como suplemento alimentar





Visto que os órgãos oficiais brasileiros resolveram impedir que pacientes terminais utilizem a Fosfoetanolamina e fiquem bem com mais disposição e diminuição dos tumores cancerígenos, mesmo depois que  ex-presidente Dilma Rousseff, que também teve câncer, sancionou a Lei nº 13 269 que libera o uso da Fosfoetanolamina para pacientes com câncer. Quando não há mais nada a ser feito. Lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff

Por que isso? Por causa das indústrias farmacêuticas. Imagine, se eles vão perder cerca de 90 mil reais em cada aplicação de quimioterapia? 

Neste vídeo, você tem opiniões divergentes quanto ao uso da fosfoetanolamina. 

Mas vale a pena assistir aos dois pesquisadores, Dr. Renato Meneguelo e o biologo, Marcus Vinicius de Almeida que estudam a Fosfoetanolamina há mais de 15 anos, falando dos benefícios.   


Paciente relata melhora após uso da pílula do câncer = FOSFOETANOLAMINA





Olha o depoimento por quem já utilizou a Fosfoetanolamina. 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Dia do Consumidor: 10 direitos na hora das compras



Por Notícias Ao Minuto

"O Dia Mundial do Consumidor, comemorado nesta quarta-feira (15), deve movimentar o comércio em todo o País. A data foi escolhida em razão do famoso discurso feito, em 15 de março de 1962, no qual o então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, salientou que todo consumidor tem direito à segurança, à informação, à escolha e de ser ouvido. Cinquenta e cinco anos depois, lojas e redes de estabelecimento prometem promoções e descontos especiais para comemorar esse dia.

Algumas ofertas são atraentes, mas é preciso atenção na hora de comprar. O Portal Brasil separou as respostas para as dúvidas mais comuns sobre os direitos do consumidor. Fique atento e boas compras

1 – Comprei pela internet, mas não gostei. Posso trocar ou receber meu dinheiro de volta?
Se a compra for realizada fora do estabelecimento comercial, como as realizadas pela internet, em domicílio ou por telefone, o consumidor tem o direito de se arrepender dentro do prazo de sete dias. O prazo começa a ser contado na data da assinatura do contrato ou do recebimento do produto ou serviço, o que ocorrer por último. Então, quando se arrepender de ter comprado um produto, entre em contato com o fornecedor para reaver o dinheiro ou realizar a troca. Se seu problema não for resolvido, procure o Procon.

2 – E se a compra foi feita em loja física?
Nesses casos, não é sempre que o consumidor pode substituir o item. Ao contrário da internet, nas lojas físicas supõe-se que você teve todas as condições de avaliar o produto. Quando o produto não tem defeito, o consumidor só tem direito de trocá-lo se o vendedor tiver dito que ele teria essa possibilidade. Nesse caso, a loja também pode estipular o prazo que quiser para a troca. Quando o produto apresenta algum defeito, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante o direito a troca quando ele não é reparado no prazo de 30 dias. Se o produto com defeito foi essencial, como geladeira ou fogão, não é preciso esperar o prazo de 30 dias para reparo. Assim que o defeito for constatado, o fornecedor é obrigado a trocar ou devolver imediatamente a quantia paga pelo cliente.

3 – Qual o prazo para reclamar de um produto com defeito?
A garantia legal dá ao consumidor 30 dias para reclamar de problemas com o produto se ele não for durável (um alimento, por exemplo), ou 90 dias se for durável (como uma máquina de lavar). Já a garantia contratual é a que o fabricante ou fornecedor acrescenta a seu produto, mas não é obrigatória. Sua vigência começa a partir da data de emissão da nota fiscal, com o prazo e condições impostas pela empresa - normalmente estabelecida no "termo de garantia".

4 – Minha conta de telefone veio com uma cobrança a mais. Quais são os meus direitos?
O Código de Defesa do Consumidor (CDC) prevê que a vítima dessa prática abusiva tem direito à devolução em dobro do que foi pago em excesso. A regra vale para qualquer cobrança, não apenas contas de telefone. Mas atenção: a restituição em dobro diz respeito apenas ao que foi cobrado a mais. Por exemplo, se o valor da fatura deveria ser de R$ 200, mas foi cobrado e pago R$ 250, o consumidor tem o direito de receber R$ 100. Ou seja, o dobro do que foi pago a mais, R$ 50.

5 – O preço cobrado no caixa é diferente do que estava exposto na gôndola. O que fazer?
Nesse caso, prevalece o menor preço. Assim, se o preço no caixa for maior em relação àquele que estava anunciado, o consumidor tem o direito de pagar o menor valor. Se o cliente perceber a discrepância do valor somente depois de finalizar a compra, ele deve procurar o supermercado para que seja estornado o valor pago a mais.

6 – Sou obrigado a contratar os serviços de TV por assinatura, telefone e internet juntos?
Não. Isso se chama venda casada. Essa prática é abusiva e proibida, de acordo com o artigo 39, I, do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A orientação é não aceitar essa imposição. Procure falar com o gerente ou setor responsável. Se ainda assim for negada a compra do produto ou contratação do serviço isoladamente, denuncie aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.

7 – Minha banda larga vive caindo. A operadora deve me ressarcir pelo tempo em que fico sem conexão?
Se o serviço for interrompido ou houver perda de qualidade, a prestadora deve descontar da assinatura o valor proporcional ao tempo de interrupção quando ultrapassar 30 minutos. Caso a prestadora precise interromper o serviço para manutenção na rede, você tem de ser avisado com antecedência mínima de uma semana, além de ter direito a desconto na assinatura de 1/30 por dia ou fração superior a quatro horas.

8 - Posso cancelar o contrato sem ter de pagar multa?
Você pode pedir o cancelamento do contrato a qualquer tempo e sem custo, a não ser que esteja cumprindo prazo de fidelidade. Neste caso, você deverá pagar multa proporcional ao tempo que ficou com o serviço. Nenhuma cobrança pode ser feita após 24 horas da solicitação de cancelamento.

9 – Perdi a comanda do restaurante. Tenho que pagar a multa?
Essa prática é considerada ilegal e abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor. O estabelecimento comercial não pode transferir ao consumidor a responsabilidade pelo controle de suas vendas. O comerciante deve ter controle sobre o que seu público consome, o qual não deve ser responsabilizado pela dúvida sobre o quanto consumiu e muito menos ser obrigado a pagar valores abusivos.

10 – A seguradora do meu carro é obrigada a cobrir os danos causados por enchentes?
Segundo as regras da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável pela regulação do setor, todo seguro deve cobrir danos causados por alagamento ou enchentes. Ao descobrir que o carro foi invadido pela água, o consumidor deve entrar em contato imediatamente com a seguradora, que analisará os danos."

Fonte: Notícias Ao Minuto